Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Dia abafado ou chuva? Como fica o tempo em São Paulo nesta quinta

    Dia abafado ou chuva? Como fica o tempo em São Paulo nesta quinta

    William Cardoso/Metrópoles
    Imagem mostra chapéu e vendedor ambulante

    O clima na cidade de São Paulo deve permanecer dentro do padrão típico de janeiro, nesta quinta-feira (15/1), segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da prefeitura paulistana. A previsão indica calor, tempo abafado e pancadas de chuva fortes, principalmente entre o meio da tarde e o início da noite.

    De acordo com o CGE, o dia começa com sol entre muitas nuvens, e as temperaturas variam entre 20 °C nas primeiras horas da manhã e 28 °C durante a tarde. A partir do período da tarde, áreas de instabilidade ganham força, provocando chuvas intensas, com trovoadas e rajadas de vento. Há potencial para alagamentos e transbordamentos de pequenos rios e córregos.

    Durante períodos de chuva intensa, os cuidados devem ser redobrados pela população. A orientação das autoridades é para que os moradores evitem transitar por ruas alagadas, não enfrentem correntezas e procurem permanecer em locais seguros. Também é importante manter distância da rede elétrica e evitar se abrigar debaixo de árvores, buscando proteção em casas ou prédios. Planejar os deslocamentos com antecedência pode ajudar a reduzir o risco de enfrentar vias bloqueadas e congestionamentos provocados por alagamentos.

    Tendência para os próximos dias

    O tempo não apresenta mudanças significativas nos próximos dias. As manhãs seguem com aberturas de sol entre nuvens, enquanto as chuvas em forma de pancadas fortes continuam ocorrendo entre as tardes e as noites.

    Na sexta-feira (16/1), o cenário se repete: tempo abafado, muitas nuvens e chuvas fortes no fim do dia, com risco de alagamentos. As temperaturas devem variar entre 19 °C ao amanhecer e 28 °C no início da tarde.

    A Defesa Civil orienta atenção especial às áreas de risco, já que o solo encharcado aumenta a possibilidade de deslizamentos de terra e transbordamentos de córregos, especialmente em regiões mais vulneráveis da capital.

  • BBB 26: Henri Castelli deixa o reality por recomendação médica após convulsão

    BBB 26: Henri Castelli deixa o reality por recomendação médica após convulsão

    Depois de ter duas crises convulsivas em poucas horas, Henri Castelli não volta mais ao BBB 26. Por recomendação médica, o ator vai cuidar de sua saúde em vez de disputar o prêmio de mais de R$ 5 milhões na casa mais vigiada do Brasil. A saída do galã foi confirmada por Tadeu Schmidt e […]

  • Projeto social Filhos da Nação usa canoagem para mudar história de crianças vulneráveis

    Projeto social Filhos da Nação usa canoagem para mudar história de crianças vulneráveis

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Projeto Filhos da Nação. Brasília (DF) 14/01/26. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

    O projeto social Filhos da Nação celebrou nesta quarta-feira (14/1), no clube da Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados (Ascade), o que passam a integrar as atividades esportivas e de acolhimento oferecidos a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social no Distrito Federal.

    Em um ritual havaiano, cada canoa recebeu um nome com significado simbólico — empatia, amor, gratidão, respeito, coragem e responsabilidade. Mais do que identificar os equipamentos, os nomes representam valores trabalhados diariamente com os participantes e que, segundo os idealizadores, devem acompanhar essas crianças para além do tempo vivido no projeto.

    O Filhos da Nação foi fundado em 2017 pelo casal Tiago Souza, 46 anos, e Gabriela Spezialli, após a perda da filha ainda durante a gestação. Do luto, surgiu a decisão de transformar a dor em acolhimento coletivo.

    “A gente entendeu que não conseguiria adotar apenas uma criança. Então surgiu o desejo de adotar o máximo possível, de forma simbólica, oferecendo cuidado, presença e oportunidade”, explica Tiago.

    Atualmente, o projeto atende a 306 crianças e adolescentes, com idades entre 5 e 18 anos, todos oriundos de casas de acolhimento institucional. A iniciativa funciona em parceria com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e a Vara da Infância e da Juventude.

    “Não é um projeto em que a criança se inscreve. São meninos e meninas que já passaram por rupturas familiares importantes e vivem sob proteção do Estado. Nosso trabalho só é possível porque existe uma relação sólida com o Judiciário”, destaca o coordenador.

    As atividades ocorrem em diferentes regiões administrativas, como Ceilândia, Taguatinga, Sobradinho, Brazlândia e Núcleo Bandeirante, além de ações mensais em instituições mais distantes. Entre os esportes oferecidos, a canoagem tem papel central — para muitos participantes, é o primeiro contato com o Lago Paranoá.

    Primeiro contato com o Lago

    É o caso de um adolescente de 14 anos, acolhido no Lar São José, em Ceilândia. No projeto há cerca de seis meses, ele conta que sempre teve curiosidade pela canoagem, esporte que conhecia apenas pela televisão.

    “Eu só via nas Olimpíadas. Quando entrei aqui, fiquei com medo no começo, mas depois descobri uma paixão. Sinto que sou um dos melhores entre meus colegas e que posso me tornar um atleta”, relata.

    Outra participante de 12 anos, também acolhida no Lar São José, começou a participar do Filhos da Nação em setembro do ano passado e afirma que a iniciativa teve impacto direto em sua saúde emocional.

    Antes de entrar no projeto, a adolescente enfrentava um período de tristeza profunda e isolamento, agravado por perdas familiares. Segundo ela, o contato com o esporte e a convivência com outras crianças foram fundamentais no processo de recuperação.

    “Depois que comecei a remar, eu fui melhorando muito, parando de me machucar. Aqui eu conheci pessoas, fiz amizades e comecei a ver o mundo mais colorido”, conta.

    Parceiros que ampliam o alcance social

    O impacto do projeto também é reconhecido por parceiros e voluntários. Presente no evento, o presidente da Federação Brasiliense de Canoa Havaiana (FEB VAA), João Marcelo Marins, destacou o caráter transformador da iniciativa.

    “O projeto abre o Lago para quem, historicamente, nunca teve acesso a esse espaço. Não se trata apenas de formar atletas, mas de formar cidadãos, com valores que vão muito além do esporte”, afirmou.

    A FEB VAA é a entidade responsável por organizar, regulamentar e fomentar a prática da canoa havaiana no Distrito Federal, atuando tanto no esporte de rendimento quanto em ações de inclusão social.

    Voluntários acompanham de perto essas transformações. O artista e educador social Dudu Mano MC, morador da Ceilândia e integrante do projeto Gigantes de Rua, atua no Filhos da Nação e reforça a importância da união entre esporte, cultura e acolhimento como ferramentas de mudança social.

    “A gente usa o hip hop e o esporte para mostrar que existe outro caminho. A ideia é que essas crianças não precisem seguir o caminho errado para se sentirem pertencentes”, destacou.

  • Resort ligado à família de Toffoli cai nas mãos de advogado da J&F

    Resort ligado à família de Toffoli cai nas mãos de advogado da J&F

    resort

    O resort da família do ministro Dias Toffoli foi comprado por um advogado que trabalha para os irmãos Joesley e Wesley Batista.

    Em um período de dois meses, Paulo Humberto Barbosa comprou de dois irmãos e de um primo do ministro do Supremo todas as cotas do empreendimento. Assim, em abril de 2025, ele se tornou o único dono do resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR).

    O advogado é sócio de Renato Mauro Menezes Costa, atual presidente da Friboi (empresa dos irmãos Batista), e de Gabriel Paes Fortes — este último, cunhado de José Batista Júnior, irmão mais velho de Joesley e Wesley Batista.

    Os três são donos da Petras Negócios e Participações, uma empresa de aluguel de aeronaves. Barbosa tem 50% do negócio. No total, ele possui dez empresas em seu nome, que vão de comércio atacadista a investimentos e agropecuária.

    Seu escritório de advocacia atua em processo que investiga a aquisição de empresas americanas pelos Batista com financiamento proveniente do BNDES.

    A JBS escreveu em nota que “o escritório do advogado mencionado defendeu a empresa em ações no estado de Goiás. Nem a Companhia nem os acionistas possuem qualquer relação com as empresas citadas ou com qualquer outro negócio do advogado”.

    A venda do resort e o Banco Master

    A compra do resort Tayayá foi feita por meio de um fundo de investimento administrado pela Reag, financeira investigada no escândalo do Banco Master.

    Essa ligação levantou questionamentos sobre a conduta de Toffoli como relator do inquérito do Banco Master no STF. O ministro também foi responsável, em 2023, pela suspensão do pagamento de uma multa de R$ 10,3 bilhões prevista no acordo de leniência firmado pela J&F (dos irmãos Batista) com o Ministério Público Federal (MPF).

    Toffoli nunca integrou o quadro societário do resort, mas é um frequentador assíduo. No fim de 2025, a imprensa repercutiu uma ida de Toffoli ao Tayayá em avião de Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco, investigado na Operação Carbono Oculto. Beto Louco é suspeito de integrar um esquema envolvendo o PCC de evasão fiscal e combustível adulterado.

    Procurado pela coluna, Toffoli não comentou esses pontos.

    Paulo Humberto Barbosa não respondeu às tentativas de contato.

     

  • Finalmente! Gerluce descobre que Raul é o pai de sua neta em Três Graças

    Finalmente! Gerluce descobre que Raul é o pai de sua neta em Três Graças

    Três Graças terá uma grande virada no próximo capítulo: Gerluce (Sophie Charlotte) finalmente descobrirá quem é o pai da filha de Joélly (Alana Cabral). Após passar dias morando nas ruas, Raul (Paulo Mendes) ressurgirá na Chacrinha atrás da amada. Será nesse momento que a mocinha flagrará a filha aos beijos com o rapaz. Ela verá […]

  • Governadora Raquel Lyra era sócia de empresa que atua irregularmente

    Governadora Raquel Lyra era sócia de empresa que atua irregularmente

    PSD/Reprodução
    Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD)

    A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), integrou o quadro societário da Logo Caruaruense, empresa que atua de forma irregular no transporte de passageiros do estado desde 2022. Cabe ao governo comandando por Raquel Lyra fazer a fiscalização do setor.

    A Logo Caruaruense é liderada pelo pai, o ex-governador João Lyra Neto. A companhia é responsável por serviço de transporte intermunicipal que opera sem vistorias exigidas e com dívida pública há pelo menos três anos, período que coincide com o início do mandato de Raquel Lyra.

    Com sede em Caruaru, cidade em que Raquel Lyra atuou como prefeita, a empresa teve a governadora como sócia formal até 2018, conforme consta em contrato social do grupo empresarial. Naquele ano, as cotas foram repassadas integralmente para o pai.Veja:

    O registro da empresa na Receita Federal mostra que a mãe da governadora, Mércia Lyra, também é responsável por gerir a Logo Caruaruense junto a João Lyra. Os pais de Raquel Lyra são sócio-administradores da empresa. A irmã da governadora, Nara Lyra, também integra o quadro societário.

    Pela legislação estadual, a responsabilidade direta pela fiscalização caberia exclusivamente ao Governo de Pernambuco, gerido pela ex-sócia Raquel Lyra. Desde 2022, porém, a empresa opera com vistorias vencidas. Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram ônibus sucateados, com pneus carecas e até cinto que não funciona.

    Veja:

    A governadora também integrou o quadro societário da Caruaruense Encomendas Expressas LTDA, empresa que fez parte do mesmo grupo familiar. Neste caso, a principal atividade era a transporte rodoviário de cargas. Raquel Lyra permaneceu como sócia até 2015, quando formalmente encerrou o seu vínculo com a companhia, que teve sua atuação encerrada no mesmo período.

    Um documento da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI) obtido pelo Metrópoles revela que os veículos da Logo Caruaruense rodam sem vistorias há pelo menos três anos e com atraso no pagamento da Taxa de Certificado de Registro Cadastral (CRC), exigências que devem ser cumpridas para não colocar em risco a segurança dos passageiros.

    Apesar do governo estadual não cumprir com o que determina a lei e fiscalizar empresas como a do pai da governadora, o cidadão continua sendo cobrado pelo serviço e pode pagar ainda mais. Nesta quinta-feira (15/1), o Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM) deve votar o aumento da passagem de ônibus do Grande Recife, que pode passar de R$ 4,30 para R$ 4,50.

    A Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI), do governo estadual, disse, por meio de nota, que “a empresa Logo, sucessora da empresa Caruaruense que é operadora do sistema nos últimos 66 anos, citada na reportagem, foi vencedora do certame licitatório de 2014, ao lado de outras empresas para operação do transporte intermunicipal em Pernambuco”.

    “Em 2015, decisões do Tribunal de Contas e do Poder Judiciário determinaram que os contratos não fossem assinados, o que levou as empresas permissionárias a continuarem prestando o serviço no formato anterior à formação do consórcio. Em 2022, o Tribunal de Justiça considerou a licitação regular e desde então a EPTI vem
    atuando junto ao setor e aos órgãos de controle para realizar necessárias adequações, num processo de transição, em função da passagem do tempo”, declarou.

    “A empresa realiza fiscalização em terminais rodoviários, pontos de embarque e desembarque e outros locais estratégicos como entradas e saídas de cidades como ação contínua e permanente”, informou.

    A EPTI, porém, não respondeu por qual motivo as vistorias ainda não foram feitas após a identificação das irregularidades pelo órgão nem se a empresa foi punida.

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    Transferência ocorreu logo após Vinicius Cruz, presidente do ITT, receber valor de ligados à Conafer. Informação consta em relatório do Coaf