A vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos-SP) postou em redes sociais neste domingo (29/3) uma homenagem à filha, Isabella Nardoni, assassinada em um crime cometido pelo pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Ana Carolina Jatobá, há exatos 18 anos, na zona norte de São Paulo. A criança tinha 5 anos, quando foi arremessada pela janela do apartamento.
“E se é a pergunta que rondou a minha vida por muitos anos. E se hoje na minha casa nós fôssemos em cinco, e se a Isabela tivesse conhecido o Miguel e a Maria Fernanda?”, questionou no início do vídeo.
Ana Carolina disse que uma história foi interrompida no dia mais difícil da sua vida, mas que não acabou ali. “Uma história que vai muito além da partida de uma criança. Hoje, eu entendo e consigo ver que ela deixou um legado, que a Isabela deixou algo muito maior”, afirmou.
A mãe de Isabella disse que a história da filha dá visibilidade a outras crianças que vivem em silêncio e de uma forma que não conseguem ser protegidas. “É entender que esse legado se transformou, se transformou em luta, se transformou em propósito e se transformou em transformar vidas.”
Ana Carolina disse que se lembra da filha todos os dias e não de forma dolorida, apesar da emoção.
“É ter que lembrar que a violência está em tantos lugares, é lembrar que a violência precisa ser uma voz. E se ela me deixou aqui para ser essa voz, assim eu vou honrar, porque hoje eu não estou só.”
Um homem de 27 anos foi preso em flagrante na manhã deste domingo (29/3) após agredir a companheira, ameaçá-la com uma faca e incendiar seu apartamento, no Belém, zona leste de São Paulo. João Paulo Pereira teria se trancado no imóvel e ateado fogo nos móveis. As chamas se alastraram pelos cômodos e fizeram o botijão de gás da cozinha explodir, fazendo com que outros dois apartamentos fossem atingidos pelo incêndio.
A vítima das agressões disse que vive com João Paulo há cerca de um ano, e que ele teria ficado irritado após receber mensagens no celular. O homem teria então passado a ameaçá-la com uma faca. A mulher afirmou que, por cerca de duas horas, tentou convencê-lo a largar o objeto. E que, enquanto isso, foi empurrada e enforcada.
De acordo com o relato, João Paulo só largou a faca quando ficou cansado e decidiu dormir. Pela manhã, a vítima informou ao companheiro que iria até a casa do irmão e que estava com medo. Pouco tempo após deixar o apartamento, recebeu uma ligação do proprietário do imóvel dizendo que havia um incêndio no local.
A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros foram acionados para conter as chamas. O caso foi registrado na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher da capital, como lesão corporal e ameaça em contexto de violência doméstica, bem como pelo crime de incêndio. O boletim de ocorrência segue em elaboração.
A Polícia Militar do 5º Batalhão foi acionada pelo Copom após uma pessoa que passava pelo local localizar a vítima caída em uma área de gramado. Quando a guarnição chegou, a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já havia confirmado o óbito.
Durante os procedimentos, a Polícia Científica identificou lesões na parte posterior da cabeça, lacerações no pescoço e no tórax, além de ferimentos no braço esquerdo. Também foram constatadas marcas extensas nas costas, compatíveis com arrasto.
Segundo a perícia, o crime não ocorreu exatamente no ponto onde o corpo foi encontrado. Os vestígios indicam que a vítima foi morta em outro trecho da rua Belém e arrastada por aproximadamente 34 metros até as proximidades da praça Ugo Poli. Todo o percurso foi analisado pelos peritos.
Informações colhidas no local apontam que uma testemunha acionou a polícia após encontrar o corpo, sem ter presenciado o fato. Outro relato indica que, por volta das 3h30, foram ouvidos sons semelhantes a agressões, o que pode indicar a participação de mais de um envolvido.
Após o isolamento da área e a conclusão da perícia, o caso foi encaminhado à Polícia Civil, responsável por dar continuidade às investigações para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) executa ações emergenciais no km 212 da BR-317/AC, entre Epitaciolândia e Xapuri, após erosão em bueiro causada pelas chuvas dos últimos dias. As informações foram divulgadas neste domingo (29). O tráfego no trecho opera em regime de meia pista, com passagem controlada e sinalização. Como medida imediata, […]
Na última quarta-feira (25/3), um júri de Los Angeles (EUA) considerou Meta e Google negligentes pelo design viciante do Instagram e do YouTube. A decisão, inédita no mundo, reconheceu que recursos como o scroll infinito e o algoritmo de recompensa foram criados para explorar o cérebro humano. Para a indústria da moda, que há anos usa esses mecanismos, a decisão questiona a forma como o setor usa essas ferramentas para vender.
Júri responsabiliza Meta e Google por design viciante.
Rolar o feed por horas, se sentir desatualizado por não ter a peça do momento e comprar sem saber muito bem o porquê são partes de uma estratégia calculada: as plataformas digitais foram desenhadas para prender a atenção do usuário o máximo possível, e a moda, com seu apelo visual, funciona bem dentro dessa lógica. Quanto mais tempo conectado, mais o algoritmo aprende sobre seus gostos e passa a exibir exatamente o que você tende a comprar.
Redes sociais moldam comportamento e redefinem o consumo digital
O resultado é uma sensação de urgência no consumo. A peça que aparece no feed parece ser o que faltava no armário, e a compra muitas vezes acontece antes de qualquer reflexão. Esse ritmo também acelerou o ciclo das tendências: estilos como o Barbiecore e o Clean Girl surgiram, dominaram os feeds e logo caíram no esquecimento.
A estética Barbiecore tomou conta rapidamente das redes sociais
Quem lucra
Quem mais lucra com essa dinâmica é o fast fashion. A Shein chega a lançar centenas de novos produtos por dia, ajustando sua oferta em tempo real com base nas tendências que circulam nas redes. O consumidor muitas vezes nem percebe que está nesse ciclo, comprando peças que rapidamente perdem o lugar no armário.
A gigante chinesa está entre as maiores redes de fast fashion do mundo
O impacto, porém, não é só financeiro. Pesquisadores já associam o uso excessivo de redes sociais ao aumento de ansiedade e à queda da autoestima, especialmente entre mulheres jovens. A comparação constante com looks produzidos, filtrados e patrocinados reforça a ideia de que o próprio estilo nunca está atualizado o suficiente.
O outro lado
Mas nem todos seguem esse caminho. Cresce entre os consumidores mais jovens o slow fashion — movimento que prioriza consumo mais consciente, com menos peças e maior durabilidade —, além dos brechós e da ideia de um armário mais pensado diante do excesso que as redes incentivam.
Ganha força a busca por peças com história, durabilidade e propósito, enquanto o guarda-roupa deixa de ser um acúmulo de trends para se tornar uma escolha mais intencional.
O consumo mais consciente tem se tornado uma escolha entre os jovens
A relação entre moda e redes sociais em si não é o problema. As plataformas dificilmente vão mudar do dia para a noite, mas o debate, que por muito tempo ficou restrito a especialistas e ativistas, chegou aos tribunais, e a tendência é que precisem se adaptar.
A Polícia Militar do Paraná (PM-PR) foi acionada para atender o caso. Apolo teria chegado à residência em uma moto. Dentro da casa, ao encontrar o ex, eles teriam começado a discutir e a briga evoluiu para agressão.
Imagens:
Para se proteger, o ex-companheiro se trancou no banheiro. Apolo arrombou a porta. Durante o conflito, o avô do ex-namorado, de 81 anos, efetuou um disparo de arma de fogo que atingiu o peito do influenciador.
Mesmo ferido, ele tentou sair da residência, mas caiu inconsciente no quintal. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas, mas apenas constataram o óbito no local.
O avô, que havia fugido, foi preso próximo a um motel. Ele foi levado à Delegacia da Polícia Civil do Paraná, em Maringá, onde foi autuado em flagrante por homicídio.
O lateral-esquerdo foi avaliado pelo Núcleo de Saúde e Performance do Palmeiras e começou o tratamento da entorse no tornozelo direito. O jogador ainda passará por exames complementares.
O amistoso entre Inglaterra x Uruguai terminou empatado em 1 x 1. O lance que originou a lesão de Piquerez aconteceu aos 10 minutos do 1º tempo. Em jogada iniciada pelo time inglês, Madueke recebeu na esquerda e tentou cruzar, mas foi impedido pelo uruguaio. Na queda, o jogador do Palmeiras ficou com o tornozelo prensado nas costas do camisa 17 da Inglaterra e não conseguiu mais atuar.
Lance muito feio e chance grande de lesão séria de Piquerez
O Palmeiras treinou neste domingo (29/3) visando o retorno do Campeonato Brasileiro. O Alviverde entra em campo na quinta-feira (2/4), às 21h30, contra o Grêmio. O duelo, que é válido pela 9ª rodada da Série A do Brasileirão, será disputado na Arena Barueri.
O produtor de conteúdo adulto Apolo dos Santos morreu após ser baleado por um idoso de 81 anos, em Maringá (PR), neste sábado (28/3). Segundo informações preliminares de veículos locais, ele teria invadido a casa do ex-namorado e tentado agredi-lo.
Durante a confusão, o avô do rapaz reagiu e efetuou um disparo de espingarda, que atingiu Apolo no peito.
Testemunhas relataram que o influenciador não aceitava o fim do relacionamento e chegou ao local de motocicleta. Ao tentar agredir o ex-companheiro, o homem se trancou no banheiro da residência.
Ainda de acordo com os relatos, Apolo conseguiu arrombar a porta e continuou com as tentativas de agressão. Nesse momento, o idoso interveio e efetuou o disparo. Ferido, o influenciador tentou deixar o imóvel, mas caiu inconsciente no quintal.
Após o ocorrido, o idoso — que, segundo informações, tem diagnóstico de Alzheimer — fugiu do local. Ele foi localizado pouco depois pela Polícia Militar e encaminhado à delegacia.
Belo Horizonte – Uma jiboia com aproximadamente um metro de comprimento foi resgatada pelos bombeiros na tarde de sábado (28/3) em Formiga, no interior de Minas Gerais. Os militares foram chamados pelo morador de uma casa na cidade, que percebeu a serpente no telhado da varanda e ligou para o 193 pedindo a ajuda do Corpo de Bombeiros.
Durante o resgate, a jiboia ainda se enrolou no braço do bombeiro, uma forma de defesa usada por esse tipo de cobra, que não é peçonhenta. Mas o militar estava de luvas e aplicou técnicas de contenção no animal, que foi acondicionado em caixa apropriada para transporte.
De acordo com o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, após a captura, a serpente foi conduzida até uma área de mata na zona rural do município, nas proximidades de um curso hídrico, onde foi devolvida ao seu habitat natural, sem apresentar ferimentos.
O Corpo de Bombeiros reforça que, ao se deparar com animais silvestres em áreas urbanas, a população deve evitar qualquer tipo de aproximação ou tentativa de captura, acionando imediatamente o telefone de emergência 193 para uma atuação segura e adequada.