Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Após telefonema, Trump e Petro confirmam encontro na Casa Branca

    Após telefonema, Trump e Petro confirmam encontro na Casa Branca

    Chip Somodevilla/Getty Images – Colombia Presidency / Handout/Anadolu via Getty Images
    Donald Trump e Gustavo Petro

    Os presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Gustavo Petro, da Colômbia, concordaram em ter um encontro presencial, na Casa Branca, em Washington. Após uma série de ataques nos últimos meses, o republicano e o colombiano conversaram por telefone, nessa quarta-feira (7/1), para tentar esfriar as tensões diplomáticas.

    O encontro, ainda sem data marcada, está sendo organizado pela diplomacia dos dois países. Após o telefonema, Petro usou as redes sociais para comemorar o avanço na relação com os EUA. “Histórico. O diálogo é sempre necessário para a paz”, escreveu.

    O colombiano também adiantou alguns dos temas que serão tratados na reunião na Casa Branca. “Falaremos com o presidente Trump sobre a paz e a democracia globais, a paz na América Latina e sua soberania, a paz na Colômbia e a estratégia antidrogas”, afirmou.

     

    Pela rede social Truth Social, Donald Trump destacou os temas tratados no telefone. “Foi uma grande honra falar com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que me telefonou para explicar a situação das drogas e de outros desacordos que tivemos. Agradeci sua chamada e seu tom, e espero me reunir com ele em um futuro próximo”, escreveu.

    O republicano também confirmou o encontro presencial em Washington. “Estão sendo feitos acertos entre o secretário de Estado Marco Rubio e o chanceler da Colômbia. A reunião vai acontecer na Casa Branca“, afirmou Trump.

    Logo após capturar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no sábado (3/1), o líder norte-americano não descartou uma possível operação militar dos EUA na Colômbia, sob a mesma justificativa da utilizada no ataque contra Caracas: combater o narcotráfico.

    Desde o fim do último ano, o presidente colombiano passou a ser apontado por Trump como “traficante de drogas ilegais”.

    As ameaças contra Petro surgiram após o líder da Colômbia se posicionar, de forma dura, contra a presença militar dos EUA na América Latina e no Caribe, além de críticas sobre os bombardeios norte-americanos contra embarcações que navegam por águas da região.

    Petro celebra diálogo com Trump

    Logo após o telefonema com Trump, Gustavo Petro fez um discurso durante uma manifestação em Bogotá. Segundo ele, o telefonema durou cerca de uma hora e tratou de dois temas principais: Venezuela e narcotráfico.

    “Obviamente, eu estava apreensivo. Na conversa, toquei em dois temas para não prolongar demais e fiz um pedido: que sejam restabelecidas as comunicações diretas entre as chancelarias e os presidentes. Se não houver diálogo, há guerra. Se não houver conversa, estamos perdidos”, afirmou durante discurso.

    Petro disse ainda que apresentou dados sobre o combate às drogas durante a ligação. “Então, tratei de dois temas: Venezuela e narcotráfico. Tive de apresentar alguns números, porque sou questionado por estar há 20 anos arriscando minha vida no combate a traficantes poderosos”, declarou

    Tensão entre EUA e Colômbia

    A conversa ocorreu após dias de tensão. Depois da captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por forças norte-americanas, Trump não descartou a possibilidade de uma operação semelhante na Colômbia, sob o argumento de combate ao narcotráfico. Ele disse que o país “está muito doente, governado por um homem doente que gosta de produzir cocaína”.

    Petro reagiu às declarações e defendeu os resultados de sua política antidrogas. Em publicação no X (antigo Twitter), afirmou ter obtido números históricos de apreensão de cocaína e rebateu acusações de conivência com o tráfico. “Esses são fatos, não retórica”, escreveu, ao dizer que os resultados representam bilhões de doses que não chegaram aos Estados Unidos.

    Três dias após as ameaças, milhares de colombianos atenderam à convocação do presidente e foram às ruas em defesa da soberania nacional. A principal manifestação ocorreu na Praça de Bolívar, em Bogotá, onde Petro discursou. Ele classificou as mobilizações como resposta às falas de Trump e defendeu que o país não aceite ameaças externas.

  • Decepcionado com Milei, paulista foragido do 8/1 busca exílio no Chile

    Decepcionado com Milei, paulista foragido do 8/1 busca exílio no Chile

    Arquivo Pessoal
    Symon Filipe Albino nos atos de 8 de janeiro de 2023

    Condenado a 14 anos de prisão e multado em R$ 32 milhões pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o foragido paulista Symon Filipe Albino vive na Argentina e está em nova rota de fuga para o Chile.

    O participante da invasão às sedes dos Três Poderes em 2023, que se define como um “patriota pelo mundo”, conversou com o Metrópoles na quarta-feira (7/1) em um ônibus a caminho da capital chilena, Santiago, onde entrararia com novo pedido de exílio.

    Ele não quis revelar a rota de fuga para o Chile, mas disse que estaria de saída da Argentina porque se decepcionou com o governo de Javier Milei. Albino achou que seria mais bem acolhido no país vizinho, conforme contou, pelo alinhamento político entre o presidente argentino e seu maior ídolo, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    “Quando Milei disse ‘viva la libertad, carajo’, ele falou sobre liberdade econômica. Não a liberdade que eu esperava”, disse o foragido.

    Com medo de ser preso, como outros brasileiros, Albino desistiu de buscar asilo político na Argentina. Agora, aposta no Chile como próximo destino devido à eleição de José Kast, a quem o patriota chama de “Trump da América Latina”.

    Entre esperança e receio

    A decisão de Albino de imigrar ao Chile o coloca em um dilema contraditório. Ao mesmo tempo em que o foragido deposita sua esperança em conseguir exílio político no governo Kast devido à identificação ideológica, ele quer chegar ao país antes do novo presidente chileno assumir o poder, em 11 de março, porque sabe da promessa do ultraconservador de fechar as fronteiras.

    “Tenho receio de me decepcionar, mas vou tentar. E quem sabe ele me dando exílio, abre portas para outros saírem a tempo. Terei de ser o primeiro”, aspirou.

    Natural de Americana (SP), o patriota morava com a família em Campinas até sair para “lutar por liberdade”. No interior paulista, vivem sua ex-mulher e seus quatro filhos. Albino sabe que não irá reatar a relação com a ex-esposa e há três anos só consegue falar com os filhos eventualmente por telefone.

    Militância bolsonarista

    Albino se tornou uma voz relevante nas redes sociais bolsonaristas. No fim de 2024, ele tinha 600 mil seguidores, mas teve a conta derrubada, o que já havia ocorrido outras vezes por causa do discurso considerado radical pela plataforma – hoje, ele tem 61,2 mil adeptos na conta “Symon Patriota”.

    Depois que Bolsonaro perdeu as eleições de 2022, o patriota não aceitou o resultado e se mudou para a frente do quartel-general de Campinas, onde ficou acampado por 65 dias. Do acampamento na porta do Exército, ele foi para Brasília, onde viveu o que ele chama de “o dia que mudou minha vida”.

    Desde o 8 de janeiro de 2023, Albino viveu beirando a clandestinidade, e é evasivo sobre os passos que já deu. Ele contou, porém, que cruzou a fronteira entre Brasil e a Argentina pelo Paraná em 23 de maio de 2024.

    “Muitos estão na miséria”

    Na Argentina, o foragido organizou atos de brasileiros no 7 de Setembro, em locais emblemáticos como a Casa Rosada, sede do governo argentino, e o Obelisco, monumento na avenida 9 de julho, em Buenos Aires.

    Em novembro, Albino protestou contra o ministro Gilmar Mendes, do STF, que organizou uma semana jurídica em uma universidade de Buenos Aires. No meio de uma palestra, se levantou e expôs as demandas dos bolsonaristas autoexilados. Acabou sendo retirado do evento pelos seguranças.

    Para se manter, Albino trabalhou em restaurantes, mesmo ramo que ocupava no Brasil. Ele chegou a abrir um estabelecimento do tipo em San Javier, cidade da província de Misiones, onde viveu por mais de um ano.

    “As condições econômicas aqui também não são fáceis. Milei cortou tudo e não gerou emprego. Fez uma limpa na sujeira da esquerda, porém não produziu nada para ninguém. Muitos estão na miséria”, constata.

    Albino não conseguiu manter o empreendimento aberto e arranjou emprego num açougue, onde diz ter visto “muita gente comprando restos de ossos”.

  • Tombense x Cruzeiro: Raposa soma reforços de peso para 2026

    Tombense x Cruzeiro: Raposa soma reforços de peso para 2026

    Gustavo Aleixo/Cruzeiro
    Tite Cruzeiro

    Tombense e Cruzeiro irão se enfrentar pela 2ª rodada do Campeonato Mineiro, em 14 de janeiro, no Parque do Sabiá, em Uberlândia. O jogo ainda será um dos primeiros passos da temporada e importante para o clube celeste, que garantiu bons reforços para 2026.

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    A onda de contratações na Toca da Raposa para 2026 começou antes mesmo da temporada passada terminar. Em 1º de dezembro, o Cruzeiro anunciou Néiser Villareal. O colombiano é considerado jóia do Millonarios (COL), com apenas 20 anos e foi transferido sem custos para o clube celeste.

    Em seguida, foi a vez do técnico Tite ser anunciado, em 16 de dezembro. O treinador assumiu a vaga de Leonardo Jardim, que decidiu deixar o clube um dia após a eliminação na Copa do Brasil. O anúncio do ex-Seleção Brasileira aconteceu no dia posterior a despedida do português da Toca da Raposa.

    Em 1º de janeiro, o Cruzeiro abriu o ano com o anúncio de Matheus Cunha. O ex-goleiro do Flamengo estava acertado desde junho de 2025, com um pré-contrato, mas o clube mineiro esperou o contrato do arqueiro com o Rubro-Negro expirar.

    O último vínculo assinado, até o momento, aconteceu nessa quarta-feira (7/1). Após rescindir o contrato com o Corinthians, Fagner foi oficializado como jogador da Raposa. O lateral-direito atuou com a camisa estrelada em 2025, por meio de empréstimo.

    Metrópoles Sports

    Este será mais um jogo do Metrópoles Sports. A vertente responsável por eventos esportivos do Metrópoles promove partidas dos campeonatos mineiro, carioca e paulista, além da Supercopa Rei, da Copa do Brasil e das Eliminatórias da Copa do Mundo.

  • 8/1: mais de 560 acordos foram firmados e homologados pelo STF

    8/1: mais de 560 acordos foram firmados e homologados pelo STF

    Matheus Veloso/Metrópoles
    Réplica gigante da Constituição é colocada em frente ao Supremo Tribunal Federal, em 2024 - Metrópoles

    Após três anos dos atos do 8 de Janeiro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) firmou 564 acordos de não persecução penal (ANPP), homologados pelo ministro Alexandre de Moraes, relator das ações no Supremo Tribunal Federal (STF). Os acordos envolvem pessoas investigadas por participação nos ataques às sedes dos Três Poderes.

    Os números foram apresentados no encerramento do ano judiciário. Com esses acordos, foram arrecadados cerca de R$ 3 milhões, destinados a instituições sociais ou a fundos específicos, conforme definição do juiz da execução penal.


    Acordos com o MP


    Segundo o entendimento do STF, os ANPPs podem ser firmados com autores de infrações de menor potencial ofensivo. As medidas incluem prestação de serviços à comunidade e a realização de curso obrigatório.

    O curso, intitulado “Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado”, é oferecido pela Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU). A formação tem carga horária de 12 horas-aula, divididas em quatro módulos de três horas cada. O cumprimento dessas exigências é condição para que o investigado evite uma eventual condenação penal.

    De acordo com a PGR, a iniciativa é inspirada em decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos, no caso Gomes Lund (Guerrilha do Araguaia), que impôs ao Brasil a implementação de programas permanentes de educação em direitos humanos como garantia de não repetição das violações investigadas.

    Moraes também abriu prazo para que mais dois réus manifestem interesse em discutir eventual acordo com a PGR: Márcio Nunes de Resende Júnior e Ronald Ferreira de Araújo Júnior, condenados por crimes considerados de menor gravidade e, portanto, passíveis de ANPP.

    Ambos integram o chamado núcleo 3, conhecido como “kids pretos”, e foram condenados pela Primeira Turma do STF por associação criminosa e incitação pública de animosidade entre as Forças Armadas e os Poderes constituídos. Márcio foi condenado a 3 anos e 5 meses de prisão, em regime inicial aberto, enquanto Ronald recebeu pena de 1 ano e 11 meses, também em regime aberto.

    Já os réus condenados por crimes considerados graves no âmbito do 8 de Janeiro foram condenados ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, no valor mínimo de R$ 30 milhões. A penalidade atinge todos os condenados pelos atos, inclusive integrantes dos núcleos centrais, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Acordos rescindidos

    Um dos exemplos é Milton Martins Cenedesi, que teve acordo homologado por Moraes em abril de 2024, prevendo prestação de serviços à comunidade, pagamento de R$ 5 mil, proibição de uso de redes sociais e compromisso de não reincidência criminal.

    Em novembro do mesmo ano, porém, a Polícia Federal (PF) apontou que dados de geolocalização indicavam a presença do investigado nas imediações do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do STF no dia 8 de janeiro de 2023. Diante das novas informações, a PGR pediu a rescisão do acordo, que foi acolhida por Moraes. O número total de ANPPs rescindidos não foi divulgado.

    Pela legislação, o acordo de não persecução penal não pode ser concedido a quem já tenha sido beneficiado por medida semelhante, o que impede a repetição do benefício em curto intervalo de tempo.

  • Mochila com estilo: aprenda a usar o acessório sem perder a elegância

    Mochila com estilo: aprenda a usar o acessório sem perder a elegância

    As mochilas foram, durante muito tempo, associadas exclusivamente ao universo escolar. Hoje, o acessório não é mais sinônimo de simplicidade no visual, e aos poucos ganha espaço no guarda-roupa de fashionistas por unir utilidade e sofisticação. Quando bem escolhida, a mochila pode reforçar estilo, identidade e praticidade.

    A popularização da mochila em looks urbanos acompanha mudanças no ritmo de vida contemporâneo. Com a necessidade de carregar mais itens no dia a dia, o acessório se tornou indispensável para muita gente. Agora, modelos mais estruturados e designs limpos ajudam a afastar a imagem juvenil que limitava o uso de um item de grande praticidade.

    Para manter a elegância, a escolha do modelo é determinante. Mochilas em couro sintético, por exemplo, trazem sofisticação e se adaptam a produções informais e a ambientes profissionais. Uma opção que garante estilo para uma programação mais descolada é o modelo puffer.

    Mochilas de linhas simples, cores neutras e tamanho proporcional ao corpo são escolhas que funcionam com diferentes estilos sem sobrecarregar a composição. Além disso, formatos menos convencionais também podem dar um toque original ao estilo.

    Um dos principais desafios ao incorporar a mochila ao look é manter o equilíbrio visual. Modelos grandes demais ou muito cheios podem comprometer a silhueta e causar uma imagem desleixada. A elegância, nesse caso, está diretamente ligada à proporção.

    Em produções mais estruturadas, elas podem ser pequenas ou médias. Já em looks casuais, o acessório deve manter coerência com o resto do look. A mochila deve complementar o visual, e não competir com ele.

    Se você tem uma rotina movimentado, entre trabalho ou faculdade, atividades físicas e outras programações na cidade, a mochila passa a ter um papel estético que traduz no visual esse estilo de vida.

    Nesse contexto, a mochila aparece como uma forma prática de estar preparado para um estilo de vida dinâmico. Em combinações com jeans, camisetas, vestidos leves ou sobreposições, o acessório reforça uma estética contemporânea e funcional.

    Todas as indicações reunidas nesta publicação foram selecionadas por uma equipe de colaboradores da coluna em parceria com o Vitrine M. O time é responsável por uma curadoria especial, que inclui ampla pesquisa de itens alinhados com tendências atuais e preços considerados acessíveis.

    Quando leitores adquirem alguma peça a partir desta matéria, o Metrópoles pode receber uma pequena comissão sobre a operação. É relevante destacar que os valores mencionados se referem à data de publicação e podem sofrer alterações, de acordo com os critérios de cada loja. O Metrópoles não comercializa os produtos ou serviços citados

  • Presidente do Grupo Corona é sequestrado e morto no México

    Presidente do Grupo Corona é sequestrado e morto no México

    Reprodução/Redes sociais
    empresário José Adrián Corona Radillo, presidente do Grupo Corona

    O empresário José Adrián Corona Radillo, presidente do Grupo Corona, foi sequestrado e morto em Atenguillo, no México. O corpo dele foi encontrado às margens de uma rodovia federal no dia 29 de dezembro, mas as informações sobre o crime só foram divulgadas na imprensa mexicana nessa terça-feira (6/1).

    Radillo estava em viagem com a família quando foi interceptado por um grupo de criminosos. Os bandidos roubaram itens e sequestraram apenas o empresário.

    Autoridades policiais iniciaram as buscas,, mas encontraram o empresário sem vida, dois dias depois, próximo ao local do sequestro. O Ministério Público informou que o corpo apresentava sinais de violência e ferimentos por arma de fogo.

    José Adrián Corona Radillo era presidente do Grupo Corona, uma empresa especializada na produção de bebidas alcoólicas, com destaque para tequilas, vinhos e licores.

    A empresa presidida por Radillo não é a responsável pela famosa cerveja Corona, que também tem origem mexicana, mas faz parte do Grupo Modelo.

  • Priscilla Alcantara escanteia rumores sobre possível confinamento no BBB 26

    Priscilla Alcantara escanteia rumores sobre possível confinamento no BBB 26

    Um dos nomes cogitados para o Camarote do BBB 26, a cantora e apresentadora Priscilla Alcantara anunciou que vai interpretar a boneca Susi em um musical com estreia marcada para 21 de fevereiro. Como as datas do espetáculo coincidem com as do reality, ela destruiu os rumores de que seria confinada. “Estou pronta”, escreveu a […]

  • Maduro e a esposa foram feridos durante ataque dos EUA, diz ministro

    Maduro e a esposa foram feridos durante ataque dos EUA, diz ministro

    Nicolás Maduro sofreu uma lesão na perna e Cilia Flores teve ferimentos na cabeça e nas costelas

  • Venezuela: ataque dos EUA deixou 100 mortos, incluindo civis, diz ministro

    Venezuela: ataque dos EUA deixou 100 mortos, incluindo civis, diz ministro

    Reprodução/Redes sociais
    Reprodução de imagem colorida de cluna de fumaça e fogo após explosão - Metrópoles

    Ao menos 100 pessoas morreram durante o ataque dos Estados Unidos contra Caracas, no último sábado (3/1). Em balanço divulgado nessa quarta-feira (7/1), o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, afirmou ainda que outras 100 pessoas ficaram feridas e recebem cuidados médicos.

    “Até agora, até agora, e digo até agora, há 100 mortos, 100, e uma quantidade parecida de feridos. Terrível o ataque contra o nosso país”, disse o ministro Diosdado Cabello durante entrevista na TV estatal.

    Na madrugada de sábado, militares dos Estados Unidos bombardearam Caracas e capturaram o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores. Os dois foram levados para Nova York, nos Estados Unidos, onde acabaram presos.


    Captura e acusações contra Nicolás Maduro


Segundo Cabello, entre as vítimas do ataque norte-americano há membros da guarda de Maduro — incluindo 23 membros das Forças Armadas de Cuba —, militares venezuelanos e civis “que não tinham qualquer relação” com o regime venezuelano, diz o ministro.

Na mesma entrevista, Diosdado Cabello afirmou que Maduro e Cilia foram feridos durante a captura em Caracas. De acordo com o ministro, Maduro sofreu uma lesão na perna e Cilia teve um ferimento na cabeça.

 

Na segunda-feira (5/1), quando Maduro e a esposa foram apresentados em um tribunal de Nova York, testemunhas relataram que Cilia estava com curativos na cabeça e no rosto. Advogados da primeira-dama afirmaram que ela também apresenta hematomas severos nas costelas.

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