Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • SP: impasse marca acolhida de imigrantes em meio à crise venezuelana

    SP: impasse marca acolhida de imigrantes em meio à crise venezuelana

    Acervo Pessoal
    Imagem colorida mostra reunião de imigrantes acolhidos no Caef Ebenezer

    Enquanto o mundo observa a situação política e econômica da Venezuela após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o acolhimento a imigrantes, incluindo venezuelanos, em São Paulo vive um capítulo de impasse. Desde dezembro, o Centro de Acolhida Especial para Famílias (Caef) Ebenezer, da Prefeitura de São Paulo, na zona leste, o atendimento a novas famílias está interrompido por decisão administrativa.

    A gestão municipal havia até recuado após determinação provisória do Tribunal de Justiça (TJSP), mas representantes da instituição alegam que a indefinição continua, não há continuidade dos serviços.

    A situação preocupa a Defesonria do Estado, o Caef e a organização social que executa o trabalho no local.

    Coordenado pelo Centro de Apoio Pastoral do Migrante (CAMI), o Caef Ebenezer é uma das poucas instituições que abrigam núcleos familiares completos no mesmo cômodo.

    Em outros locais, os integrantes são acomodados em galpões separados para homens ou mulheres e crianças. Essa política pública municipal de acolhimento a imigrantes já recebeu prêmio da Organização das Nações Unidas (ONU).

    Localizado no bairro da Penha, o centro atendia 40 famílias de diferentes origens até dezembro, quando a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) iniciou um processo de reformulação da rede de acolhimento com previsão de fechamento do Caef Ebenezer. Durante esse processo, 20 famílias aceitaram a transferência para uma unidade do programa Vila Reencontro — que atende moradores em situação de rua — na zona norte da capital.


    Tribunal de Justiça proíbe fechamento do Caef Ebenezer


    Ao Metrópoles, o coordenador do Cami, Roque Patussi, afirmou que a instituição atravessa um momento de incerteza após a transferência das famílias — que pode ser interpretada como um movimento inicial de restringir os trabalhos do Caef — e a reformulação programada pela prefeitura.

    Representantes do centro se reuniram com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads) para discutir o impasse e foram informados que um novo oficío estabeleceria novas orientações. Segundo Patussi, no entanto, o texto não chegou.

    “Nessa reunião, a secretaria nos garantiu que aquele documento (sobre mundaças de atendimentos) que nos foi enviado seria anulado, porque foi um documento utilizado para todas as instituições, mas nós fazemos um trabalho diferenciado e com uma população diferenciada. Falaram que faríam um novo ofício confirmando a continuidade da parceria com a prefeitura. Esse ofício até hoje não veio. Então, a gente não sabe em que pé ficamos, uma vez que não temos uma orientação de como proceder. Temos um contrato com a prefeitura até 2029, mas não temos clareza do que o município quer que a gente faça como serviço.”

    Em meio à indefinição, o atendimento fica prejudicado. A gerente de serviço do Caef Ebenezer, Bruna Lima, confirma que o recebimento de novas família está suspenso pela prefeitura, apesar da capacidade para acolher mais imigrantes.

    “A gente sabe dos traumas deles, não só dos venezuelanos. E aqui a gente tinha uma proteção muito grande. Acompanhávamos eles nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) para atendimentos médicos, nas escolas para a matrícula dos filhos e em todos outros lugares”, afirmou Bruna.

    Atualmente, 20 famílias são atendidas no Caef Ebenezer, uma delas de imigrantes venezuelanos. A expectativa é de que elas também sejam transferidas até o final de janeiro.

    Imigrantes com moradores de rua

    A transferência de imigrantes do Caef Ebenezer é motivo de preocupação para a gerente do centro.

    “As mulheres grávidas, quando tinham bebê, a gente ficava todo o período com elas no hospital. Para as crianças e adolescentes, temos educadores sociais que promovem atividades durante todo o dia. Também ajudamos com a documentação. Os brasileiros também dependem de políticas públicas, mas estão em seu país natal, já sabem como funciona. Os impactos são diferentes para os imigrantes, principalmente por causa de barreiras de idioma”, acrescentou a gerente do Caef Ebenezer, que já acolheu famílias do Afeganistão.

    Coordenador do Cami, Roque Patussi lembra que, em 2018, venezuelanos acabaram alvos de ameaças e violência em um abrigo. Foi um encontro infeliz, mas a segregação tampouco ajuda no processo todo.

    “Muitos deles não falam nada de português ainda porque são recém-chegados. Aí você coloca junto com pessoas da comunidade brasileira que não vão se entender e, de repente, por qualquer motivo, pode se transformar num pico de violência com rivalidade entre grupos de brasileiros e estrangeiros. Segregá-los, colocar só imigrantes num único local, também não é bom. O procedimento ideal seria integrar as populações aos poucos. Primeiro levar para Vila Reencontro as famílias que já falam português, têm estabilidade e conhecimento do Brasil. Assim elas vão começando a criar vínculos com a população local.”

    O prefeito Ricardo Nunes já afirmou que a cidade recebe de braços abertos venezuelanos que buscaram refúgio “ao fugirem de um governo ditador”.

    “Hoje nós temos 27 mil vagas, estamos com 21 mil locais ocupados nos nossos abrigos. Espero que [os venezuelanos] não venham, até porque agora eles não têm necessidade, tendo em vista estar preso e respondendo lá na justiça dos Estados Unidos esse ditador Nicolás Maduro, amigo do Lula”, afirmou.

    Ele espera que o fluxo migratório seja menor. “A gente espera agora que eles não necessitem vir para cá. Se vierem, obviamente, a cidade de São Paulo vai receber a todos com muito carinho, como sempre fez”, acrescentou.

    O que diz a prefeitura

    Em nota, a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social afirmou que o Caef Ebenezer segue em funcionamento, atendendo atualmente 157 pessoas.

    “A entrada de novos usuários está sendo realizada de forma planejada como parte do processo de aprimoramento da rede socioassistencial, visando melhorar o atendimento à população.”

    “A medida tem como objetivo adequar a oferta de vagas aos novos modelos de acolhimento adotados pelo município, como as Vilas Reencontro, que priorizam a autonomia das famílias”, diz a nota.

    A pasta afirmou ao Cami que continuará o serviço no Caef Ebenezer “até que seja possível a conclusão do reordenamento das famílias remanescentes, com os devidos encaminhamentos para as Vilas ou para os Centros de Acolhimento, conforme pactuação, normativas vigentes e avaliação técnica da rede socioassistencial.”

    Sobre o recebimento de imigrantes em São Paulo, a prefeitura afirmou que 1.009 venezuelanos são acolhidos na rede municipal em centros exclusivos para estrangeiros, Vilas Reencontro e outros equipamentos da administração municipal.

    “Além do acolhimento, a Prefeitura oferece orientação para a regularização migratória, acesso a direitos sociais e inclusão social, entre outros serviços, no Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (CRAI) Oriana Jara, na região central. Em 2025 foram atendidos 1.538 cidadãos vindos da Venezuela nesta unidade.”

  • Justiça manda Bradesco recontratar funcionária demitida com câncer

    Justiça manda Bradesco recontratar funcionária demitida com câncer

    Pramote Polyamate via Getty Images
    Mão de paciente em tratamento contra câncer, no hospital. Bradesco demitiu paciente - Metrópoles

    A Justiçade São Paulo determinou que o banco Bradesco recontratasse uma funcionária que havia sido demitida sem justa causa em meio a um tratamento de câncer no colo do útero. A mulher, com 20 anos de casa, foi desligada em julho do ano passado e recontratada na terça-feira (6/1).

    A decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, proferida em 5 de dezembro do ano passado, estabeleceu também a manutenção do plano de saúde.

    Na sentença, em caráter provisório de urgência, a desembargadora Ana Maria Moraes Barbosa Macedo afirmou que “não há dúvida de que a perda do emprego e do plano de saúde durante o tratamento de grave enfermidade acarreta perigo grave irreversível ao trabalhador que necessita do emprego para sustento e do plano de saúde para o tratamento”.

    Anteriormente, a 3ª Vara do Trabalho de Osasco, na região metropolitana, havia indeferido o pedido de antecipação de tutela feito pela trabalhadora.

    Readmitida pelo Bradesco

    A funcionária, que segue em quimioterapia e deu início a um tipo de radioterapia, disse que “jamais conseguiria seguir o tratamento sem a decisão judicial”. Nesse período em que ela ficou fora da empresa, o plano de saúde foi mantido em parte do tempo.

    Em nota, os advogados Kiyomori Mori, Carlos Toni e Hamilton Oguma elogiaram a Justiça do trabalho.

    “É um acinte demitir uma trabalhadora após quase duas décadas de dedicação ao banco, em um momento de tamanha fragilidade. A Justiça do trabalhador segue acolhedora às questões sociais relevantes, cumprindo seu papel constitucional”, apontou o texto.

    Procurado pelo Metrópoles, via assessoria de imprensa, o Bradesco disse que não comentará o caso.

  • Com veto, dosimetria volta a ser "problema" para cúpula do Congresso

    Com veto, dosimetria volta a ser "problema" para cúpula do Congresso

    Breno Esaki/Metrópoles
    Advogado Trump Lula Alcolumbre

    O veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Projeto de Lei (PL) da Dosimetria trouxe de volta um problema para o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A avaliação entre parlamentares é de que, ao barrar o texto, o Palácio do Planalto recolocou no colo do comando do Congresso um tema sensível que já havia sido enfrentado no fim de 2025 e que agora volta a pressionar a pauta do início do ano legislativo.

    O PL foi aprovado no Senado, depois de passar pelas mãos dos deputados, no apagar das luzes do ano legislativo de 2025, em meados de dezembro. A intenção, com isso, era “virar a página” do assunto, evitando que o tema continuasse a gerar desgaste político interno.


    A saga da dosimetria


    Com o veto presidencial, no entanto, o assunto retorna obrigatoriamente à mesa do Congresso Nacional, que precisará decidir se mantém ou derruba a decisão de Lula. O objetivo da oposição é que o veto seja analisado logo na primeira sessão conjunta depois do recesso, que termina no início de fevereiro.

    O veto ao PL da Dosimetria foi imposto por Lula na última quinta-feira (8/1), quando os atos antidemocráticos que resultaram na invasão de depredação das sedes dos Três Poderes completaram 3 anos. O anúncio foi realizado em um evento no Palácio do Planalto cercado por apoiadores do governo e autoridades aliadas de Lula.

    Embora o momento tenha sido aproveitado por Lula para demarcar uma posição política, a avaliação de parlamentares, até mesmo aliados do presidente, é de que o gesto possa abrir um novo flanco de desgaste entre o Executivo e o Legislativo, com a derrota simbólica aos parlamentares.

    A reação da oposição, desde já, é articular para que a análise do veto seja uma das prioridades do Congresso na volta dos trabalhos, embora ainda não haja uma data definida para tal – o que depende de Alcolumbre.

    Nos bastidores, a oposição afirma que o veto já era esperado, uma vez que Lula vinha declarando até publicamente, desde a aprovação do projeto no fim de 2025, que não sancionaria a matéria. Mesmo assim, o grupo vê no retorno do tema uma oportunidade de pressionar o comando do Congresso e expor divergências entre o Legislativo e o Executivo logo no começo de 2026.

    A insistência promete manter o assunto no centro do debate político e aumentar a pressão sobre Alcolumbre, que terá de administrar novamente um tema que tentava deixar para trás ao definir as prioridades do Congresso neste ano.

  • 1º ciclone extratropical do ano deixa Sul em alerta. Confira previsão

    1º ciclone extratropical do ano deixa Sul em alerta. Confira previsão

    Foto: Tiago Ghizoni, Arquivo NSC Total
    Imagem colorida mostra tempo fechado em cidade - Metrópoles

    A atuação de um ciclone extratropical entre o Paraguai e o norte da Argentina no começo deste sábado (10/1) vai provocar fortes temporais em toda a região Sul do país neste final de semana. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja de tempestade para boa parte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que podem registrar chuvas de até 100 mm/dia e ventos na casa dos 100 km/h.

    O ciclone deve se deslocar para o leste no domingo (11/1), podendo passar sobre o extremo sul gaúcho. A previsão aponta que na segunda-feira (12/1) ele já estará sobre o oceano, afastando-se do litoral brasileiro.

    Com o ciclone formado, uma das consequências será uma frente fria que vai aumentar as condições para chuva em estados, como São Paulo e Mato Grosso do Sul.

    Sul

    Conforme aponta a Climatempo, a formação do ciclone vai gerar nuvens do tipo cumulonimbus, que se espalham sobre o Sul do país, causando chuvas intensas, muitos raios e fortes rajadas de vento. É esperado acumulados que podem atingir 100 mm, com rajadas de vento variando entre 80 km/h e 100 km/h.

    No Rio Grande do Sul, a expansão e maior intensidade da baixa pressão atmosférica sobre o norte da Argentina ocasionará chuvas e ventos fortes já nas primeiras horas de sábado.

    “No sábado, 10 de janeiro, quase todo o Rio Grande do Sul ainda estará sujeito a temporais. Apenas o extremo oeste gaúcho fica fora desta condição. Além disso, no sábado, o ciclone extratropical já estará formado e rajadas de vento moderadas a fortes serão sentidas no decorrer do dia em todo o estado, com ou sem chuva”, diz a Climatempo.

    Já no domingo, o tempo no Rio Grande do Sul volta à estabilidade, onde grande parte do estado deve registrar céu com muitas nuvens e condições para chuva fraca a moderada.


    Três tipos de ciclones:


    A instabilidade avança também sobre Santa Catarina e Paraná ao longo do fim de semana. Embora o ciclone não atue diretamente sobre esses estados, o calor e a formação da frente fria favorecem temporais isolados, especialmente no sudoeste paranaense e no centro-sul catarinense.

    Neste sábado, a chuva ganhou força na madrugada pelo oeste de ambos os estados, espalhando-se para as demais regiões durante a tarde. No domingo a meteorologia aponta para novas áreas de instabilidade com pancadas severas.

    Sudeste e Centro-Oeste

    Para o Sudeste e o Centro-Oeste, os efeitos da frente fria serão sentidos de forma gradual. Em Mato Grosso do Sul e São Paulo, o início do fim de semana será marcado por chuvas isoladas causadas pelo calor excessivo.

    No entanto, a partir de domingo, o deslocamento do sistema frontal vindo do Sul do país intensifica as precipitações em todo o estado sul-mato-grossense e atinge com mais força o oeste e o sul paulista, elevando o risco de tempestades nessas localidades.

    Ciclone

    Um ciclone é um sistema meteorológico em larga escala, enquanto um tornado é um fenômeno localizado e de curta duração.

    De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), um ciclone é uma vasta área de baixa pressão atmosférica, que pode se estender por centenas ou até milhares de quilômetros. No Hemisfério Sul, os ventos giram no sentido horário em direção ao centro de menor pressão.

    Esse movimento concentra ar quente e úmido, que sobe, se resfria e forma nuvens carregadas, resultando em chuvas intensas e ventos fortes sobre uma grande área. Um ciclone define as condições do tempo sobre uma região inteira por dias.

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    Protestos violentos se espalham pelo Irã e deixam Khamenei sob pressão

    Nova onda de protestos no país já resultou na morte de ao menos 42 pessoas, entre manifestantes e forças de segurança do Irã

  • Policiais apreendem meia tonelada de cocaína na fronteira com a Bolívia

    Policiais apreendem meia tonelada de cocaína na fronteira com a Bolívia

    Divulgação/PMMT
    Policiais apreendem meia tonelada de cocaína na fronteira com a Bolívia

    Uma operação integrada de diversas forças de segurança resultou na apreensão de 544 quilos de cocaína, na tarde dessa sexta-feira (9/1), no município de Comodoro (MT), próximo da fronteira com a Bolívia.

    As equipes policiais receberam uma denúncia anônima e interceptaram um Fiat Toro. As drogas, avaliadas em R$ 12 milhões, foram encontradas no interior do veículo. Dois homens foram presos.

    A meia tonelada de cocaína estava dividida em 16 fardos com tabletes das drogas. No veículo, os policiais ainda encontraram um rádio transmissor e uma antena Starlink, usada para fornecer internet para os traficantes.

    A operação foi realizada por policiais militares do 12º Comando Regional com apoio do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Delegacia de Fronteira (Defron), Polícia Federal, Polícia Penal e Exército Brasileiro.

  • Mais de 25 vacas e bezerros morrem após serem atingidos por raios em SC

    Mais de 25 vacas e bezerros morrem após serem atingidos por raios em SC

    Reprodução/Instagram
    Mais de 25 vacas e bezerros morrem após serem atingidos por raio em SC

    Uma tempestade com raios intensos provocou a morte de 14 vacas e 12 bezerros em uma fazenda do município de Urupema, na serra de Santa Catarina. O proprietário encontrou os animais mortos no pasto, na manhã dessa sexta-feira (9/1).

    Informações preliminares apontam que descargas elétricas atingiram o rebanho e causaram as mortes dos animais.

    Pelas redes sociais, a prefeita de Urupema, Cristiane Muniz, publicou um vídeo dos bovinos mortos após serem atingidos pelos raios. Segundo ela, o fazendeiro teve um prejuízo estimado em R$ 100 mil. 

    Cristiane Muniz informou que a prefeitura está prestando auxílio ao fazendeiro.

    Período de trovoadas

    A chegada do período chuvoso intensifica a formação de grandes nuvens de tempestade, as cumulonimbus, criadas pela combinação de calor e umidade. Dentro dessas nuvens, o atrito entre partículas de água e gelo gera acúmulo de cargas elétricas.

    Quando há desequilíbrio, ocorre a descarga atmosférica — os raios. Nas cidades, eles podem causar a queima de equipamentos, incêndios e danos em edificações sem proteção apropriada.

    No campo, as fatalidades são mais frequentes porque muitas atividades ocorrem em áreas abertas ou próximas a árvores isoladas, estruturas metálicas ou animais expostos.

    Durante a tempestade, a recomendação é permanecer em local fechado, desligar aparelhos da tomada, evitar torneiras, portas metálicas e não usar telefone fixo.

    Nas áreas abertas, o risco é máximo. “Em superfícies como praias, piscinas, rios ou campos, a cabeça do banhista ou da pessoa exposta se torna o ponto mais alto da região, favorecendo que o raio se conecte exatamente naquele local”, informa a Defesa Civil ao Metrópoles.

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