Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Quem é o veterinário fake que enganou CRVM e atuou no DF por 5 anos

    Quem é o veterinário fake que enganou CRVM e atuou no DF por 5 anos

    Reprodução
    Ronald Patrich Teixeira (1)

    Ronald Patrich Teixeira, 46 anos, teve o registro de médico veterinário anulado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-DF) após a descoberta de que ele comprou diploma e o vinculou, de forma fraudulenta, a uma instituição privada de ensino superior em São Paulo.

    Segundo as investigações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), ele se apresentava como médico veterinário desde, pelo menos, 2020. Mesmo sem formação legítima, Ronald atuou por anos como anestesista, uma das funções mais sensíveis e arriscadas da prática veterinária.

    Além de atuar profissionalmente, ele afirmava ser proprietário de uma clínica veterinária no Guará (DF). Antes disso, Ronald teria arrendado um hospital veterinário na Asa Sul, mas perdeu o controle do estabelecimento após deixar de pagar despesas básicas e profissionais que atuavam no local. O imóvel acabou retornando aos antigos donos da clínica.

    O esquema do homem começou a ruir após veterinários que trabalhavam com ele desconfiarem de sua conduta profissional, especialmente diante de casos clínicos mais complexos. As suspeitas foram levadas ao CRMV-DF e à PCDF, que instaurou inquérito para verificar a autenticidade do diploma apresentado por Ronald.

    Durante a apuração, a universidade citada no documento negou qualquer vínculo acadêmico com o investigado. Diante da confirmação da fraude, o CRMV-DF foi formalmente notificado e anulou o registro do falso veterinário.

    Em portaria oficial, o conselho determinou que a punição tenha efeito retroativo, o que significa que, do ponto de vista legal, Ronald nunca esteve regularmente inscrito na profissão. O CRMV também solicitou a notificação do Ministério Público, para que outras providências sejam adotadas.

    Segundo a legislação brasileira, o uso de documento falso e o exercício ilegal da profissão são crimes. Em caso de condenação, o envolvido pode ser penalizado com reclusão de 2 a 6 anos, além de multa.

    Histórico inventado e risco à vida animal

    À reportagem uma pessoa que trabalhou diretamente com Ronald relatou que ele construía um currículo acadêmico fictício para reforçar sua credibilidade no meio profissional.

    Segundo a testemunha, que terá a identidade preservada, o homem dizia ter mestrado e doutorado em medicina veterinária, além de afirmar que havia se formado em São Paulo, coordenado um hospital em Minas Gerais e cursado pós-graduação em Portugal.

    “Ele nunca dava opinião própria sobre os quadros clínicos e sempre concordava com o que os outros diziam. Parecia um veterinário fraco, inseguro, mas ninguém imaginava que ele tivesse comprado um diploma”, afirmou.

    A situação se agravou quando colegas perceberam indícios mais concretos da fraude. “Tudo veio à tona depois que alguém viu uma conversa que ele havia deixado aberta no computador”, relatou o ex-colega de trabalho.

    Ainda segundo o depoimento, profissionais passaram a questionar se o CRMV-DF teria verificado adequadamente a autenticidade do diploma antes de conceder o registro e a carteira profissional. Em um dos episódios mais graves, Ronald teria insistido na realização de um procedimento inadequado.

    “Presenciei quando ele defendeu uma conduta errada. Mesmo após alertas, outro cirurgião acabou aceitando a ideia, o procedimento deu errado e, na tentativa de corrigir, a situação piorou”, contou a testemunha.

    Procedimentos incorretos e beijo na bochecha

    Uma segunda testemunha ouvida pela reportagem relatou que Ronald se apresentou a ela como especialista em anestesia e dermatologista. A pessoa, que também terá a identidade preservada, contou que muitas vezes presenciou o homem fazer procedimentos que não pareciam corretos. “Mas como eu acreditava que ele tinha mais experiência que eu, não contestava”, declarou.

    Segundo a testemunha, o investigado tinha comportamentos inadequados com profissionais mulheres. Conforme relatado, Ronald costuma dizer que sentia “ciúme” da roupa que as trabalhadoras vestiam, “tentava se relacionar” com elas e chegou a acordar uma das vítimas com um beijo na bochecha.

    “Ele não tentou esconder nenhum pouco o que fazia”, contou ao Metrópoles a testemunha.

    Uma terceira pessoa contou que Ronald frequentemente “cometia diversas imprudências”. “Quando a dona — também veterinária — descobria, muitas vezes ele colocava a culpa em outros veterinários da clínica”, pontuou.

    Em nota, assinada pelo presidente do CRMV-DF, Rodrigo Antonio Bites Montezuma, a entidade disse que os atos praticados indevidamente por Ronald podem ser alvo da responsabilização penal, que já está em andamento segundo a polícia do DF. O conselho disse, ainda, que o falso veterinário pode ser responsabilizado se tiver causado prejuízos a terceiros. “Todas as autoridades competentes, federais e distritais, bem como o Sistema CFMV/CRMVs, estão sendo informadas da situação”, disse.

    O CRMV-DF disse, também, que o caso aparenta ser isolado, mas que, “mesmo assim, os procedimentos de verificação estão sendo revistos para evitar qualquer recorrência e que o site www.crmvdf.org.br possui na aba serviços on-line, a possibilidade de consulta a profissionais e empresas registradas no DF, e se estuda uma campanha de selo de certificação dos estabelecimentos demonstrando a sua regularidade na prestação de serviços veterinários”

    Demissão

    Nesta segunda-feira (19/1), a clínica onde Ronald trabalhava publicou, nas redes sociais, nota de esclarecimento informando que o investigado não faz mais parte do quadro de funcionários do local.

    “A CimVet vem a público esclarecer que o Sr. Ronald Patrich Teixeira não faz parte da equipe profissional desta clínica. Não possuindo, atualmente, qualquer vínculo com nossa instituição”, começa a nota.

    “Informamos, ainda, que o referido profissional não está autorizado a atuar, atender pacientes ou representar esta clínica sob nenhuma circunstância. Reforçamos nosso compromisso com a ética, a transparência e a medicina veterinária responsável, garantindo que todos os profissionais que integram nossa equipe possuam registro regular junto ao CRMV”, pontuou a responsável pela clínica veterinária.

     

    O outro lado

    Metrópoles tentou contatar Ronald Patrich Teixeira por meio de telefone, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O espaço segue aberto para possíveis manifestações

  • "Periquito patriota": Tuca Andrada é processado por Luciano Hang

    "Periquito patriota": Tuca Andrada é processado por Luciano Hang

    Reprodução
    Montagem colorida de Tuca Andrada e Luciano Hang - Metrópoles

    O ator Tuca Andrada foi processado por Luciano Hang após chamar o empresário de “periquito patriota”. O comentário foi feito pelo artista em publicação nas redes sociais, após um ato de vandalismo contra uma unidade da Havan em Petrolina, Pernambuco, em setembro de 2025.


    Estátua da Havan é incendiada


    Na ocasião, Andrada escreveu em um vídeo da estátua da Havan em chamas: “Se essa moda pega, o periquito ‘patriota’ vai ter um prejú…”. O trecho é citado na ação movida por Hang.

    Em outro comentário, também citado na ação, Tuca diz: “Não sou a favor da barbárie, mas estou cagand* que essa cafonice queime e também que nazista morra“.

    Em seu Instagram, Hang disse que Andrada “incentivou que mais pessoas cometam crimes”: “Processei o ex-ator por essas acusações e espero que a justiça seja feita! Não podemos normalizar o errado. A internet não é terra sem lei e essa militância é cega. Se nada for feito, se essas atitudes não forem coibidas, mais casos se repetirão: mais estátuas queimadas, mais “ódio do bem” e mais impunidade”, alegou.

    “Diariamente sou chamado de diversos apelidos pejorativos, e não me importo. O que não irei aceitar é que incentivem outros ‘militontos’ a praticarem crimes como colocar fogo só porque pensamos diferentes“, completa.

  • Polícia vê padrão cruel em mortes causadas por técnicos na UTI

    Polícia vê padrão cruel em mortes causadas por técnicos na UTI

    PCDF/Reprodução
    hospital

    A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apura que os técnicos de enfermagem suspeitos de provocar a morte de pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga, assistiam às vítimas morrerem sem intervir e só simulavam tentativas de socorro quando outras pessoas estavam presentes no local.

    Segundo investigadores envolvidos no caso, o comportamento do grupo chamou atenção justamente pela frieza com que os procedimentos eram executados.

    Após a aplicação das substâncias que levaram às paradas cardíacas, os técnicos permaneciam no ambiente acompanhando a evolução do quadro clínico, sem acionar imediatamente a equipe médica ou iniciar protocolos de emergência.

    A encenação só ocorria quando havia circulação de outros profissionais na UTI ou risco de flagrante. Nessas situações, os suspeitos passaram a realizar manobras de reanimação, como massagens cardíacas, com o objetivo de criar a falsa impressão de que estavam tentando salvar os pacientes, segundo a polícia.

    Três ex-técnicos de enfermagem, identificados como Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, foram presos por suspeita de envolvimento em três homicídios ocorridos em novembro e dezembro do ano passado.

    Monitoramento por câmeras revelou padrão

    A dinâmica dos crimes começou a ser desvendada após a análise de imagens das câmeras de segurança instaladas na UTI.

    Os registros mostraram que os técnicos permaneciam próximos aos leitos das vítimas nos momentos que antecederam as mortes e que, em alguns casos, não houve qualquer reação imediata compatível com um atendimento de emergência real.

    Em depoimentos iniciais, os suspeitos negaram participação. No entanto, ao serem confrontados com as imagens e outros elementos reunidos pela investigação, acabaram confessando o envolvimento, segundo a PCDF.

    De acordo com a apuração, um dos técnicos, de 24 anos, utilizava indevidamente o sistema eletrônico do hospital, que estava logado na conta de um médico, para prescrever medicamentos incompatíveis com o quadro clínico das vítimas.

    Em seguida, retirava as substâncias na farmácia da unidade e as aplicava diretamente nos pacientes, sem autorização médica.

    Em um dos casos, a polícia também identificou a aplicação repetida de desinfetante por via intravenosa, substância que não possui qualquer indicação para uso no organismo humano e pode causar danos graves e imediatos.

    Motivação segue desconhecida

    Apesar do avanço da investigação, a Polícia Civil afirma que a motivação dos crimes ainda não foi esclarecida. Até o momento, está descartada a hipótese de eutanásia ou de que os homicídios tenham ocorrido a pedido de familiares ou de terceiros.

    Os investigadores trabalham com diferentes linhas de apuração, que vão desde a atuação em grupo organizado até comportamentos de extrema violência sem motivação aparente. Todas as hipóteses seguem sendo analisadas com cautela.

    Prisões e investigação em curso

    As prisões ocorreram no dia 11, durante a primeira fase da operação conduzida pela Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP).

    Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas de Goiás.

    Na segunda fase da operação, deflagrada no dia 15, a Polícia Civil apreendeu dispositivos eletrônicos em Ceilândia e Samambaia.

    O material será periciado para identificar mensagens, pesquisas e registros que possam ajudar a explicar o comportamento dos suspeitos e verificar se há outros casos semelhantes.

    Hospital acionou polícia após apuração interna

    Em nota, o Hospital Anchieta informou que instaurou um comitê interno ao identificar “circunstâncias atípicas” relacionadas a três óbitos na UTI.

    A partir das conclusões preliminares, a direção comunicou o caso às autoridades e solicitou a abertura de inquérito policial.

    A unidade afirmou ainda que os ex-técnicos supostamente envolvidos foram demitidos e que as famílias das vítimas foram informadas, com esclarecimentos prestados de forma responsável e acolhedora.

    As investigações seguem em andamento.

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    FPF confirma data e horários das semifinais da Copinha; confira

    Miguel Schincariol/São Paulo FC
    Foto colorida dos jogadores do São Paulo na Copinha - Metrópoles

    A Federação Paulista de Futebol confirmou, na madrugada desta terça-feira (20/1), datas e horários das semifinais da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Grêmio, Cruzeiro, São Paulo e Ibrachina sonham com o título da Copinha.

    O primeiro finalista será conhecido na quarta-feira (21/1), quando Grêmio e Cruzeiro medem forças às 21h30. No dia seguinte, quinta-feira (22/1), São Paulo e Ibrachina entram em campo, também às 21h30, para definir o outro postulante ao título.

    O Grêmio foi a primeira equipe a garantir vaga nesta fase. O Tricolor Gaúcho derrotou o Ceará nas quartas por 3 x 0 e conta com seis vitórias e 1 empate na competição.

    O Cruzeiro derrotou o Guanabara City pelo mesmo placar e segue com 100% de aproveitamento: sete vitórias e campanha irretocável.

    O São Paulo eliminou o Botafogo por 3 x 1 nas quartas, incluindo um gol de antes do meio do campo, e conta com a mesma campanha do Grêmio: seis vitórias e um empate.

    Surpresa na Copinha, o Ibrachina soma quatro vitórias e três empates. O Dragão da Mooca passou pelo Palmeiras, nos pênaltis, nas quartas de final. O time paulista ainda eliminou Atlético-MG e Internacional no certame.

  • Reação da mãe de Aline Campos a deboche de Ana Paula Renault viraliza

    Reação da mãe de Aline Campos a deboche de Ana Paula Renault viraliza

    Reprodução/TV Globo
    aline campos ana paula renault

    Lúcia, mãe de Aline Campos, viralizou nas redes sociais durante o Sincerão dessa segunda-feira (19/1). A matriarca não aguentou o deboche de Ana Paula Renault contra a dançarina e caiu na risada durante a exibição do VT.

    Veja:

    a própria mãe da aline rachando de rir da ana paula chamando ela de planta e as “aliadas” se incomodando #bbb26pic.twitter.com/Gp4PKPxvm2

    — gentalha 𐚁 🥂 (@gencarloss) January 20, 2026

    Ana Paula zombou de uma touca enfeitada com plantas usada por Aline e endossou o apelido de “planta” que deu para a participante do BBB 26.

    “Isso é piada pronta. Um trem deste tamanho, uns fiapos e raízes saindo. Eu falei: ‘Minha filha, não adianta você anda, não. Já está enraizada’”, disparou a Veterana.

    Aline e Ana Paula disputam a preferência do público no primeiro Paredão do BBB 26. Milena também está na berlinda, que terá seu resultado revelado nesta terça-feira (20/1).

    Vote na enquete do Metrópoles:

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    Aline Campos

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    Divulgação/Globo

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  • Xô, frente fria! Como fica o tempo em São Paulo nesta terça-feira

    Xô, frente fria! Como fica o tempo em São Paulo nesta terça-feira

    William Cardoso/ Metrópoles
    Frente fria muda o tempo em SP na próxima semana. A condição vai trazer chuva e frio para a capital, além de melhorar a qualidade do ar - Metrópoles

    A frente fria se afasta completamente do estado de São Paulo nesta terça-feira (20/1), porém a temperatura não deve subir em relação a essa segunda (19/1).

    Isso porque, no decorrer do dia, haverá pancadas de chuva isoladas, que podem vir acompanhadas de raios e ventos, especialmente nas regiões que fazem divisa com Minas Gerais, onde podem ocorrer temporais isolados, mas sem acumulados significativos.

    Ainda assim, a Defesa Civil recomenda atenção para áreas mais vulneráveis, pois terá risco para transtornos.

    Nas demais áreas do Estado, terão chuvas isoladas. As temperaturas diurnas ficam amenas em todo o estado.

    Na cidade de São Paulo, as temperaturas ficarão entre 16 e 22°C. Já no Guarujá, litoral paulista, a máxima não passa dos 24°C.

    No interior, um pouco mais de calor. Em Lins, a mínima será de 19°C e a máxima de 29°C.

  • Prefeitura do interior da Bahia contrata trios elétricos por R$ 3,1 milhões

    Prefeitura do interior da Bahia contrata trios elétricos por R$ 3,1 milhões

    Redes socias / Reprodução
    Givaldo Muniz (PT), prefeito de Alcobaça, no sul da Bahia

    A Prefeitura de Alcobaça, no sul da Bahia, firmou um contrato no valor de R$ 3.1 milhões para a locação de trios elétricos, estruturas de som, iluminação, geradores e a contratação de artistas destinados à realização de eventos culturais no município ao longo de 2026.

    O acordo foi celebrado com a empresa Mirante Serviços e Locações Ltda., com vigência de 19 de dezembro de 2025 a 19 de dezembro de 2026, e possibilidade de prorrogação.

    Com 24.530 habitantes, segundo o último Censo do IBGE, Alcobaça terá uma contratação cujo valor supera R$ 3,1 milhões para a realização de eventos públicos. O município é administrado por Givaldo Muniz (PT), conhecido como Zico de Baiato.

    O contrato prevê mecanismos que permitem a ampliação futura das despesas. O instrumento estabelece que “a presente contratação poderá prever novas dotações orçamentárias”, autorizando aportes adicionais por meio de apostilamento, em função de demandas de outras secretarias municipais.

    Riscos

    Outro ponto previsto no contrato é a ausência de exigência de garantia contratual. De acordo com a Cláusula Oitava, “o Município de Alcobaça não exigirá prestação de garantia”, apesar do valor global da contratação.

    A matriz de riscos do contrato explicita a existência de riscos financeiros e operacionais. Entre aqueles assumidos pelo poder público estão a “mudança da legislação, regulamentação ou tributárias” e o “atraso na liberação dos recursos”. Já entre os riscos atribuídos à contratada, o texto menciona a possibilidade de “detecção de más condições de segurança na estrutura entregue que possam acarretar acidente ao público participante no evento”.

    O instrumento contratual detalha ainda o regime de sanções aplicável. Em caso de inexecução total, a multa pode alcançar 30% do valor do contrato, além da possibilidade de declaração de inidoneidade para licitar e contratar, nos casos de fraude, apresentação de documentação falsa ou prática de atos lesivos contra a administração pública.

    Apesar de o valor estimado ultrapassar R$ 3 milhões, o contrato ressalta que o montante é “meramente estimado” e que os pagamentos dependerão dos quantitativos efetivamente executados. O texto também prevê a possibilidade de reajustes caso a vigência contratual ultrapasse 12 meses.