
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) abriu investigação para apurar o desaparecimento de Roberto Farias Thomaz (foto em destaque), de 19 anos, visto pela última vez na madrugada de 1º de janeiro, durante a descida do Pico Paraná, a montanha mais alta da região Sul do país.
Desde então, equipes do Corpo de Bombeiros, montanhistas especializados e voluntários atuam em uma operação de buscas considerada complexa devido ao terreno e às condições climáticas.
Roberto iniciou a trilha na quarta-feira (31) acompanhado de uma amiga. Conforme relatos colhidos pelas autoridades, o jovem apresentou sinais de mal-estar ainda durante a subida.
Apesar disso, os dois conseguiram alcançar o cume por volta das 4h da manhã do dia seguinte.
Após um período de descanso no topo, onde encontraram outros grupos de montanhistas, a dupla iniciou a descida por volta das 6h30, acompanhada de um dos grupos.
Em um ponto anterior a um dos acampamentos, Roberto acabou ficando para trás e não foi mais visto.
Investigação
A investigação foi formalmente instaurada nesse sábado (3), após o registro de um boletim de ocorrência pela família. Até o momento, não há indícios de crime.
A Polícia Civil já ouviu a jovem que acompanhava Roberto na trilha, além de outros montanhistas que tiveram contato com ele ao longo do percurso e familiares do rapaz.
As informações estão sendo cruzadas com os dados levantados pelas equipes de resgate.
Atendendo a um pedido do Corpo de Bombeiros, o Instituto Água e Terra (IAT) determinou a restrição temporária de acesso a parte do Parque Estadual Pico Paraná. Desde sábado (3), estão fechados os acessos aos morros Caratuva, Pico Paraná, Getúlio e Itapiroca.
Segundo o IAT, a medida tem como objetivo garantir segurança e não interferir nas operações de resgate. As trilhas dos morros Camapuã e Tucum permanecem abertas, por não impactarem as buscas.






Um delegado da Polícia Civil foi detido na noite deste sábado (3) após se envolver em uma confusão durante um pagode no Quintal Gastronômico, no Centro de Porto Velho. Marcos Corrêa, atualmente lotado na Casa Civil, portava uma arma de fogo no momento do incidente. De acordo com relato policial, o delegado apresentava sinais de […]











