Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Veja 4 signos que recebem recados do universo para começar o ano

    Veja 4 signos que recebem recados do universo para começar o ano

    Janeiro chega com um clima de clareza e tomada de consciência. Não é sobre promessas vazias nem sobre começar tudo do zero, mas sobre entender o que realmente importa daqui para frente. Para alguns signos, esse dia traz um recado direto, firme e impossível de ignorar, apontando decisões, limites e atitudes que vão definir o tom do novo ciclo.

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    Touro: você percebe que um objetivo antigo exige mais comprometimento do que vinha recebendo. O recado é claro: conforto não constrói segurança, mas constância sim, e você sabe exatamente onde precisa agir agora.

    Dica cósmica: troque a espera pela ação consistente.

    Gêmeos: uma situação que vinha sendo mantida em aberto pede definição. O dia convida você a escolher com calma e consciência, focando no que pode trazer crescimento a longo prazo.

    Dica cósmica: decidir também é uma forma de se libertar.

     

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  • Desafio

    Desafio

    Se não houve casos graves de violência na “passagem de ano”, o ponto desafiador continua sendo o trânsito. O acidente na BR-364, entre Sena e Manoel Urbano, é prova disso. O Detran, embora não seja responsável pelo trecho, acaba colhendo o desgaste também. Taynara Martins, a boa gestora do Detran, sabe disso. É um cargo inglório, a presidência do Detran. Por mais que você organize, agilize o fluxo, dê transparência, a qualidade do trânsito depende, fundamentalmente, da educação e formação de terceiros. É danado!

    Formação

    O alto número de policiais capacitados indica maturidade institucional da PM. O desafio agora é transformar qualificação em melhoria perceptível no atendimento ao cidadão, especialmente nas áreas mais vulneráveis.

    Confiança

    A aprovação popular da PMAC é positiva, mas ainda distante do ideal. Confiança não se constrói só com estatísticas, e sim com presença qualificada, abordagem correta e resposta rápida no cotidiano.

    Cheia

    A enchente do Rio Acre expôs novamente a fragilidade histórica das áreas ribeirinhas, mas também evidenciou maior capacidade de resposta do poder público municipal e estadual. O desafio segue sendo estrutural: prevenção permanente ainda custa menos que ações emergenciais, mas as autoridades locais não se importam com isso.

    Rio Acre

    Há dois dias abaixo da cota de transbordo, o Rio Acre segue baixando. Na medição das 18 horas do dia 1, ficou no limite da cota de alerta (13,50m). Agora, é manter a estrutura montada para o mês de fevereiro que, possivelmente, não surpreenderá com muita chuva.

    Abrigos

    A fiscalização do TCE nos abrigos mostrou avanço na organização, mas revelou gargalos recorrentes em assistência social, segurança e atendimento a crianças. Transparência ajuda, mas o problema é crônico e exige planejamento fora do período crítico.

    Interior

    Enquanto Rio Branco concentra atenções, municípios do interior enfrentam impactos silenciosos das cheias, com menos visibilidade e estrutura. A desigualdade territorial continua sendo o ponto fraco das políticas de resposta a desastres no Acre.

    Gestão

    O discurso de Bocalom reforça protagonismo municipal nas enchentes, antes atribuídas ao Estado. A mudança de narrativa cobra resultados: assumir o problema implica responder por ele com eficiência e sensibilidade social.

    Indústria

    O discurso sobre 2025 como o ano da indústria no Acre encontra respaldo em números inéditos. O risco está em depender excessivamente de incentivos fiscais sem garantir competitividade de longo prazo.

    Investimentos

    Os R$ 355 milhões anunciados pela indústria sinalizam confiança no Estado, algo raro no passado. O próximo teste será a execução: investimento anunciado não significa, necessariamente, emprego consolidado.

    Exportações

    Superar US$ 95 milhões em exportações reforça a integração internacional do Acre, especialmente com o Peru. Ainda assim, a pauta exportadora segue concentrada e vulnerável a oscilações externas.

    Social

    As ações da assistência social em 2025 mostram capilaridade e alcance, mas também revelam dependência crescente de programas emergenciais. O desafio é transformar assistência em autonomia para as famílias atendidas.

    Planejamento

    Ainda sobre esse tema, o calendário oficial de eventos para 2026 demonstra organização institucional. A crítica recorrente é saber se datas planejadas vêm acompanhadas de orçamento e avaliação de impacto real nos municípios.

    Que bom!

    No Centro de Rio Branco não há mais becos bombardeados por fezes humanas e de animais, não há mais montanhas de sujeira nem prédios abandonados ocupados por bêbados, drogados e sem teto, lugares exalando odores dos piores.

    Desvirtuamento

    Segundo a imprensa nacional, o Acre recebeu R$ 117,8 milhões para 184 máquinas pesadas, evidenciando uma preocupação: o uso de verbas públicas para aparelhar indiretamente o desmatamento na Amazônia. A análise sugere que a finalidade institucional desses recursos é subvertida quando equipamentos, como o trator de esteira, tornam-se ferramentas primordiais para a degradação ambiental.

    Impunidade

    Comparativamente, o Acre destaca-se negativamente pelo caso de Porto Walter, onde emendas parlamentares financiam uma estrada dita ilegal, segundo Marina Silva, que em tese invade terra indígena. Para as autoridades do clima, o cenário expõe uma crítica severa à governança, onde a infraestrutura financiada pelo Estado serve para consolidar crimes ambientais e beneficiar propriedades privadas de políticos.

    Contradição

    Enquanto o governo federal investe R$ 900 milhões em máquinas, o Ibama demonstra alerta com o uso desses bens para a destruição da floresta que deveria proteger. Essa dualidade revela uma falta de integração entre as políticas de desenvolvimento regional e as metas de preservação, transformando o Acre em um polo desse conflito.

    Fiscalização

    A determinação do STF para que a Polícia Federal investigue as obras no Juruá coloca o Acre no centro de um debate jurídico sobre crimes ambientais. A nota crítica reside no fato de que, sem controle rigoroso, as 184 máquinas entregues ao Estado podem acelerar o isolamento de terras indígenas em vez de promover progresso.

    Faeac

    A Federação da Agricultura e Pecuária do Acre vive um dilema. Uma parte da turma dos 10 sindicatos votantes quer obedecer à lógica do “mudar por mudar”. É preciso avaliar com cuidado isso. A pecuária do Acre vive um momento delicado. Se não houver gente qualificada na condução dos debates, pode perder terreno em pontos já vulneráveis.

    Radicalismos

    O tempo de radicalismos na retórica do setor produtivo já passou. A ordem agora é “construir juntos”. Para isso, é preciso conhecimento técnico. Não bastam boa vontade e ações por impulsos.

    Lição

    No entanto, a eleição da Faeac também mostra uma lição: a formação de quadros qualificados é uma necessidade. Conhecimento centralizado não ajuda uma classe como deveria. É uma lição basilar.

    Natureza em perigo

    Denúncias apontam o descarte irregular de lixo em área de proteção ambiental na capital acreana. Vândalos estariam jogando resíduos na Avenida Paulo Lemos, na região do Portal da Amazônia, em Rio Branco. A prática é considerada crime ambiental e pode resultar em penalidades aos infratores. Moradores pedem maior fiscalização. A denúncia foi feita ontem pelo programa Café com Notícias, da TV5, apresentado por Simone Santos.

    Descaso

    Moradores do bairro Apolônio Sales, nas proximidades da parte final do Eldorado 2, denunciam o risco de desmoronamento de uma passarela sobre um córrego da região. De acordo com relatos, a pinguela não possui laterais de proteção e o assoalho apresenta desgaste provocado pela ação do sol e das chuvas, oferecendo perigo constante a pedestres. A comunidade cobra providências urgentes do poder público para evitar acidentes.

  • Cheia do Rio Acre mantém famílias em abrigos e mobiliza força-tarefa social

    Cheia do Rio Acre mantém famílias em abrigos e mobiliza força-tarefa social

    Em entrevista ao ac24horasplay, o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, João Marcos Luz, afirmou que equipes atuam dia e noite no acolhimento de famílias atingidas pela cheia do Rio Acre. Atualmente, cinco abrigos seguem ativos em Rio Branco, com cerca de 191 pessoas, incluindo idosos, PCDs e pacientes em tratamento de saúde. Assista: […]

  • O calote necessário

    O calote necessário

    Quando um candidato tentar comprar o seu voto receba o que lhes for ofertado, porém não vote nele.

    O eleitor que receber, de um ou de vários candidatos, sejam quais forem às vantagens que lhes forem ofertadas, não estará cometendo um crime, a não ser que entregue o seu voto àqueles que pretendiam fazer do seu voto uma mercadoria.

    Uma das formas de se combater o mercantilismo eleitoral, diz respeito ao que denominei, por minha conta e rico de “calote cívico”, E como proceder? Se um candidato tentar enganá-lo, simplesmente o engane. A importância do voto secreto vem ser exatamente esta.

    Para não se tornar cúmplice do mercado eleitoral, lembre-se: “voto tem valor e não preço”. À propósito, segundo os nossos institutos de pesquisas, entre todas as nossas instituições, a nossa Câmara dos Deputados, composta por 513 deputados é a mais rejeitada, e por nada menos que, 70% dos brasileiros.

    Quando presidia a nossa mais recente ANC-Assembleia Nacional Constituinte e que resultou na nossa atual constituição, ao ser questionado sobre a baixa qualidade dos seus integrantes, o saudoso Ulisses Guimarães, assim respondeu: “espere a composição do nosso próximo Congresso. Antevendo a degeneração do nosso sistema político e eleitoral, simplesmente ele quis dizer: “o próximo será pior”.

    Como estive presente, quando da elaboração da nossa atual Constituição, testemunhei inúmeras vezes, quando o então constituinte, Roberto Campos, chamava a atenção: “ao invés de uma carta de princípios, ou mais precisamente, das nossas leis” estávamos escrevendo uma carta de boas intenções, muitas delas, plenamente irrealizáveis.

    Particularmente, e voltando ao nosso mercantilismo eleitoral, do nosso próximo Congresso Nacional, àquele que advirá das próximas eleições, o pior estará por, afinal de contas, para além dos chamados fundos partidários e eleitorais, cada um dos nossos deputados federais e senadores, disporão de no mínimo, R$-50.000.000,00 anualmente, para contribuir, ou mais precisamente, para financiar as suas próprias reeleições. Após a legalização dessa imoralidade, as chamadas emendas parlamentares aos nossos orçamentos públicos, em particular, o da nossa união, o nosso mercado eleitoral só vem se agigantando.

    Entre os nossos atuais 5.560 prefeitos, por serem os nossos mais importantes e cobiçados cabos eleitorais, quase todos eles já estão compromissados em apoiar seus candidatos nas eleições de 2026.

    Só e somente só, quando os nossos eleitores tomarem ciência que o “calote cívico”, irá contribuir, e muito, para golpear o nosso mercado eleitoral, a nossa democracia irá se fortalecer.

  • Bocalom anuncia retorno seguro de famílias e reforça compromisso com moradia definitiva

    Bocalom anuncia retorno seguro de famílias e reforça compromisso com moradia definitiva

    O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, afirmou que a Defesa Civil já iniciou o processo de retorno das famílias atingidas pela cheia do Rio Acre, garantindo segurança e apoio social. Segundo ele, a gestão mantém atendimento humanizado nos abrigos e acelera projetos habitacionais para pôr fim ao ciclo anual das alagações. Assista: [This post […]

  • O que fazer para o chá funcionar e entregar todos os benefícios

    O que fazer para o chá funcionar e entregar todos os benefícios

    Beber chá é um hábito comum no dia a dia dos brasileiros, seja para relaxar, ajudar na digestão ou buscar algum efeito funcional, como ação antioxidante ou calmante.

    Mas nem todo chá funciona do jeito esperado. Segundo nutricionistas especialistas em fitoterapia, erros simples no preparo, na quantidade ou no momento do consumo podem reduzir — ou até anular — os benefícios da bebida.

    De acordo com a nutricionista Carla Borges, da Santa Casa de Misericórdia de Chavantes, o chá só entrega seus efeitos quando os compostos bioativos da planta conseguem ser extraídos corretamente.

    “Polifenóis, flavonoides e óleos essenciais são sensíveis à temperatura, ao tempo de infusão e à quantidade usada. Se errar nesses pontos, o efeito pode ser fraco ou até causar desconforto”, explica.

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    O preparo do chá interfere nos benefícios?

    Interfere — e muito. Um dos erros mais comuns é usar água quente demais. Água fervendo, a 100 °C, pode destruir compostos delicados, principalmente em chás de folhas, como verde, branco e ervas aromáticas.

    A orientação geral é usar água entre 70 °C e 80 °C para chás verdes e brancos, enquanto ervas mais resistentes, raízes e cascas suportam temperaturas mais altas, entre 90 °C e 100 °C.

    O tempo de infusão também merece atenção. Pouco tempo não extrai os compostos necessários; tempo demais deixa o chá amargo e aumenta a concentração de taninos, que podem irritar o estômago. Em média, o ideal é manter o chá em infusão por 3 a 5 minutos, embora algumas raízes precisem de mais tempo.

    Outro ponto-chave é a quantidade da planta. Pouca erva resulta em efeito fraco; excesso pode causar desconforto gastrointestinal. A proporção mais comum é 1 colher de chá (2 a 3 gramas) para 200 ml de água.

    Foto colorida de chá de canela em uma xícara cor branca - Metrópoles.O preparo correto do chá influencia diretamente seus efeitos no organismo

    O horário do chá faz diferença?

    Faz, sim. O momento do consumo pode influenciar metabolismo, digestão e até o sono. Pela manhã, chás estimulantes, como verde, preto e mate, ajudam no foco e na disposição, mas podem causar náusea se consumidos em jejum por pessoas mais sensíveis.

    Após as refeições, chás digestivos — como hortelã, erva-doce e gengibre — auxiliam a digestão e reduzem gases. Mas os chás ricos em taninos podem atrapalhar a absorção de ferro quando tomados junto às refeições.

    À noite, a recomendação é de tomar chás calmantes, como camomila, erva-cidreira e melissa, que favorecem o relaxamento e o sono. Já os chás com cafeína devem ser evitados nesse período.

    Chá pode substituir água?

    A substituição é apenas parcial. Chás sem cafeína contribuem para a hidratação, mas não devem ocupar todo o espaço da água na rotina. Já os chás com cafeína — verde, preto e mate — não causam desidratação grave, mas também não devem ser a principal fonte de líquidos.

    Para a maioria das pessoas, o consumo seguro gira em torno de duas a quatro xícaras por dia. Em excesso, o chá pode causar irritação gástrica, aumento da frequência urinária, desconforto intestinal e, em alguns casos, redução da absorção de minerais, como o ferro.

    Combinar chá com alimentos ajuda ou atrapalha?

    Depende da combinação. Açúcar deve ser evitado, pois reduz o benefício metabólico e pode anular parte do efeito antioxidante. O mel é uma opção melhor, mas ainda exige moderação.

    O limão, por outro lado, pode aumentar a absorção de antioxidantes e melhorar a biodisponibilidade de alguns compostos. Adoçantes não interferem diretamente nos ativos do chá, mas o uso frequente pode afetar o paladar e a microbiota intestinal.

    Quem deve ter cautela?

    Alguns grupos precisam de atenção especial. Gestantes devem evitar o consumo de chás sem orientação médica, já que muitas plantas têm efeito abortivo ou interferem em hormônios.

    Lactantes também precisam de cuidado, pois alguns compostos passam para o leite materno. Pessoas com pressão alta, diabetes ou que usam medicamentos contínuos devem observar possíveis interações, já que certos chás podem alterar a absorção ou potencializar efeitos de remédios.

    Planta certa, dose correta e preparo adequado

    Para Thaís Barca, nutricionista especialista em fitoterapia, a eficácia do chá depende de três pilares. “Um chá só funciona quando entrega quantidade suficiente de compostos bioativos para gerar um efeito fisiológico. Isso depende de escolher a planta certa para o objetivo, usar a dose adequada e respeitar a forma correta de preparo”, afirma.

    Ela explica que cada planta possui princípios ativos específicos, como flavonoides, alcaloides, óleos essenciais e taninos. “Se a planta não tiver ação comprovada para aquele objetivo, o chá não será eficaz. E mesmo a planta certa pode não funcionar se a dose for insuficiente ou causar efeitos adversos se for usada em excesso”.

    O método de preparo também muda conforme a parte da planta. A infusão é indicada para folhas e flores: ferve-se a água, desliga-se o fogo, adiciona-se a planta e tampa-se o recipiente por sete a dez minutos.

    A decocção é usada para raízes e cascas, fervendo a planta junto com a água pelo mesmo período. Já a maceração é feita em água fria, indicada para compostos sensíveis ao calor, após amassar ou rasgar a planta.

    Foto colorida de chá feito com ervas sendo derradamo em uma xícara transparentePlanta certa, dose adequada e preparo correto fazem o chá funcionar

    Misturar ervas pode ser um problema?

    Pode ser seguro e eficaz, desde que haja conhecimento das interações. “Algumas combinações são sinérgicas e potencializam o efeito desejado, como ervas digestivas juntas.

    Mas misturar muitas plantas, especialmente diuréticas, pode causar queda de pressão, sobrecarga renal ou hepática”, alerta Thaís. Em geral, a orientação é usar de uma a três plantas bem escolhidas, o que aumenta a segurança e facilita identificar possíveis efeitos colaterais.

    Sinais de que o chá não está fazendo bem

    Enjoo, dor abdominal, diarreia, tontura, dor de cabeça, fraqueza, alterações na pressão, palpitações, sonolência excessiva, mudanças no humor ou no hábito intestinal indicam que o chá deve ser suspenso e reavaliado por um profissional, especialmente em idosos e pessoas com doenças crônicas.

    Guia prático: como fazer o chá realmente funcionar

    • Escolha a planta certa para o objetivo desejado;
    • Use a quantidade adequada (em geral, 1 colher de chá para 200 ml de água);
    • Respeite a temperatura da água conforme o tipo de planta;
    • Atenção ao tempo de preparo: nem pouco, nem demais;
    • Prefira consumir no horário mais indicado para o efeito esperado;
    • Evite adicionar açúcar; se possível, use limão ou pequenas quantidades de mel;
    • Não substitua a água por chá;
    • Desconfie de “misturas milagrosas” com muitas ervas;
    • Suspenda o uso se surgirem sintomas;
    • Gestantes, lactantes e pessoas em uso de medicamentos devem buscar orientação profissional.

    Em resumo, chá é saudável, mas não é neutro. Quando bem escolhido e preparado, pode ser um grande aliado. Quando usado sem critério, perde o efeito — ou pode causar problemas. Variedade, moderação e atenção ao próprio corpo continuam sendo as melhores escolhas.

  • Mar agitado interrompe foto e derruba grupo de amigas em Copacabana

    Mar agitado interrompe foto e derruba grupo de amigas em Copacabana

    Um grupo de amigas foi surpreendido pelo mar ao tentar fazer um registro do Reveillón em Copacabana, durante a queima de fogos da virada do ano no Rio de Janeiro, e acabou sendo derrubado por uma onda.

     

    O vídeo mostra sete mulheres se juntando para tirar uma foto na beira do mar, quando são surpreendidas e caem.

    Rio teve mar agitado na virada

    O mar na zona sul do Rio de Janeiro esteve de ressaca durante os dias da virada, com aumento da energia das ondas. O Corpo de Bombeiros informou que realizou o resgate de pelo menos 631 pessoas em Copacabana e no Leme durante a virada do ano.

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    Um adolescente, de 14 anos, está desparecido desde 31/12, e, até o momento, não foi encontrado.

    Os bombeiros haviam emitido um alerta sobre o aumento da força do mar em 31/12 e 1º/1, pedindo para que as pessoas não entrassem no mar durante a noite.

  • Amigos desaparecem após saírem para pescar; um é achado morto

    Amigos desaparecem após saírem para pescar; um é achado morto

    Três amigos que saíram para uma pescaria no Litoral Norte de Santa Catarina desapareceram no mar após seguirem de lancha em direção à Ilha Feia, próxima a Balneário Piçarras (SC).

    Um deles foi localizado sem vida, enquanto os outros dois continuam desaparecidos e são alvo de buscas intensificadas nesta sexta-feira (2/1).

    A vítima encontrada é Clovisnei Zanella, de 46 anos. Já Luiz Paulo de Lima Barbosa, de 35, e Claudionor da Silva Júnior, de 45, ainda não foram localizados.

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    O grupo havia deixado a costa na tarde de terça-feira (30) e manteve contato com familiares pouco antes do desaparecimento, informando que seguia pescando na região.

    Com a confirmação do sumiço, familiares procuraram o Corpo de Bombeiros na manhã seguinte.

    As buscas envolvem equipes dos bombeiros, apoio aéreo com helicóptero e atuação da Marinha do Brasil, que também instaurou um inquérito administrativo para apurar as circunstâncias do acidente, possíveis falhas na embarcação e eventuais responsabilidades.

    Durante as varreduras aéreas, um helicóptero localizou o corpo de Clovisnei a cerca de 15 quilômetros da costa, além de objetos que, segundo os bombeiros, podem estar relacionados à lancha utilizada pelo trio.

    A Ilha Feia, destino dos pescadores, fica a aproximadamente dois quilômetros do continente. Apesar do nome, o local é bastante procurado por praticantes de pesca e mergulho.

    A ilha não possui praias, sendo formada por costões rochosos e vegetação densa, o que dificulta o acesso e pode representar riscos em caso de mudanças repentinas nas condições do mar.

  • Piracema: grupo de amigos é autuado por pesca de tucunaré em SP

    Piracema: grupo de amigos é autuado por pesca de tucunaré em SP

    Um grupo de amigos foi autuado pela Polícia Militar Ambiental quando tentava praticar a pesca ilegal de tucunaré durante o período de piracema em um trecho do Rio Paraná em Rosana, no interior de São Paulo. Os quatro pescadores ocupavam três embarcações.

    Piracema: grupo de amigos é autuado por pesca de tucunaré em SP - destaque galeria3 imagensQuatro pescadores foram autuados por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Rosana (SP)Quatro pescadores foram autuados por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Rosana (SP)Fechar modal.MetrópolesQuatro pescadores foram autuados por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Rosana (SP)1 de 3

    Quatro pescadores foram autuados por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Rosana (SP)

    Divulgação/Polícia Militar AmbientalQuatro pescadores foram autuados por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Rosana (SP)2 de 3

    Quatro pescadores foram autuados por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Rosana (SP)

    Divulgação/Polícia Militar AmbientalQuatro pescadores foram autuados por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Rosana (SP)3 de 3

    Quatro pescadores foram autuados por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Rosana (SP)

    Divulgação/Polícia Militar Ambiental

    O flagrante foi feito durante patrulhamento náutico na terça-feira (30/12). Os quatro homens — um de 62 anos, dois de 32 e um de 23 — foram informados sobre a infração ambiental e autuados pela pesca ilegal.

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    Nenhum tucunaré havia sido capturado até a chegada da equipe de policiais. Por esta razão, a ocorrência foi feita na modalidade advertência e encaminhada à Polícia Civil de Primavera.

    As embarcações foram apreendidas e os equipamentos de pesca, depositados aos infratores. Os demais apetrechos foram levados para a Base Operacional de Rosana, onde estão à disposição da Justiça.

    Flagrante na véspera de Natal

    Em outra operação da Polícia Ambiental, um homem de 45 anos foi multado em R$ 1.460 após ser flagrado, na véspera de Natal (24/12), no Rio Paraná, trecho de Pauliceia, também no interior do estado, com 23 quilos de pescados das espécies piapara e piauçu (veja abaixo).

    Piracema: grupo de amigos é autuado por pesca de tucunaré em SP - destaque galeria3 imagensPescador foi autuado por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Pauliceia (SP)Pescador foi autuado por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Pauliceia (SP)Fechar modal.MetrópolesPescador foi autuado por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Pauliceia (SP)1 de 3

    Pescador foi autuado por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Pauliceia (SP)

    Divulgação/Polícia Militar AmbientalPescador foi autuado por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Pauliceia (SP)2 de 3

    Pescador foi autuado por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Pauliceia (SP)

    Divulgação/Polícia Militar AmbientalPescador foi autuado por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Pauliceia (SP)3 de 3

    Pescador foi autuado por pesca ilegal na piracema no Rio Paraná, em Pauliceia (SP)

    Divulgação/Polícia Militar Ambiental

    O pescador foi abordado na rampa de embarque e desembarque de sua embarcação. Ele capturou os peixes com uma vara de pescar.

    Por se tratar de pesca ilegal em período de piracema na Bacia Hidrográfica do Rio Paraná, a ocorrência foi encaminhada à delegacia de polícia local, onde o homem responderá criminalmente pelo ato.

    Apetrechos de pesca apreendidos

    Por fim, também no Rio Paraná, desta vez no reservatório da Usina Hidrelétrica Sérgio Motta, em Presidente Epitácio, a Polícia Ambiental localizou diversos apetrechos de pesca proibidos na segunda-feira (29/12).

    Material de pesca proibida apreendido no Rio Paraná, em Presidente Epitácio (SP) - MetrópolesMaterial de pesca proibida apreendido no Rio Paraná, em Presidente Epitácio (SP)

    Foram localizados no ambiente aquático 350 metros de redes de malhar, uma corda com espinhel contendo seis covos atrelados, um puçá de tela para captura de camarão e dois galões utilizados como sinalizadores para pesca.

    Os materiais foram recolhidos e levados para a sede do Policiamento Ambiental em Presidente Prudente, onde estarão à disposição para comprovação de propriedade.

    Por que é proibido pescar na piracema

    Segundo a Polícia Ambiental, a piracema é o período mais importante para a reprodução dos peixes, quando eles se deslocam até suas nascentes para desovar.

    A piracema no estado de São Paulo começou no dia 1º de novembro de 2025 e termina em 28 de fevereiro de 2026. O desrespeito às normas é classificado como crime ambiental. Nesse período, são proibidos a captura, o transporte e o armazenamento de espécies nativas.

  • Victoria Jones, filha de Tommy Lee Jones, foi presa três vezes em 2025

    Victoria Jones, filha de Tommy Lee Jones, foi presa três vezes em 2025

    Victoria Jones, filha do ator Tommy Lee Jones, que foi encontrada morta na madrugada desta quinta-feira (1º/1), havia sido presa três vezes ao longo de 2025, nos meses de abril, maio e junho.

    De acordo com o New York Post, em abril ela foi detida em Napa por obstrução de um agente da paz, por estar sob a influência de substância controlada e por posse de substância narcótica controlada.

    No mês seguinte, em maio, Victoria foi presa no condado de Santa Cruz. Já em junho, voltou a ser detida em Napa, desta vez sob acusação de violência doméstica e abuso contra idosos, sendo posteriormente liberada mediante pagamento de fiança.

    Victoria Jones, filha de Tommy Lee Jones, foi presa três vezes em 2025 - destaque galeria3 imagensTommy Lee Jones e Victoria JonesTommy Lee Jones e Victoria JonesFechar modal.MetrópolesTommy Lee Jones e Victoria Jones1 de 3

    Tommy Lee Jones e Victoria Jones

    Ken Ishii/Getty ImagesTommy Lee Jones e Victoria Jones2 de 3

    Tommy Lee Jones e Victoria Jones

    Axelle/Bauer-Griffin/FilmMagicTommy Lee Jones e Victoria Jones3 de 3

    Tommy Lee Jones e Victoria Jones

    Ken Ishii/Getty Images

    Sobre a morte

    Victoria Jones foi encontrada desacordada no hotel Fairmont, em São Francisco, nos Estados Unidos. O local é um dos mais antigos e conhecidos da cidade. A informação foi divulgada inicialmente pelo Daily Mail.

    Segundo relatos obtidos pelo veículo, um hóspede localizou Victoria caída no chão do 14º andar do prédio e avisou funcionários do hotel, acreditando que ela estivesse apenas inconsciente, possivelmente em razão do consumo de álcool. A equipe tentou realizar procedimentos de reanimação cardiopulmonar enquanto uma ambulância era acionada, mas os socorristas confirmaram a morte ainda no local.

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    A Polícia de São Francisco informou que foi acionada por volta das 3h14 da manhã de quinta-feira (1º/1) após o registro de uma emergência médica no hotel. De acordo com os agentes, não havia sinais de violência, nem indícios que apontem para a ocorrência de um crime.

    Além disso, fontes informaram que nenhum objeto relacionado ao uso de drogas foi encontrado na área onde o corpo foi encontrado, e as autoridades também afastaram, até o momento, a possibilidade de suicídio. A causa da morte será definida após exames conduzidos pelo Instituto Médico Legal.

    As autoridades também investigam como Victoria Jones chegou ao 14º andar do hotel e se ela estava hospedada no Fairmont. O caso segue em apuração enquanto os resultados oficiais da perícia não são divulgados.

    Quem foi Victoria Jones

    Victoria Jones era filha de Tommy Lee Jones, ator vencedor do Oscar conhecido por produções como Onde os Fracos Não Têm Vez e MIB – Homens de Preto.

    Ela foi fruto do primeiro casamento do artista, com Kimberlea Cloughley. Na juventude, chegou a fazer participações em projetos audiovisuais ao lado do pai.

    Tommy Lee Jones e Victoria Jones