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  • Venezuela denuncia guerra colonial e interesse dos EUA em petróleo

    Venezuela denuncia guerra colonial e interesse dos EUA em petróleo

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    Logo Agência Brasil

    O governo da Venezuela repudiou e denunciou, perante a comunidade internacional, a “gravíssima agressão militar perpetrada pelos Estados Unidos” contra o território e a população venezuelanos, em comunicado oficial, neste sábado (3). O país afirma que essa é uma tentativa de impor uma guerra colonial e que o objetivo é se apoderar do petróleo e minerais venezuelanos.

    “Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente de seus artigos 1 e 2, que consagram o respeito à soberania, à igualdade jurídica dos Estados e à proibição do uso da força. Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacional, concretamente da América Latina e do Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas”, diz o comunicado.

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    Segundo as autoridades do país, foram atingidas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. A diplomacia venezuelana, diz o texto, apresentará as denúncias ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, ao secretário-geral da ONU, António Guterres, à Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e ao Movimento dos Países não Alinhados (MNOAL), exigindo a condenação e a prestação de contas do governo dos Estados Unidos.

    A Venezuela informou ainda que, em conformidade com o Artigo 51 da Carta das Nações Unidas, se reserva o direito de exercer a legítima defesa para proteger seu povo, seu território e sua independência.

    Há ainda uma convocação para a população. “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativar os planos de mobilização e repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz.”

    Soberania e petróleo

    De acordo com o governo, o objetivo deste ataque é apoderar-se dos recursos estratégicos da Venezuela, em particular do seu petróleo e minerais, tentando quebrar com o uso da força a independência política da nação. “Não conseguirão. Após mais de duzentos anos de independência, o povo e o seu governo legítimo mantêm-se firmes na defesa da soberania e do direito inalienável de decidir o seu destino”, acrescentou.

    “A tentativa de impor uma guerra colonial para destruir a forma republicana de governo e forçar uma ‘mudança de regime’, em aliança com a oligarquia fascista, fracassará como todas as tentativas anteriores”, diz o governo.

    O comunicado menciona ainda que, desde 1811, a Venezuela tem enfrentado e derrotado impérios. “Quando, em 1902, potências estrangeiras bombardearam nossas costas, o presidente Cipriano Castro proclamou: ‘A planta insolente do estrangeiro profanou o solo sagrado da pátria’. Hoje, com a moral de Bolívar, Miranda e nossos libertadores, o povo venezuelano se levanta novamente para defender sua independência diante da agressão imperial.”

    O documento termina com uma citação do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez: “Diante de qualquer circunstância de novas dificuldades, sejam elas quais forem, a resposta de todos e todas as patriotas… é unidade, luta, batalha e vitória”.

  • Fronteira com Venezuela, Roraima monitora impactos de ataque dos EUA

    Fronteira com Venezuela, Roraima monitora impactos de ataque dos EUA

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    Logo Agência Brasil

    O governo de Roraima informou, em nota divulgada neste sábado (3), que “acompanha com atenção os acontecimentos recentes na Venezuela e eventuais repercussões na estabilidade regional, reafirmando o compromisso com a paz, a ordem pública e a segurança da população roraimense”. 

    De acordo com o texto, em razão da localização geográfica, Roraima mantém historicamente relações de cooperação com os países vizinhos, incluindo Venezuela e Guiana.

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    “As autoridades estaduais permanecem em permanente contato com os órgãos competentes da União para monitorar possíveis desdobramentos que possam impactar a rotina da população. O governo de Roraima reforça a importância de que questões internacionais sejam conduzidas por meio de mecanismos diplomáticos e do diálogo, evitando qualquer escalada de conflito que comprometa a estabilidade e o bem-estar dos povos da região”. 

    Durante a madrugada, Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram bombardeios na capital Caracas e outras regiões do país vizinho. Após a operação, o presidente norte-americano Donald Trump anunciou a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Brasil e Venezuela compartilham uma fronteira de mais de 2 mil quilômetros de extensão e, segundo o ministro da Defesa, José Múcio, a região “está tranquila, monitorada e aberta”. 

    Ainda segundo a manifestação do governo de Roraima, órgãos de segurança pública estaduais estariam articulados e mantendo rotinas normais de atuação. 

    Pacaraima

    Já o prefeito de Pacaraima, Waldery D’avila, município brasileiro que faz fronteira com a Venezuela, manifestou “profunda preocupação com os ataques ocorridos na madrugada de hoje em Caracas” e informou que estava “monitorando a situação e trabalhando em conjunto com as forças de segurança para garantir a estabilidade e a paz na região fronteiriça”.

    O servidor público federal Jean Oliveira, de 54 anos, que estava na Venezuela na cidade fronteiriça de Santa Elena de Uiarén, afirmou à reportagem que conseguiu sair de lá por uma rota clandestina, porque a fronteira estava fechada no início da manhã.

    “Tivemos que passar por uma rota alternativa”, relatou. Segundo ele, após conseguir chegar ao lado brasileiro, autoridades venezuelanas passaram a permitir apenas que brasileiros pudessem sair pela fronteira, mas não cidadãos venezuelanos. A passagem do Brasil para a Venezuela, por parte do governo vizinho, também seguia fechada. Apesar de alguma apreensão, o servidor contou que a situação na região aparentava uma certa normalidade.

    “Eu estava agora pela manhã, mas por lá estava tudo tranquilo. Só os brasileiros que estavam lá no hotel apreensivos com relação à situação. Mas, de forma geral, em relação à população em si não percebemos nenhuma alteração”, relatou.

    Entenda

    A invasão da Venezuela pelos EUA marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

    Assim como fizeram com Noriega, os EUA acusam, sem apresentar provas, Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

    O governo dos EUA estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.

    Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos EUA, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

     

  • Fronteira do Brasil com a Venezuela está tranquila e aberta, diz Múcio

    Fronteira do Brasil com a Venezuela está tranquila e aberta, diz Múcio

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    A fronteira do Brasil com a Venezuela, no estado de Roraima, está tranquila, monitorada e aberta, informou neste sábado (3) o ministro da Defesa do Brasil, José Múcio. O governo disse ainda que não há notícia de brasileiros feridos pelos bombardeios dos Estados Unidos (EUA) contra a Venezuela.

    “A fronteira está absolutamente tranquila. Nós temos um contingente já há algum tempo lá de homens e equipamentos. Estamos aguardando que as coisas aconteçam. Vamos aguardar a entrevista do presidente da República dos Estados Unidos, algumas coisas que vão acontecer durante o dia”, disse Múcio.

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    O ministro da Defesa disse que o Brasil tem 10 mil militares na região amazônica, com 2,3 mil em Roraima. Múcio acrescentou que há muita informação desencontrada e que o governo monitora os acontecimentos.

    A fala ocorreu após reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, da qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou por videoconferência. Uma segunda reunião de emergência foi marcada para às 17h, também no Itamaraty.

    Participaram também da primeira reunião as ministras interinas das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, e da Casa Civil, Miriam Belchior, além do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e de representantes da Secretaria de Relações Institucionais e do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

     

    Brasília (DF), 03/01/2026 – Ministro da defesa, José Múcio, (e) embaixadora, Maria Laura (c) e a secretária executiva da casa civil, Miriam Belchior (d), durante entrevista falam da invasão americana na Venezuela. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
    Brasília (DF), 03/01/2026 – Ministro da defesa, José Múcio, (e) embaixadora, Maria Laura (c) e a secretária executiva da casa civil, Miriam Belchior (d), durante entrevista falam da invasão americana na Venezuela. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
    O ministro da Defesa, José Múcio, e as ministras interinas Maria Laura da Rocha e Miriam Belchior falam sobre a invasão da Venezuela pelos EUA – Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

    Por meio de nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) disse que o presidente Lula reforçou o posicionamento divulgado mais cedo no sentido de condenar o ataque dos EUA contra a Venezuela e a captura do presidente Nicolas Maduro, e sua esposa Cilia Flores, por militares estadunidenses.

    A ministra interina Maria Laura da Rocha disse que o Brasil ainda não tem informações sobre o paradeiro do presidente Maduro, mas confirmou que não há relatos de brasileiros feridos.  

    “A comunidade brasileira está tranquila e nenhuma ocorrência até o momento. Os turistas que lá estão estão conseguindo sair normalmente. Normalidade total com relação à comunidade brasileira”, disse a ministra interina.

    Entenda

    A invasão da Venezuela pelos EUA marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

    Assim como fizeram com Noriega, os EUA acusam, sem apresentar provas, Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

    O governo dos EUA estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.

    Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos EUA, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

  • Nº 2 do chavismo pede calma ao povo venezuelano após ataques dos EUA

    Nº 2 do chavismo pede calma ao povo venezuelano após ataques dos EUA

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    O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, publicou um vídeo no início da manhã deste sábado (3) cercado de militares armados pedindo calma e tranquilidade ao povo do país. Cabello é considerado o segundo político mais influente da Venezuela, depois do presidente Nicolás Maduro.  

    “Apelamos à calma entre o nosso povo. Confiem na liderança do alto comando político e militar, na situação que enfrentamos. Mantenham a calma, não deixem ninguém sucumbir ao desespero, não deixem ninguém facilitar as coisas para o inimigo invasor, o inimigo terrorista que nos atacou covardemente”, afirmou Cabello.

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    O vídeo, gravado antes do amanhecer, foi realizado após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e do suposto sequestro do presidente Nicolas Maduro por militares estadunidenses. A vice-presidente do país, Delcy Rodrigues, pediu que os EUA dessem prova da vida de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

    Diosdado Cabello acrescentou que os bombardeios atingiram áreas civis e que o país “sabe o que fazer”.

    “Aqui temos um povo organizado, um povo que sabe o que tem que fazer. Esperamos que o mundo se manifeste contra este ataque, ou vocês, organizações mundiais, organismos globais, reconhecerão publicamente sua cumplicidade neste ataque invasor? Diante do assassinato de civis, das bombas caindo sobre prédios, sobre lugares habitados por civis”, completou o ministro chavista.

    Cabello classificou o ataque de “criminoso” e “covarde” e afirmou ainda que o país está em completa calma após os bombardeios dos EUA, mas admitiu que o governo Trump teve uma vitória “parcial”.

    “O país está completamente calmo. O que eles tentaram fazer com as bombas e mísseis que lançaram, só conseguiram parcialmente. E digo parcialmente porque esperavam que o povo talvez se revoltasse, agisse com covardia. Aqui não há covardes”, afirmou.

    Entenda

    O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

    Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

    O governo de Donald Trump estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem a prisão de Maduro.

    Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

     

  • Maduro será julgado pelos Estados Unidos, diz procuradora

    Maduro será julgado pelos Estados Unidos, diz procuradora

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    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, serão julgados em tribunais de justiça dos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pela procuradora-geral estadunidense, Pamela Bondi, neste sábado (3). Eles foram sequestrados durante ação militar, confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump (foto).

    Segundo Bondi, ambos foram indiciados no Distrito Sul de Nova York. Maduro foi acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os Estados Unidos.

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    “Eles em breve enfrentarão toda a força da justiça americana em solo americano, em tribunais americanos”, escreveu Bondi no X (antigo Twitter).

    A procuradora-geral não detalhou as acusações contra Cilia Flores.

    Coragem

    “Em nome de todo o Departamento de Justiça dos EUA, gostaria de agradecer ao presidente Trump por ter a coragem de exigir responsabilização em nome do povo americano, e um enorme agradecimento às nossas bravas Forças Armadas que conduziram a incrível e bem-sucedida missão de captura desses dois supostos narcotraficantes internacionais”, finalizou Bondi.

    O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no país e classificou o ataque de “vil e covarde”. Padrino pediu ajuda internacional. Bombardeios dos Estados Unidos a barcos nas águas do Caribe ocorreram nos últimos meses. 

  • Repórter internado no Pronto-Socorro precisa de doações de sangue com urgência

    Repórter internado no Pronto-Socorro precisa de doações de sangue com urgência

    Jailson da Silva Fernandes, jornalista e repórter cinematográfico com atuação reconhecida na imprensa acreana, está internado no Pronto-Socorro de Rio Branco e aguarda a realização de uma cirurgia de emergência. Diante da necessidade do procedimento, familiares e colegas de profissão iniciaram uma mobilização para reforçar o estoque de sangue destinado ao atendimento. Segundo informações repassadas […]

  • Trump detalha última conversa com Maduro e revela pedido feito

    Trump detalha última conversa com Maduro e revela pedido feito

    O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, detalhou como foi a sua última conversa com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Na madrugada deste sábado (3/1), os Estados Unidos atacaram a Venezuela e capturaram o chavista e sua esposa, Cilia Flores, levando-os para fora do território venezuelano.

    Maduro está sendo transferido a bordo do USS Iwo Jima a Nova York, onde será julgado por uma Corte por “narcoterrorismo”.

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    Durante uma coletiva de imprensa neste sábado (3/1), após os Estados Unidos capturarem o presidente Nicolás Maduro, Trump afirmou que fez um pedido a Maduro.

    “Eu não vou entrar nos detalhes da conversa, mas eu tive conversas com eles e eu falei ‘você precisa se render’ e eu achei que ele chegou muito perto de fazer isso, mas agora acho que ele gostaria de ter feito isso”, disse Trump.

    Trump confidenciou que o governo norte-americano agora está comandando o petróleo da Venezuela. “Conseguimos apreender o petróleo venezuelano para trazer para o solo americano porque eles tiraram isso, eles fizeram, eles roubaram bilhões de dólares no nosso petróleo”, alegou o presidente dos EUA.

    Para Trump, foi os EUA que construiu a indústria petrolífera na Venezuela, no qual o governo de Maduro usou dos lucros obtidos pela venda do petróleo para financiar conflitos “ a milhares de quilômetros de distância”.

    “Isso foi um dos maiores roubos de propriedade americana na história do nosso país. Eu acho que foi o maior roubo de propriedade na história do nosso país”, frisou Trump.

    Trump detalha última conversa com Maduro e revela pedido feito - destaque galeria16 imagensTrump detalha última conversa com Maduro e revela pedido feito - imagem 2Trump detalha última conversa com Maduro e revela pedido feito - imagem 3Nicolás MaduroEUA ataca Caracas, capital da VenezuelaTrump detalha última conversa com Maduro e revela pedido feito - imagem 6Fechar modal.MetrópolesTrump detalha última conversa com Maduro e revela pedido feito - imagem 11 de 16

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    Nicolás Maduro

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

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    Lula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanos

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

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    EUA ataca Caracas, capital da Venezuela

    Stringer/Anadolu via Getty ImagesO ditador Nicolás Maduro e Lula12 de 16

    O ditador Nicolás Maduro e Lula

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    Jesus Vargas/Getty Images

    Trump destacou que ele foi o único presidente norte-americano que teve coragem de enfrentar “o cartel venezuelano”, apontando que a captura de Maduro e do petróleo venezuelano foi a operação mais bem-sucedida do mundo desde a Segunda Guerra Mundial.

    “De forma ainda mais importante, o embargo ao petróleo venezuelano se mantém em total efeito. O exército americano está em posição e todas as opções militares podem ser usadas (…) A estrutura imensa de petróleo foi tomada e os americanos nunca vão permitir que poderes estrangeiros roubem o nosso povo ou façam isso”.

     

    EUA x Venezuela

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
    • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

     

  • A polêmica que marcou infância de Maia Hawke, a Robin de Stranger Things

    A polêmica que marcou infância de Maia Hawke, a Robin de Stranger Things

    Filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, Maia Hawke esteve no centro da atenção da imprensa muito antes de conquistar o público como Robin em Stranger Things. Nascida em uma das famílias mais famosas de Hollywood, a atriz cresceu sob os holofotes — e também no meio de uma narrativa que, por anos, alimentou manchetes e especulações nos tabloides norte-americanos.

    A principal polêmica remonta ao fim do casamento de Thurman e Hawke, anunciado em 2003, quando Maia tinha 5 anos. À época, a separação ganhou ampla cobertura da mídia, mas voltou a ser assunto anos depois, quando Ethan Hawke se casou, em 2008, com Ryan Shawhughes, que havia sido babá de Maya e de seu irmão, Levon, durante a infância dos dois.

    A partir daí, começaram a circular manchetes sugerindo que o casamento de Thurman e Hawke teria terminado por uma suposta traição do ator com a babá da filha. Tanto Ethan quanto Uma negaram essa versão por anos. Hawke afirmou publicamente que só se aproximou de Ryan muito tempo após o divórcio e que não houve envolvimento enquanto ainda era casado.

    A polêmica que marcou infância de Maia Hawke, a Robin de Stranger Things - destaque galeria4 imagensEthan Hawke and Uma Thurman at the 2000 Sundance Film Festival in Park City, Utah (Photo by Fred Hayes/WireImage)Maya Hawke vive  Robin Buckley em Stranger ThingsNancy Wheeler (Natalia Dyer) e Robin Buckley (Maya Hawke) de Stranger ThingsFechar modal.MetrópolesRyan Shawhughes Hawke e Ethan Hawke 1 de 4

    Ryan Shawhughes Hawke e Ethan Hawke

    Ethan Hawke and Uma Thurman at the 2000 Sundance Film Festival in Park City, Utah (Photo by Fred Hayes/WireImage)2 de 4

    Ethan Hawke and Uma Thurman at the 2000 Sundance Film Festival in Park City, Utah (Photo by Fred Hayes/WireImage)

    Fred Hayes/Getty ImagesMaya Hawke vive  Robin Buckley em Stranger Things3 de 4

    Maya Hawke vive Robin Buckley em Stranger Things

    Foto: ReproduçãoNancy Wheeler (Natalia Dyer) e Robin Buckley (Maya Hawke) de Stranger Things4 de 4

    Nancy Wheeler (Natalia Dyer) e Robin Buckley (Maya Hawke) de Stranger Things

    Reprodução/Netflix

    Em entrevistas posteriores, no entanto, a narrativa ganhou novos contornos. Em conversa com Howard Stern, Uma Thurman confirmou que Ethan a traiu durante o casamento — declaração que repercutiu fortemente nas redes sociais, sobretudo pelo tom sereno com que a atriz tratou o assunto. Na mesma fala, ela chegou a dizer que Hawke era “uma das melhores pessoas” que já conheceu, o que gerou surpresa e debate entre fãs e comentaristas.

    Mais tarde, em entrevista a Oprah Winfrey, Thurman deu a entender que também errou na relação, sugerindo que o fim do casamento foi resultado de atitudes de ambos, e não de um único episódio isolado. “Eu deveria assumir toda a responsabilidade pelo fim do casamento. Tenho crianças e um trabalho muito exigente. Acho que isso colocou uma grande pressão em nosso casamento.”

    Especulações

    Nesse contexto, Maia Hawke cresceu cercada por interpretações externas sobre sua família. O fato de ela e o irmão aparecerem com mais frequência ao lado do pai em eventos públicos, além de ambos terem adotado “Hawke” como sobrenome artístico, foi suficiente para alimentar especulações de que teriam “ficado do lado” de Ethan após a separação, leitura que nunca foi confirmada por nenhum dos herdeiros do casal.

  • Trump diz que Maduro tentou fugir ao ser enquadrado durante operação

    Trump diz que Maduro tentou fugir ao ser enquadrado durante operação

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, neste sábado (3/1), que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, tentou fugir durante a operação norte-americana no país. O chavista acabou preso e está sendo levado para Nova York, onde deverá ser julgado por “narcoterrorismo”.

    Segundo Trump, que concedeu uma entrevista coletiva para comentar a ação na sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida, Maduro chegou a entrar em uma sala fortificada, mas foi impedido pelo exército norte-americano.

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    A ação se deu por volta das duas da manhã (horário de Caracas) e, segundo o republicano, houve resistência e troca de tiros, mas não especificou se Maduro retaliou contra os militares norte-americanos. Trump disse que Maduro poderia ter sido morto se tivesse agido contra a ação.

    “Ele [Maduro] estava tentando entrar numa área mais segura, protegido por portas de aço, mas nós fomos tão rápidos que não foi possível que ele conseguisse fugir, então foi surpreendente, mas houve muita oposição sim, houve troca de tiros”, disse.

    No entanto, não houveram mortes ou perdas do lado dos EUA. Não comentou mortos ou perdas do lado venezuelano. Ao todo, 150 bombardeiros de 20 bases foram empregados na ação, que estaria sendo planejada há meses.

    Transição 

    Trump disse que o governo norte-americano irá governar a Venezuela durante o que chamou de uma “transição segura e criteriosa”. Os secretários de Estado, Marco Rubio, e da Defesa, Pete Hegseth, deverão comandar a gestão junto a figuras locais que, porém, ainda não foram oficializadas, mas sinalizou que a vice de Maduro, Delcy Rodriguez, pode participar.

    O presidente dos EUA disse que a depoisção de Maduro teve a intenção de parar o tráfico de drogas para o país e de recuperar o controle das petrolíferas da região: “roubaram bilhões de dólares de nós”.

    O governo não descartou fazer uma nova operação na Venezuela, caso haja resistência local. Sem entrar em detalhes, disse que poderá ressarcir pessoas afetadas pelo regime.

    Maduro indiciado 

    Depois de capturado, Maduro e a primeira-dama Cilia Flores, foram colocados dentro do navio militar us Iwo Jima. Mais cedo, Trump divulgou a primeira foto oficial do presidente venezuelano sob custódia. O chavista aparece vendado, algemado e sendo segurado por oficiais da agência antidrogas (DEA).

    O casal está sendo levado para Nova York onde deverão ser indiciados por narcoterrorismo, conspiração para o tráfico de drogas e posse de armas pesadas. Questionado sobre onde Maduro será mantido, disse que será decidido pela Justiça Federal no Estado.

    Ainda não está claro quando começará o julgamento do presidente da Venezuela.

  • Morador do interior viraliza nas redes sociais ao transformar Honda Pop em “PopBros”

    Morador do interior viraliza nas redes sociais ao transformar Honda Pop em “PopBros”

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    Um morador da cidade de Afonso Cunha, no interior do Maranhão, vem chamando atenção nas redes sociais após transformar uma Honda Pop em um modelo totalmente fora do comum, batizado por ele de “PopBros”.

    Adaptação inusitada deixou o veículo mais alto e robusto e arrancou risadas e elogios nas redes sociais/Foto: Reprodução

    Conhecida por ser uma motocicleta de pequeno porte e baixa altura, a Honda Pop ganhou uma nova “cara” após o proprietário decidir inovar. Cansado do modelo tradicional, ele utilizou peças de uma motocicleta maior e realizou adaptações que deixaram o veículo mais alto e com aparência mais robusta, apostando na criatividade e no improviso.

    O resultado chamou a atenção dos internautas. Um vídeo mostrando a “PopBros” circulou rapidamente nas redes sociais e viralizou, acumulando milhares de visualizações, curtidas e comentários. Muitos usuários elogiaram a criatividade do maranhense, enquanto outros reagiram com bom humor à engenhosidade da modificação.

    Entre brincadeiras e elogios, a adaptação virou assunto em todo o país e transformou a “PopBros” em um verdadeiro fenômeno da internet, reforçando o espírito criativo e bem-humorado do brasileiro até mesmo quando o tema é mecânica.

    Portal Manchete