Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Mãe publica homenagem no aniversário de Eliza Samudio: "Muito difícil"

    Mãe publica homenagem no aniversário de Eliza Samudio: "Muito difícil"

    Reprodução/Redes sociais.
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    Sonia Moura, mãe de Eliza Samudio, usou as redes sociais neste doming (22/2), para prestar uma homenagem à filha, que completaria 41 anos na mesma data.

    A modelo foi assassinada em 2010. Bruno Fernandes, conhecido como goleiro Bruno, foi condenado por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver. Inicialmente, recebeu pena de 22 anos de prisão, posteriormente reduzida para 20 anos e 9 meses.

    Homenagem

    Em seu perfil, Sonia compartilhou uma mensagem lembrando a data. “Eliza, minha filha querida, hoje é um dia muito difícil, mas também é um dia de celebração. Você completa 41 anos, e eu não posso deixar de pensar em como a vida seria diferente se você estivesse aqui conosco”, escreveu.

    Na sequência, ela falou sobre a saudade e a dor da perda. “São quase 16 anos que você partiu, e a saudade é imensa. A dor é profunda, mas eu sei que você está em um lugar melhor, onde não há mais ódio, não há mais raiva, não há mais dor.”

    A mãe também ressaltou as características da filha e afirmou que essas lembranças lhe dão forças para seguir em frente. “Hoje, eu quero te dizer que você continua viva em meu coração. Sua memória é uma chama que arde forte, e eu vou continuar a alimentá-la com amor e carinho.”

    Ao final da homenagem, Sonia mencionou o neto, Bruninho. “Eu sei que você está olhando por mim, por Bruninho e por todos que te amam. E eu quero que você saiba que estamos bem, que estamos seguindo em frente e que estamos fazendo o melhor que podemos. Feliz aniversário, Eliza! Você é amada, você é lembrada e você é para sempre em meu coração.”

    Relembre o caso

    De acordo com a denúncia, Bruno não queria pagar pensão ao filho e teria elaborado um plano para matar Eliza Samudio com a ajuda do amigo Luiz Henrique Romão, conhecido como Macarrão, e de Marcos Aparecido dos Santos, chamado de Bola, apontado como o executor. Ambos também foram condenados.

    O corpo de Eliza nunca foi encontrado. Em 28 de janeiro de 2013, foi emitida a certidão de óbito da modelo, que aponta como causa da morte asfixia mecânica com emprego de violência.

    O goleiro permaneceu cerca de sete anos em regime fechado, desde a detenção, em 2010, até ser colocado em liberdade, em 2017.

  • Tabu sobre sexualidade de jovens com autismo pode ser um risco à saúde

    Tabu sobre sexualidade de jovens com autismo pode ser um risco à saúde

    Carol Yepes/ Getty Images
    Ilustração colorida de várias cabeças com engrenagens - Metrópoles

    A sexualidade de adolescentes com transtorno do espectro autista (TEA) ainda é tratada como um tabu. Muitos pais e responsáveis acreditam que falar sobre o assunto poderia incentivar práticas sexuais precoces ou ferir a “inocência” dos filhos. No entanto, um estudo publicado em novembro na revista Ciência & Saúde Coletiva indica que evitar essa conversa pode ser mais prejudicial por abrir espaço para desinformação e riscos à saúde.

    Conduzida pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a revisão identificou que, apesar de pessoas autistas vivenciarem as transformações hormonais da puberdade da mesma maneira que indivíduos neurotípicos, a forma como essas mudanças são percebidas é diferente.

    O crescimento de pelos, a primeira menstruação e as mudanças na voz podem não ser imediatamente compreendidas, e a falta de leitura das normas sociais faz com que esses adolescentes tenham mais dificuldade para interpretar limites, privacidade e expectativas associadas ao seu corpo e ao dos outros.

    O despreparo para lidar com a sexualidade pode tornar esses jovens mais vulneráveis a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), gravidez não planejada, violência e até não saber identificar possíveis abusos. Esse risco é particularmente elevado entre aqueles que apresentam maior nível de suporte. Essa classificação é definida pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), da Associação Psiquiátrica Americana (APA), e se baseia no grau de ajuda contínua que o indivíduo autista precisa.

    O nível 1 indica necessidade de baixo suporte, com dificuldades sutis de comunicação social e rigidez comportamental, mas preservando autonomia para estudar ou trabalhar. Já o nível 2 envolve uma demanda moderada, com prejuízos mais evidentes na comunicação e na adaptação a mudanças, exigindo apoio frequente no dia a dia. Por fim, o nível 3 corresponde à necessidade de suporte elevado, quando há grandes limitações na comunicação e na autonomia, tornando indispensável ajuda constante para atividades básicas e segurança.

    “Uma pessoa com grau elevado de suporte pode não conseguir explicar um assédio que sofreu por não saber nomear as partes do seu corpo corretamente ou por não entender o que aconteceu. É importante aprender a nomear as partes do corpo”, orienta a hebiatra Andrea Hercowitz, coordenadora do programa de pós-graduação em Medicina do Adolescente da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (Fiscae).

    “Dizer, por exemplo, que ‘a borboleta está machucada’ pode não deixar claro o problema para pessoas que estejam conduzindo um atendimento médico”.

    Os desafios da educação sexual não são exclusivos de pais e responsáveis atípicos. Como resultado, muitos desistem de abordar esses temas com os próprios filhos, deixando a cargo do adolescente ir atrás de conhecimento, em conversas com amigos ou buscas na internet, o que os expõem ao risco de informações errôneas e abordagens inadequadas.

    No entanto, muitos jovens com TEA costumam apresentar um padrão social atípico que se manifesta como personalidade tímida e inibida, que os impede de conversar sobre esses assuntos com seus pares. O cenário pode ser mais complexo entre indivíduos com maior nível de suporte, já que demandam explicações diretas e adaptadas às suas necessidades cognitivas, como por meio de desenhos ou músicas.

    Somado a isso, aparece a infantilização. O não reconhecimento do desenvolvimento dos filhos faz com que não sejam oferecidas a eles informações importantes sobre o convívio social. “Muitos responsáveis agem como se, ao virar adulto, o indivíduo já soubesse tudo o que precisa para viver”, aponta Hercowitz. “Mas é importante destacar que, se não há preparação, os jovens ficam suscetíveis e vulneráveis a experiências que talvez nem reconheçam como relacionadas à sexualidade”.

    Conceito de conscientização sobre autismo com fita colorida sobre fundo azul. Vista superior.
    O autismo é um transtorno no desenvolvimento do cérebro que afeta a capacidade de relacionamento com pessoas e o ambiente

    Riscos do silêncio

    A vulnerabilidade é um dos grandes riscos da negligência com a educação sexual. Uma meta-análise de 34 estudos internacionais, publicada em 2023 na revista Trauma, Violence, & Abuse, revela que 40% dos indivíduos com autismo já foram vítimas de abuso ou violência sexual.

    “Infelizmente, boa parte dos casos de abuso sexual na infância ocorre dentro de casa, no ambiente familiar ou com pessoas próximas”, observa a médica Aline Veras Morais Brilhante, especialista em sexualidade humana e professora da Universidade Federal do Ceará (UFC). “Indivíduos com TEA, sobretudo aqueles com maior necessidade de suporte, ficam mais vulneráveis quando dependem do agressor”.

    Os problemas na comunicação e na compreensão das regras sociais também tendem a tornar crianças e adolescentes autistas vítimas mais visadas por abusadores. As dificuldades de socialização e manutenção de vínculos podem fazer com que não percebam situações de risco ou atitudes tóxicas e criem uma dependência emocional do perpetrador da violência.

    “Vale destacar também que, quando não falamos sobre sexualidade com o jovem, aumentamos o risco de ele próprio se tornar um agressor”, observa Brilhante. “A falta de consciência social pode levar a comportamentos inapropriados, como masturbação em público ou toques sem consentimento”.

    Para além do assédio de terceiros, esse tipo de situação expõe a pessoa com TEA a mais violência, dificultando sua socialização e possivelmente gerando problemas de convivência no ambiente escolar. A longo prazo, tais barreiras ampliam o risco de transtornos de saúde mental, como ansiedade e depressão.

    Diálogo transparente e progressivo

    A melhor maneira de evitar os problemas e riscos derivados de uma educação sexual falha é, justamente, promover o diálogo desde cedo. A orientação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) é de que a sexualidade comece a ser discutida a partir dos 5 anos, em um processo conduzido por familiares, educadores e profissionais de saúde.

    “Ninguém vai falar de relação sexual para uma criança. Nessa idade, o foco da educação sexual está em promover o conhecimento do próprio corpo, ensinando-a a identificar cada parte, como cabeça, nariz, orelhas, mamas, pênis e vagina para que ela possa, então, entender a importância do consentimento para o toque”, frisa Andrea Hercowitz.

    Ensine o pequeno, por exemplo, que as partes íntimas só devem ser acessadas por ele mesmo, pelos pais e responsáveis quando for a hora da higienização e por médicos durante as consultas.

    Também vale orientar sobre a existência da diversidade. “O contato com pessoas de diferentes cores, tipos de corpos, gêneros e sexualidades naturaliza a diferença, e impede que eles cresçam com desconhecimentos e preconceitos”, afirma a hebiatra do Einstein.

    Toda essa conversa pode ser feita de maneira lúdica, com brincadeiras e livros. “Quando falamos de pessoas neurodivergentes, a educação sexual precisa se adequar ao nível de suporte, às dificuldades, ao estilo de aprendizagem e ao perfil sensorial de cada uma”, explica a professora da UFC. Algumas crianças podem entender melhor se a comunicação for feita por meio de desenhos, outras por música ou formas de massinha. “Não existe uma regra geral, é preciso entender como acessar cada indivíduo”.

    Conforme a criança cresce, o diálogo sobre sexualidade também precisa ganhar mais complexidade. Com o início da puberdade, é normal que surjam curiosidades sobre o próprio corpo, já que algumas regiões ganham mais sensibilidade, e que cresça o interesse pelo corpo alheio. Essa é a hora de explicar sobre o funcionamento do sistema reprodutor e genital, como o que fazem ovário, útero, testículos etc. Tanto as garotas quanto os garotos devem participar dessa conversa, de preferência em idades que precedem a primeira menstruação ou ejaculação.

    Passadas todas essas fases, chega a hora de falar de sexo. Como cada adolescente tem uma trajetória única, não existe uma idade certa. Para saber se seu filho pode já estar nessa etapa, pergunte se já beijou, se está se relacionando com alguém e se teve algum tipo de contato íntimo. A partir dessa referência, será possível orientar corretamente sobre sua sexualidade e os cuidados que deve tomar dali em diante.

    Não deixe de alertar sobre métodos preventivos, como o uso de contraceptivos e camisinha, além da importância de fazer testes regularmente. Caso não se sinta seguro para fornecer essas orientações sozinho, marque uma consulta com um médico especialista, que poderá tirar as dúvidas do seu filho. “Não adianta evitar o assunto. Quando chegar o momento, o adolescente vai viver sua sexualidade. Então, é melhor que faça isso com conhecimento e proteção”, pondera Hercowitz. “A educação sexual garante uma vivência da sexualidade mais saudável, respeitosa e prazerosa.”

  • Lula quer cooperação com Trump para prender “magnatas da corrupção”

    Lula quer cooperação com Trump para prender “magnatas da corrupção”

    @ricardostuckert
    Lula e Trump na Malásia - Metrópoles

    Nova Déli – No encontro que está previsto para acontecer em março com o presidente dos EUA, Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) insistirá em uma cooperação entre ambos os países contra o crime organizado. “Para colocar magnatas da corrupção na cadeia”. A declaração foi dada pelo petista durante coletiva de imprensa neste domingo (22/2),  ao final de sua viagem à Índia.

    Lula relembrou a última reunião que teve com o norte-americano, em dezembro de 2025, quando o assunto combate ao crime organizado foi debatido. “Eu disse ao presidente Trump que estamos dispostos a trabalhar com os Estados Unidos no combate ao narcotráfico, no tráfico de armas, na lavagem de dinheiro. Qualquer coisa que puder colocar os magnatas da corrupção na cadeia, nós estamos dispostos a trabalhar”, afirmou.

    Lula destacou que “esses magnatas não moram na favela, não moram no terreiro, eles moram em cobertura, moram no bairro mais chique do Brasil e no bairro mais chique dos Estados Unidos”.

    O presidente afirmou que o Brasil já enviou alguns nomes dos criminosos ao país e que pretende aprofundar o diálogo sobre o assunto quando se encontrar com o presidente Trump.

    “Por isso que vou levar [para a reunião] minha Polícia Federal, ele manda o pessoal da CIA, do FBI, que ele quiser para juntar. Vou levar meu ministro da Justiça, ele coloca o Departamento de Justiça deles. Vou levar  meu Ministério Público, ele que leve o dele. Vou levar minha Receita, ele que leva a dele, para a gente colocar um fim nisso”.

    Operação Cadeia de Carbono

    O presidente citou uma operação que resultou no bloqueio de mais de 200 milhões de litros de gasolina e fez referência ao empresário Ricardo Magro. Magro é dono da Refit e alvo de uma das maiores operações de combate à sonegação no setor de combustíveis.

    “Nós bloqueamos 250 milhões de litros de gasolina em cinco navios, entregamos para Petrobras, essa pessoa mora em Miami, nós mandamos para o presidente Trump a fotografia da casa dele, o nome dele, e nós queremos essa pessoa no Brasil. É para combater o crime organizado? Então nos entregue os nossos bandidos.”

    O Grupo Refit foi alvo da Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto com 1,4 mil agentes. A operação apontou indícios de sonegação bilionária e relações com facções criminosas. Em outras oportunidades, o presidente já havia afirmado que quer a ajuda de Donald Trump para prender o dono da Refit.

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    Professor de capoeira é preso suspeito de estuprar aluna em Formosa

    Homem é suspeito de manter relacionamento com vítima há um ano, desde que ela tinha 12 anos

  • PM-AM apreende mais de 70 quilos de drogas escondidas em tubos de PVC

    PM-AM apreende mais de 70 quilos de drogas escondidas em tubos de PVC

    Uma operação da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) apreendeu mais de 70 quilos de entorpecentes na noite…

  • Região Norte inicia 2026 com maior taxa de inadimplência de aluguel do país

    Região Norte inicia 2026 com maior taxa de inadimplência de aluguel do país

    A Região Norte começou 2026 liderando o ranking nacional de inadimplência no pagamento de aluguéis…

  • Uma lei de mentirinha (por Mary Zaidan)

    Uma lei de mentirinha (por Mary Zaidan)

    Ricardo Stuckert/PR
    Presidente Lula no Carnaval do Rio de Janeiro

    Pouco importa se a Acadêmicos de Niterói infringiu ou não a legislação eleitoral ao homenagear o presidente Lula ou se lá em 2022 as motociatas do ex Jair Bolsonaro o beneficiaram. Quase sempre os delitos de propaganda antecipada não dão em nada e, quando dão, a punição é tão pífia que estimula candidatos e partidos a burlarem a proibição.

    Ainda que a vedação esteja expressa com todas as letras no artigo 36 da Lei Eleitoral, trata-se de um dispositivo sem valia – uma lei de mentirinha, feita para fingir isonomia entre os postulantes, algo que até o mais ingênuo dos brasileiros sabe que não existe.

    Pelo artigo 36, a propaganda eleitoral só pode ser feita a partir do dia 15 de agosto. Mas a vedação vem com exceção: permite-se a publicidade quando não há pedido explícito de voto – uma esculhambação que joga a própria lei no lixo. Diz ainda que movimentos que inferem pedidos de voto podem ser punidos, um artigo solto, de caráter meramente interpretativo.

    Durante um evento  no Pará, em junho de 2021, o ex exibiu à plateia uma camiseta ofertada pelo então presidente da Caixa Pedro Guimarães com os dizeres “É melhor Jair se acostumando – Bolsonaro 2022”. Como não pediu votos, não foi punido. Em outubro do ano passado, Lula anunciou sua candidatura a um quarto mandato em um evento oficial ao lado do presidente da Indonésia Prabowo Subianto. Ato considerado legal, visto que o presidente não pediu votos.

    Denúncias de propaganda antecipada lotam os tribunais regionais eleitorais e o TSE em todas as eleições. As ações, protocoladas à rodo, não têm serventia para impedir candidaturas ou impor danos reais ao adversário, mas são utilíssimas para fazer caldo, garantir notícias e exposição nas redes.

    No caso do samba-enredo pró-Lula, o PL, seu candidato Flávio e os demais partidos de oposição correram ao TSE. Até o irmão de Bolsonaro, Renato, candidato a deputado, protocolou ações contra o presidente e o PT. As petições apontam o uso do jingle de Lula e do número 13, e reclamam do tom jocoso com que a Acadêmicos tratou o ex – um palhaço gigantesco atrás das grades. Sem entrar no mérito da denúncia, aqui Renato e os demais reclamantes erram o endereço: danos desse tipo devem ser contestados na Justiça comum e não no TSE. Curiosamente, ninguém buscou esse caminho.

    Ainda durante o reinado de Momo, o PT descarregou ações de propaganda eleitoral antecipada contra Flávio, a mais vistosa delas do deputado Lindberg Farias (PT-RJ). Ele denunciou Gilson Machado (Podemos-PE) por um vídeo em que o ex-ministro de Turismo aparece nas redes sociais afixando adesivos “O Nordeste está com Flavio Bolsonaro 2026”. Pode até ser propaganda eleitoral descarada, mas a ação também tem poucas chances de êxito, pois não há “inferência” ou pedido “explícito” de votos.

    Mesmo quando uma ação é considerada procedente, o desfecho é acintoso. Passa por no mínimo duas instâncias e, no máximo, o infrator recebe multa que pode variar de R$ 5 mil a R$ 25 mil. Quantia irrisória, que mais parece um deboche diante dos milhões que correm em campanhas eleitorais.

    Seis meses depois de sua posse como governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi condenado pelo TSE a pagar uma multa de R$ 5 mil por ter pedido votos no Instagram antes de 15 de agosto. Um grão de areia perto dos gastos oficiais de R$ 38,5 milhões declarados por sua campanha.

    Tudo que cerca a legislação de propaganda antecipada é absurdo. Em nome da falácia de promover condições equânimes entre candidatos, a restrição à publicidade faz exatamente o inverso. Limita a exposição de candidatos desconhecidos e reduz a amplitude do debate eleitoral.

    Uma lei séria criaria mecanismos eficazes de controle do uso abusivo e desigual de recursos do pagador de impostos transferidos aos partidos e aos candidatos. Assim, promoveria alguma isonomia. Como está, a lei vigente só beneficia os políticos de sempre, que, donos do poder e do dinheiro, se lixam para as proibições do calendário e fingem fazer campanha em apenas 35 dias.

     

    Mary Zaidan é jornalista 

  • Jogos de Inverno: Brasil conquista melhor resultado no bobsled 4-man

    Jogos de Inverno: Brasil conquista melhor resultado no bobsled 4-man

    Richard Heathcote/Getty Images
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    O Brasil conquistou mais um grande resultado nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina neste domingo (22/2). A equipe verde e amarela de bobsled 4-man, composta por Edson Bindilatti, Luis Bacca, Davidson de Souza e Rafael Souza, ficou com a 19ª posição neste sábado, o melhor resultado do país na modalidade.

    A equipe brasileira foi a segunda a entrar na pista de gelo. Embora a largada tenha sido complicada, Edson Bindilatti compensou com a pilotagem e garantiu um tempo de 3m41s14.

    O 19º lugar em Milão-Cortina é o melhor resultado brasileiro no bobsled 4-man em Olimpíadas de Inverno, superando os Jogos de 2022, em Pequim, quando o time do Brasil ficou na 20ª posição.

    Despedida de uma referência do bobsled

    Como forma de agradecimento pelos serviços prestados e reconhecimento pela representatividade no esporte, Edson Bindilatti foi escolhido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) como porta-bandeira da Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina.

    Alemanha vence no bobsled 4-man

    Os alemães dominaram o bobsled 4-man. O trenó comandado pela lenda Johannes Lochner ficou com a medalha de ouro, com tempo de 3m37s57, enquanto a prata foi do time comandado por Francesco Friedrich, com 3m38s14. A equipe da Suíça, de Michael Vogt, foi a intrusa na festa, ao conquistar o bronze com tempo de 3m38s64.

  • Duas mulheres, um destino e o campo minado para o Senado!

    Duas mulheres, um destino e o campo minado para o Senado!

    Enquanto alguns deputados federais se dedicam intensamente à reeleição e pré-candidatos buscam ansiosamente uma boa legenda, as ex-deputadas federais Mara Rocha (Republicanos) e Jéssica Sales (MDB) demonstram desinteresse em retornar à Câmara Federal. Ambas almejam concorrer ao Senado. Entre os eleitores, é consenso que Jéssica e Mara seriam facilmente eleitas deputadas, graças aos mandatos bem […]

  • Acidente com lancha deixa 6 mortos em rio na divisa entre SP e MG

    Acidente com lancha deixa 6 mortos em rio na divisa entre SP e MG

    Ao todo, 15 pessoas estavam na embarcação; nove sobreviveram e seis morreram após colisão da embarcação com píer no Rio Grande