Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Isabel Veloso escreveu carta ao filho: “Sei que meu colo faz falta”

    Foto: Instagram/Reprodução
    foto colorida de Isabel Veloso com o marido, Lucas Borbas, e o filho, Arthur - metrópoles

    A influenciadora Isabel Veloso, de 19 anos, que ficou conhecida ao compartilhar nas redes sociais sua longa batalha contra um câncer agressivo, morreu neste sábado (10/1). Três meses antes da morte, em outubro, a influenciadora havia escrito uma carta para o filho, Arthur, de apenas um ano, enquanto estava hospitalizada.

    O texto foi compartilhado nas redes sociais e voltou a repercutir após a confirmação do falecimento. O filho é fruto do casamento da influenciadora com Lucas Borbas, de 27 anos.

    A influenciadora foi diagnosticada com Linfoma de Hodgkin em 2021 e, desde então, compartilhava sua rotina com a doença nas redes sociais.

    Na mensagem, ela dizia: “Sei que meu colo faz falta… mas quero te contar uma coisa: eu não fui embora… Estou aqui, dentro de tudo — no seu travesseiro, no brinquedo que você gosta”.

    Após a morte da influenciadora, o post com a carta aberta recebeu vários comentários de seguidores. “Arthur, se um dia ver isso, saiba que a mamãe não mentiu, o reencontro acontecerá, a mamãe foi morar com Jesus, já não há mais dor”, escreveu um internauta.

    Leia a carta na íntegra:

    “Oi, meu amor.
    A mamãe não está com você agora, e eu sei que você sente.
    Sei que meu colo faz falta.
    E que esse cheirinho que você procura no ar ainda não está aí..
    Mas quero te contar uma coisa: eu não fui embora…
    Estou aqui, dentro de tudo.
    No seu travesseiro, no brinquedo que você gosta, no som que a casa faz quando você acorda.
    E principalmente… estou dentro do motivo que me fez levantar mais uma vez: você, meu amor.
    A mamãe está num lugar que cuida do corpo.
    Pra que eu fique forte de novo.
    Pra te carregar.
    Pra correr com você no parque,
    Pra ver você crescer, sorrir, dormir em paz.
    E eu vou voltar.
    Vai demorar um pouquinho, mas eu volto.
    Com o mesmo coração, com o mesmo cheiro, com o mesmo amor.
    Com um abraço que vai colar de novo tudo o que essa saudade fez.
    Se alguém estiver lendo isso pra você, saiba: a mamãe está ouvindo também, de onde estiver.
    E o que ela mais quer, é te dizer: você nunca esteve sozinho.
    Nem na UTI, nem agora.
    Porque o amor da mamãe… ficou.
    Inteiro, e em tudo.
    Te amo mais do que qualquer distância pode medir.
    Prometo que volto logo.”

  • Yeison Jiménez: piloto usou celular enquanto decolava avião que caiu

    Reprodução/Redes sociais
    Vídeo mostra piloto ao celular enquanto decolava avião que caiu na Colômbia

    Momentos antes de morrer em um acidente de avião na Colômbia nesse sábado (10/1), o fotógrafo da equipe do cantor colombiano Yeison Jiménez, Waisman Mora, publicou no perfil nas redes sociais um vídeo que mostra o piloto da aeronave usando o celular durante a decolagem da aeronave, que caiu instantes depois.

    O registro gerou revolta nas redes sociais. Além do cantor, do fotógrafo e do piloto, identificado como Hernando Torres, outras três pessoas estavam no avião particular. Nenhum dos seis tripulantes resistiu à queda.

    Um vídeo compartilhado nas redes sociais neste domingo (11/1) supostamente mostra o momento do acidente, quando a aeronave perde altitude pouco após a decolagem e cai em uma região de mata nas proximidades da pista. Veja:

    De acordo com o Ministério dos Transportes da Colômbia, a aeronave, de matrícula N325FA, completou as manobras pré-decolagem conforme o habitual, mas acabou tendo um problema na hora de alçar voo e não decolou no ponto indicado.

    As causas do acidente, no entanto, ainda estão sob investigação. À imprensa colombiana, a ministra dos Transportes da Colômbia acrescentou que será realizada uma revisão na documentação do plano de voo e dos movimentos recentes da aeronave, além de uma análise na rastreabilidade e no histórico de manutenção.

    Conhecido por sucessos da música popular colombiana, como Aventurero e Vete, Yeison Jiménez ganhou destaque no país nos últimos anos. Ele viajava rumo à cidade de Medellín para uma apresentação.

    O empresário de Jiménez, Jefferson Osorio, o fotógrafo Waisman Mora e os produtores Óscar Marín e Juan Manuel Rodríguez, além do piloto Hernando Torres, também faleceram no acidente.

  • Justiça do AM condena homem a pagar R$ 7,3 milhões por desmatamento em Manicoré

    A Justiça do Amazonas condenou um homem por desmatar ilegalmente mais de 454 hectares de vegetação nativa no município de Manicoré, no sul do estado, a 456 quilômetros de Manaus. A decisão atende a uma ação civil pública ambiental movida pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM) e foi proferida pela 1ª Vara da Comarca do […]

  • Perigo no mar: 6 homens morrem afogados em SP em menos de 24 horas

    Divulgação/Governo de SP
    Imagem colorida mostra Praia no litoral de São Paulo - Metrópoles

    Seis pessoas morreram afogadas em praias de Itanhaém, Guarujá e Praia Grande, no litoral sul de São Paulo, até o começo da manhã deste domingo (11/1).

    O caso mais recente foi na madrugada de hoje, que não teve intervenção do Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar).

    Segundo o GBMar, outras 67 vítimas foram salvas nas praias do litoral paulista no mesmo período.

    O primeiro caso aconteceu por volta do meio-dia desse sábado (10/1), no bairro Jardim Imperador, em Praia Grande. Um adolescente de 14 anos desapareceu no mar. Equipes de resgate chegaram a usar uma aeronave para auxiliar nas buscas e o jovem foi encontrado cerca de 20 minutos depois, já em alto grau de afogamento.

    O adolescente foi levado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Samambaia, mas não sobreviveu.

    O segundo caso, em Itanhaém, aconteceu cerca de três horas depois. As equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas às 14h48 para resgatar dois banhistas no bairro de Aparecida.

    Um guarda-vidas conseguiu retirar a primeira vítima, que teve uma parada cardiorrespiratória logo na sequência e morreu. Já a segunda vítima foi encontrada mais de 30 minutos depois.

    Bombeiros e uma equipe médica realizaram manobras de reanimação, mas o homem morreu a caminho do Hospital Regional de Itanhaém.

    Mais tarde, por volta das 17h20, em Praia Grande, um jovem de 21 anos sumiu enquanto estava em um passeio com a esposa e o irmão. Seu corpo foi localizado pela polícia por volta das 19h, no bairro Ocian.

    Milhares de paulistanos foram para as praias neste fim de semana que tem previsão de sol forte. Para evitar afogamentos, os bombeiros afirmam que é importante evitar locais com sinalização de perigo, permanecer próximo aos postos de guarda-vidas, e redobrar a atenção com crianças e idosos.

  • Veja momento em que avião de cantor Yeison Jiménez caiu na Colômbia. Veja o vídeo

    Yeison Jiménez acidente avião colombia capa

    Um vídeo que circula nas redes sociais neste domingo (11/1) mostra o suposto momento em que caiu o avião em que estavam o cantor colombiano Yeison Jiménez e outras cinco pessoas. Segundo o Ministério dos Transportes da Colômbia, nenhuma das vítimas sobreviveu ao acidenteVeja:

    O acidente ocorreu por volta das 16h desse sábado (10/1), quando o avião perdeu altitude logo após a decolagem e caiu em uma região de mata nas proximidades.

    Devido ao impacto da queda, o avião particular, de matrícula N325FA, entrou em chamas, dificultando as buscas e resgates das vítimas. Os corpos foram levados para Bogotá para identificação e exames periciais.

    Segundo informações preliminares, as seis vítimas do acidente foram:

    As causas do acidente ainda estão sob investigação. À imprensa, a ministra dos Transportes da Colômbia explicou que as autoridades farão uma revisão da documentação do plano de voo e dos movimentos recentes, além de uma análise na rastreabilidade da aeronave e no histórico de manutenção.

    Conhecido por sucessos da música popular colombiana, como Aventurero e Vete, Yeison Jiménez ganhou destaque no país nos últimos anos. Ele viajava rumo à cidade de Medellín para uma apresentação.

  • Um dos maiores narcotraficantes do Brasil é preso em boate em MG

    Reprodução/Romeu Zema
    Imagem colorida, Um dos maiores narcotraficantes do Brasil é preso em boate em MG - Metrópoles

    Considerado um dos maiores traficantes de drogas do Brasil, Sonny Clay Dutra, de 43 anos, foi preso na noite dessa sexta-feira (9/1) pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). A captura ocorreu dentro de uma boate em Divinópolis, no Centro-Oeste do estado mineiro. Ele integrava a lista do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) de criminosos mais procurados do país.

    Segundo a PCMG, Sonny foi detido enquanto confraternizava com amigos em um prostíbulo da cidade. Durante a abordagem, os policiais encontraram uma arma de fogo, o que resultou em autuação por porte ilegal. Um veículo de luxo também foi apreendido.

    Autoridades apontam Dutra como o maior traficante de pasta base de cocaína em Minas Gerais e um dos principais do Brasil. De acordo com as investigações, ele atuava como intermediário entre fornecedores internacionais e traficantes brasileiros, mantendo boa relação e ligação com diferentes facções criminosas.

    “Ele tem grandes contatos em regiões de fronteira, principalmente na Bolívia e no Paraguai”, afirmou Marcus Vinícius Vieira, chefe da Divisão Especializada Operacional do Departamento de Operações Especiais (Deoesp).


    Histórico criminal de Sonny


    Monitoramento e prisão

    De acordo com a PCMG, Sonny morava em Itaúna (MG) e havia mudado a aparência para tentar despistar as autoridades. Ele já vinha sendo monitorado por equipes do Deoesp, em Belo Horizonte, que identificaram sua presença em Divinópolis.

    A ação foi planejada para evitar riscos aos frequentadores do local e aos policiais envolvidos. Segundo o delegado Davi Batista Gomes, o investigado era responsável por estruturar toda a logística de distribuição da pasta base de cocaína para Minas Gerais e outros estados.

    “Ele é seguramente o maior traficante de pasta base de cocaína no estado e um dos maiores do Brasil”, afirmou o delegado.

    Sonny Clay Dutra tinha mandado de prisão em aberto e já foi condenado a mais de 11 anos de reclusão. Após a detenção, ele foi levado sob escolta para uma unidade do Deoesp, em Belo Horizonte, e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional.

    A PCMG informou ainda que novas fases da investigação devem aprofundar o rastreamento da movimentação financeira da organização criminosa liderada por Sonny.

  • Acusado de tentativa de homicídio é mantido preso após audiência de custódia

    O juiz Alesson Braz, da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar, decretou a prisão preventiva de José Fabrício Moreira da Silva, o “Bibi”, de 36 anos. Ele é acusado de, na semana passada, ter tentado matar a golpes de barra de ferro o detento monitorado por tornozeleira eletrônica Edmilson Monteiro de Oliveira, […]

  • Suco de limão com gengibre e erva-cidreira refresca e desincha

    Getty Images
    Pessoa segura bandeja com seis copos de suco verde

    Refrescante e aromático, o suco de limão com gengibre e erva-cidreira é uma opção simples para quem busca hidratação com sabor e benefícios naturais. A combinação une o toque cítrico do limão, o frescor herbal da erva-cidreira e o leve ardor do gengibre, criando uma bebida equilibrada e fácil de preparar.

    Além de refrescar, esse suco é conhecido por ajudar na digestão e na sensação de leveza ao longo do dia. Pode ser servido bem gelado e adoçado a gosto, funcionando tanto como acompanhamento de refeições leves quanto como bebida para matar a sede.

    Veja a receita completa:

    Ingredientes

    Modo de preparo

    1. Coloque os limões, o capim-cidreira, o gengibre e a água no liquidificador.
    2. Bata por alguns minutos até triturar bem os ingredientes.
    3. Coe o suco, se desejar, para uma textura mais leve.
    4. Adoce a gosto e sirva bem gelado.
  • Polícia encontra corpo e suspeita que seja de PM desaparecido em SP

    Reprodução
    Cabo da PM Fabrício Gomes Santana - Metrópoles

    A polícia localizou um corpo na manhã deste domingo (11/1). A suspeita é que seja do policial militar (PM) Fabricio Gomes de Santana, de 40 anos, visto pela última vez na noite da última quarta-feira (7/1) na zona sul de São Paulo. O carro do soldado foi localizado carbonizado no final da tarde seguinte (8/1) em uma área de mata em Itapecerica da Serra, na região metropolitana.

    O suposto corpo do soldado, que iria se casar no civil na última sexta (9/1), foi localizado em uma área de mata em Embu-Guaçu, município ao sul da região metropolitana de São Paulo, distante pouco mais de 15 km de Itapecerica, onde o carro dele foi encontrado.

    Fontes da corporação afirmaram ao Metrópoles que a PM recebeu uma denúncia de um corpo enterrado no local. Pela localização, há indícios suficientes para suspeitar que seja o soldado Fabrício. Uma perícia deve ser realizada para confirmar a identidade do morto.

    Ele teria entrado em uma discussão com um suposto traficante em uma adega. A suspeita é que o PM tenha sido vítima de um tribunal do crime.

    Três pessoas suspeitas de envolvimento no desaparecimento do soldado foram presas nessa sexta-feira (9/1). As identidades não foram divulgadas pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).

    Carro carbonizado

    No final da tarde seguinte ao desaparecimento, a polícia foi informada que o veículo do policial, modelo Ford Ka, havia sido encontrado carbonizado em uma estrada de terra no bairro Jardim Mombaça, em Itapecerica da Serra.

    Paralelamente, a equipe da Delegacia de Itapecerica obteve imagens de uma câmera de segurança mostrando o veículo da vítima andando pela rua Richard Beck, uma via de terra batida, em Itapecerica, por volta das 16h30 de quinta-feira.

    Veja o vídeo:

     

    O corsa cinza visto nas imagens estava estacionado em frente ao imóvel, com três galões vazios com cheiro de gasolina no porta-malas. Gleison foi conduzido à delegacia e prestou depoimento.

    À polícia, o proprietário do Corsa negou envolvimento no desaparecimento de Fabrício. Ele afirmou que os galões eram seus e que os carrega para o caso de a gasolina acabar.

    Segundo o boletim de ocorrência, Gleison é conhecido no bairro como “Gato Preto”, o mesmo apelido do homem que teria abordado e levado Fabrício e Isaque até o local onde o policial foi visto pela última vez.

    Gleison contou em seu depoimento que, por volta das 15h de quinta estava na rua quando um conhecido da comunidade, identificado como Fabio, pediu para que o acompanhasse até o bairro do Santa Julia, em Itapecerica da Serra, onde venderia um carro. A ideia era que Gleison levasse Fabio de volta após a venda.

    De acordo com o depoimento, o veículo que seira vendido era o Ford Ka, depois identificado como o carro de Fabrício. Gleison relatou ter seguido o carro conduzido por Fabio que, em determinado local da estrada, pediu para que o dono do Corsa o esperasse e entrou com o Ford Ka em uma área de mato.

    Em seguida, voltou e entrou no carro do colega. Os dois retornaram ao bairro onde residem. Gleison afirmou aos policiais que conhece Fabio da comunidade e não sabe onde o mesmo reside.

    Desaparecimento de PM

    Fabrício foi visto pela última vez na noite de quarta-feira. O último contato dele foi com um irmão, a quem teria enviado uma mensagem informando sobre a desavença na adega. Depois disso, o próprio irmão comunicou o desaparecimento à polícia.

    O carro do PM foi encontrado carbonizado na Rua Richard Arnold Beck, em Itapecerica da Serra, na região metropolitana, na tarde de quinta.

    Até o momento, três suspeitos de envolvimento no desaparecimento do cabo foram presos. A ocorrência foi registrada como desaparecimento de pessoa e localização/apreensão de veículo na Delegacia de Itapecerica da Serra.

    “As investigações seguem em andamento para localizar o policial militar e esclarecer os fatos. A PM também acompanha o caso e auxilia nas buscas pelo agente”, disse a Secretaria da Segurança Pública anteriormente.

  • ONG anticorrupção diz sofrer “escalada de assédio” do governo Lula

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
    Imagem colorida do presidente do Brasil

    A Transparência Internacional, organização sem fins lucrativos que atua no combate à corrupção, afirmou que sua unidade no Brasil enfrenta uma “escalada de assédio” por parte de membros do governo Lula. Segundo a ONG, declarações públicas tentam deslegitimar seu trabalho por meio de acusações sem comprovação e alegações de motivação política. A manifestação foi divulgada pelo secretariado global da organização, sediado em Berlim.

    Em nota, a entidade diz que “seu capítulo brasileiro está enfrentando uma escalada de assédio vinda de membros do governo brasileiro”, apesar de o próprio governo defender publicamente o papel das organizações da sociedade civil na formulação de políticas públicas, na governança democrática e na prevenção da corrupção, especialmente em programas de grande volume de investimentos públicos.

    A ONG afirma que o braço brasileiro participa de iniciativas governamentais e atua em debates sobre políticas públicas e mecanismos de controle, com recomendações baseadas em evidências e foco no fortalecimento institucional e na proteção de recursos públicos.

    Pedido de independência

    O presidente do Conselho Global da Transparência Internacional, François Valérian, manifestou apoio à unidade brasileira e pediu que o governo cesse o que a entidade classifica como assédio, defendendo que organizações da sociedade civil exerçam análise independente sem retaliações.

    A nota menciona ainda declaração recente de um integrante do governo segundo a qual a Transparência Internacional – Brasil estaria sob investigação da Polícia Federal. De acordo com a organização, “não há registros públicos dessa investigação, e a Transparência Internacional – Brasil não foi formalmente notificada nem recebeu documentação oficial”. Diante disso, a entidade informa ter enviado cartas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, e a outros ministros solicitando esclarecimentos.

    O texto cita também que, em outubro, a Transparência Internacional já havia reagido a ataques após autoridades do alto escalão do Judiciário brasileiro repetirem publicamente alegações que a organização classifica como infundadas sobre seu financiamento e suas atividades.

    ONG criticou prisão de Bolsonaro

    A Transparência Internacional criticou em agosto a decisão do ministro Alexandre de Moraes (STF), que levou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à prisão domiciliar.

    A organização internacional considerou preocupante a detenção de Bolsonaro com base em “fundamentos jurídicos frágeis” por suposta violação de “proibição genérica de comunicação”.

    Na avaliação da ONG, a medida de Moraes “parece configurar tentativa de silenciamento incompatível com o Estado de Direito”.