Receita feita no forno combina peixe macio, legumes assados e tempero caseiro sem complicação
Autor: jonysdavid2017@gmail.com
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Leia a carta que Isabel Veloso escreveu para o filho antes de morrer
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Com virada, Bears quebram jejum de 15 anos nos playoffs da NFL
Resultado encerra um jejum de 15 anos dos Bears sem vitórias no mata-mata da NFL; a última havia sido em 2010
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Atriz Jennifer Aniston revela a "melhor forma antienvelhecimento"
Gilbert Flores/Variety via Getty Images
Quando o assunto envolve pessoas que parecem ter parado no tempo e não envelhecem, o nome de Jennifer Aniston desponta. A , sem contar o corpo tonificado, com abdômen definido e braços musculosos. A eterna intérprete da personagem Rachel Green, na série Friends, compartilhou com a revista Hello! qual é o seu segredo antienvelhecimento.
À públicação, Jennifer revelou: “Músculos são a melhor forma antienvelhecimento. Estou construindo força que alimenta minha energia, confiança e longevidade”. Diante da declaração da artista, a coluna Claudia Meireles conversou com dois especialistas para saber a importância da “criação” desses órgãos para o decorrer da idade.
De acordo com o médico Kaleu Costa Nery, a ciência mostra que os músculos são “uma das ferramentas mais poderosas” contra o envelhecimento funcional. “Não se trata apenas de aparência física”, aborda. O ortopedista e traumatologista explica que esses tecidos, quando saudáveis, reduzem o risco de quedas, fraturas, doenças crônicas e até mortalidade.
Pós-graduado em exercício físico e saúde pelo Instituto Politécnico de Bragança, em Portugal, o educador físico Daniel dos Santos destaca que os músculos ajudam no processo antienvelhecimento “direta e indiretamente”. “Massa muscular é massa vida e que acelera o metabolismo. Dessa forma, o ato de envelhecer ocorre de maneira mais lenta”, esclarece.
Conforme o médico, o tecido muscular também funciona como um “verdadeiro órgão endócrino” por liberar as substâncias chamadas mioquinas, com potencial de ajudar a controlar inflamações e proteger órgãos como coração e cérebro. “Manter músculos ativos e fortes está diretamente associado a envelhecer com mais autonomia, saúde e qualidade de vida”, frisa Kaleu.

O segredo antienvelhecimento de Jennifer Aniston são os músculos, conforme contou à revista Hello! Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.
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Candidatos se aglomeram na Ufac para 1º dia do vestibular de medicina
Centenas de candidatos começaram a se aglomerar desde a manhã deste domingo (11) em frente à Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, para o primeiro dia de provas do vestibular do curso de Medicina. A seleção marca o retorno do vestibular específico para a área após mais de 15 anos. As provas também […] -
Menino com paralisia cerebral é encontrado em situação de abandono
Um menino de 12 anos foi encontrado na noite deste sábado (10) em situação de abandono dentro de uma chácara no Ramal do Canil, no bairro Vila Acre, em Rio Branco (AC). A vítima possui encefalopatia crônica (paralisia cerebral), não tem mobilidade e, segundo a ocorrência, estava sem cuidados há vários dias. O caso veio […] -
Al-Hilal x Al-Nassr: onde assistir ao clássico com Cristiano Ronaldo
Yasser Bakhsh/Getty Images
O Al-Nassr, de Cristiano Ronaldo, entra em campo pressionado neste domingo (11/1), às 14h30, contra o Al-Hilal. Após duas derrotas seguidas, o time amarelo viu os rivais passarem à frente na tabela e se isolarem na liderança do Sauditão. O esquadrão azul conta com o brasileiro Marcos Leonardo como artilheiro.
Antes líder invicto do Sauditão, o Al-Nassr agora é o segundo colocado, com quatro pontos a menos que o Al-Hilal. Após duas derrotas seguidas, para o Al-Qaudisiya, em casa, e para o Al-Ahli, fora, os comandados de Jorge Jesus precisam da vitória para diminuir a vantagem do líder, que hoje é de quatro pontos.
Ainda invicto na competição, com 11 vitórias e dois empates, o Al-Hilal é o líder do torneio e conta com os brasileiros Malcom, Marcos Leonardo e Kaio César na equipe de Simone Inzaghi.
Onde assistir
O clássico saudita entre Al-Nassr e Al-Hilal, válido pelo Campeonato Saudita, neste domingo (11/1), às 14h30, terá transmissão de Band (TV aberta) e o Canal Goat (streaming)
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Ana Castela faz revelação após adiar show por motivos de saúde: "Rins". Vídeo
Reprodução/Instagram
Ana Castela usou as redes sociais neste domingo (11/1) para atualizar seu quadro, após adiar um show que aconteceria em São Paulo no sábado (10/1) por motivos de saúde. A cantora tranquilizou os fãs e fez uma revelação sobre o que pode ser o diagnóstico: cálculo renal.
Segundo a Boiadeira, ela já está se tratando e fará o show normalmente neste domingo (11/1). Castela ainda citou a preocupação que sua mãe, Michele Castela, sentiu com toda a situação.
“Bom dia, gente! Para quem está preocupado comigo, estou bem, graças a Deus. Possivelmente, estou com cálculo renal, a famosa ‘pedra nos rins’, mas já estou me tratando, estou melhor e vejo vocês hoje no show às 19h”, disse ela.
E seguiu: Muito obrigada por todas as mensagens de carinho, que Deus abençoe imensamente cada um de vocês. Dona Michele tem pedra no rim todo dia, todo mês. Ela se preocupou e ficou doida já”, falou Ana Castela.
No sábado (10/1), a equipe da artista divulgou uma nota sobre o adiamento do show, mas sem dar muitos detalhes do que tinha acontecido, o que acabou deixando muitos preocupados.
“Por motivos de saúde e seguindo orientação médica, o show que aconteceria hoje (10), em São Sebastião, SP, foi remarcado para amanhã, dia 11/01, às 19h. A decisão foi tomada visando a recuperação e o bem-estar da artista, garantindo a qualidade da apresentação e a melhor experiência ao público”, dizia o texto.
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Quem foi a "Helena" de Manoel Carlos que se calou sobre morte do autor
Reprodução
Após a morte de Manoel Carlos, renomado autor que faleceu nesse sábado (10/1) no Rio de Janeiro aos 92 anos, internautas não deixaram de notar que apenas uma das protagonistas das novelas de Maneco, as “Helenas”, não se pronunciou sobre a morte do dramaturgo.
Até o momento da publicação, apenas Christiane Torloni ainda não lamentou o ocorrido no perfil nas redes sociais. Ela viveu a personagem Helena em Mulheres Apaixonadas (2002), em que fez par romântico com Tony Ramos.
O “silêncio” da atriz não foi interpretado como uma rixa ou ressentimento com Manoel Carlos; e sim como uma possível confirmação de Torloni no elenco do Big Brother Brasil 2026.
Rumores que a atriz estaria no BBB 26 surgiram em publicações no X, antigo Twitter, no final de dezembro. Em nota ao Metrópoles, a equipe de Christiane Torlon, no entanto, garante que ela não estará no reality show.
“A Christiane está em cartaz com a peça com o Antonio Fagundes. Não tem como fazer a peça e participar do BBB”, afirma. A partir de 15 de janeiro, ela estrela na peça Dois de Nós, ao lado de Antonio Fagundes em São Paulo.
O reality show já apresentou os participantes do grupo Pipoca, que competem nas Casas de Vidro espalhadas pelo Brasil, mas os participantes Camarote e ex-veteranos serão anunciados apenas na estreia do programa nesta segunda-feira (12/1).
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USP: Inflamação bucal pode piorar danos cerebrais ligados ao Parkinson
Divulgação/USP
A inflamação crônica causada por doenças na gengiva pode afetar muito mais do que a boca: pode acelerar a perda de neurônios no cérebro, agravando os sintomas da doença de Parkinson. Este é um dos principais resultados de um estudo conduzido em modelo animal por pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (Forp) da Universida de São Paulo (USP), no interior de São Paulo.
A equipe, orientada pelas professoras Glauce Crivelaro do Nascimento e Elaine Aparecida Del Bel Belluz Guimarães, ambas do Departamento de Biologia Básica e Oral da Forp, verificou que a periodontite – infecção bacteriana dos tecidos de suporte dentário – intensifica processos inflamatórios no cérebro e agrava a degeneração de neurônios responsáveis pela produção de dopamina, substância essencial para o controle dos movimentos.
A hipótese do estudo foi apoiada em evidências científicas recentes mostrando que inflamações crônicas iniciadas fora do cérebro, como as que ocorrem na gengiva, podem afetar o sistema nervoso central. Isso acontece porque substâncias inflamatórias liberadas na corrente sanguínea chegam até o cérebro e ativam células do sistema imunológico local, provocando o chamado estresse oxidativo – um desequilíbrio químico que danifica as células e acelera o envelhecimento do tecido nervoso. Assim, o grupo decidiu investigar, em modelo animal, se uma inflamação bucal prolongada poderia intensificar a perda de neurônios e os déficits motores típicos da doença de Parkinson.
Inflamação periférica crônica pode chegar ao cérebro
A doença de Parkinson é uma condição neurodegenerativa que causa a perda gradual dos neurônios produtores de dopamina. Quando esses neurônios morrem, surgem sintomas como tremores, rigidez muscular e lentidão motora.
Já a periodontite é uma infecção bacteriana crônica que atinge as gengivas e os tecidos que sustentam os dentes. É provocada pelo acúmulo de placa bacteriana e pode causar sangramento, retração da gengiva e até perda dentária, mas não se limita à área bucal. “A inflamação periférica crônica, mesmo quando localizada na boca, pode induzir ou agravar processos inflamatórios no cérebro, contribuindo para a degeneração dos neurônios dopaminérgicos da substância negra – região do cérebro responsável por produzir a dopamina”, afirma Glauce.
A hipótese, explica a pesquisadora, é que os mediadores inflamatórios liberados na periodontite, como o fator TNF-α (sigla para necrose tumoral alfa, que designa pequenas proteínas importantes no sistema imune), entram na corrente sanguínea e alcançam o sistema nervoso central, ativando as micróglias (células protetoras do sistema nervoso) e aumentando o estresse oxidativo.
“Esses fatores tornam o ambiente cerebral mais hostil, o que acelera a perda neuronal típica do Parkinson”.
Estado inflamatório com reflexos no cérebro
Para investigar a relação entre Parkinson e periodontite, os pesquisadores realizaram testes em ratos divididos em quatro grupos: um controle (saudável), um com periodontite, outro com lesão dopaminérgica (modelo de Parkinson) e um quarto grupo com a combinação das duas condições.
A periodontite foi provocada pela colocação de uma ligadura em volta dos dentes molares, o que causa acúmulo bacteriano e inflamação. Já a lesão dopaminérgica foi provocada por meio da administração de uma substância, chamada 6-hidroxidopamina (6-OHDA), que destrói seletivamente neurônios produtores de dopamina no corpo estriado – região do cérebro envolvida no controle dos movimentos. Desta forma, segundo Glauce, foi possível “avaliar de forma integrada os efeitos da inflamação periférica sobre o sistema nervoso central e compreender como a saúde bucal pode interferir em processos neurodegenerativos”.
Os animais passaram por testes que avaliam coordenação motora e equilíbrio, como o rotarod – em que o rato precisa caminhar sobre uma roda giratória – e o teste da caminhada, que mede o uso das patas dianteiras. Também foram feitas análises de sangue, microtomografia da mandíbula para confirmar a perda óssea causada pela periodontite, além de exames histológicos e moleculares do cérebro para avaliar inflamação, estresse oxidativo e morte neuronal.
Os resultados mostraram que os animais com periodontite apresentaram pior desempenho nos testes motores, especialmente quando combinada à lesão dopaminérgica. Houve também maior perda desses neurônios no corpo estriado e aumento da ativação de micróglia e astrócitos – células de defesa que, quando hiperativas, contribuem para a inflamação cerebral.
Além disso, o grupo com ambas as condições apresentou aumento de espécies reativas de oxigênio (ROS) – moléculas tóxicas que danificam as células – e níveis mais altos da citocina inflamatória TNF-α no sangue, acompanhados de queda na citocina IL-10, que tem efeito anti-inflamatório. “Esses achados indicam um estado inflamatório sistêmico que se reflete no cérebro, amplificando a neurodegeneração”, explica Glauce.
A professora Elaine acrescenta que essa inflamação periférica pode atingir o cérebro por diferentes vias. “Há indícios de que as substâncias inflamatórias consigam atravessar a barreira hematoencefálica – uma espécie de filtro protetor do cérebro -, além de possíveis conexões anatômicas entre as vias oronasais e o sistema nervoso central e até mesmo interações mediadas pela microbiota oral e intestinal”, destaca.
Conexão entre saúde bucal e neurodegeneração
O trabalho reforça o conceito de que a periodontite vai muito além de um problema odontológico. “Ela é uma condição inflamatória sistêmica capaz de afetar órgãos distantes. O estudo mostra um mecanismo biológico plausível para explicar por que pacientes com periodontite apresentam maior risco e progressão mais rápida da doença de Parkinson.”
As pesquisadoras ressaltam que os resultados foram obtidos em modelo experimental, mas trazem implicações clínicas importantes. O controle da inflamação oral, por meio de tratamento periodontal adequado e acompanhamento odontológico regular, pode ajudar a reduzir a carga inflamatória sistêmica e, potencialmente, retardar a progressão de doenças neurodegenerativas.
Com base nesses resultados, o grupo iniciou novos experimentos para testar intervenções terapêuticas que possam reverter ou prevenir a neurodegeneração associada à inflamação periodontal. “Estamos avaliando, por exemplo, o uso de compostos com ação anti-inflamatória e antioxidante, como o canabidiol, para investigar se conseguimos proteger os neurônios dopaminérgicos nesse modelo”, informa Elaine.