Ashley Tisdale ganhou mais um defensor na polêmica envolvendo um exposed do grupo de mães: Dylan Efron. O irmão de Zac Efron, ator com que trabalhou em High School Musical, teceu elogios a Ashley e afirmou que ela não poderia ser responsabilizada pela situação.
A declaração aconteceu na quarta-feira (21/1), durante o episódio do programa Watch What Happens Live with Andy Cohen. Na conversa, o ator afirma que “tenta ficar de fora” de polêmicas, mas que conhece Ashley Tisdale a desde criança e que ela “sempre foi muito gentil”, disse.
Sobre as acusações de que Ashley seria a mãe problemática, o irmão de Zac afirma “não consigo imaginá-la fazendo nada de malicioso contra o grupo de mães”, afirmou. Dylan Efron alegou acreditar que a situação não passa de um mal-entendido.
Dylan Efron é produtor de TV e participou da 34ª temporada de Dancing with the Stars
Entenda a treta de Ashley Tisdale em “grupo de mães tóxicas”
No texto, a atriz aponta que ansiava por conexão com outras mães” após o nascimento de sua primeira filha, Júpiter, que veio ao mundo em março de 2021, mas que a sensação de “encontrar sua tribo” logo se transformou em exclusão, comentários maldosos e rixas internas.
Assim que foi publicado, o artigo logo ganhou grande repercussão e internautas apontaram que a atriz Mandy Moore, de This Is Us, e até mesmo sua ex-companheira de Disney, Hilary Duff, estariam envolvidas na situação, já que Ashley Tisdale trocou unfollow com as duas — com quem mantinha relações.
Um representante Ashley Tisdale declarou ao TMZ que “é lamentável que as palavras de Ashley estejam sendo distorcidas dessa forma” e que, em nenhum momento, “houve menção a qualquer uma das famosas”. A porta-voz também negou veementemente que a briga teria raízes políticas — muito se comentou que o afastamento foi motivado pelo fato de Ashley ser uma apoiadora de Donald Trump. O portal destaca que a atriz “sequer seria republicana”.
Ashley Tisdale ganhou fama internacional com o papel de Sharpay Evans, em High School Musical
Após diversas tentativas em vão de executar uma dívida milionária do empresário João Appolinário, fundador da Polishop, a Justiça tomou uma decisão inusitada. O juiz Renan Jacó Mota determinou a penhora de bens encontrados dentro de imóveis do empresário.
“Dada a luxuosidade dos imóveis, certamente serão localizados artefatos relevantes financeiramente que auxiliarão na quitação, mesmo que parcial, da dívida”, afirmou o juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) na decisão.
A medida veio após várias tentativas de bloqueio de bens de Appolinário. A primeira, via Bacenjud, localizou apenas R$ 30 em todas as contas do empresário. A devassa ocorreu em maio de 2024, mesmo mês que a Polishop apresentou pedido de recuperação judicial.
Alguns meses antes, Apolinário anunciou que aportou R$ 20 milhões na empresa Decor Color. Ele conheceu a marca de tintas em um episódio do Shark Tank, programa do qual era jurado. O reality show reúne grandes empresários que avaliam projetos e iniciativas de jovens empreendedores.
O investimento foi usado como argumento dos advogados da Versuni Brasil, empresa que cobra R$ 24,9 milhões de Appolinário no processo, para que o bloqueio de bens alcançasse companhias das quais o fundador da Polishop é sócio. A tentativa também não teve sucesso.
O credor tentou avançar sobre offshores ligadas ao fundador da Polishop. Também não alcançou qualquer valor relevante.
A Versuri pediu, então, a penhora dos imóveis que estavam registrados no nome do empresário. A defesa rebateu que o empresário “resolveu locar os referidos imóveis” para “manter a subsistência” dele e de sua família.
Foram penhoradas frações que o empresário possuía de um duplex no bairro do Butantã e de duas salas comerciais no Jardim Paulista. Mas o valor ainda estava longe de alcançar a dívida.
Aí veio a sugestão de penhorar bens que estariam dentro de duas casas usadas pelo empresário, em endereços nobres da capital paulista. No processo, os advogados listaram relógios de luxo, de marcas como Rolex, Hermes, Montblanc e Farfetch, que fariam parte da coleção de Appolinário.
O empresário pode recorrer da decisão. A coluna não conseguiu contato com João Appolinário, o espaço permanece aberto para eventuais manifestações.
Morreu, aos 49 anos, a jornalista Mayra Cunha, que atuou por mais de duas décadas na Secretaria de Comunicação do Senado Federal. Natural de Brasília, ela estava em férias no Recife (PE) quando foi internada no último fim de semana no Hospital Santa Joana, com um quadro de pneumonia, mas não resistiu às complicações da doença.
Filha dos jornalistas Paulo José Cunha, professor da Universidade de Brasília (UnB) e servidor aposentado da Câmara dos Deputados, e Fátima Mesquita, servidora aposentada do Senado, Mayra construiu trajetória profissional fortemente ligada ao jornalismo público e à área cultural.
No Senado Federal, trabalhou na produção de documentários da TV Senado, foi editora da Agência Senado e integrou o programa Autores e Livros. Na Rádio Senado, apresentava semanalmente a coluna “Livro de Cabeceira”, dedicada a resenhas literárias. Além da atuação institucional, também esteve à frente da curadoria do Clube de Leitura da Livraria Oto Reifschneider, com forte inserção na cena cultural de Brasília.
Notas de pesar
A Secretaria de Comunicação do Senado destacou a dedicação e a versatilidade da jornalista ao longo da carreira. “A Mayra iniciou muito jovem suas atividades no Senado, com atuação intensa na divulgação do trabalho da Secom ao público externo, especialmente nos projetos da área cultural, como documentários e literatura, sem se afastar do jornalismo”, afirmou a diretora da Secom, Luciana Rodrigues. “Para além das atividades profissionais, sua personalidade vívida, falante e alegre marcará profundamente todos nós.”
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) também manifestou pesar e prestou solidariedade à família. “O sindicato se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho, em especial com seus pais, os jornalistas Paulo José Cunha e Fátima Mesquita”, afirmou a entidade, ao ressaltar a contribuição de Mayra Cunha ao jornalismo público e à cena cultural de Brasília.
No momento do desaparecimento, não foram encontrados sinais de arrombamento na residência do casal, nem indícios claros de crime. A família acionou a Polícia Civil imediatamente após perceber que João e Alzira não haviam retornado nem dado notícias.
Segundo desaparecimento em menos de um mês
Este é o segundo sumiço do casal em menos de um mês. O primeiro registro ocorreu em 23 de dezembro de 2025, quando João e Alzira ficaram cinco dias desaparecidos. Na ocasião, eles retornaram relatando terem sido vítimas de sequestro em uma área rural, onde também teriam sofrido roubo por desconhecidos.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a investigação está sob responsabilidade da Delegacia de Investigações Gerais de Assis, que trabalha para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento e localizar o casal. A repetição do sumiço levanta questionamentos sobre o que realmente aconteceu nos episódios e aumenta a preocupação de familiares, autoridades policiais e moradores da cidade.
O estado do Acre entrou em estado de atenção ampliada após a emissão de dois avisos meteorológicos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a ocorrência de chuvas intensas. Os alertas começaram a valer na manhã desta quinta-feira (22) e seguem até a manhã de sábado (24), indicando a possibilidade de impactos significativos em diferentes […]