Um casal ficou ferido após o motorista perder o controle da caminhonete em que estavam, voar de uma ponte de uma ribanceira e cair numa linha de trem no Jardim Ingá, em Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal, na madrugada desse domingo (11/1).
Veja vídeo:
No registro acima, obtido pela página “radarvalparaisonews” no Instagram, é possível ver o momento em que uma das vítimas foi atendida pela equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO).
É possível observar também que a frente do veículo foi totalmente destruída. A queda foi de aproximadamente seis metros.
Segundo a corporação, um motorista relatou que havia sido ultrapassado pelo veículo em alta velocidade, e, logo após, a vítima teria perdido controle do carro ao pular uma lombada seguida de uma curva.
A inclinação então teria “catapultado” o veículo, que passou reto da ponte e caiu direto na linha férrea.
Ao chegarem no local, as equipes de socorro encontraram as duas vítimas fora do veículo consciente e orientadas, mas com múltiplas fraturas.
Os militares então desceram e realizaram procedimentos, como a imobilização dos membros das vítimas e fixação de ambos em pranchas dos bombeiros.
As vítimas foram içadas da ribanceira e o motorista precisou ser encaminhado ao Hospital Regional de Luziânia (GO). Não há informações sobre o estado de saúde das vítimas.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO).
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) quer ouvir três dos cinco policiais militares do DF condenados pelo 8 de Janeiro sobre um caso envolvendo a Igreja Universal.
O pedido de oitiva foi enviado à Corregedoria da Polícia Militar do DF (PMDF), que, em 9 de janeiro deste ano, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) liberação para os PMs serem ouvidos presencialmente na sede da Subchefia de Ordem Pública da corporação. A autorização depende do ministro Alexandre de Moraes.
Agora, o promotor responsável, Flávio Milhomem, quer que os coronéis Fábio Augusto Vieira, Jorge Eduardo Naime e Marcelo Casimiro Vasconcelos sejam ouvidos.
Os três oficiais foram condenados pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, por omissão nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Em julgamento realizado em dezembro de 2025, todos os ministros acompanharam o voto do relator Alexandre de Moraes, que decidiu pela condenação de cinco dos PMs a 16 anos de prisão e 100 dias-multa pelos crimes de de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado pela violência, grave ameaça com emprego de substância inflamável contra patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima; deterioração de patrimônio tombado; e violação de dever contratual de garantir a ordem pública e por ingerência da norma. Outros dois policiais foram absolvidos.
Relembre o caso envolvendo a Igreja Universal
Oitivas
Apesar de condenados, os PMs ainda não começaram a cumprir pena e seguem em liberdade cumprindo medidas cautelares. No pedido à Moraes, a Corregedoria da PMDF informou que os militares serão ouvidos em três dias diferentes.
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O creme de espinafre é daqueles preparos curingas que atravessam gerações: fácil de fazer, nutritivo e cheio de sabor. Com textura aveludada e toque de queijo, ele transforma um ingrediente simples em um acompanhamento elegante, ideal para o dia a dia ou para um almoço especial em família.
Além de versátil, o prato combina muito bem com carnes grelhadas, frango ou até como base para outras receitas. Servido quentinho, é conforto puro no prato e uma ótima forma de incluir mais vegetais na rotina.
Veja a receita completa:
Ingredientes
Modo de preparo
Escorra, esprema bem para retirar o excesso de líquido e pique o espinafre.
Em uma panela, aqueça a margarina e refogue a cebola e o alho até dourar.
Junte o espinafre e misture bem.
Acrescente a maisena dissolvida no leite, mexendo sempre até engrossar.
Desligue o fogo e misture o creme de leite e o parmesão ralado.
Sirva quente como acompanhamento de arroz branco, carne ou frango.
O policial militar de Goiatuba (GO) denunciado por estuprar três adolescentes de 13 a 15 anos ofereceu R$ 250 para que elas fizessem sexo com ele. Segundo a denúncia do Ministério Público de Goiás (MPGO), o militar aliciou as meninas para se prostituírem em março de 2025.
Conforme apurado, o PM conhecia uma das menores por ter mantido relacionamento afetivo com uma familiar dela. Pela internet, o acusado combinou durante a madrugada que manteria relações sexuais com a menina, e que as outras duas amigas também participariam.
O MPGO aponta que, pela manhã, o policial teria buscado as três menores de carro, comprado bebidas alcoólicas para elas em um supermercado e as conduzido a um motel. No estabelecimento, conforme a denúncia, ele praticou o ato sexual com uma das vítimas, de 13 anos, e registrou as relações sexuais em vídeo.
A investigação aponta que as garotas consumiram as bebidas alcoólicas adquiridas pelo policial. Após deixar o motel, ele teria levado as adolescentes a uma sorveteria e, ao retornar à residência de uma delas, entregou o dinheiro, que foi dividido entre as amigas.
Dois vídeos do estupro foram compartilhados com terceiros e chegaram ao conhecimento da mãe de uma das vítimas, que encaminhou a denúncia ao Conselho Tutelar.
Além dos crimes sexuais, o MPGO aponta que, em maio de 2025, o policial teria se dirigido à casa de uma familiar de uma das vítimas passando-se por agente da Polícia Civil para obter informações sobre eventual investigação.
O promotor de Justiça Pedro Henrique Silva Barbosa requereu o afastamento cautelar do policial militar de todas as funções operacionais e administrativas na Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), a proibição de porte e uso de armamento funcional, com recolhimento de armas, munições e identificação funcional, além da proibição de aproximação e contato com as vítimas, seus familiares e testemunhas por qualquer meio.
O MPGO também solicitou que o acusado seja condenado a pagar indenização por danos materiais e morais no valor de R$ 5 mil a cada uma das três vítimas.
O caso tramita em segredo de Justiça na 1ª Vara Criminal de Goiatuba. Em razão do sigilo processual e para preservar a identidade das vítimas, o nome do acusado não foi divulgado pelo MPGO.
Medicamentos usados para tratar diabetes e obesidade, como Ozempic e Wegovy, vêm alterando de forma discreta o orçamento alimentar de famílias nos Estados Unidos.
Um estudo, publicado no Journal of Marketing Research em dezembro de 2025, conduzido por pesquisadores da Universidade Cornell, identificou que o uso dos fármacos está associado a uma redução nos gastos com alimentação, tanto em supermercados quanto em restaurantes.
A pesquisa cruzou respostas de questionários sobre o uso de agonistas do receptor GLP-1 com registros detalhados de compras realizadas por dezenas de milhares de domicílios americanos ao longo de vários meses de acompanhamento.
Criados inicialmente para o tratamento da diabetes tipo 2, os medicamentos da classe GLP-1 passaram a ser amplamente utilizados para controle do peso. Ao relacionar o uso declarado com os registros de compra, os autores observaram alterações nos padrões de consumo alimentar.
Menos compras no mercado e refeições fora
Seis meses após o início do uso dos medicamentos, os domicílios analisados reduziram os gastos com supermercado em média 5,3%. Entre famílias de renda mais alta, essa queda ultrapassou 8%.
O mesmo movimento foi observado fora de casa. As despesas em restaurantes de serviço rápido, como redes de fast-food e cafeterias, caíram cerca de 8%.
Para quem manteve o uso do medicamento, a redução nos gastos com alimentação persistiu por pelo menos um ano. Com o passar do tempo, no entanto, esse efeito foi ficando menos intenso.
Segundo a professora assistente de marketing Sylvia Hristakeva, os dados indicam que a mudança no consumo é mais evidente nos primeiros meses após o início do tratamento.
“Os dados mostram mudanças claras nos gastos com alimentação após a adoção. Depois da interrupção do uso, esses efeitos se tornam menores e mais difíceis de diferenciar dos padrões anteriores”, afirmou a pesquisadora em comunicado.
Como os dados foram analisados
Diferentemente de pesquisas baseadas apenas em autorrelatos, o estudo utilizou registros reais de transações fornecidos pela empresa de pesquisa de mercado Numerator.
A base acompanha as compras feitas em supermercados e restaurantes por cerca de 150 mil domicílios nos Estados Unidos, formando um painel considerado representativo da população.
Esses dados foram cruzados com questionários aplicados periodicamente, nos quais os participantes informavam se alguém da casa usava medicamentos GLP-1, quando o uso havia começado e qual era o motivo.
A metodologia permitiu comparar famílias que passaram a usar os fármacos com outras semelhantes que não fizeram uso, isolando as mudanças associadas ao início da medicação.
Os resultados indicam que a redução de gastos não foi igual entre todos os tipos de alimentos, com variações conforme a categoria.
Alta procura por canetas emagrecedoras aumenta alertas médicos sobre automedicação, produtos clandestinos e riscos graves à saúde
Queda maior em lanches e ultraprocessados
Poucas categorias apresentaram aumento. As compras de iogurte lideraram o crescimento, seguidas por frutas frescas, barras nutricionais e snacks de carne. Ainda assim, esses aumentos foram modestos quando comparados à redução geral observada no carrinho de compras.
“O padrão predominante é a diminuição do volume total de alimentos adquiridos. Apenas algumas categorias crescem, e em escala muito menor”, afirmou Hristakeva.
Além do consumo doméstico, o estudo mostrou redução expressiva nas despesas com alimentação fora de casa.
Caso o uso de medicamentos GLP-1 continue se expandindo, os pesquisadores avaliam que setores como indústria de alimentos e redes de restaurantes podem precisar se adaptar a um consumidor que compra menos, especialmente produtos ultraprocessados e refeições rápidas.
A decisão saiu nesta segunda-feira (12/1) e foi assinada pela desembargadora Graça Amorim, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão.
A decisão do TJMA vem na sequência de um abalo interno no Ministério Público. Promotores do Gaeco pediram exoneração coletiva no domingo (11), alegando que o parecer da Procuradoria-Geral favorável à soltura contrariava o trabalho técnico do grupo e enfraquecia o combate ao crime organizado.
Conter riscos
A magistrada analisou os pedidos de liberdade apresentados pelas defesas, e o parecer do MPMA que defendia a soltura com medidas cautelares, mas concluiu que, no estágio atual, a prisão ainda é necessária para conter riscos à investigação e evitar nova atuação do grupo investigado por desvios de R$ 56 milhões em Turilândia.
Com isso, foram mantidas as prisões preventivas, as domiciliares com monitoramento eletrônico aplicadas a vereadores, além de afastamentos de cargos, suspensão de atividades econômicas e outras cautelares já impostas no curso do caso.
Pregoeira com câncer vai para domiciliar
Entre todos os pedidos analisados, apenas um teve acolhimento parcial. Clementina de Jesus Pinheiro Oliveira, pregoeira do município, recebeu autorização para cumprir prisão domiciliar por razões humanitárias.
Diagnosticada com câncer de útero, ela seguirá monitorada por tornozeleira eletrônica e poderá sair de casa exclusivamente para consultas e tratamentos.
Em outra frente, a Justiça rejeitou a troca da preventiva por domiciliar para Gerusa de Fátima Nogueira Lopes, mesmo após a defesa alegar gravidez. A desembargadora manteve a custódia e não reconheceu elementos suficientes para substituir a prisão.
Primeira-dama e vice
Pedidos baseados no Estatuto da Primeira Infância também foram negados para Eva Curió, primeira-dama de Turilândia, e Tânia Karla Mendes, vice-prefeita.
Ambas alegaram que, por serem mães de crianças menores de 12 anos, deveriam deixar o presídio.
Graça Amorim afastou a tese ao classificar o cenário como “excepcionalíssimo”. Na decisão, a magistrada pontua que há indícios de que parte do dinheiro desviado teria sido usada para custear despesas das próprias crianças, como escola e alimentação, o que, na avaliação do tribunal, comprometeria o “melhor interesse do menor”, por associar as crianças a um contexto de propina e possível exposição social.
A desembargadora ainda determinou a realização de estudo social envolvendo os menores, com prazo de até 30 dias, para avaliar impactos e contexto familiar.
Solicitações semelhantes foram apresentadas por Paulo Curió, apontado como líder do esquema, e por outros investigados, como Wandson Barros e Eustáquio Campos. Todas foram rejeitadas.
No caso do prefeito afastado, a decisão destaca três eixos: ausência de prova de que ele seria o único responsável pelos filhos, risco de reiteração delitiva mesmo em casa e histórico de fuga, usado pela magistrada como indicativo de que medidas mais brandas não garantiriam a eficácia do processo.