Autor: jonysdavid2017@gmail.com

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    Deputado que ameaçou CPMI do INSS movimentou R$ 18 milhões em 6 meses

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    Larissa Manoela defende meditação de Aline Campos e é detonada na web

    Divulgação.
    larissa-manoela-fala-de-desafios-gratidao-e-planos-para-2026

    Larissa Manoela entrou no alvo da web após sair em defesa de Aline Campos, que está confinada no BBB 26 e se envolveu em uma confusão com Ana Paula Renault durante o Sincerão dessa segunda-feira (19/1). A atriz tentou defender a meditação da dançarina, mas não agradou internautas — principalmente defensores da Veterana.

    Durante o Sincerão, Ana Paula disparou para Aline: “Isso é um jogo de alianças, Aline. Você está num lugar errado, retiro de meditação é em outro lugar. Isso aqui se chama BBB 26“.

    Larissa não gostou do comentário e saiu em defesa de Campos. No X, antigo Twitter, ela escreveu: “Não entendi o problema com a meditação, se fizesse ou ao menos tentasse, talvez conseguisse analisar internamente quantas questões carrega. Nitidamente uma pessoa que não quer evoluir. Uma pena!”.

    O nome da atriz foi parar nos assuntos mais comentados da rede social e até a situação familiar com os pais, Gilberto Elias e Silvana Taques, entrou em foco.

    Enquanto você meditava, seus pais te roubavam. Adiantou alguma coisa meditar e ficar sem o dinheiro do milho”, disparou uma internauta, relembrando a polêmica envolvendo controle financeiro por parte de seus pais, que administravam sua carreira.

    Após a série de críticas, Larissa voltou ao Twitter. “Haja meditação, sanidade mental e psicológico para aguentar essa rede. Engraçado que eu não mencionei o nome de ninguém. Vocês são loucos kkkkkk vão meditar”, disparou.

    Não entendi o problema com a meditação, se fizesse ou ao menos tentasse, talvez conseguisse analisar internamente quantas questões carrega. Nitidamente uma pessoa que não quer evoluir. Uma pena! #BBB

    — Larissa Manoela 🌟👠 (@larimanoela) January 20, 2026

  • Ministros de Lula defendem prisão domiciliar para Bolsonaro

    Ministros de Lula defendem prisão domiciliar para Bolsonaro

    LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
    Bolsonaro chega a hospital para fazer exames - Metrópoles

    Parte dos ministros do governo Lula passou a defender, nos bastidores, que o ministro do STF Alexandre de Moraes autorize ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a cumprir prisão em regime domiciliar.

    A coluna ouviu nos últimos dias, sob reserva, ao menos três ministros de Lula que defenderam que Bolsonaro passe a cumprir em casa a pena à qual foi condenado no chamado inquérito do golpe.

    A avaliação desses ministros é de que Moraes deveria transferir Bolsonaro para domiciliar por “coerência”, uma vez que ele concedeu o mesmo benefício ao ex-presidente Fernando Collor de Mello. 

    “Por que o Collor está em casa e ele (Bolsonaro) não? Precisa ter coerência”, afirmou à coluna, sob reserva, um influente ministro que despacha diariamente com Lula.

    Para outro ministro, Bolsonaro precisa ter o benefício por ser ex-presidente da República. “O cara é ex-presidente, tem que ter algum grau de diferenciação mesmo”, avaliou esse auxiliar de Lula.

    Desde a quinta-feira (22/1), Bolsonaro cumpre a pena na chamada “Papudinha”, batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal localizado dentro do Complexo da Papuda, em Brasilia.

    Familiares e aliados de Bolsonaro, contudo, seguem defendendo que o ex-presidente vá para prisão domiciliar. O principal argumento seria a saúde debilitada do ex-mandatário.

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  • O que se sabe e o que falta saber sobre as mortes em série em hospital

    O que se sabe e o que falta saber sobre as mortes em série em hospital

    Arte/Metrópoles
    Vítimas técnicos enfermagem hospital anchieta

    Três técnicos de enfermagem do Distrito Federal foram presos pela Polícia Civil (PCDF), acusados de matar três pacientes do Hospital Anchieta, em Taguatinga, entre novembro e dezembro de 2025.

    Os casos, divulgados nesta segunda-feira (19/1), são tratados como homicídios e estão no centro da Operação Anúbis, que significa o deus egípcio da morte, conduzida pela Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP). A motivação ainda é investigada.

    Os suspeitos de cometerem os crimes são Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva. Eles teriam matado João Clemente Pereira, 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, 33 anos, servidor dos Correios; Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada, 75.

    Além da substância letal, que também foi aplicada em João e Marcos, a professora aposentada também teve desinfetante introduzido em sua veia, de acordo com a investigação. A vítima recebeu, por “pelo menos 10 vezes”, o produto.

    Segundo a investigação, Marcos Vinícius era o responsável por injetar as medicações, enquanto Amanda e Marcela davam cobertura.

    O delegado responsável pelo caso, Wisllei Salomão, disse que os três suspeitos foram extremamente frios. “Quando mostramos os vídeos não esboçaram nenhuma reação e nenhum arrependimento. Frieza total”, destacou.

    O caso foi denunciado às autoridades pelo próprio hospital, após a unidade de saúde observar circunstâncias atípicas relacionadas ao trio na UTI. “O hospital instaurou investigação, por iniciativa própria”, afirmou a instituição em nota.


    Entenda o caso


    A PCDF vai elaborar pelo menos 20 laudos sobre as três mortes ocorridas na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF). A corporação vai analisar se houve, dentro do período de um ano, outros óbitos em circunstâncias parecidas com a das três vítimas — que tiveram mortes abruptas após aplicação de uma substância letal.

    Manifestações

    O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) disse, por meio de nota, que “está acompanhando o caso e instaurou procedimento de apuração para verificar eventuais implicações éticas relacionadas à conduta de profissionais de enfermagem possivelmente envolvidos, adotando as providências cabíveis no âmbito de sua competência legal”.

    Já o Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Distrito Federal (Sindate-DF), se colocou à disposição para prestar o apoio necessário aos profissionais, dentro dos limites legais e institucionais. “O Sindate reafirma seu compromisso com a ética, a valorização da categoria e o respeito à vida, confiando que todos os fatos serão devidamente esclarecidos.

  • Saiba quem são os playboys flagrados fazendo racha em área nobre do DF

    Saiba quem são os playboys flagrados fazendo racha em área nobre do DF

    Redes sociais
    luan-petrolhead

    O influenciador digital que se filmou disputando um racha à luz do dia, no Lago Sul (DF), e o passageiro do veículo em que o influencer estava foram identificados.

    Eles fizeram questão de registrar o próprio crime de trânsito, como mostra o vídeo acima.

    O motorista da Ferrari 458 Italia vermelha é Luan Marques Galasso (foto em destaque), de 29 anos. Luan é idealizador de um canal que compartilha vídeos de manobras, corridas, detalhes de carros superesportivos, entre outros conteúdos. O rachador soma quase 3 milhões de seguidores nas redes sociais.

    O passageiro que está na Ferrari no vídeo acima é, na verdade, o dono do veículo, conforme apurou a coluna Na Mira. Morador do Distrito Federal, Wesley Araújo (foto abaixo) é empresário, tem 28 mil seguidores no Instagram e se autointitula “Pai do Consórcio”. Ele compartilha fotos e vídeos de viagens e conteúdos sobre investimentos financeiros.

    O carro que disputa o racha com a Ferrari parece ser uma BMW M850i azul. O motorista e o dono do veículo não foram identificados até a última atualização desta reportagem.

    “Vou sair moendo”

    As imagens, gravadas em meados de dezembro de 2025, mostram a Ferrari e a BMW paradas em um semáforo próximo ao Centro Comercial Gilberto Salomão. O motorista da Ferrari chega a pedir licença a um motociclista ao lado.

    “Vai um pouquinho mais para lá, que eu vou sair moendo”, grita o indivíduo, enquanto o passageiro da Ferrari reforça o pedido. O semáforo libera o trânsito, e os veículos disparam em alta velocidade, pareados um ao outro.

    Para não causar um acidente, a Ferrari precisa desviar de outros carros que passavam pela via e não tinham relação com o racha. Eles seguem comemorando a disputa: “Sensacional”, diz o motorista.

    Um passageiro na Ferrari também filma o racha. “Para quem não sabe, mano, essa BMW tem 800 cavalos”, vangloria-se. “Aqui [na Ferrari] são 570 [cavalos], ali [na BMW] tem 800”.

    Racha é crime?

    artigo 308 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), vigente em território nacional desde 1997, diz que participar de racha é crime de trânsito, cuja pena é detenção de seis meses a três anos, além de multa de quase R$ 3 mil e suspensão da carteira de habilitação.

    O racha pode levar a até 10 anos de reclusão caso gere lesão corporal grave ou morte.

    Outro lado

    Em resposta à reportagem, o empresário Wesley Araújo confirma ter emprestado a Ferrari para o youtuber “mostrar a reação dele ao dirigir o carro”, declara que o vídeo foi gravado em meados de dezembro e ressalta que estava no veículo como passageiro. Wesley nega que a ação tenha sido um racha e afirma que Luan “não excedeu o limite de velocidade”.

    “Barulho não condiz com velocidade, ele apenas testou um controle de largada do carro”, completa. “Logo após que ele sai do semáforo, ele diminui o giro do carro e segue viagem normal”, diz Wesley.

    O empresário também critica a superexposição das imagens. “Por ter sido uma Ferrari e um youtuber famoso, viralizou”.

    O Metrópoles tentou contato com Luan e aguarda retorno.

  • Filha diz como pai estava antes de ser morto por técnico de enfermagem

    Filha diz como pai estava antes de ser morto por técnico de enfermagem

    Material cedido ao Metrópoles
    Vítima técnico de enfermagem hospital

    João Clemente Pereira (foto em destaque), 63 anos, passou por cirurgia no Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), e “apresentava melhora” antes de ser morto por técnicos de enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

    Ao Metrópoles Valéria Leal Pereira, filha da vítima, contou que o pai foi ao hospital em 4 de novembro de 2025 depois de apresentar dores na cabeça. Médicos constataram que ele apresentava um coágulo na parte superior do crânio, e teria de ser submetido a uma cirurgia.

    Após o procedimento, o paciente apresentou algumas complicações pulmonares devido à intubação, foi internado na UTI, mas melhorou com o passar dos dias. Em 18 de novembro, sem motivo aparente, ele sofreu quatro paradas cardíacas e morreu.

    “Ele entrou no hospital andando. Saiu daqui de casa dirigindo e tudo normal. Antes do procedimento, ele nos recebeu para falar que ficaria tudo bem. Porém, foi assassinado”, declarou Valéria.

    João Clemente era servidor da Caesb e se aposentaria em dois anos. Ele deixa a esposa, dois filhos e um neto.

    Embora a polícia não tenha revelado a identidade das vítimas, o Metrópoles apurou quem são os mortos na ação criminosa cometida pelos técnicos de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo (à esquerda na foto abaixo), Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva (à direita).


    Entenda o caso


    Outras vítimas

    Outra vítima do trio é Marcos Moreira, de 33 anos. Ele era morador de Brazlândia (DF) e servidor dos Correios. Ele deixou uma filha de 5 anos.

    Marcos deu entrada na UTI do Anchieta com dores abdominais e morreu no dia 1º de dezembro de 2025. O velório aconteceu no dia seguinte, no Campo da Esperança de Brazlândia.

    Em entrevista ao Metrópoles, a esposa de Marcos afirmou que a notícia da morte do marido foi recebida com muita surpresa. “Ele chegou consciente e conversando normalmente com a equipe médica. Foi um choque”, disse a mulher.

    Outra vítima do trio foi a professora aposentada Miranilde Pereira da Silva, 75 anos. Ela morreu após um dos investigados usar uma seringa para aplicar desinfetante na veia dela.

    Segundo o delegado responsável pelo caso, Wisllei Salomão, a vítima recebeu “pelo menos 10 vezes” o produto. Miranilde teve o óbito declarado em 17 de novembro de 2025.

    Segundo uma publicação feita pelo Sindicato dos Professores (Sinpro) à época, a idosa era lotada na Regional de Ensino de Ceilândia, lecionando a disciplina de atividades na Escola Classe 3.  A professora deixou três filhos, uma filha, duas netas e cinco netos.

    A Polícia Civil (PCDF) agora investiga pelo menos 20 outros atestados de óbito em hospitais do Distrito Federal.

  • Namorado de delegada faz apologia ao PCC nas redes, diz polícia

    Namorado de delegada faz apologia ao PCC nas redes, diz polícia

    Reprodução/Redes Sociais
    Imagem colorida mostra Layla Lima Ayub e Jardel Neto Pereira da Cruz, acusados de vínculo com o PCC. Metrópoles

    Preso por possíveis vínculos com o PCC, Jardel Neto Pereira da Cruz fazia publicações com apologia à facção criminosa nas redes sociais, segundo inquérito da Polícia Federal (PF). O suspeito, conhecido como Dedel, é namorado da delegada Layla Lima Ayub, também acusada de relações com o crime organizado.

    No documento, a PF destaca fotos em que Dedel faz um sinal com os dedos, conhecido como “Tudo 3”, indicado como uma referência às três letras do PCC. Conforme a corporação, o gesto é conhecidamente utilizado para enaltecer a facção.

    Autoridades também listaram publicações com o símbolo Yin e Yang e desenhos de palhaço, ambos associados ao crime, além de armas e músicas com elogios ao PCC.

    Em uma das postagens, Dedel escreveu: “Penso como um assassino, vivo como um psicopata. Executo as minhas ações como um bom calculista que sou, e depois apenas relaxo. E vejo sangue escorrendo entre os dedos. Forte leal abraço”. Segundo a polícia, a última frase refere-se a um termo de tratamento comum entre os integrantes da facção.


    Quem é Dedel


    Delegada presa

    Presa na sexta-feira (16/1) com Dedel, Layla Lima Ayub tomou posse como delegada de polícia em São Paulo no dia 19 de dezembro de 2025. A partir desse dia, passou a ser aluna da Academia de Polícia (Acadepol). No dia da sua formatura, a delegada levou o namorado, apontado como membro do PCC, para o evento.

    No pedido de prisão, as autoridades definiram a ação como “audaciosa”, visto que o homem estava descumprindo condições da liberdade condicional.

    Em 28 de dezembro, Layla Ayub, mesmo já tendo tomado posse como delegada, atuou como advogada de quatro presos do Comando Vermelho (CV) em uma audiência de custódia no Pará. Na ocasião, os detentos estavam respondendo pelos crimes de tráfico e associação criminosa.

    Ela é acusada de ligação com o PCC, atuando próximo às lideranças da facção na região Norte, e de ajudar na lavagem de capitais da organização criminosa. Ela passou por audiência de custódia no sábado (17/1) e foi mantida presa após determinação da Justiça.

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