
O ministro do STF Alexandre de Moraes acaba de decidir nesta quinta-feira (15/1) transferir Jair Bolsonaro (PL) para a Papudinha. O ex-presidente se encontra preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
Aguarde mais informações.


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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) instaurou um Procedimento Preparatório para apurar a possível prática de ato de improbidade administrativa no âmbito da Câmara Municipal de Rio Branco. A medida foi formalizada por meio da Portaria nº 0003/2026/2ªPPATRIM, assinada pela promotora de Justiça Laura Cristina de Almeida Miranda e publicada no Diário Oficial […]

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima (Progressistas), assinou nesta quinta-feira, 15, a Ordem de Serviço para a reforma e ampliação do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), fortalecendo os serviços de assistência social oferecidos à população do município. O gestor anunciou ainda que, nos próximos dias, será assinada a Ordem de Serviço […]


Um dos peritos indicados pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), para analisar documentos apreendidos na Compliance Zero, no caso do Banco Master, atuou em investigações centrais da Lava Jato.
Luís Filipe da Cruz Nassif, perito criminal federal da Polícia Federal (PF), é um dos quatro peritos indicados por Toffoli para realizar a perícia no material apreendido.
O perito integrou equipes responsáveis pela análise de grandes volumes de dados digitais em operações de alta complexidade, como a Lava Jato.
Ele desenvolveu um programa para acelerar o processamento de dados na PF, especialmente porque as apurações do caso, à época, acumulavam milhões de gigabytes.
A ferramenta, denominada Indexador e Processador de Evidências Digitais (IPED), é utilizada até hoje pela PF em suas investigações para aprofundar a apuração de crimes digitais.
O software de código aberto também organiza dados de interesse em arquivos visíveis, ocultos, apagados e fragmentados, armazenados em dispositivos como cartões de memória, CDs, entre outros — um grande volume desse tipo de material foi apreendido pela PF na quarta-feira (14/1) no caso Master.
Conforme decidiu Toffoli, os peritos indicados pelo ministro irão acompanhar a extração de dados e a realização da perícia do material apreendido no âmbito das investigações envolvendo o Banco Master, que ficará sob a tutela da Procuradoria-Geral da República (PGR).
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, disse Toffoli em despacho nesta quinta-feira (15/1).
Os itens apreendidos, como telefones, computadores e outros aparelhos, inicialmente ficariam “lacrados” e “acautelados” na sede da Corte. Em seguida, no entanto, o ministro mudou de entendimento e determinou que a custódia passasse à PGR.


Mel Maia falou pela primeira vez sobre a morte da mãe, Débora Maia. A matriarca da família foi encontrada morta na casa onde morava, no Rio de Janeiro, em 28 de novembro.
Apesar de não dar detalhes sobre o assunto, Mel afirmou que seguiu com a agenda de compromissos profissionais e garantiu que a família “está mais unida do que nunca”.
“Eu queria muito falar sobre isso, mas acho que ainda não estou pronta para abrir publicamente. É um assunto que temos mantido limitado à família e aos amigos”, disse Mel Maia para a Glamour.
A atriz completou: “Mas estou seguindo a minha agenda profissional, que estava pronta desde outubro, porque o meu trabalho é a minha vida. É ele que sustenta os meus, ele que mudou a vida de todo mundo lá em casa. Posso te dizer que a minha família está mais unida do que nunca”.
Pouco mais de um mês após a morte, ainda não se sabe a causa do falecimento de Débora. Pessoas próximas da família disseram, na época, que ela enfrentava um quadro de depressão severa e vivia sozinha.
Em outubro de 2024, Débora fez um desabafo no Instagram sobre a relação com as filhas. Na publicação, afirmou sentir-se distante e desvalorizada, dizendo que todo o amor materno havia sido retribuído com ingratidão.
Ela foi velada e cremada em 29 de novembro, no Crematório da Penitência, no Caju, Rio de Janeiro.


Mais de R$ 300 bilhões de reais “sem dono”. A liquidação da Reag, determinada pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira (15/1), abre uma caixa-preta do mercado financeiro. A gestora é conhecida por operar um complexo emaranhado de fundos capazes de ocultar a origem e o destinatário final do dinheiro, além de despistar os órgãos de controle.
São fundos cujos cotistas são outros fundos em uma estrutura complexa que, por fim, esconde os verdadeiros donos do dinheiro no meio da papelada. Transações bilionárias podiam ser realizadas sem que qualquer CPF ou CNPJ fossem diretamente implicados.
Nem sempre essa estrutura é criminosa ou fraudulenta. No entanto, fundos nesses moldes propiciam um verdadeiro esconderijo ao dinheiro aportado neles. Isso porque públicas são somente as informações sobre em quais companhias esses fundos investem. E sigilosos são os nomes dos investidores — os donos do dinheiro abrigado nesses fundos.
As primeiras investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público na Faria Lima indicaram alguns dos perfis interessados nesse tipo de negócio. A operação Carbono Oculto identificou que a estrutura era utilizada para lavar dinheiro de refinarias que seriam controladas pelo crime organizado, principalmente do PCC.
Mas eles seriam apenas alguns dos clientes da Reag. Assim como o Banco Master e os demais investigados na operação Compliance Zero, cuja segunda fase, deflagrada na última quarta-feira (14/1), levou à liquidação da gestora de fundos.
Ranking de Gestão da Associação Brasileira das Entidades do Mercado Financeiro e de Capitais (Anbima), de novembro de 2025, mostra que a Reag tinha R$ 352,9 bilhões sob sua administração.
Além do volume assustador de dinheiro, o crescimento da Reag foi meteórico, como mostrou a coluna. Em apenas cinco anos, de 2020 até 2025, o patrimônio sob a gestão da Reag se multiplicou por quase 14 vezes: saiu de R$ 25 bilhões.
Ao justificar a liquidação, o BC afirmou que a decisão foi motivada por graves violações às normas que “regem as atividades das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN)“. A APS Serviços Especializados de Apoio Administrativo Ltda foi nomeada como liquidante do processo, tendo como responsável técnico Antônio Pereira de Souza.
Todas as informações guardadas na caixa-preta estão, agora, disponíveis para os órgãos de fiscalização.

O rio Tarauacá voltou a apresentar recuo no nível na tarde desta quinta-feira (15), mas permanece acima da cota de transbordamento e segue exigindo atenção das autoridades e da população no município de Tarauacá, no interior do Acre. De acordo com a Diretoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, a medição realizada às 15h apontou […]

O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), alinhou nesta quinta-feira, 15, ações para a recuperação de ramais, intervenções em vias urbanas e pontes, a canalização do Igarapé Cascata e a elaboração do projeto da Estrada Parque em Assis Brasil. As ações passam a […]

Carlos André Souza de Oliveira, 49, sofreu uma descarga elétrica na manhã desta quinta-feira (15) enquanto realizava a limpeza de uma laje em uma casa no Residencial Juruá, na Avenida dos Ypês, próximo ao IFAC, em Rio Branco. Segundo testemunhas, Carlos removia entulhos da laje quando um dos materiais arremessados tocou um fio de energia. […]


A Casa Branca afirmou nesta quinta-feira (15/1) que o governo dos Estados Unidos acompanha de perto a situação no Irã após a suspensão de centenas de execuções que estavam previstas para ocorrer nesta semana. A declaração foi feita pela porta-voz Karoline Leavitt durante coletiva de imprensa.
“O presidente entende hoje que 800 execuções que estavam agendadas e deveriam ter ocorrido ontem foram suspensas. Portanto, o presidente e sua equipe estão monitorando de perto a situação, e todas as opções permanecem em aberto para o presidente”, disse Leavitt.
A fala reforça A mudança no tom adotado por Donald Trump nessa quarta-feira (14/1), durante um evento na Casa Branca, o presidente afirmou ter sido informado de que as “matanças” no Irã “estão parando”, após semanas de retórica dura contra o governo do aiatolá Ali Khamenei.
“Fomos informados de que os assassinatos no Irã estão cessando e que não há planos para execuções”, declarou Trump. “Os assassinatos pararam. As execuções pararam”, disse.
Segundo ele, Teerã também teria comunicado a Washington que não pretende executar pessoas detidas durante os protestos recentes.
As declarações ocorrem em meio a uma nova escalada de tensão entre Estados Unidos e Irã, tendo como pano de fundo as manifestações que tomam o país desde o fim de dezembro de 2025.
Os protestos criticam a crise econômica e problemas sociais e vêm sendo duramente reprimidos pelas autoridades iranianas.
Segundo a organização Ativistas de Direitos Humanos no Irã (HRA), mais de 2,4 mil pessoas morreram desde o início dos confrontos em Teerã e em outras cidades. O número de manifestantes presos já ultrapassa 18 mil.
Entre os detidos está Erfan Soltani, condenado à pena de morte após um julgamento classificado como controverso por organizações de direitos humanos. A execução estava prevista para essa quarta-feira, mas, até o momento, não há confirmação oficial de que a sentença tenha sido suspensa.
Antes de adotar um discurso mais ameno, Trump havia feito ameaças públicas contra o governo iraniano, afirmando considerar “opções muito fortes” para impedir a morte de civis contrários ao regime.
O republicano argumenta que uma eventual ação norte-americana teria caráter humanitário.
O Irã, por sua vez, acusa Washington de estar por trás das manifestações. Autoridades locais, incluindo o aiatolá Ali Khamenei, afirmam que os protestos e a violência seriam resultados de um plano dos Estados Unidos, com apoio de iranianos no exterior, para desestabilizar o país.