
Na última quarta-feira (7/1), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) identificou e determinou a apreensão de um lote falsificado do medicamento Mounjaro no mercado brasileiro — medida que suspende a comercialização, distribuição e uso do produto em todo o país.
A ação também atingiu outros medicamentos com irregularidades, em uma operação fiscal voltada à proteção da saúde de pacientes e consumidores.
O Mounjaro, cujo princípio ativo é a tirzepatida, é um fármaco usado no tratamento da obesidade e da diabetes. Considerado de alto valor terapêutico e comercial, ele tem sido alvo frequente de esquemas de falsificação, segundo relatos das autoridades sanitárias e das próprias fabricantes.
A apreensão do Mounjaro se deu após a própria fabricante detentora do registro, Eli Lilly do Brasil Ltda., comunicar à Anvisa que o lote D838878 não foi produzido por ela e, portanto, não é autêntico.
Com isso, a agência reguladora determinou que o lote seja recolhido e proibiu todas as formas de comercialização, distribuição e uso no território nacional.
Segundo a Anvisa, medicamentos falsificados representam um risco sério à saúde porque podem conter princípios ativos diferentes, dosagens erradas, contaminantes ou até substâncias tóxicas. Além disso, sem a garantia de origem e qualidade, não há como saber se o produto terá qualquer efeito terapêutico.
Outras irregularidades detectadas
A fiscalização também encontrou outros medicamentos com irregularidades que motivaram proibições semelhantes:
Além dessas falsificações, foram identificados problemas de troca de embalagens em outros medicamentos, o que pode levar a confusão de dosagem ou indicação terapêutica. Entre esses casos estão:
Riscos e orientações à população
A Anvisa reforça que produtos falsificados ou com irregularidades não devem ser usados em hipótese alguma, pois não há garantia de segurança, eficácia ou qualidade. A agência recomenda:
- Verificar sempre a procedência dos medicamentos.
- Confirir lotes e datas de validade.
- Consultar farmácias, drogarias e distribuidoras regularmente autorizadas.
- Comunicar qualquer suspeita de irregularidade aos Canais de Atendimento da Anvisa ou à Vigilância Sanitária local.
O órgão reforça que medicamentos falsificados ou com irregularidades representam risco direto à saúde e não devem ser utilizados em nenhuma circunstância.
Por isso, é válido que pacientes comprem remédios apenas em estabelecimentos regularizados e comuniquem imediatamente à vigilância sanitária qualquer suspeita de falsificação ou erro de embalagem.




Um homem foragido da Justiça do Acre, identificado como Everton Denys de S., de 31 anos, foi preso pela Polícia Militar de Rondônia na noite desta quinta-feira (8), em Porto Velho. A prisão ocorreu na Avenida José Vieira Caúla, no bairro Flodoaldo Pontes Pinto. A Polícia Militar chegou ao local após receber informações de que […]








O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), realizou na manhã desta sexta-feira, 09, uma visita técnica às obras do viaduto Mamedio Bittar, conhecido popularmente como viaduto da AABB, uma das principais intervenções de mobilidade urbana em execução na capital acreana. A agenda contou com a presença do vice-prefeito Alysson Bestene (Progressistas) e do senador […]
A reportagem do ac24horas Play, exibida nesta sexta-feira, 09, destacou mais uma ação voltada ao cuidado com crianças em situação de vulnerabilidade atendidas pelo Educandário Santa Margarida, instituição que há 80 anos desenvolve trabalho social em Rio Branco (AC). Em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, o local passou a receber atendimento odontológico itinerante, […]


