Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Turistas fazem sexo no Arpoador: entenda o fetiche e por que é crime

    Turistas fazem sexo no Arpoador: entenda o fetiche e por que é crime

    arpoador

    Um vídeo ganhou grande repercussão nas redes sociais ao mostrar um homem coberto por um pano verde deitado no colo de uma mulher no Arpoador, praia movimentada do Rio de Janeiro. O rosto dele não aparece nas imagens, mas a cena sugere a prática de sexo oral.

    O casal foi abordado por policiais militares do Rio de Janeiro. Durante a ação, o homem, que estava deitado sobre a mulher, se senta parcialmente. Os agentes conversam com os dois e fazem advertências sobre a situação. Até o momento, não há confirmação se a ocorrência foi encerrada no local ou se o casal foi encaminhado a uma delegacia.

    Não é a primeira vez que turistas são flagrados fazendo sexo em praias do Brasil. Apelidados de “surubão de Arpoador” e “Réveillon da sacanagem”, os momentos, vale destacar, ferem o Código Penal Brasileiro. Esse tipo de intimidade, que pode ser penalizada, tem relação com o fetiche sobre sexo consentido em locais públicos, com ou sem plateia.

    Mas o que explica esse comportamento? A psicóloga e sexóloga Laís Melquíades já explicou à coluna Pouca Vergonha que a “adrenalina” de transar e poder ser pego é o que move algumas pessoas.

    “O risco de ser pego libera uma avalanche de dopamina e faz tudo parecer mais intenso. É como um jogo proibido que desperta a rebeldia interna: desafiar normas sociais pode ser tão excitante quanto a própria situação”, afirmou a especialista em sexualidade.

    A prática é chamada de dogging e, segundo a expert, tem relação com o universo voyeur, mesmo que ninguém realmente esteja vendo.

    Fetiche é crime no Brasil

    Segundo o artigo 233 do Código Penal Brasileiro, “praticar ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público” é crime. A pena é de três meses a um ano de detenção ou o pagamento de uma multa.

  • No Dia do Queijo, faça ricota caseira e nunca mais compre a de mercado

    No Dia do Queijo, faça ricota caseira e nunca mais compre a de mercado

    Rica em proteínas e pobre em gorduras, a ricota é uma excelente aliada para quem busca uma alimentação equilibrada

  • Mulher dada como morta em rodovia pode ter ventilação mecânica retirada

    Mulher dada como morta em rodovia pode ter ventilação mecânica retirada

    Reprodução/Redes sociais
    Fernanda Cristina Policarpo, 29, a mulher que foi atropelada em rodovia de Bauru e teve o óbiro constatado por uma médica do Samu - Metrópoles

    Fernanda Cristina Policarpo, a mulher de 29 anos que havia sido declarada morta após ser atropelada na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294),em Bauru,  no interior de São Paulo, ainda respira com ajuda de aparelhos e pode ter a ventilação mecânica retirada nos próximos dias, de acordo com boletim médico divulgado na noite desta terça-feira (20/1).

    Ela foi internada com politrauma grave, traumatismos e múltiplos ferimentos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base de Bauru.

    Segundo os médicos, a equipe iniciou a redução dos sedativos para avaliar a retirada do tubo respiratório. “A equipe de neurocirurgia iniciou a diminuição dos sedativos para o despertar gradativo sob avaliação e está realizando o desmame da ventilação mecânica para analisar a possibilidade de extubação”, explica o comunicado.

    O boletim de ocorrência do caso informa que Fernanda só foi socorrida após a chegada de um segundo médico que esteve no local. Durante os procedimentos para a remoção do corpo, o profissional constatou que a vítima, apesar da gravidade dos ferimentos, ainda apresentava sinais vitais, especialmente movimentos respiratórios.

    O atropelamento aconteceu no último domingo (18/1). Inicialmente, uma médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Bauru realizou a avaliação da vítima e atestou o óbito, chegando a providenciar o encaminhamento do corpo ao Instituto Médico-Legal (IML). Segundo o boletim de ocorrência, quando policiais militares chegaram ao ponto indicado na rodovia, a equipe do Samu já havia deixado o local, e a vítima permanecia no meio da pista, coberta por uma manta térmica.

    A situação mudou com a chegada de um segundo médico, integrante da equipe da concessionária da rodovia, que, ao iniciar os procedimentos para a remoção do corpo, constatou que a mulher ainda apresentava movimentos respiratórios e sinais vitais, dando início imediato ao atendimento de emergência.

    Médica afastada

    A médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Bauru, foi afastada após declarar, por engano, a morte da mulher vítima de atropelamento na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294).

    O afastamento da profissional foi comunicado pela Secretaria de Saúde de Bauru nesta segunda-feira (19/1). Segundo a pasta, uma sindicância foi aberta para apurar os fatos relacionados ao atendimento. “Como medida administrativa preventiva, a médica envolvida no atendimento foi afastada de suas atividades até a conclusão da apuração”, informou a secretaria em nota.

    Relembre o atropelamento

    Segundo informações da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), o acidente aconteceu por volta das 18h30. O condutor de uma SUV trafegava pela rodovia quando se deparou com uma pedestre que atravessou de forma repentina. O motorista, em depoimento à Polícia Rodoviária, afirmou que não teve tempo de frear ou desviar. Por causa disso, a rodovia chegou a ficar totalmente interditada no sentido oeste.

     

  • O que argumentou conselheiro que pediu para visitar cela de Bolsonaro

    O que argumentou conselheiro que pediu para visitar cela de Bolsonaro

    Reprodução
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    Ao pedir para inspecionar a cela em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre pena na Papudinha, o conselheiro Adolfo Moisés Vieira da Rocha alegou “necessidade urgente de averiguação de supostas condições insalubres e tratamento degradante”. A solicitação, feita ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT), foi negada.

    Adolfo Rocha, conselheiro suplente do Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (CDPDDH), órgão ligado à Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), argumentou ainda que o mandato dele termina em 3 de março deste ano, e que há “perigo” na demora ao apurar as supostas irregularidades.

    Por que a Justiça negou o pedido?

    Ao indeferir a solicitação feita pelo conselheiro, o juiz Jerry Adriane Teixeira, do 2º Juizado Especial da Fazenda Pública do DF, mencionou que a prerrogativa para fazer esse tipo de solicitação é do Conselho como um todo, e não de um profissional de forma isolada.

    “A prerrogativa funcional invocada aparenta pertencer ao órgão colegiado, e não ao conselheiro isoladamente, salvo em hipóteses excepcionais de urgência comprovada que inviabilizem a deliberação prévia, circunstância que não se verifica no caso concreto”, argumentou o magistrado.

    Teixeira citou também o recente afastamento do cargo de conselheiro pelo qual Adolfo foi submetido, em 20 de dezembro de 2025. A sanção contra o servidor foi suspensa, mas, para o juiz, “externou relevantes ressalvas quanto à legalidade da atuação individual de conselheiros à margem das deliberações colegiadas”.

    Por fim, o magistrado ressaltou que a autorização para vistoria na cela de Bolsonaro tem de ser dada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Vara de Execuções Penais (VEP) do DF. “Não será por via transversa que o autor obterá autorização”, pontuou.

    Agora, Adolfo tem 15 dias para se manifestar acerca da decisão.

    Conselheiro já tentou visitar e foi suspenso

    O Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (CDPDDH) suspendeu Adolfo de suas funções em 20 de dezembro de 2025, um mês depois de o servidor se apresentar ao STF como conselheiro para visitar Bolsonaro na carceragem da Polícia Federal (PF).

    O conselheiro, porém, não avisou ao CDPDDH que havia feito tal pedido ao STF. Ele foi suspenso com 13 votos favoráveis à medida.

    Na audiência que determinou o afastamento de Adolfo, o presidente do órgão, Juvenal Araújo Junior, e outros conselheiros reforçaram que “atos externos e diligências institucionais” devem obrigatoriamente ser comunicados e autorizados pela Presidência, “respeitando o princípio da colegialidade e a Lei Distrital nº 3.797/2006”.

    ‘Papudinha’ é o nome popular para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), que fica próximo ao Complexo Penitenciário da Papuda. Bolsonaro está preso no local desde 15 de janeiro, após o ministro do STF Alexandre de Moraes ordenar a saída do ex-presidente da carceragem da PF.

    Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses pelos crimes de golpe de Estado, organização criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio.

  • Defesa Civil registra estabilidade do Rio Acre às 18h, aponta boletim

    Defesa Civil registra estabilidade do Rio Acre às 18h, aponta boletim

    O nível do Rio Acre permaneceu estável na medição das 18h desta terça-feira, 20, marcando 14,14 metros, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco. Ao longo do dia, o manancial apresentou oscilações. Pela manhã, às 5h18, o rio registrava 14,14 metros, recuando para 14,09 m às 9h e 14,08 m ao meio-dia. […]

  • Influencer expõe episódio com Jonas do BBB26 e causa polêmica

    Influencer expõe episódio com Jonas do BBB26 e causa polêmica

    Influenciador citou experiência pessoal envolvendo o participante do BBB26 e deu o que falar

  • Robert Kennedy afirma que Trump tem hábitos alimentares descontrolados

    Robert Kennedy afirma que Trump tem hábitos alimentares descontrolados

    Justin Lane – Pool/Getty Images
    Imagem colorida mostra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump - Metrópoles

    Robert F. Kennedy Jr. está no centro das atenções após comentar de forma direta e controversa os hábitos alimentares de Donald Trump. Ao chamar a dieta do presidente dos Estados Unidos de “descontrolada”, o secretário de Saúde provocou reações imediatas nas redes sociais e reacendeu um debate antigo sobre saúde, política e exposição pública.

    Comentário que viralizou

    A declaração foi feita durante participação de Kennedy no Katie Miller Podcast, apresentado por Katie Miller, esposa de Stephen Miller, vice-chefe de gabinete da Casa Branca. Ao ser questionado sobre qual integrante do governo teria a dieta menos saudável, Kennedy respondeu sem hesitar: “o presidente”.

    Segundo ele, Trump consome com frequência alimentos ultraprocessados; fast-food, especialmente McDonald’s; além de doces e uma grande quantidade de coca-cola diet.

    “Ele bebe coca-cola o tempo todo”, afirmou.

    Imagem colorida de Coca-Cola - Metrópoles
    Coca-cola é um dos vícios de Trump

    “Não sei como ele está vivo”

    Kennedy descreveu a experiência de viajar com Trump como algo surpreendente. “Quando você viaja com ele, tem a impressão de que ele está se enchendo de veneno o dia inteiro”, disse.

    Em tom de ironia, completou: “Eu não sei como ele está vivo”.

    Apesar da crítica, Kennedy reconheceu a energia do presidente, afirmando que Trump segue sendo “a pessoa mais energética do grupo”, mesmo com a rotina alimentar que descreveu.

    Donald Trump e Robert Kennedy Jr., secretário de Saúde dos EUA
    Donald Trump anuncia Robert Kennedy Jr. como secretário de saúde dos EUA, em fevereiro de 2025

    Diferença entre viagens e rotina oficial

    O secretário fez questão de esclarecer que, segundo o próprio Trump, o consumo frequente de fast-food acontece principalmente durante viagens. O presidente justificaria a escolha por grandes redes por confiar nos padrões das empresas e temer problemas de saúde ao comer em locais desconhecidos.

    Kennedy afirmou ainda que, tanto na Casa Branca quanto em Mar-a-Lago, Trump costuma fazer refeições “realmente boas”, com alimentação mais equilibrada.

    Reações nas redes sociais

    As falas repercutiram rapidamente. Nas redes, usuários dividiram opiniões entre quem enxergou a declaração como uma crítica legítima à saúde de um líder mundial e quem considerou o comentário desnecessário ou até arriscado politicamente.

    Alguns internautas chegaram a ironizar que Kennedy poderia “perder o cargo” após expor os hábitos do presidente. Outros lembraram que a alimentação de Trump sempre fez parte de sua persona pública, o que tornaria o assunto inevitável.

    Presidente dos EUA, Donald Trump, responde a perguntas da imprensa durante uma reunião com executivos do setor de petróleo e gás no Salão Leste da Casa Branca, em 9 de janeiro de 2026, em Washington, DC - Metrópoles
    Trump

    Um histórico conhecido com fast-food

    O gosto de Trump por fast-food é antigo e amplamente documentado. Durante campanhas eleitorais, ele já serviu McDonald’s a apoiadores, comeu lanches da rede em aviões oficiais e chegou a se declarar um de seus clientes mais fiéis.

    Relatos de aliados e ex-assessores apontam pedidos frequentes que incluem Big Mac, Quarterão, McFish e batatas fritas, uma refeição que pode ultrapassar 1.500 calorias de uma só vez.

    Saúde, poder e imagem pública

    As declarações de Kennedy surgem em um momento em que cresce a cobrança por mais transparência sobre a saúde física e mental de líderes políticos. Para parte do eleitorado, hábitos pessoais refletem disciplina, tomada de decisão e capacidade de governar.

    Donald Trump ainda não respondeu publicamente às falas do secretário. Enquanto isso, a polêmica segue alimentando debates, memes e análises, mostrando que, na política contemporânea, até o que um presidente come pode se transformar em pauta.

    Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.

  • Dono de adega é preso suspeito pela morte de PM enterrado em sítio

    Dono de adega é preso suspeito pela morte de PM enterrado em sítio

    Reprodução
    6º suspeito de envolvimento na morte do PM Fabricio - Metrópoles

    A polícia prendeu o sexto suspeito de envolvimento na morte do policial militar (PM) Fabrício Gomes de Santana, na manhã desta terça-feira (20/1). O cabo foi encontrado enterrado em um sítio em Embu-Guaçu, na região metropolitana de São Paulo, em 11 de janeiro, após quatro dias desaparecido. A suspeita é que ele tenha sido vítima de um tribunal do crime.

    A prisão ocorreu no Jardim Horizonte Azul, na zona sul de São Paulo, e atendeu a um mandado judicial. Durante a ação policial, o indivíduo tentou fugir, mas acabou detido. Ele foi apresentado ao Distrito Policial Central de Itapecerica da Serra, na região metropolitana, e segue preso temporariamente.

    Desaparecimento de PM

    Fabrício foi visto pela última vez no dia 7 de janeiro, em uma adega, na zona sul de São Paulo, onde teria se desentendido com um suposto traficante. A polícia ainda tenta acessar as câmeras de segurança do estabelecimento.

    O carro do PM foi encontrado carbonizado no fim da tarde seguinte, em uma área de mata de Itapecerica da Serra, na região metropolitana. Indícios apontam que o cabo pode ter sido vítima de um tribunal do crime.

    Além do preso mais recente, sabe-se que outros três deles, detidos no dia 9, foram os últimos a ver o soldado com vida. O quarto é o dono do sítio onde o corpo foi encontrado, detido no dia 11. O caseiro do local chegou a ser preso, mas foi liberado após a polícia concluir que, a princípio, ele não teve envolvimento com o crime.

    Depoimentos

    Segundo relatos à polícia, Fabrício estava bebendo com dois conhecidos (identificados como Mirys Sthefanny Bezerra Siqueira e Isaque Duarte da Silva) e mais um terceiro desconhecido, identificado como Riclecio Cerqueira de Moraes.

    Em depoimento, Isaque afirmou que conhece Riclecio do bairro e que pegou uma carona de moto com ele até a rua de sua casa na noite do desaparecimento. Ao chegar no local, avistou Fabrício e Mirys, uma mulher trans, ingerindo bebidas alcoólicas na garagem do sogro de Fabrício. Decidiu então se juntar à dupla.

    Isaque informou conhecer Fabrício porque o policial já havia morado no bairro, mas não conhecia Mirys. Contou ainda que Riclecio decidiu ficar e beber junto com o grupo. Em determinado momento, segundo Isaque, Riclecio e Fabrício se desentenderam em razão de uma aposta de queda de braço.

    Após o bate-boca, Riclecio teria dito que estava errado e deixado o local em sua motocicleta. Isaque conta que permaneceu no local com Fabrício e Mirys até por volta das 7h da manhã, quando saiu com o policial em seu veículo para uma padaria próxima.

    De acordo com o depoimento, a mulher decidiu ficar no local, onde aguardaria o retorno de Fabrício. No trajeto até a padaria, segundo Isaque, ele e Fabrício foram abordados por um homem conhecido pelo apelido de “Gato Preto”.

    Ao abordá-los, o indivíduo, que estava em um carro do modelo Gol “bola” e trabalha como motoboy, perguntou se a dupla havia estado com Riclecio e se tinham conhecimento de uma briga entre ele um policial.

    Isaque afirmou que presenciou a discussão. Gato Preto então relatou que Riclecio havia chegado em sua casa e reclamado de Fabricio, dizendo que havia discutido com um “polícia”.

    Neste momento, o PM, que estava ao lado de Isaque no carro, demonstrou nervosismo e afirmou que iria até o final da rua, em uma biqueira, para “conversar” com o homem, percebendo a repercussão da discussão.

    À polícia Isaque afirmou ter tentado dissuadir o policial, sugerindo que resolvessem a situação depois, mas Fabrício insistiu em ir. Ao chegarem no local, foram recepcionados por aproximadamente seis pessoas, segundo o depoimento, cujas identidades Isaque não soube informar.

    Ao saírem do veículo, os dois foram separados e o grupo passou a questionar se Fabrício estava armado. O policial respondeu que sim e teve dois revólveres retirados pelos suspeitos. Depois disso, Isaque afirma não ter tido mais contato visual com Fabrício.

    Segundo o relato, um homem forte e de cabelos grisalhos conduziu Isaque até um local mais estreito da rua, onde passou a fazer diversas perguntas sobre a briga e se Fabrício era seu parente. Em determinado momento, um dos suspeitos teria afirmado que o policial seria morto.

    O depoente calcula que ficou aproximadamente duas horas no local até ser liberado. Antes disso, um dos homens do grupo lhe disse que Fabrício já teria sido assassinado.

    Ao sair, Isaque conta que notou que o veículo do policial não se encontrava mais no local. Ele também contou à polícia que não viu Riclecio na cena e que, depois disso, não teve mais notícias de Fabrício.

    Suspeito negou desentendimento

    Em seu depoimento, Riclecio negou qualquer desentendimento com Fabrício. Ele afirmou aos policiais que conhece Isaque por ser um conhecido traficante da região, o que foi negado pelo acusado, e confirmou que estava com Isaque em sua moto quando este lhe pediu que o deixasse em um local onde Fabrício e Mirys estavam bebendo, por volta da meia-noite.

    Segundo o relato, Riclecio deixou Isaque no local e saiu para buscar cerveja antes de juntar de vez ao grupo, com quem permaneceu até por volta de 3h da manhã. Disse também que, nesse meio tempo, levou Mirys em sua motocicleta duas vezes até uma biqueira para que ela adquirisse drogas, retornando em seguida.

    Aos policiais, Riclecio disse que não houve nenhuma briga entre os presentes e que, inicialmente, não sabia que Fabricio era policial, tendo tomado conhecimento disso apenas após a segunda vez em que retornava da biqueira.

    Ele ainda declarou ter consumido drogas junto com Isaque e Mirys, mas que o policial não fez uso do entorpecentes, apenas de bebidas. O depoente ainda disse que deixou os três no local e ainda passou em outros três bares antes de ir para casa dormir, já amanhecendo.

    Após acordar, por volta do meio-dia de quinta-feira, Riclecio contou aos policiais ter recebido uma ligação de Mirys questionando se sabia do paradeiro de lsaque. Ele respondeu que não sabia e a avisaria caso soubesse de algo.

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