Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Giro grátis Betano no BBB: veja como garantir bônus nesta semana

    Giro grátis Betano no BBB: veja como garantir bônus nesta semana

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    A Betano, uma das marcas ligadas ao Big Brother Brasil 2026, lançou uma ação especial para acompanhar a programação do reality show. A campanha “BBB Happy Hour” oferece giros grátis em dois momentos estratégicos, antes e durante a festa da casa, entre os dias 26 e 27 de fevereiro.

    Para aproveitar, basta ter uma conta na casa de apostas. Se ainda não tem cadastro, pode abrir sua conta com o código de indicação BetanoBETMETRO.

    Participar da promoção

    Como funciona a campanha BBB Happy Hour

    A promoção foi dividida em duas etapas, permitindo que os participantes acumulem rodadas extras ao longo da programação:

    Fase 1 – Happy Hour

    Fase 2 – Festa do BBB

    Ao completar as duas etapas, o usuário pode totalizar até 60 rodadas grátis dentro da campanha.

    Quem pode participar

    A ação é válida para usuários já cadastrados na plataforma, não sendo restrita apenas a novos jogadores. O foco é estimular a participação durante a programação do reality.

    Os giros grátis geralmente são válidos para jogos específicos de slots. Por isso, é recomendável consultar os Termos e Condições na página oficial da promoção para verificar as regras completas e os títulos elegíveis.

    Participar da promoção

    Como criar uma conta na Betano

    Para aproveitar as ações do BBB26 e os mercados esportivos disponíveis, o cadastro pode ser feito em poucos passos:

    1. Acesse o site oficial da Betano.

    2. Clique em “Registrar-se” no topo da página.

    3. Escolha o método de cadastro (e-mail ou contas sociais).

    4. Preencha os dados solicitados e informe o código de indicação, se desejar.

    5. Confirme o cadastro com o código enviado por e-mail ou SMS.

    6. Com a conta validada, faça um depósito e explore as opções da plataforma.

    O acesso é permitido apenas para maiores de 18 anos. Sempre confira os Termos e Condições antes de participar de qualquer campanha.

    Por que considerar a Betano?

    A Betano atua no mercado de apostas esportivas e entretenimento digital, com presença em grandes competições do futebol brasileiro e parcerias com eventos de alto alcance.

    A plataforma conta com licença para operar no Brasil e oferece recursos para apostas ao vivo e navegação via aplicativo.

    Além disso, a marca reforça práticas de Jogo Responsável e limita o acesso a maiores de idade, promovendo uma experiência mais segura para os usuários.

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    Jogadores Anônimos

  • Tarcísio rebate Valdemar sobre vice: "Não existe direito de partido"

    Tarcísio rebate Valdemar sobre vice: "Não existe direito de partido"

    Governador de SP rebateu o dirigente Valdemar Costa Neto que defende direito de indicar candidato a vice de seu partido em chapa de Tarcísio

  • Cisjordânia: Brasil envia recado a Israel ao assinar nova condenação

    Cisjordânia: Brasil envia recado a Israel ao assinar nova condenação

    Gustavo Lucena / Metrópoles
    Paláciod do Itamaraty

    O governo do Brasil assinou, nesta segunda-feira (23), um novo comunicado de condenação a Israel, motivado pelas recentes decisões que ampliam a ocupação israelense na Cisjordânia. Diplomatas acreditam que embora o texto não tenha efeito resolutivo, deixa um recardo para o país comandado por Benjamin Netanyahu.

    “Condenamos nos termos mais veementes uma série de decisões recentes de Israel que introduzem ampliações abrangentes do controle israelense ilegal sobre a Cisjordânia. As mudanças são de amplo alcance, reclassificando terras palestinas como supostas “terras estatais” israelenses, acelerando a atividade ilegal de assentamentos e aprofundando ainda mais a administração israelense”, diz o documento.

    O texto se junta a outras duas recentes declarações sobre o caso. No início do mês, o Itamaraty divulgou nota condenando decisão do Gabinete de Segurança de Israel para aumentar o controle do país na Cisjordânia e, na última semana, o Brasil se juntou a outros 100 nas Nações Unidas (ONU) para endossar uma nova condenação a Israel.

    Membros do corpo diplomático brasileiro reconhecem que tais documentos não produzem efeito resolutivo, mas acreditam na mensagem que condenações como essa podem ter em termos políticos.

    Atualmente 193 países são membros da ONU, ou seja, mais da metade assinaram o comunicado de apoio à Palestina na última semana. “Isso marca uma posição do países de não conformidade com violações do direito internacional“, informou um membro do governo brasileiro sob reserva ao Metrópoles.

    O governo palestino também vê como positivo a coordenação dos países nessas condenações. “A firmeza da comunidade internacional é essencial para assegurar o respeito ao direito internacional e aos direitos do povo palestino à autodeterminação e à constituição de um Estado soberano e independente”, disse em comunicado enviado à reportagem.

    “O fato de que a ampla maioria da comunidade internacional rejeita essas ações reafirma o compromisso global com a legalidade internacional e com uma solução justa e duradoura”, defendeu o governo palestino.

    primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
    Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu

    Ocupação na Cisjordânia

    No último dia 8 de fevereiro, o Gabinete de Segurança de Israel deu aval a um conjunto de ações que reforçam o controle e a atuação legal israelense na Cisjordânia, área palestina sob ocupação.

    O território tem registrado a ampliação de assentamentos judaicos — considerados ilegais pelo direito internacional — além do aumento da repressão contra moradores palestinos por forças de segurança e colonos.

    O que diz o novo comunicado assinado pelo Brasil

    Nós, os Ministros das Relações Exteriores da República Federativa do Brasil, da República Francesa, do Reino da Dinamarca, da República da Finlândia, da República da Islândia, da República da Indonésia, da Irlanda, da República Árabe do Egito, do Reino Hachemita da Jordânia, do Grão-Ducado de Luxemburgo, do Reino da Noruega, do Estado da Palestina, da República Portuguesa, do Estado do Catar, do Reino da Arábia Saudita, da República da Eslovênia, do Reino da Espanha, do Reino da Suécia, da República da Turquia, bem como os Secretários-Gerais da Liga dos Estados Árabes e da Organização da Cooperação Islâmica, condenamos nos termos mais veementes uma série de decisões recentes de Israel que introduzem ampliações abrangentes do controle israelense ilegal sobre a Cisjordânia. As mudanças são de amplo alcance, reclassificando terras palestinas como supostas “terras estatais” israelenses, acelerando a atividade ilegal de assentamentos e aprofundando ainda mais a administração israelense.

    Afirmamos claramente que os assentamentos ilegais de Israel, e as decisões destinadas a promovê-los, constituem flagrante violação do direito internacional, incluindo resoluções anteriores do Conselho de Segurança das Nações Unidas e o Parecer Consultivo de 2024 da Corte Internacional de Justiça. Essas decisões mais recentes fazem parte de uma trajetória evidente que visa a alterar a realidade no terreno e avançar uma anexação de facto inaceitável. Também prejudicam os esforços em curso pela paz e estabilidade na região, incluindo o Plano de 20 Pontos para Gaza, e ameaçam qualquer perspectiva significativa de integração regional. Instamos o Governo de Israel a revertê-las imediatamente, a respeitar suas obrigações internacionais e a abster-se de ações que resultem em mudanças permanentes no status jurídico e administrativo do Território Palestino Ocupado.

    Essas decisões seguem a aceleração sem precedentes da política de assentamentos de Israel, com a aprovação do projeto E1 e a publicação de seu edital. Tais ações constituem um ataque deliberado e direto à viabilidade do Estado Palestino e à implementação da Solução de Dois Estados. Nesse contexto, reiteramos nossa rejeição a todas as medidas destinadas a alterar a composição demográfica, o caráter e o status do Território Palestino ocupado desde 1967, incluindo Jerusalém Oriental. Opomo-nos a qualquer forma de anexação.

    Diante da alarmante escalada na Cisjordânia, também conclamamos Israel a pôr fim à violência de colonos contra palestinos, inclusive responsabilizando os autores.

    Reafirmamos nosso compromisso de adotar medidas concretas, em conformidade com o direito internacional, para conter a expansão de assentamentos ilegais no território palestino e as políticas e ameaças de deslocamento forçado e anexação.

    No Mês Sagrado do Ramadã, ressaltamos também a importância de preservar o status quo histórico e jurídico em Jerusalém e em seus Lugares Sagrados, reconhecendo o papel especial da histórica custódia hachemita nesse contexto. Condenamos as repetidas violações do status quo em Jerusalém, que constituem uma ameaça à estabilidade regional.

    Os Ministros conclamam à liberação imediata, por parte de Israel, das receitas fiscais retidas devidas à Autoridade Palestina. Essas receitas devem ser transferidas à Autoridade Palestina, de acordo com o Protocolo de Paris, sendo vitais para a prestação de serviços básicos à população palestina em Gaza e na Cisjordânia.

  • Justiça confirma condenação da Volks por trabalho análogo ao escravo

    Justiça confirma condenação da Volks por trabalho análogo ao escravo

    Moritz Frankenberg/picture alliance via Getty Images
    Imagem de logotipo da Volkswagen - Metrópoles

    A 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8), do Pará e Amapá, manteve uma condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão. O caso ocorreu entre as décadas de 1970 e 1980, no Pará. Com a decisão, tomada em julgamento realizado nesta terça-feira (24/2) a montadora deverá pagar R$ 165 milhões por dano moral coletivo.

    O colegiado confirmou a sentença do juiz do Trabalho de Redenção (PA), Otávio Bruno da Silva Ferreira, que havia condenado a montadora em primeira instância, em novembro de 2025, após reconhecer a existência de um sistema estruturado de exploração de trabalhadores na Fazenda Vale do Rio Cristalino, também conhecida como Fazenda Volkswagen, localizada em Santana do Araguaia (PA).

    A condenação em primeira instância já havia sido noticiada pelo colunista do Metrópoles Tácio Loran.

    Segundo o acórdão do TRT-8, ficou comprovado que, entre 1974 e 1986, centenas de trabalhadores foram aliciados em diferentes regiões do país com promessas de emprego e submetidos a condições degradantes. Os relatos apontam para servidão por dívida, vigilância armada, jornadas exaustivas, alojamentos precários, alimentação insuficiente e ausência de assistência médica.

    “Sistema de exploração”

    Em seu voto, a relatora do processo, desembargadora Maria Zuíla Dutra, afirmou que ficou comprovado que não se tratava de irregularidades pontuais, mas de um sistema estruturado de exploração humana. Segundo ela, “está caracterizada a prática de trabalho escravo contemporâneo, tráfico de pessoas para fins de trabalho em condições desumanas e aviltantes, condutas que representam a mais abjeta violação à dignidade da pessoa humana”, disse.

    Ao ler a sentença, o desembargador Carlos Zahlouth Júnior, presidente da 4ª Turma do TRT-8, afirmou que o colegiado decidiu, de maneira unânime, rejeitar todos os recursos apresentados pela empresa. “Com relação ao recurso do Ministério Público, ele se provê para que este valor seja revertido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e demais entidades, à luz da Ação Declaratória de Preceito Fundamental 994 do Supremo Tribunal Federal”, afimou, referindo-se à ação constitucional que discute a destinação de recursos de condenações trabalhistas coletivas.

    “Marco”

    Para o Ministério Público do Trabalho no Pará (MPT), a condenação estabelece um “marco na responsabilização de empresas por violações de direitos humanos ocorridas na Amazônia durante o regime militar”. “Essa decisão representa uma grande vitória e reforça o entendimento de que não se deve aplicar prescrição em casos como este, por se tratar de grave violação de direitos humanos”, afirmou a procuradora Cíntia Leão.

    O padre Ricardo Figueira, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro da Comissão Pastoral da Terra, lembra que denunciou a exploração de trabalho escravo no sul do Pará nos anos 1970 e 1980. “Naquela época, denunciamos a exploração de trabalhadores com base em depoimentos e documentos da Comissão Pastoral da Terra. A Volkswagen já havia admitido o uso de trabalho forçado na Alemanha, e agora a Justiça reconheceu a responsabilidade e condenou a empresa em primeira e segunda instância. É uma pena que muitas vítimas não tenham sobrevivido para ver essa condenação”, disse.

    Contestação

    À imprensa, a Volkswagen informou que irá recorrer da decisão. Por meio de nota, a empresa afirmou que seguirá em busca de segurança jurídica nas esferas superiores do Judiciário brasileiro”.

    A companhia acrescentou que, “com legado de mais de 70 anos e como uma das maiores empregadoras do Brasil, a Volkswagen reafirma seu compromisso permanente com o respeito absoluto à Constituição Federal, às leis brasileiras e aos princípios internacionais de direitos humanos, que orientam sua atuação como uma das maiores empregadoras do país”.

    A montadora observou ainda que “repudia qualquer forma de trabalho forçado, degradante ou análogo à escravidão e reitera sua dedicação histórica à promoção de um ambiente laboral digno, ético e responsável”.

  • Evaristo Costa responde por que começou a pintar a unha

    Evaristo Costa responde por que começou a pintar a unha

    Evaristo Costausou as redes sociais nesta terça-feira (24/2) para interagir com seguidores. Por meio de uma caixinha de perguntas no Instagram, o apresentador respondeu a curiosidades enviadas por fãs.

    Entre os questionamentos, um seguidor quis saber o motivo de ele pintar de preto a unha do dedo mindinho. “Por que a unha está preta?”, perguntou.

    A resposta de Evaristo Costa

    Em resposta, o jornalista explicou que o hábito começou quando veio ao Brasil. Segundo ele, as filhas, com quem mora na Inglaterra, pintaram sua unha antes da viagem, como uma forma de ele não se esquecer delas enquanto estivesse fora. Desde então, manteve o costume.

    “A primeira vez foi minhas filhas que pintaram porque eu estava vindo ao Brasil e elas disseram que era para eu não esquecer delas desde então eu pinto e também porque eu gosto”, afirmou.

    Respondeu mensagem homofóbica

    Recentemente, o comunicador também virou assunto após responder diretamente a um comentário considerado problemático feito por uma seguidora. “Por favor não saia do armário nunca você é papai é vergonhoso para com todos sou sua amiga e fã oro por você sempre”, escreveu a internauta.

    Ao compartilhar a mensagem, Evaristo rebateu publicamente. “Leio todos os comentários, mas o seu não poderia deixar sem resposta. 1º seu comentário é extremamente homofóbico e isso sim é vergonhoso”, declarou.

    Na sequência, acrescentou: “2º não é da sua conta minha orientação sexual. Dispenso ‘amigas’ xenofóbicas, racistas, homofóbicas”, finalizou o ex-âncora da Globo.

  • Técnico do Real Madrid reforça apoio a Vini e comenta decisão da Uefa

    Técnico do Real Madrid reforça apoio a Vini e comenta decisão da Uefa

    Reprodução/Instagram/@realmadrid
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    O treinador do Real Madrid, Álvaro Arbeloa, participou de uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (24/2), um dia antes da partida de volta contra o Benfica, pelos playoffs da Champions League. O tópico central do duelo segue com o caso de racismo contra Vini Jr., no jogo de ida, e durante a entrevista não foi diferente.

    “Minha opinião continua a mesma da semana passada: temos uma grande oportunidade de marcar uma virada na luta contra o racismo”, reforçou Arbeloa.

    O técnico do clube espanhol reiterou o seu apoio a Vini e pediu novamente para que a Uefa seja minuciosa durante as investigações que estão em andamento. Arbeloa ainda elogiou as ações da entidade europeia de futebol, que nessa segunda-feira (23/2) decidiu pela suspensão de Gianluca Prestianni. O argentino foi acusado de chamar o brasileiro de “macaco”.

    “A Uefa, que sempre foi uma defensora dessa luta, tem a oportunidade de fazer mais do que apenas deixar isso como um slogan ou uma faixa bonita antes das partidas. E vamos torcer – ou melhor, eu torço – para que eles aproveitem essa oportunidade”, completou o treinador espanhol.

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    Receita do Estado do Acre cresce 13%, mas despesas avançam 14 %, aponta relatório

    O estado do Acre registrou aumento de 13% em suas receitas correntes no 6º bimestre de 2025 (novembro e dezembro) em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo o Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) em Foco dos Estados e do Distrito Federal, divulgado pelo Tesouro Nacional. No período, a Receita Corrente Líquida […]

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    Regularização ambiental rural passa a ser atendida exclusivamente no Imac

    O governo do Acre anunciou nesta terça-feira, 24, a mudança no local de atendimento para serviços ligados à regularização ambiental de imóveis rurais. A partir de agora, as demandas relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) passam a ser realizadas exclusivamente no escritório do CAR/PRA instalado na sede do […]

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    Prefeito César Andrade assina ordem de serviço para recuperar quadra sintética em Porto Walter

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  • Homem doa R$ 18 milhões em ouro para resolver encanamento de cidade

    Homem doa R$ 18 milhões em ouro para resolver encanamento de cidade

    Canva
    Barra de ouro

    Um homem não identificado doou barras de ouro avaliadas em cerca de 560 milhões de ienes (R$ 18 milhões) para ajudar a consertar o sistema de água de uma cidade japonesa. O ato heróico aconteceu em novembro do ano passado, afirmou o prefeito de Osaka, Hideyuki Yokoyama, em uma coletiva de imprensa na quinta-feira (19/2).

    De acordo com o departamento de abastecimento de água da cidade, Osaka registrou mais de 90 casos de vazamentos em tubulações de água sob suas ruas no ano fiscal de 2024. Além disso, mais de 20% dos encanamentos de água do Japão já ultrapassaram sua vida útil legal de 40 anos.

    Barra de ouro
    Homem doou para ajudar a resolver problemas urbanos

    “Lidar com a deterioração das tubulações de água exige um investimento enorme. Portanto, só tenho a agradecer”, disse Yokoyama em resposta a uma pergunta sobre a doação de ouro, que pesava cerca de 21 kg.

    O prefeito da cidade ainda disse que a quantia era “impressionante” e que estava “sem palavras”.

    O mesmo doador misterioso já havia doado 500 mil ienes em dinheiro para o sistema de abastecimento de água municipal, afirmou Yokoyama.