
Qual destes nomes da direita seria o mais forte para disputar a eleição presidencial de 2026 contra Lula? Respostas de 1.304 leitores:
Flávio Bolsonaro – 38,3%
Ratinho Jr. – 36,3%
Ronaldo Caiado – 25,4%


Qual destes nomes da direita seria o mais forte para disputar a eleição presidencial de 2026 contra Lula? Respostas de 1.304 leitores:
Flávio Bolsonaro – 38,3%
Ratinho Jr. – 36,3%
Ronaldo Caiado – 25,4%


O estado de São Paulo terá um dia marcado pelo tempo com muita nebulosidade nesta terça-feira (3/2), causado pela presença de um canal de umidade proveniente da região norte do país.
Ao longo do dia, há previsão de pancadas de chuva isoladas, que podem vir acompanhadas de raios, rajadas de vento e eventual queda de granizo em todas as regiões, especialmente no interior paulista.
A expectativa é de acumulados expressivos e, por se tratarem de temporais, recomenda-se atenção redobrada em áreas mais vulneráveis, pois há risco de transtornos.
Na cidade de São Paulo, as temperaturas devem variar entre 20°C e 26°C. Em Bauru, a mínima prevista é de 22°C e a máxima de 25°C.
No Guarujá, litoral paulista, esquenta um pouco mais, e a temperatura varia entre 24°C e 28°C, segundo a Defesa Civil.


O Palácio do Planalto aposta que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pode abraçar a PEC que prevê o fim da escala 6×1 de olho em uma marca positiva para seu mandato como chefe da Casa.
A avaliação é de que o fim da escala 6×1 pode ser uma alterativa à reforma administrativa, proposta que Motta queria votar, mas que acabou empacando na Câmara diante do forte lobby funcionalismo público.
Motta terminou 2025 com a imagem enfraquecida após o motim bolsonarista que ocupou a Mesa Diretora e a apresentação de propostas ideológicas, como a dosimetria para os condenados pelos atos golpistas do 8 de Janeiro.
A PEC do fim da escala 6×1 foi apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) em fevereiro de 2025 e endossada pelo governo Lula publicamente como uma das prioridades para o ano de 2026.
O texto protocolado, que ainda deve passar por alterações no Congresso, propõe a redução da jornada de trabalho para quatro dias semanais, com duração de oito horas diárias, totalizando 36 horas por semana.
O PT aposta no tema como marca para campanha Pa reeleição de Lula. Para conseguir uma aprovação mais rápida no Congresso, o Planalto estuda enviar um projeto de lei, que exige apenas 257 votos, menos que os 308 da PEC.
Um líder do Centrão próximo a Motta afirmou à coluna, sob reserva, que o fim da escala 6×1 seria “bom” para o presidente da Câmara, que disputará a reeleição para deputado em outubro e, depois, para o comando da Casa.


O presidiário Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de reclusão por tentativa de golpe de Estado, abolição violenta da democracia e outros três crimes, foi o sujeito oculto dos principais discursos que marcaram ontem a retomada dos trabalhos no Supremo Tribunal Federal depois do recesso do fim de ano.
Lula disse que “a condenação dos golpistas deixou uma mensagem clara: os responsáveis por qualquer futura tentativa de ruptura democrática serão punidos outra vez com o rigor da lei”. Edson Fachin, presidente do tribunal, disse que “o Brasil tem lições de democracia a oferecer porque respeitou a Constituição”.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, acrescentou que o Supremo teve “papel decisivo ao refrear pulsões iliberais e insurgências antidemocráticas”. E aproveitou para criticar a “gestão caótica” da pandemia do Coronavírus pelo governo passado que custou a vida de mais de 700 mil pessoas.
Embora convidados, os líderes da oposição não compareceram à solenidade. Além de Lula, estiveram presentes o vice-presidente Geraldo Alckmin e cerca de dez ministros de Estado. A dobradinha entre governo federal e Supremo segue firme, enquanto a oposição tenta não se esfacelar de todo a oito meses das próximas eleições.
O PP do senador Ciro Nogueira e o União Brasil de Antônio Rueda, os maiores partidos do Centrão, parecem decididos a não lançar candidato a presidente e a concentrar seus esforços na eleição de bancadas robustas no Congresso. O PSD de Gilberto Kassab terá candidato a presidente para continuar crescendo em toda parte.
O jogo que parecia jogado (Lula x Flávio Bolsonaro) foi embaralhado por Kassab ao juntar sob o seu comando três governadores aspirantes à vaga de Lula: Ratinho Júnior (Paraná), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ronaldo Caiado (Goiás). Zema, governador de Minas Gerais, insiste em ser candidato.
Há no mercado teorias para todos os gostos. A direita não bolsonarista seria capaz de conquistar a vaga reservada a Flávio no segundo turno, e se tal acontecesse, ela venceria Lula. Outra teoria: quantos mais candidatos da direita disputar o primeiro turno, mais votos ela reunirá para derrotar Lula depois.
Kassab já desejou boa sorte a Flávio, o que significa: não o apoiará num eventual segundo turno, liberando os quadros do seu partido para que marchem com quem preferir. Ratinho Júnior será o candidato do PSD a presidente. Flávio sonha em atrair Zema para ser seu vice. E Lula admira Kassab, mas torce por Flávio.
Vida que segue. Ou melhor: jogo que segue.


Um fundo de investimentos de R$ 690 milhões liga o empresário e pastor Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, do Banco Master, a um dos principais investigados da operação Carbono Oculto, Ramon Pessoa Dantas.
O fundo em questão é o FIP Leal (FIP é a sigla para Fundo de Investimento em Participações). Segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o FIP Leal, de propriedade de Fabiano Zettel, investia em outros três fundos: o FIP Arleen, o FIP B10 e o FIP Duke.
Este último, o Duke, tinha Ramon Pessoa Dantas como representante legal. Dantas era o diretor-executivo da principal empresa do grupo Reag, a Reag DTVM.
Deflagrada pela Polícia Federal (PF) em agosto de 2025, a operação Carbono Oculto mirou a lavagem de dinheiro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) por meio da indústria de combustíveis.
Ramon Dantas tinha papel central nessa trama. Ele assina, em nome da Reag, a venda da Usina Itajobi, em Catanduva (SP), para Mohamed Mourad, o “Primo”.
Suspeito de lavar dinheiro para o PCC, Mourad adquiriu a Usina Itajobi quando a empresa se encontrava prestes a pedir recuperação judicial. A Itajobi produz etanol a partir de cana-de-açúcar. Foi a primeira usina comprada por Mohamed, usando um fundo chamado Mabruk II, também gerido pela Reag. Os papéis da compra da Itajobi estão na representação da Carbono Oculto.
Segundo os dados da CVM, a posição do FIP Leal, de Zettel, no fundo Duke tinha valor de mercado de R$ 6,5 milhões em junho de 2024.
Fabiano Zettel é pastor da Igreja Lagoinha, em Belo Horizonte (MG). Ele é formado em direito e CEO da Moriah Asset, um fundo de investimento focado em participações em empresas do setor fitness. Zettel é casado com Natália Vorcaro, irmã de Daniel Vorcaro.
A coluna procurou Zettel para comentários, mas ainda não houve resposta. A coluna não conseguiu contato com Ramon Pessoa Dantas. Em ambos os casos, o espaço segue aberto.


A CPMI do INSS no Congresso Nacional pode votar nesta quinta-feira, 5/2, a quebra dos sigilos bancário e fiscal do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). Há também requerimentos de quebra de sigilo de Danielle Fonteles, publicitária que fez várias campanhas do PT, e da lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha.
O colegiado investiga possíveis ligações do trio com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.
Em depoimento à Polícia Federal, um ex-funcionário do Careca, Edson Claro, contou que o empresário pagaria uma mesada de R$ 300 mil para Lulinha — o objetivo seria que o filho do presidente abrisse portas no governo para a Cannabis World, a empresa de maconha medicinal do Careca.
Como mostrou a coluna, Danielle Fonteles recebeu um pagamento de R$ 200 mil de uma empresa de consultoria com indícios de ser de fachada, a Spyder. Questionada sobre o assunto, Fonteles disse que o pagamento era, na verdade, do Careca do INSS.
Mensagens de WhatsApp reveladas pela coluna de Tácio Lorran, no Metrópoles, mostram ainda que Danielle coordenava a operação de maconha medicinal de Antônio Carlos Camilo Antunes em Portugal.
Já Roberta Luchsinger é amiga pessoal de Lulinha e trabalhou junto com o “Careca”. Ela e Antônio Carlos participaram de reuniões no Ministério da Saúde para tratar dos interesses de uma empresa de telemedicina.
Como mostrou a coluna, Lulinha costuma se hospedar em Brasília em uma casa no Lago Sul que está alugada para Roberta. É o mesmo imóvel que antes era usado pelo presidente do União Brasil, Antônio de Rueda.
“A necessidade de investigar Fábio Luís decorre diretamente de mensagens interceptadas em que Antônio Camilo, ao ser questionado sobre o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta Luchsinger, responde explicitamente tratar-se de ‘o filho do rapaz’”, diz um trecho de um dos requerimentos de quebra de sigilo de Lulinha, apresentado pelo relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL).
Além dele, outros integrantes do colegiado, como Kim Kataguiri (União-SP), também pediram a quebra de sigilo de Lulinha.
A CPMI também tem pronto para votação um requerimento de quebra dos sigilos de Adroaldo Portal, ex-secretário-executivo do Ministério da Previdência. No último dia 18 de dezembro, Portal foi alvo da PF em uma das fases da operação Sem Desconto, que investiga a “Farra do INSS”. Na ocasião, ele foi afastado do cargo e preso.


O fornecimento de energia elétrica será temporariamente interrompido, nesta terça (3/2), em alguns pontos do Guará e do Plano Piloto.
A suspensão programada afetará moradores do Guará entre 10h e 16h. Os trabalhos serão executados na QE 01. No Plano Piloto, a interrupção está prevista das 8h30 às 14h30 nas áreas da SQN 314, CLN 314 e SEPN 314.
Segundo a Neoenergia, serão realizados serviços de manutenção da rede elétrica nos endereços afetados e as interrupções são necessárias para garantir a segurança das equipes.
Todos os clientes impactados recebem aviso prévio, e a energia pode ser restabelecida antes do horário previsto, conforme o andamento dos trabalhos.
O horário informado indica o período previsto para a manutenção. Em muitos casos o serviço é concluído antes, de acordo com a companhia. Ocorrências ou situações de risco devem ser comunicadas pelo telefone 116.


A Justiça do Distrito Federal aceitou a denúncia contra os policiais civis Gustavo Gonçalves Suppa (de camiseta branca na foto em destaque) e Victor Baracho Alves (de camiseta preta). A decisão da 8ª Vara Criminal de Brasília ocorreu meses após a ampla repercussão de vídeos gravados em julho de 2025, que mostram os agentes agredindo um publicitário e abandonando o filho dele, de apenas 5 anos, no comércio da quadra 112 Norte.
Vídeo:
O documento foi assinado pelo juiz de direito Osvaldo Tovani no dia 18 de dezembro de 2025. O magistrado considerou que os requisitos legais para a abertura da ação penal foram preenchidos e que há “justa causa” para o prosseguimento do processo criminal.
Ao fundamentar o recebimento da denúncia, o magistrado destacou a presença de elementos informativos robustos nos autos. Entre as provas citadas estão um laudo pericial, o relato da vítima e de testemunhas, além de vídeos que registraram a suposta ação delituosa.
“Vale consignar que, segundo a jurisprudência, a propositura da ação penal exige tão somente a presença de indícios mínimos e suficientes de materialidade e autoria, eis que a certeza será comprovada ou afastada durante a instrução, prevalecendo, nesta fase, o princípio ‘in dubio pro societate’”, ressaltou Tovani.
A decisão também esclareceu a situação do publicitário agredido pelos policias, Diego Torres Machado de Campos. O juiz mencionou que as condutas atribuídas a ele foram objeto de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) que tramitou na 1ª Vara Criminal de Brasília e já se encontra arquivado.
Os agentes lotados na Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) foram flagrados por populares agredindo Diego na 112 Norte, após um acidente de trânsito sem gravidade. . Os policiais levaram o publicitário e deixaram a criança com estranhos na rua.
Nos vídeos, um dos agentes envolvidos dá socos em Diego, que está de costas, rendido e sem oferecer qualquer resistência.
A ação policial teria ocorrido porque o publicitário atingiu, sem maiores danos, uma viatura descaracterizada da DCA. Os dois servidores à paisana desceram enfurecidos e começaram a protagonizar cenas de violência em público.
No vídeo, é possível ver o policial dando socos no punho de Diego. Momentos depois, o filho da vítima aparece dentro do carro e vê o pai sendo algemado. A criança começa a chorar e é ignorada pelos agentes.
Diego foi imobilizado, como mostram imagens gravadas por testemunhas. Depois de alguns minutos, mais viaturas chegaram. O publicitário foi liberado da delegacia horas depois do ocorrido.
Um dia após ocorrido, a Polícia Civil do DF (PCDF) divulgou um nota informando que, após tomar conhecimento do caso, “foram adotadas de forma imediata todas as providências legais e administrativas cabíveis”.
“A Corregedoria-Geral da instituição instaurou inquérito policial e procedimento administrativo disciplinar para apurar, de forma rigorosa, os fatos sob os aspectos criminal e funcional. Os policiais envolvidos foram afastados das atividades operacionais e realocados em funções administrativas”, declarou a corporação à época do ocorrido.
Procurada novamente pela reportagem nessa segunda-feira (2/2), a corporação disse que não comenda decisões judiciais. “Foi instaurado procedimento na Corregedoria-Geral da PCDF que corre sob sigilo”, pontuou.


Advogado do ex-piloto da Fórmula Delta acusado de lesão corporal grave, Eder Fior disse em entrevista ao Metrópoles que Pedro Turra, 19 anos, foi preso por “ser branco e de classe média”.
Veja vídeo da entrevista com o advogado:
O advogado disse que tem clientes acusados de crimes mais graves que respondem em liberdade e os comparou com o caso de Pedro, que ele alega estar sendo perseguido por sua classe social. “Então, Pedro está preso por ser um jovem, branco, posicionado na sociedade como de classe média, piloto de carro esportivo. Entendemos que a prisão é a medida mais extrema e que só deve ser adotado em casos extremos“, argumentou.
A defesa pede imparcialidade por parte da Justiça do Distrito Federal e lisura no processo. “Os fundamentos adotados para prendê-lo são absurdos. Nós discordamos, já entramos com pedido de revogação da prisão, já pedimos agendamento com o juiz que é o juiz natural da causa e, sim, ingressamos com um habeas corpus. Acreditamos que há de se fazer justiça, há de se estabelecer a isonomia e aquilo que o Tribunal da Internet tem feito com o Pedro se possa cessar”, pontuou o advogado.
“Nós estamos falando de uma pessoa com 19 anos de idade, que poderia estar com tornozeleira eletrônica, que poderia estar com prisão domiciliar, que poderia ter uma série de medidas cautelares ali estabelecidas, não se apresentar após determinado horário, não se aproximar de testemunhas, de família da vítima, de uma série de situações que não fossem essa medida extrema. O que acontece com essa prisão é que uma resposta social”, alegou Eder Fior.
“Espetacularização”
O advogado critica a condução do caso pela Polícia Civil do DF (PCDF). Segundo o defensor, a corporação está fazendo uma “espetacularização do caso”.
“Nós realmente sentimos muito em torno dessa espetacularização que está sendo feita. Observe que o juiz que determinou a prisão do Pedro foi enfático ao final da decisão em determinar que a polícia não fizesse espetacularização do caso, não expusesse a imagem do Pedro e se certificasse para que aquilo se desse dentro de um ambiente de proteção. Não foi o que aconteceu. Nós vimos autoridade chorando”, criticou.
A defesa também criticou o fato do delegado da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), Pablo Aguiar, ter chorado na sexta-feira (30/1), durante coletiva de imprensa ao detalhar o caso. “Nós vimos autoridades que não têm qualificação profissional na área médica para chamar o meu cliente de sociopata. Nós vimos uma condenação antecipada com o inflamar da sociedade, da opinião pública. E é só por isso que o meu cliente está preso. E com isso nós não podemos concordar”, concluiu.
Eder Fior argumentou que por se tratar de uma investigação e que em caso de condenação por lesão corporal, não culminaria em prisão. “Se o caso seguir da forma como está, nós estamos falando de um caso de lesão corporal de natureza grave, que sequer daria prisão no caso de uma condenação. Então, essa pena antecipada é absurda sob qualquer ótica. E eu falo do ponto de vista do direito”, alegou.
Com a repercussão do caso, vieram à tona ao menos outras três ocorrências policiais no Distrito Federal envolvendo Pedro Turra:
Sobre as outras acusações contra Pedro, o advogado disse que os casos teriam sido utilizados para manter Pedro preso. O advogado reforçou a demora nas denúncias das outras acusações contra Pedro.
Veja o momento em que Pedro Turra agride adolescente que está na UTI:
“Se nós formos julgar quem quer que seja por fatos pretéritos, eu acho que nós vamos prender todo mundo. Porque passado é complicado. Agora nós estamos falando de coisas relativamente distantes, 6 meses, 7 meses, 8 meses, que não houve um boletim de ocorrência no momento em que aconteceram, só surgem agora desse modo que a gente tá assistindo e que está sendo utilizado como fundamento para a manutenção do Pedro”, disse o advogado.