A Polícia Militar prendeu em flagrante nesse domingo, 8, em Cruzeiro do Sul, Altevir e José Maria, genro e sogro, por lesão corporal com terçado no bairro Cruzeirão. Altevir, 41 anos, relatou que estava em sua residência ingerindo bebida alcoólica e ouvindo som, quando o padrasto de sua esposa, o senhor José Maria, 66 anos, […]
Autor: jonysdavid2017@gmail.com
-

Genro e sogro são presos após se agredirem em Cruzeiro do Sul
-

Por que a bioinvasão marinha é um problema para o litoral brasileiro
Freepik
* O artigo foi escrito pelos pesquisadores Larissa Marques Pires-Teixeira, Fernanda Araujo Casares e Joel Christopher Creed, da UERJ, e publicado na plataforma The Conversation Brasil.
É comum associar a perda de biodiversidade com atividades humanas, como desmatamento e poluição, que contribuem para a redução e o desaparecimento de espécies da fauna e da flora. Outra consequência da ação humana, a introdução de espécies invasoras, também desempenha um papel importante na diminuição da diversidade de espécies no mundo todo.
A chegada de uma espécie representa para um ecossistema um novo componente que é introduzido em um ambiente até então em equilíbrio e com inter-relações entres as espécies nativas, que evoluíram paralelamente ao longo de milhares de anos.
A introdução de uma nova espécie significa sempre uma ameaça?
Vai depender das características do ambiente que recebe e da espécie que é introduzida. Caso o desdobramento dessa introdução seja um evento de bioinvasão, os custos são altos, para o meio ambiente, para os cofres públicos e as vezes até para a saúde humana.
Estima-se que os custos com o manejo de espécies exóticas invasoras e as consequências desses eventos a nível global tenham girado em torno de R$ 2,88 trilhões de dólares, considerando o período entre 1970 e 2022. No Brasil, o valor gasto com os prejuízos chega a R$ 104,33 bilhões de dólares, entre 1984 e 2019.
No mar ainda faltam dados que estimem os custos com a problemática da bioinvasão no Brasil, mas é possível ter uma ideia a partir dos custos de uma única ação para remoção de uma espécie de coral invasor bem conhecida, o Coral-sol. O valor gasto em um dia de ação é de R$ 3.600 (aproximadamente US$ 720). Contudo, para um manejo efetivo, são necessárias atividades contínuas de remoção.
Bioinvasão marinha ao longo dos anos
Em função da sua extensão e variedade de ambientes associados a ecossistemas costeiros, o Brasil carrega o título de importante doador e receptor de espécies marinhas. Nossos 8 mil km de litoral são compostos por ambientes tropicais a temperados distintos e com diversidade de espécies particulares. Há desde recifes de corais e praias arenosas, até manguezais, marismas, bancos de rodolitos e fanerógamas marinhas, lagoas, estuários, ilhas oceânicas e pântanos.
O aumento das nossas atividades marítimas também contribui para esse cenário. No mar, qualquer embarcação ou estrutura que se movimente pode servir como meio de transporte para que uma espécie se desloque de um local para o outro.
A água utilizada em barcos e navios para manter a estabilidade, o equilíbrio e a segurança durante a navegação, conhecida como água de lastro, ao ser preenchida e despejada, transporta e introduz espécies marinhas de um local para outro.
Cascos de navios e plataformas de petróleo, a parte submersa de boias, o lixo marinho até a abertura de canais de navegação também são exemplos, já que as espécies usam essas estruturas e liberam suas larvas por onde passam.
Em 2019, um levantamento realizado por nós do Laboratório de Ecologia Marinha Bêntica da Uerj, mostrou que até aquele ano, 138 espécies marinhas foram consideradas não nativas (ou exóticas), ou seja, aquelas que ocorrem fora de sua área de distribuição natural.
A maioria dessas espécies foi introduzida no sudeste do Brasil e já encontrada nos 17 estados costeiros do país. Estas espécies compreendem gastrópodes, crustáceos, acídias, poliquetas, corais, peixes e até espécies do plâncton.
Na época em que o estudo foi publicado na revista Aquatic Invasions, nós fizemos um alerta. A falta de um banco de dados nacional de espécies exóticas invasoras marinhas é uma carência do nosso país no enfrentamento à bioinvasão.
Qual a situação atual e o que esperar para os próximos anos?
Passados seis anos, o cenário é outro. O Brasil atualmente conta com uma plataforma que inclui todas as espécies exóticas invasoras marinhas do Brasil. A Plataforma Brasileira de Bioinvasão é atualizada periodicamente e conta com a contribuição da sociedade, que pode preencher no próprio site um formulário indicando a ocorrência de uma espécie não nativa, que depois será analisado por especialistas no assunto.
Em contraponto a esse avanço, o número de espécies introduzidas aumentou desde 2019. Atualmente, o litoral brasileiro registra 175 espécies exóticas, que chegam ao país em diferentes embarcações ou estruturas que se movimentem e possam servir como meio de transporte. Considerando os dados da Plataforma, esse número sobe para 339, já que são incluídas as criptogênicas – quando não se sabe se é nativa ou não – e as contidas – não nativas, mas restritas a cativeiro ou cultivo.
Outro número que chama atenção é o aumento de espécies invasoras, que são aquelas que causam impactos mensuráveis no meio ambiente, em atividades socioeconômicas ou na saúde humana. Em seis anos, a quantidade de invasores marinhos saltou de 19 para 26.
Esses invasores compreendem, principalmente, espécies de antozoários, animais marinhos do grupo das águas-vivas e dos corais. Diferente das águas-vivas, passam toda a vida fixos no fundo do mar.
Esse número acende um outro alerta, o comércio de aquário como um caminho de transporte de espécies marinhas, como no caso dos corais moles e pétreos. É o caso do coral mole azul Latissimia ningalooensis.
Nativa da Austrália, a espécie foi descartada de um aquário em um costão rochoso de uma praia de águas calmas e cristalinas no município de Angra dos Reis, litoral sul do estado do Rio de Janeiro.
Em oito anos, o coral mole aumentou sua área de distribuição, dispersou para uma ilha próxima que fica dentro de uma unidade de conservação e, em alguns pontos, já é considerada a espécie mais abundante, ocupando um lugar em que antes viviam espécies nativas como o coral babão Palythoa caribaeorum e a alga Sargassum, um alimento importante para tartarugas marinhas.
O fato é que a introdução de espécies marinhas no Brasil segue um crescimento exponencial. Nosso país se tornou um importante doador e receptor de espécies marinhas, mas ainda carece de mecanismos regulatórios eficientes.
As leis ainda são superficiais e as ações de enfrentamento são caras e esparsas. Ainda que a pesquisa avance e importantes conquistas tenham sido alcançadas, como a Plataforma Brasileira de Bioinvasão e a Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras, o caminho é longo para alavancar o progresso na área.
Além de um alerta, chamamos a atenção para que mais estratégias sejam adotadas no manejo de espécies exóticas marinhas no Brasil. Precisamos de um engajamento dos estados e municípios com o governo federal para que haja ações integradas, com maior alcance e eficiência.
É fundamental também a união de todos os setores da sociedade e, para isso, a sensibilização de todos sobre a importância da temática é crucial. Sobretudo, necessitamos de recursos financeiros, pessoal qualificado e infraestrutura adequada para implementar medidas de prevenção, detecção precoce aliada à resposta rápida e controle de espécies exóticas em áreas costeiras e marinhas.
Assim, como na saúde, quando se trata de espécies invasoras, prevenir é sempre melhor (e muito mais barato) do que remediar.
-

Solange viraliza após reagir a Chaiany dançando música sobre Virginia
Reprodução/TV Globo
Solange Couto viralizou nas redes sociais após reagir à performance de Chaiany ao som de Alô Virginia, música do Grupo Chocolate que cita Virginia Fonseca. A cena rapidamente virou meme e viralizou justamente pela reação de Solange à cena.
Chaiany mostrando a coreografia de ALÔ VIRGÍNIA 🗣️🗣️🗣️🗣️ #BBB26#RedeBBBpic.twitter.com/8oNzwjjjbT
— Big Brother Brasil (@bbb) February 9, 2026
A sequência aconteceu durante a noite na casa, quando Chaiany puxou a coreografia da música e resolveu dar aula do passinho para Solange. A atriz, no entanto, reagiu com uma expressão que chamou atenção do público e viralizou.
“Chaiany mostrando a coreografia de ALÔ VIRGÍNIA e Solange Couto horrorizada”, escreveu um internauta. “Eu chorei de rir Chaiany é muito fã da Virgínia sabe a vida dela toda”, riu outra pessoa.
O assunto cresceu ainda mais quando o próprio perfil de Solange entrou na brincadeira. A equipe da atriz publicou um gif com a reação dela à cena e fez piada com o momento, reforçando o tom bem-humorado que tomou conta das redes.
— Solange Couto 🌻 (@eusolangecouto) February 9, 2026
Após a coreografia, Chaiany ainda soltou um comentário que aumentou a repercussão. “Sabe que Virginia mora pertinho da minha casa?”, disse, arrancando risadas dos aliados. A sister mora em São João da Aliança, um município no interior de Goiás e entorno do Distrito Federal (DF). Enquanto Virginia mantém casa em Goiânia.
A fala também reforçou como Chaiany é fã da influenciadora. Em outras ocasiões, ela já tinha citado Virginia e chegou a comentar até sobre a vida amorosa da empresária, dizendo que ela estaria “muito apaixonada”, em referência aos relacionamento dela com Vini Jr..
-

"Altamente violentos": 3 são presos por roubos em bairros nobres de SP. Veja vídeo
Reprodução/ Globoplay
A Polícia Civil realiza uma operação em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (9/2), visando o cumprimento de mandados de prisão relacionados a roubos a residências em bairros de alto padrão.
Três homens foram presos e duas armas de fogo foram apreendidas.
Os detidos fazem parte da quadrilha do Minotauro, especializada em invasão e roubos a imóveis. Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), os capturados eram “altamente violentos e tinham como procedimento maltratar as vítimas durante os roubos, mesmo que fossem idosos ou crianças”.
A Secretaria da Segurança Pública informou que a ação acontece por meio da 4ª divisão de Investigações sobre Furtos e Roubos a Condomínios e Residências do Deic. A operação em Paraisópolis conta com apoio do Grupo Armado de Repressão a Roubos, Grupo Especial de Reação e Serviço Aerotático.
Por volta das 8h30, a ação seguia em andamento.
Paraisópolis era base para quadrilha
As apurações sobre a atividade da quadrilha vinham se desenvolvendo desde 2025, segundo a SSP. Os ataques aconteciam principalmente em imóveis de bairros nobres. Informações revelaram que o bando tinha como base a comunidade de Paraisópolis, situada a poucos quilômetros de muitos dos locais dos crimes praticados.
A ação identificou e prendeu os três alvos. Dois estavam armados e responderão por porte ilegal de arma. Um deles já era procurado. Os policiais apreenderam dois veículos e uma motocicleta utilizados para os deslocamentos criminosos na prática dos crimes.
-

Gladson reconhece importância das mulheres ao nomear Temyllis na SEAGRI
Mais uma mulher integra o alto escalão do governo Gladson Cameli (PP). Com o retorno do deputado Luiz Tchê à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Temyllis Silva, formada em Ciências Contábeis e atuando como diretora administrativa da SEAGRI, será nomeada oficialmente hoje. Segundo Gladson Cameli, Temyllis Silva desempenhou papel fundamental no sucesso do setor agropecuário, […] -

Super Bowl: Serena Williams causa polêmica com caneta emagrecedora. Veja vídeo
Reprodução/Super Bowl
Serena Williams foi um dos assuntos mais comentados do Super Bowl, vencido pelo Seattle Seahawks. Isso porque a ex-tenista participou de um comercial, durante a transmissão do evento nos Estados Unidos, em que injeta uma caneta emagrecedora nela mesma.
Assista ao comercial:
A estadunidense aplicou uma injeção à base de GLP-1. No anúncio, ela afirma que o remédio também pode ser ingerido por meio de comprimido através de um aplicativo chamado “RO”.
O GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1) é um hormônio produzido no intestino em resposta à alimentação, fundamental para a regulação do metabolismo da glicose e do apetite.
Anteriormente, Serena afirmou que conviveu com dificuldades de ficar no peso ideal para competir após o nascimento da segunda filha, em 2023. “Eu nunca conseguia atingir o peso que precisava, não importava o que eu fizesse ou o quanto eu treinasse”, disse à revista People.
-

Adolescente de 15 anos é dopada e estuprada em MS
O2O Creative/Getty Images
Uma adolescente, de 15 anos, foi dopada e estuprada, na tarde desse sábado (7/2), em Anastácio (MS).
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima saiu de casa para comprar salgadinhos em uma conveniência, acompanhada de uma amiga. Ela acompanhou a amiga até a casa dela e, quando retornava para a própria residência, foi encurralada.
Leia a reportagem completa no Topmídia News, parceiro do Metrópoles.
-

Avó "vendia" 3 netas menores para piloto da Latam preso nesta 2ª
Reprodução/ Globoplay
, na zona sul de São Paulo. Ele é suspeito de participar da rede de exploração de pornografia infantil e estupro de vulnerável há pelo menos oito anos.
Além das prisões temporárias, são cumpridos oito mandados de busca e apreensão contra quatro investigados em São Paulo e em Guararema, na região metropolitana.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o inquérito policial começou em outubro de 2025. Desde então, já foram identificadas três vítimas, com 11, 12 e 15 anos, todas submetidas a graves situações de abuso e exploração sexual. Segundo a Polícia Civil, a rede criminosa estruturada era voltada à exploração sexual de crianças e adolescentes.
São investigados crimes de estupro de vulnerável, estupro, favorecimento da prostituição e da exploração sexual de criança e adolescente, uso de documento falso, produção, armazenamento e compartilhamento de material de pornografia infanto-juvenil, perseguição reiterada (stalking), aliciamento de crianças e coação no curso do processo, evidenciando grave violação à dignidade sexual de crianças e adolescentes.
Os investigados formam, diz a SSP, uma estrutura organizada de exploração sexual infantil, com indícios de habitualidade, divisão de funções e atuação coordenada entre os envolvidos.
-

STF libera mineração controlada em terras indígenas e cobra lei do Congresso
O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a exploração mineral em quatro terras indígenas do povo Cinta Larga, localizadas entre Mato Grosso e Rondônia, que somam cerca de 2,7 milhões de hectares. A decisão foi proferida nesta terça-feira (3) pelo ministro Flávio Dino, em caráter cautelar, no âmbito de um mandado de injunção apresentado pela Coordenação […] -

AGU apura indícios de cartel no preço dos combustíveis em Palmas
A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que deu encaminhamento aos pedidos de apuração sobre possíveis práticas anticoncorrenciais…