O nível do Rio Acre em Rio Branco voltou a apresentar recuo na medição realizada ao meio-dia desta terça-feira (30) e marcou 15,29 metros, confirmando a tendência de vazante observada desde as primeiras horas do dia. As informações são da Secretaria Municipal de Defesa Civil. Conforme o boletim oficial, às 5h17 o nível estava em […]
Autor: jonysdavid2017@gmail.com
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Rio Acre segue recuando e mede 15,29 metros ao meio-dia de hoje (30)
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Gorilinha provoca o pai, mas é a mãe quem dá a última palavra na proteção do filhote

Um gorilinha resolve provocar o pai e acaba recebendo uma reação inesperada. Mas antes que a situação vá longe demais, a mãe surge ao fundo e deixa claro quem manda…
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Secretaria dos Povos Indígenas fortaleceu diálogo, autonomia e políticas públicas no Acre em 2025
Ao longo de 2025, a Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi) consolidou um ano marcado pela ampliação do diálogo, da presença institucional e da execução de políticas públicas nos territórios indígenas do Acre. Sob a liderança da secretária Francisca Arara, a atuação da pasta aproximou o governo das comunidades indígenas, com visitas do governador Gladson Camelí a terras indígenas (TIs) — mais de uma dezena, ao longo do ano — e a realização de três grandes fóruns com lideranças das 36 TIs do estado, fortalecendo a escuta qualificada e a construção conjunta de soluções para os povos.

Sepi realizou diversos festivais indígenas durante o ano. Foto: Diego Gurgel/Secom Esse diálogo se traduziu em ações estruturantes. Este ano, a Sepi realizou oito pré-consultas em oito territórios indígenas e seis consultas formais distribuídas em cinco regionais do Acre, assegurando que as decisões respeitassem os protocolos comunitários. Todas as políticas executadas pela secretaria seguiram as diretrizes da gestão territorial e ambiental indígena, alinhadas aos planos de gestão dos próprios territórios. O foco foi o fortalecimento institucional e a autonomia das organizações indígenas, o respeito aos conhecimentos tradicionais, a garantia da segurança alimentar e a geração de renda sustentável.
“O ano de 2025 foi marcado por muito diálogo e presença do governo nos territórios indígenas. Nós ampliamos a escuta, fortalecemos a relação de confiança e garantimos que as políticas públicas fossem construídas com os povos indígenas, respeitando seus modos de vida, seus conhecimentos tradicionais e seus planos de gestão territorial e ambiental”, diz a secretária Francisca Arara.

Acre sediou oficina sobre gestão territorial e ambiental de terras indígenas. Cleilton Lopes/Secom Em outubro desse ano, o foi realizada a 3ª Oficina de Governança Regional realizada no Centro de Formação Indígena, em Rio Branco. Maria Júlia Yawanawa Kanamani, da terra indígena Rio Gregório, no município de Tarauacá, falou sobre a importância da oficina para sua população.
“Essa oficina é uma oficina muito importante, porque existem várias realidades diferentes dentro dos nossos territórios. É um momento de aprendizagem, de compartilhar, de saber a realidade do outro e juntos a gente pensar que rumo nós vamos tomar para que as políticas públicas possam beneficiar a todos, de forma que aquelas que não estão em áreas de ameaça, mas que possam desenvolver os seus projetos, como por exemplo a preservação do seu território”, comentou Kanamani durante o evento.
Diálogo e fortalecimento de ações
Como resultado desse trabalho, foram firmados nove termos de fomento com organizações da sociedade civil, sendo que uma delas agregou três projetos, totalizando 12 iniciativas executadas diretamente pelas associações indígenas. Os recursos foram repassados para as contas das próprias organizações, que passaram a gerenciar investimentos destinados à aquisição de barcos motorizados, instalação de internet via satélite, construção de galinheiros, compra de pequenos animais, como galinhas caipiras e suínos, além da aquisição de equipamentos como roçadeiras, para manutenção dos sistemas agroflorestais (SAFs). As ações contribuíram para a melhoria da segurança alimentar, o fortalecimento da merenda regionalizada e o aumento da autonomia produtiva das comunidades.
“Quando fortalecemos as associações indígenas e repassamos os recursos diretamente para que façam a gestão, estamos promovendo autonomia, segurança alimentar e geração de renda. Barcos, sistemas de água, apoio à produção e aos sistemas agroflorestais significam dignidade, qualidade de vida e permanência dos povos indígenas em seus territórios”, acrescenta a secretária.

Barcos adquiridos facilitaram o deslocamento em territórios de difícil acesso. Foto: Amaaaiac Gestão participativa e acolhedora
A logística e o acesso aos serviços básicos também estiveram entre as prioridades da Sepi. Os barcos adquiridos facilitaram o deslocamento em territórios de difícil acesso e reduziram o isolamento geográfico das comunidades. Paralelamente, foram apoiadas a instalação de poços artesianos e a construção de cacimbas, garantindo acesso à água potável em um contexto de eventos climáticos extremos, que afetam direta e indiretamente os povos indígenas do Acre.
Agentes agroflorestais
Outro destaque de 2025 foi o pagamento do incentivo-bolsa a 147 agentes agroflorestais indígenas, distribuídos em 28 terras indígenas. Esses agentes desempenham papel fundamental na sensibilização, educação ambiental e fortalecimento das práticas sustentáveis nos territórios. A experiência acreana, reconhecida como pioneira, reforça o protagonismo indígena na proteção ambiental e no enfrentamento às mudanças climáticas, consolidando os territórios indígenas como barreiras naturais contra o desmatamento e as queimadas.

Projeto Regional das Secretarias de Povos Indígenas tem objetivo de pleitear R$ 125 milhões com instituições financeiras. Foto: Pedro Devani/Secom Participação na COP30 e captação de recursos
A Sepi teve participação ativa na COP30, com a presença da secretária Francisca Arara em diversos painéis estratégicos voltados à pauta indígena, ambiental e climática. Durante os debates, a secretária apresentou a experiência do Acre na construção de políticas públicas baseadas na gestão territorial e ambiental indígena, destacando o protagonismo dos povos indígenas na proteção da floresta, no enfrentamento às mudanças climáticas e na promoção do desenvolvimento sustentável.
Nos painéis, Francisca Arara reforçou a importância do diálogo permanente entre governos e povos indígenas, da valorização dos conhecimentos tradicionais e do fortalecimento institucional das organizações indígenas.
“Os territórios indígenas são fundamentais para a proteção da floresta, para o enfrentamento das queimadas e do desmatamento. Levar a experiência do Acre para espaços como a COP30 e garantir apoio aos festivais culturais é reconhecer que um povo com sua cultura viva é um povo forte, que protege o meio ambiente e constrói um futuro sustentável para todos”, observa.
A participação da Sepi na COP30 também foi fundamental para dar visibilidade internacional às ações desenvolvidas no Acre, ampliar articulações com governos, organismos financiadores e parceiros estratégicos, além de defender a destinação de recursos para a implementação de planos de gestão territorial e ambiental, segurança alimentar, proteção dos territórios e melhoria da qualidade de vida das comunidades indígenas.
Ainda na COP30, no campo da articulação regional e da captação de recursos, a secretaria teve papel estratégico no âmbito do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal (CAL), por meio da Câmara Setorial de Povos Indígenas, também liderada pela secretária Francisca Arara.
A Sepi e as demais secretarias de povos indígenas da Amazônia Legal pleitearam, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), R$ 125 milhões para investimentos em capacitação de técnicos, estruturação institucional das secretarias e implementação dos planos de gestão territorial e ambiental. Os recursos vão apoiar sistemas agroflorestais, aquisição de equipamentos e combustíveis, apoio a festivais culturais e construção de poços e cacimbas, além de suporte logístico com transporte aéreo, fluvial e terrestre.

Festival Atsa Puyanawa é aberto com cerimônia que exalta a espiritualidade e os saberes ancestrais. Foto: Diego Silva/Secom Valorização cultural
A valorização cultural também marcou a atuação da Sepi em 2025. Ao todo, 21 festivais indígenas foram apoiados nos territórios, fortalecendo línguas originárias, cantos, saberes tradicionais, culinária, pinturas corporais e práticas culturais. Além de preservar identidades, os festivais promoveram intercâmbio entre povos e geração de renda local. Reconhecendo sua importância, o governo do Acre incorporou esses eventos ao calendário oficial do Estado.

Foram realizadas oficinas para os servidores da secretaria. Foto: Arquivo Sepi Apoio e suporte a servidores da secretaria
Internamente, a secretaria investiu na melhoria da gestão, com a realização de três oficinas de planejamento com servidores, com foco em agilizar processos e ampliar a capacidade de entrega das políticas públicas.
A retrospectiva de 2025 evidencia que a atuação da Sepi foi além da execução de projetos: consolidou um modelo de governança baseado no diálogo permanente, no respeito aos territórios e na valorização dos povos indígenas como protagonistas da proteção ambiental e do desenvolvimento sustentável do Acre.
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Empregos Formais e Renda Média Atingem Recorde no Brasil, diz IBGE
Este artigo aborda empregos formais e renda média atingem recorde no brasil, diz ibge de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
A Expansão Sustentada do Emprego Formal no Brasil
O Brasil registrou um marco histórico no emprego formal, com o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado atingindo um patamar recorde. Segundo dados recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo IBGE, o trimestre encerrado em novembro viu um crescimento de 2,6% neste segmento, o que representa a inclusão de impressionantes 1 milhão de novos trabalhadores. Este avanço elevou o contingente total para 39,4 milhões de empregados formais no setor privado, excluindo os domésticos, consolidando um cenário de recuperação e expansão da formalização do mercado de trabalho.
A robustez da formalização não se limita ao setor privado. O setor público também contribuiu significativamente para este panorama otimista, alcançando a marca inédita de 13,1 milhões de empregados, com um avanço de 1,9% no trimestre e 3,8% no ano. Este cenário de crescimento se destaca ainda mais ao ser comparado com a performance do mercado informal. Segundo o IBGE, o ramo informal não apenas não cresceu, mas registrou uma retração, o que, na avaliação da coordenadora Adriana Beringuy, aponta para uma "perda de força do ramo informal". Este movimento reforça a percepção de uma trajetória de "crescimento sustentado ao longo de 2024 e agora para 2025" nos empregos formais, indicando uma preferência crescente pela formalização e a solidificação de postos de trabalho com carteira assinada na economia brasileira.
A Dinâmica do Emprego Informal e Autônomo
Apesar do avanço robusto na formalização do emprego, o cenário do mercado de trabalho brasileiro apresenta uma dinâmica complexa no segmento informal e autônomo. O número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado, embora tenha mostrado estabilidade no trimestre encerrado em novembro, ainda representa um contingente significativo de 13,6 milhões de pessoas. No entanto, em uma análise anual, houve um recuo notável de 3,4%, correspondendo a menos 486 mil trabalhadores nessa condição, sinalizando uma leve retração na parcela mais vulnerável do emprego.
Em contraste com a leve desaceleração do emprego informal sem carteira, o segmento dos trabalhadores por conta própria alcançou um marco histórico. O Brasil registrou um total de 26 milhões de pessoas atuando nessa modalidade, estabelecendo um novo recorde na série histórica da pesquisa do IBGE. Embora a variação trimestral tenha se mantido estável, a expansão anual foi considerável, com um aumento de 2,9%, ou seja, mais 734 mil indivíduos aderindo ao trabalho autônomo. Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, essa "expansão continuada assegurou o atingimento desse volume de trabalhadores por conta própria", destacando a resiliência e a crescente adesão a essa forma de subsistência e geração de renda.
A informalidade geral na população ocupada também exibiu um comportamento interessante. O recorde no número de trabalhadores com carteira assinada contribuiu para uma variação negativa na taxa de proporção de trabalhadores informais, que agora representa 37,7% da população ocupada, totalizando 38,8 milhões de trabalhadores. Este índice é inferior aos 38,0% (38,9 milhões) registrados no trimestre anterior (encerrado em agosto) e significativamente menor que os 38,8% (39,5 milhões) observados no mesmo período do ano anterior. Beringuy pontuou que "o ramo informal não apenas não cresceu como retraiu. Isso faz um movimento de perda de força do ramo informal", um indicativo positivo de que a formalização está ganhando terreno.
Redução da Informalidade e o Papel do Setor Público
A recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE revela uma notável redução da informalidade no mercado de trabalho brasileiro. O número de trabalhadores informais, que inclui aqueles sem carteira assinada, caiu para 38,8 milhões no trimestre encerrado em novembro, correspondendo a 37,7% da população ocupada. Este índice representa um recuo em relação aos 38,0% do período anterior e aos 38,8% observados no mesmo trimestre do ano passado, evidenciando uma perda de força do ramo informal. A coordenadora de Pesquisas do IBGE, Adriana Beringuy, destacou que o segmento informal não apenas estagnou, mas de fato retraiu, um quadro que aponta para uma transição estrutural no emprego nacional.
Essa diminuição da informalidade ocorre em um cenário de robusto crescimento do emprego formal. Enquanto o número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado permaneceu estável no trimestre, registrando uma queda anual de 3,4% (menos 486 mil pessoas), o contingente com carteira assinada e no setor público expandiu-se significativamente. A absorção de mão de obra em postos formais contrasta diretamente com a dinâmica do trabalho informal, indicando que a população ocupada tem encontrado mais oportunidades de inserção em condições regulamentadas, impulsionando a formalização e a segurança jurídica nas relações de trabalho.
Nesse contexto de formalização, o setor público desempenha um papel crucial e de destaque. O IBGE registrou um número recorde de 13,1 milhões de empregados no setor público, com um acréscimo de 250 mil pessoas no trimestre e de 484 mil ao longo do ano. Esse crescimento expressivo na oferta de empregos públicos formais não apenas contribui diretamente para a redução da taxa de informalidade total, ao incorporar trabalhadores em regimes estatutários ou celetistas, mas também sinaliza a capacidade do Estado de ser um motor de formalização. Ao expandir seu quadro de funcionários, o setor público reforça a estrutura de empregos regulamentados, oferecendo estabilidade e benefícios que são inerentes à formalidade, e assim colabora para uma reconfiguração mais segura e resiliente do mercado de trabalho.
Desemprego em Mínima Histórica e Renda Média em Ascensão
O Brasil registrou um marco histórico no mercado de trabalho, com a taxa de desemprego atingindo 5,2% no trimestre encerrado em novembro, o menor patamar desde 2012. Este resultado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sublinha uma recuperação e um fortalecimento notáveis da economia, evidenciando um cenário de maior inclusão no mercado formal. A queda consistente no índice de desocupação reflete uma dinâmica positiva, impulsionada pela criação de novas vagas e pela expansão de diversos setores produtivos em todo o país, sinalizando um ambiente propício para a valorização da força de trabalho.
Essa melhoria do quadro de desocupação é acompanhada por um crescimento expressivo no número de empregos formais. O contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, excluindo domésticos, alcançou a marca recorde de 39,4 milhões, representando um acréscimo de 1 milhão de pessoas, ou 2,6%, apenas no último trimestre. Similarmente, o setor público também apresentou expansão, com 13,1 milhões de empregados, um aumento de 1,9% (equivalente a mais 250 mil pessoas no trimestre e 484 mil no ano), reforçando a abrangência da recuperação em todas as esferas de emprego.
Além disso, a pesquisa do IBGE revelou um novo recorde para os trabalhadores por conta própria, que somaram 26 milhões, com um incremento de 734 mil pessoas no último ano, demonstrando a vitalidade do empreendedorismo e da economia autônoma. Paralelamente, a informalidade mostrou sinais de retração, com a proporção de trabalhadores informais na população ocupada caindo para 37,7%, ou 38,8 milhões de trabalhadores. Este movimento de formalização e a robustez na criação de vagas, tanto formais quanto via conta própria, são elementos cruciais que sustentam o ambiente favorável para a ascensão da renda média no país, contribuindo para uma melhoria geral nas condições de vida da população.
Setores Chave para o Crescimento e Perspectivas para 2025
O cenário atual de recordes no mercado de trabalho brasileiro, com o número de empregos formais e a renda média atingindo patamares históricos, estabelece uma base robusta para as perspectivas de 2025. A trajetória de crescimento contínuo de vagas com carteira assinada no setor privado, um movimento que se mostrou sustentado ao longo de 2024 e projetado para o próximo ano pela coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, aponta para a consolidação de uma recuperação econômica. Essa estabilidade, evidenciada pela menor taxa de desemprego desde 2012, indica um ambiente propício para a manutenção e expansão da força de trabalho formal no Brasil.
Entre os principais vetores de crescimento para o próximo ano, destacam-se o setor de serviços e o comércio, que historicamente se consolidam como grandes geradores de postos formais no Brasil. A expansão de 2,6% nos empregos com carteira assinada no setor privado, que adicionou 1 milhão de trabalhadores e atingiu o recorde de 39,4 milhões, sugere um robusto desempenho nessas áreas, impulsionado pela demanda interna e pela recuperação econômica gradual. Além disso, o setor público demonstrou uma contribuição notável, com um aumento de 1,9% no trimestre, incorporando 250 mil pessoas e alcançando um recorde de 13,1 milhões de empregados, sinalizando investimentos e o fortalecimento de quadros administrativos essenciais.
Adicionalmente, o segmento de trabalhadores por conta própria, que registrou um novo recorde de 26 milhões de pessoas, desempenha um papel crucial ao injetar dinamismo na economia, especialmente em serviços e pequenas iniciativas empreendedoras. Para 2025, a continuidade da tendência de formalização é um fator-chave. A retração da proporção de trabalhadores informais, que caiu para 37,7% da população ocupada, enquanto a população ocupada total cresceu, sugere um fortalecimento da qualidade do emprego. Essa migração para a formalidade e o empreendedorismo, seja como empregado ou autônomo, são pilares para um mercado de trabalho mais resiliente e com maior segurança para os trabalhadores, projetando um ano com indicadores positivos sustentados.
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Motorista de aplicativo é rendido, amarrado e tem carro roubado durante corrida em Sena Madureira
Um motorista de aplicativo viveu momentos de terror ao ser rendido e ter o carro roubado durante uma corrida na noite desta segunda-feira (29), em Sena Madureira, no interior do Acre. O veículo, um Fiat Mobi, foi localizado na manhã desta terça-feira (30), após denúncias de moradores que auxiliaram a polícia nas buscas.
Segundo as informações apuradas, os criminosos solicitaram a corrida com destino ao km 10 da estrada de Manoel Urbano. Durante o trajeto, o motorista foi surpreendido por dois indivíduos armados — um deles com um revólver e o outro com uma arma de fabricação caseira. A vítima foi rendida, teve as mãos amarradas e foi levada até um ramal em uma área afastada.
Após o assalto, os suspeitos fugiram levando o veículo, cartões bancários, um óculos escuro e um aparelho celular Samsung A52. O motorista foi abandonado nas proximidades de uma ponte e conseguiu pedir ajuda algum tempo depois.
Relatos de moradores foram fundamentais para a reconstituição do caso. Testemunhas informaram que o motorista foi visto correndo e pedindo socorro, ainda com as mãos amarradas, no ramal conhecido como Tonha Vieira. Ele foi acolhido por moradores da região, que o conduziram até um ponto onde a polícia já realizava diligências.
Apesar do susto e do trauma, a vítima não sofreu ferimentos graves e passa bem.
Ainda de acordo com o motorista, o telefone utilizado para solicitar o transporte teve a foto de perfil alterada após o crime, exibindo a imagem de um possível integrante de organização criminosa conhecido pelo apelido de “Terror”.
Após novas denúncias, a guarnição policial localizou o Fiat Mobi escondido em uma área de matagal no bairro Ana Vieira. O veículo não apresentava sinais aparentes de avarias. A perícia chegou a ser acionada, mas não havia perito disponível no momento, e o carro foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais.
A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar e localizar os envolvidos no crime.
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Governo do Acre inicia serviços de concretagem na estrutura central do viaduto do Complexo Viário da Avenida Ceará
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), iniciou a concretagem na parte central (laje do tabuleiro) do viaduto que integra as obras do Complexo Viário da Avenida Ceará, em Rio Branco. Ao longo de três dias de trabalho, já foram executados 450m³ do serviço. Nesta etapa, estão previstos mais de 500m³ de concreto.

Tabuleiro do viaduto recebe concretagem. Foto: Pedro Devani/Secom O gestor da pasta de Obras Públicas, Ítalo Lopes, destacou que o início da concretagem consolida o avanço efetivo do Complexo Viário da Avenida Ceará e representa uma parte importante da estrutura do viaduto.
“É uma determinação do governador Gladson Camelí que as obras avancem com responsabilidade técnica, planejamento e ritmo, para que possamos entregar uma intervenção que melhore a mobilidade urbana. A atual etapa é uma operação de grande porte, com dezenas de caminhões e uma logística que garante segurança, durabilidade e qualidade à obra”, ressalta.

Obras do viaduto do Complexo Viário são realizadas no cruzamento das Avenida Ceará e Getúlio Vargas . Foto: Pedro Devani/Secom Considerado a maior obra de mobilidade urbana em execução no estado, o complexo inclui, ainda, o alargamento de faixas entre a Rua Floriano Peixoto e a Quarta Ponte, além de melhorias no sistema viário da região central, com finalização prevista para dezembro de 2026.

Com obras públicas, Estado amplia oportunidades de trabalho e renda para milhares de operários da construção civil. Foto: Pedro Devani/Secom A concretagem é resultado da conclusão dos serviços preparatórios, que incluíram escavações, execução das fundações, montagem das armaduras e das formas. Os trabalhos seguem com frentes ampliadas e a adoção de serviços em horários estendidos, incluindo turnos noturnos, visando ao cumprimento do cronograma diário da obra em momentos que apresentam segurança para execução dos trabalhos neste período de inverno amazônico.

Viaduto está sendo construído no centro da capital. Foto: Pedro Devani/Secom O principal objetivo do Complexo Viário é garantir um corredor de ônibus para que os usuários do transporte público possam transitar entre o Terminal Urbano e a ligação da Avenida Ceará com a Avenida Getúlio Vargas de forma direta, o que diminuirá o tempo do usuário no coletivo. Com esse corredor de ônibus, quem utiliza os veículos de passeio também será beneficiado com maior fluidez e segurança no trânsito.
Investimentos
O Complexo Viário é fruto de convênio entre o governo do Acre, por meio da Seop, e o governo federal, via Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).

Complexo Viário visa transformar mobilidade urbana de Rio Branco. Ilustração: Marcos Haluen/Seop O investimento total supera R$ 30 milhões, sendo mais de R$ 17 milhões provenientes de emenda parlamentar e o restante como contrapartida do Estado.
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Educandário abre seleção para pedagogo e cuidadora em Rio Branco
O Educandário Santa Margarida, localizado no bairro Preventório, em Rio Branco, está com dois processos seletivos simplificados abertos para contratação de pedagogo e cuidadora de crianças, com o objetivo de reforçar a equipe multidisciplinar da instituição que atua no acolhimento de crianças. Para a vaga de pedagogo(a), o profissional será responsável pela elaboração e implementação […]

