O ministro da Advocacia-Geral da Uniã0 (AGU), Jorge Messias, se encontrou na noite de segunda-feira (12/1) com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA). Ambos estão na Bahia, reduto eleitoral de Alencar.
O encontro foi confirmado pelo Metrópoles pelo senador. À reportagem, o baiano declarou que aguarda a mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para oficializar a indicação de Messias para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF).
A ideia é de que o chefe do Executivo encaminhe a mensagem ao Senado assim que o Congresso Nacional voltar do recesso parlamentar, marcado para 2 de fevereiro.
Otto evitou falar sobre a marcação da data da sabatina de Messias. Quanto aos votos, disse ainda que não “gosta” de ficar perguntando aos senadores se será de forma positiva ou negativa, especialmente porque a votação é secreta. Ele classificou o ato como “deselegante”.
O encontro de Otto e Messias ocorre em meio ao embate, já pacificado, entre o Executivo e o Legislativo, visto que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tinha predileção por Rodrigo Pacheco (PSD-MG) na Suprema Corte.
A expectativa é de que Messias continue a rodada de conversas com senadores para pavimentar o caminho até o STF.
Alex Murphy Klein, dançarina e patinadora artística de 36 anos, revelou que, após dois anos de casamento, o maior desafio foi engravidar. Ao tentar conceber, ela descobriu que seu corpo reagia ao DNA do marido, Paul, o que dificultava a gestação.
Após dificuldades para engravidar naturalmente e uma tentativa frustrada de fertilização in vitro (FIV), o casal decidiu explorar outras opções para verificar os fatores que impediam as chances de ter um bebê.
Entenda o que aconteceu
“Infelizmente, a rodada de fertilização in vitro não funcionou. Estávamos nos preparando para uma segunda rodada, mas eu tive que interromper o processo. Meu corpo funciona, o dele funciona, então precisávamos descobrir o que realmente estava acontecendo”, disse Alex no programa norte-americano.
Tentativas
A ex-dançarina contou no programa que tem “uma coisa chamada Kir AA e, Paul, um gene chamado HLAC2. Quando eles genes se juntam, eles meio que se repelem”.
Segundo Alex, seu sistema imunológico não permite que a gravidez aconteça. Agora, o casal está esperançoso de que, com o conhecimento que adquirou, poderá avaliar possíveis alternativas para ajudá-los a conceber.
Alex e Paul iniciaram um tratamento conhecido como terapia LIT. O procedimento consiste na injeção de amostras processadas do sangue de Paul em Alex, para ajudar seu sistema imunológico a desenvolver tolerância.
Além das injeções, a dançarina passou por tratamentos adicionais destinados a regular sua resposta imunológica. Apesar dos desafios, Alex disse que o diagnóstico acabou por evitar que eles repetissem a fertilização in vitro sem obter respostas.
O Sistema Nacional de Emprego do Acre (Sine/AC) divulgou nesta terça-feira (13) um novo painel com 685 vagas de trabalho disponíveis em Rio Branco. As oportunidades contemplam diversas áreas profissionais e são destinadas a candidatos com diferentes níveis de escolaridade e qualificação. Entre os cargos ofertados estão programador de máquinas-ferramenta com comando numérico, promotor de […]
A Polícia Civil do Acre e o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, deflagraram, na manhã desta terça-feira (13), uma operação integrada contra organizações criminosas com atuação em Rio Branco e no interior do estado. Até o momento, ao menos 13 pessoas foram presas. A ação segue em […]
O volume do setor de serviços no Brasil recuou 0,1% em novembro de 2025, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (13/1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em outubro, houve um avanço de 0,3% frente a setembro.
No acumulado do ano de 2025, há alta de 2,7%. Com relação a novembro de 2024, o volume de serviços avançou 2,5%.
O resultado negativo foi puxado pelos serviços de transportes (-1,4%) e informação e comunicação (-0,7%).
O setor de serviços no Brasil
Em 12 meses, houve alta de 2,7%, mantendo o ritmo de crescimento frente ao acumulado até novembro (2,7%).
O setor de serviços é dividido em cinco grupos de itens. Os outros três registraram resultados neutros ou positivos: serviços prestados às famílias (0,0%), serviços profissionais, administrativos e complementares (1,3%) e outros serviços (0,5%).
De olho nas famílias
O indicador de serviços prestados às famílias é um dos pontos observados com mais atenção pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) para acompanhar a ritmo da atividade econômica. Cabe ao Copom a determinação da taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 15% ao ano.
A Selic é uma espécie de freio à economia e funciona como o principal meio para controle da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que tem meta anual de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. A inflação de 2025 ficou em 4,26%, portanto, acima da meta.
Variação de outros setores
Serviços prestados às famílias: 0,0% Alojamento e alimentação: 0,0% Outros serviços às famílias: -2,6% Serviços de informação e comunicação: -0,7% Tecnologia da informação e comunicação (TIC): -0,2% Telecomunicações: 0,1% Serviços de TI: -1,5% Audiovisuais: -4,6% Serviços profissionais, administrativos e complementares: 1,3% Serviços técnico-profissionais: 2,9% Serviços administrativos e complementares: 0,5% Transportes, auxiliares e correio: -1,4 % Transporte aquaviário: -3,8% Transporte aéreo: -2,7% Armazenagem e correio: 0,2% Outros serviços: 0,5%.
Apaixonada! Virginia Fonseca está voltando para o Brasil, depois de cumprir compromissos profissionais em Dubai, e resolveu se declarar ao namorado, Vini Jr., nas redes sociais, na noite de segunda-feira (12/1), enquanto seguia para o aeroporto.
“Se não for pra ser a maior fã do meu namorado, eu nem namoro”, escreveu ela na legenda da foto em que aparece usando um boné com o nome e o número da camisa do amado, com quem vive um relacionamento à distância.
“De uma noite em Madrid 💘💆🏼♀️✨”, escreveu ela na legenda, sendo respondida pelo amado: “Estilo tem 🤔”, elogiou o atleta.
Nos comentários, os fãs dos pombinhos foram à loucura: “Ui, ui, gatinha! Que mulher, meus amigos, que mulher…😮💨✨️💗”, afirmou um. “Casal mais estiloso que esse não tem!! 🤩🤩”, afirmou outro. “Rainha do mundo todinhoooooooo”, babou uma terceira. “O flash refletindo nos diamantes da bolsa 😮💨”, observou mais uma.
Declaração
Virginia Fonseca aproveitou o primeiro sábado do ano (3/1) para compartilhar novos cliques ao lado do namorado, Vini Jr. Na postagem, a influenciadora se declarou para o jogador do Real Madrid.
“Sou feliz com você, te amo ❤️”, escreveu ela na legenda. Nos comentários, os fãs reagiram: “Impossível não amar esses dois!! 😍”, disse uma. “Incrível abrir o Insta e se deparar com isso aqui. Amooooo”, afirmou outra. “É muito bom te ver feliz”, declarou uma terceira. “Que Deus abençoe e blinde de todo mal ❤️”, desejou mais uma.
*O artigo foi escrito pelos pesquisadores John Harvey, Peter Alexander e Sarah Crowley, das universidades de Edimburgo e Exeter, e publicado na plataforma The Conversation Brasil.
Reduzir a quantidade de carne que comemos ajuda a diminuir as emissões de gases de efeito estufa associadas à agricultura. Mas e a carne que nossos cachorros de estimação comem?
Nosso novo estudo mostra que alimentar cães pode ter um efeito negativo maior sobre o meio ambiente do que os alimentos que seus donos comem. Para um cão do tamanho de um collie ou springer spaniel inglês (pesando 20 kg), 40% dos alimentos para cães testados têm um impacto climático maior do que uma dieta vegana humana, e 10% excedem as emissões de uma dieta humana rica em carne.
A ração para cães compreende uma parte significativa do sistema alimentar global. Calculamos que a produção de ingredientes para ração de cães contribui com cerca de 0,9% a 1,3% do total das emissões de gases de efeito estufa do Reino Unido. Globalmente, produzir comida suficiente para todos os cães poderia gerar emissões equivalentes a 59% a 99% das emissões provenientes da queima de combustível de aviação comercial.
O tipo de produto animal usado para produzir ração para animais de estimação é realmente importante. A pegada ambiental da ração para cães difere entre cortes nobres e miúdos ou aparas.
Cortes como peito de frango ou carne moída são usados em algumas rações para cães, mas também são comumente consumidos por pessoas. A venda desses “cortes nobres” fornece cerca de 93% a 98% da receita proveniente da venda de uma carcaça animal.
Subprodutos como miúdos e aparas — que são menos procurados para consumo humano, muito mais baratos, mas altamente nutritivos — são amplamente utilizados em alimentos para animais de estimação. Atribuímos uma pegada ambiental maior aos cortes de alto valor e menor a esses subprodutos.
Emissões de gases de efeito estufa para diferentes tipos de alimentos para cães:
Alguns estudos anteriores atribuíram aos subprodutos o mesmo impacto ambiental por peso que aos cortes de maior valor, utilizando diretamente os números calculados para a alimentação humana. Isso “conta duas vezes” os impactos da pecuária e superestima substancialmente a pegada ambiental da ração para animais de estimação.
Um problema prático para donos de animais de estimação e pesquisadores como nós é que é difícil descobrir quais partes da carcaça estão em um produto. Nosso estudo usou modelos matemáticos para estimar a composição com base na lista de ingredientes e na composição nutricional de cada alimento.
As diretrizes de rotulagem europeias permitem termos amplos, como “carne e derivados animais”. Isso dá aos fabricantes flexibilidade para alterar as receitas, mas dificulta a distinção entre alimentos baseados principalmente em cortes de baixo valor e aqueles ricos em carne de primeira qualidade. Os ingredientes listados como frango podem ser frescos, desidratados (feitos de sobras de baixo valor) ou uma mistura, e as receitas são um segredo comercial.
Por esse motivo, ajustamos nossas suposições sobre o conteúdo nutricional, as consequências ambientais de ingredientes específicos e os valores comparativos dos produtos cárneos ao estimar as composições das rações. Depois de repetir esse processo mil vezes, um padrão se manteve consistente: proporções mais altas de carne de primeira qualidade aumentaram os efeitos ambientais negativos.
Uma rotulagem melhorada — por exemplo, indicando a proporção de carne de primeira qualidade em relação aos subprodutos — permitiria aos proprietários fazer escolhas informadas e examinar melhor as alegações de “sustentabilidade”.
O formato das rações para animais de estimação também é importante. Alguns proprietários consideram preparados crus e sem grãos como mais naturais, embora para muitos cães essas dietas possam não trazer benefícios e até introduzir riscos à saúde, incluindo desequilíbrios nutricionais e riscos bacterianos para os cães e seus donos.
Deixar o pote de ração sempre cheio e disponível aos cães pode prejudicar a saúde dos pets
Estudos mostram que dietas à base de plantas cuidadosamente formuladas podem atender às necessidades nutricionais dos cães com resultados de saúde semelhantes aos das dietas que contêm carne dessa abordagem alimentar por parte dos profissionais veterinários.
Em média, os alimentos úmidos (por exemplo, enlatados ou embalados em bandejas de alumínio) e os alimentos crus tiveram um efeito ambiental mais negativo do que os secos. As opções sem grãos também têm uma pegada ambiental maior do que os alimentos que não são comercializados dessa forma.
Embora as poucas dietas à base de plantas que estudamos tendam a ser um pouco menos prejudiciais ao meio ambiente do que as dietas à base de carne, especialmente entre os alimentos úmidos, essa vantagem é pequena em comparação com a diferença entre alimentos úmidos ou crus e alimentos secos.
Mas há exceções. Por exemplo, as rações úmidas de menor impacto que estudamos tinham emissões mais baixas do que as rações secas típicas. E as rações com as consequências ambientais negativas absolutas mais baixas que testamos incluíam subprodutos da carne.
Existem outras fontes de proteína sendo comercializadas como alternativas sustentáveis para alimentar cães, sendo insetos o exemplo mais amplamente comercializado. Ainda não estudamos isso em detalhes, mas planejamos fazê-lo no futuro, levando em consideração o debate científico em andamento sobre quão grandes são os benefícios ambientais reais da produção de insetos.
Rações úmidas — e provavelmente rações cruas que requerem refrigeração ou congelamento — tendem a ter maiores emissões de gases de efeito estufa provenientes de embalagens e transporte. Isso aumenta ainda mais a chance de que a escolha desses tipos de rações seja menos ecológica.
Dietas veganas versus dietas de lobos
As escolhas de alimentos para animais de estimação podem provocar fortes emoções. Um de nós (John Harvey), um cirurgião veterinário que trabalha com sustentabilidade ambiental, vê regularmente donos divididos entre os ideais de cães como “lobos” comedores de carne e seu desejo de reduzir os danos ambientais.
Nosso estudo mostra que não se trata simplesmente de escolher entre dietas veganas e carne crua. Regras simples como “a ração seca sempre tem uma pegada ambiental menor do que a úmida” não se aplicam a todos os produtos. A mistura de ingredientes em cada produto é fundamental.
Portanto, para os donos que desejam reduzir a pegada ambiental da alimentação de seus animais de estimação, é importante saber que a escolha de alimentos sem grãos, úmidos ou crus pode resultar em efeitos ambientais negativos maiores em comparação com as rações secas padrão. Independentemente do tipo de ração escolhida, também é preferível selecionar rações que utilizem subprodutos animais genuínos ou proteínas vegetais, em vez de competir diretamente com a carne que os humanos normalmente comem.
O potencial para reduzir — ou aumentar — os danos ambientais através da mudança das dietas dos cães é enorme. Ao escolher sabiamente os produtos cárneos para a alimentação dos animais de estimação e tornar a rotulagem mais clara, podemos reduzir esta parte oculta da nossa pegada alimentar e ter cães mais saudáveis e bem alimentados.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia lançou quase 300 drones, 18 mísseis balísticos e sete mísseis de cruzeiro durante a noite dessa segunda-feira (12/1). Os ataques tiveram como alvo o setor energético — incluindo a geração e subestações — e resultaram na morte de quatro pessoas.
“Infelizmente, há muitos danos à infraestrutura residencial e civil. As regiões atingidas foram Dnipropetrovsk, Zhytomyr, Zaporizhzhia, Kyiv, Odesa, Sumy, Kharkiv e Donetsk”, informou Zelensky.
Ainda de acordo com o presidente ucraniano, o mundo pode responder à Rússia com “novos pacotes de ajuda à Ucrânia” e que o país “precisa aprender que o frio não o ajudará a vencer uma guerra”.
“Cada ataque desses contra a vida é um lembrete de que não se pode interromper o apoio à Ucrânia. Mísseis para os sistemas de defesa aérea são necessários todos os dias, especialmente durante o inverno”, destacou Zelensky.
O presidente ucraniano também prestou condolências aos familiares das vítimas do ataque. Ele afirmou ainda que “centenas de milhares de famílias” na região de Kyev, continuam sem energia elétrica. As temperaturas chegaram a –12 °C nesta terça-feira (13/1).
“Todos os serviços de emergência estão atuando no local. Foram abertos Pontos de Invencibilidade. Como sempre, onde a Rússia tenta destruir, os ucranianos apoiam uns aos outros, e é justamente essa resistência interna que mais precisamos agora”, pontuou Zelensky.