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  • Ruído rosa pode prejudicar o sono em vez de ajudar, sugere estudo

    Ruído rosa pode prejudicar o sono em vez de ajudar, sugere estudo

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    Foto de mulher sem sono, deitada com mão no rosto - Metrópoles

    Frequências auditivas como o ruído rosa, utilizadas por muitas pessoas para ajudar a dormir, podem estar surtindo o efeito contrário. É o que indica um estudo recente, segundo o qual esses sons afetam a fase do sono conhecida como REM (sigla em inglês para “movimento ocular rápido”) e prejudicam a qualidade do repouso noturno.

    Na pesquisa, publicada no início de fevereiro na revista Sleep, os cientistas da Faculdade de Medicina Perelman na Universidade da Pensilvânia questionam o uso generalizado de softwares de “sons ambientais” que são propagandeados como ajuda para quem tem dificuldades em dormir.

    O ruído rosa é um conjunto de frequências de áudio que soa de forma constante e uniforme. Existem outros sons parecidos, como o ruído branco, marrom e azul, mais agudos ou mais graves. São similares a barulhos emitidos, na natureza, pelo oceano ou pela chuva. Eletrodomésticos, como aparelhos de ar-condicionado e ventiladores, também produzem esse tipo de som.

    Quantidade e qualidade do sono

    Descansar dormindo não depende só das horas, mas também da qualidade do sono. Durante a noite, o corpo passa por diferentes fases do sono: o ciclo profundo e o REM. O primeiro é essencial para a recuperação física, para consolidar a memória e eliminar toxinas do cérebro.

    Já o segundo, conhecido como “sono dos sonhos”, é fundamental para a regulação emocional, a aprendizagem e o desenvolvimento cerebral. Os dois se complementam e são necessários para um descanso físico e mental adequado, lembram os autores do estudo.

    Para avaliar o impacto do ruído, os pesquisadores observaram 25 adultos saudáveis, com idades entre 21 e 41 anos, em um laboratório do sono durante oito horas de sono em sete noites consecutivas.

    Os participantes, que anteriormente não tinham usado ruído para dormir nem tinham distúrbios do sono, foram expostos a diferentes condições, incluindo ruído de aviões, ruído rosa, ruído de aviões combinado com ruído rosa e ruído de aviões com tampões nos ouvidos.

    Todas as manhãs, eles preenchiam testes e questionários que avaliavam a qualidade do sono, o estado de alerta e outros efeitos sobre a saúde.

    Resultados reveladores sobre o ruído rosa

    A exposição ao ruído dos aviões — em comparação com o silêncio — reduziu em aproximadamente 23 minutos por noite a fase mais profunda do sono. Quando os participantes usaram tampões nos ouvidos, essa perda foi reduzida consideravelmente.

    Em contrapartida, o ruído rosa por si só, reproduzido a 50 decibéis (comparável ao som de uma “chuva moderada”), foi associado a uma diminuição de quase 19 minutos de sono REM.

    Mas a combinação de ruído rosa e o barulho de aviões revelou ser ainda mais problemática: tanto o sono profundo como o sono REM diminuíram em comparação com as noites silenciosas, e o tempo que os participantes permaneceram acordados durante a noite aumentou em 15 minutos, efeito que não tinha sido observado quando o ruído de aviões ou o ruído rosa eram gerados separadamente.

    Além disso, os participantes afirmaram que o sono era mais leve, que acordavam com mais frequência e que a qualidade geral do sono era pior quando expostos ao ruído dos aviões ou ao ruído rosa. Essas percepções negativas, no entanto, praticamente desapareciam quando os participantes usavam tampões para os ouvidos.

    Hábito popular

    Os resultados do estudo comprovam que, apesar da popularidade, o efeito do ruído rosa (ou similares, como o branco ou o marrom) no sono é muito limitado.

    Todas as noites, milhões de pessoas recorrem a esses áudios com aplicativos, softwares específicos ou plataformas digitais. Só no Spotify, o ruído branco, por exemplo, tem milhões de horas de reprodução diária, e no YouTube esses vídeos acumulam centenas de milhões de visualizações.

    O estudo conclui que o uso desses sons no sono deveria ser objeto de pesquisas mais abrangentes e insiste que usar tampões é muito mais eficaz.

    Além disso, os pesquisadores afirmam que a alteração do sono REM é frequente em distúrbios como depressão, ansiedade e doença de Parkinson, o que torna especialmente relevante proteger essa fase do descanso. As crianças passam muito mais tempo nessa fase do sono do que os adultos, o que as torna especialmente vulneráveis aos efeitos negativos do ruído rosa.

  • GO: segundo filho morto por secretário é sepultado neste sábado (14/2)

    GO: segundo filho morto por secretário é sepultado neste sábado (14/2)

    Reprodução
    imagem colorida thales machado e o filho benicio

    Goiânia – O garoto Benício Araújo Machado, segundo filho morto a tiros pelo secretário de Governo de Itumbiara (GO), Thales Machado, de 40 anos, foi sepultado na manhã deste sábado (14/2), no Cemitério Avenida da Saudade, na cidade do sul goiano. O corpo do menino de 8 anos foi velado na casa do avô materno e prefeito da cidade, Dione Araújo (União Brasil), em cerimônia restrita a familiares e amigos e seguiu em cortejo conduzido pelo Corpo de Bombeiros.

    Benício e o irmão mais velho, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, foram baleados pelo próprio pai na madrugada de quinta-feira (12/2). O caso aconteceu no condomínio onde a família morava. Logo após atirar contra os filhos, Thales Machado tirou a própria vida. 

    Em nota, a Polícia Militar de Goiás (PMGO) informou que reforça o policiamento no local das cerimônias póstumas. “Diante de um caso de grande repercussão e comoção social, a Corporação intensificará sua presença de forma ostensiva e preventiva nas imediações do local onde ocorrerá o velório, com o objetivo de preservar a ordem pública e assegurar um ambiente seguro e tranquilo para familiares, amigos e todos que comparecerem a este momento de despedida”, disse a corporação.

    O crime foi descoberto após familiares e testemunhas tomarem conhecimento de uma carta de despedida que Thales publicou nas redes sociais. Miguel foi levado para o Hospital Municipal Modesto de Carvalho, mas morreu minutos depois de dar entrada na unidade de saúde. Já Benício foi levado para o Hospital Estadual de Itumbiara São Marcos, onde passou por cirurgia e ficou internado em estado gravíssimo, mas não resistiu e teve a morte confirmada na tarde dessa sexta-feira (13/2).


    Amor nas redes sociais


    Apoio e homenagens

    Também por meio das redes sociais, diversos comentários foram feitos de apoio e solidariedade com a família das crianças, especialmente, com a mãe dos meninos. “O coração de uma mãe sangra… e junto com ela, todos nós sentimos essa dor. É impossível não se sensibilizar diante de uma perda tão profunda. Que Deus conforte o coração dessa família, especialmente dessa mãe, e traga força para suportar um momento tão difícil. Até quando vamos viver situações assim? Que haja mais amor e mais respeito à vida. Estamos em oração por todos”, diz um dos comentários.

    “A pior tortura que possa existir!! Velar um filho já é o fim e não sobra mais nada dessa mãe, imagina ter que repetir o ciclo? Sua dor não pode ser dividida, ninguém consegue te ajudar a carregar, mas saiba que nosso coração de mãe também dói e que Deus possa te carregar no colo e toda sua família. Com certeza seus anjos inocentes estão brilhando no céu”, diz outra manifestação.

    Durante o sepultamento de Miguel, o menino foi homenageado por amigos, que vestiam camisetas com a frase “Miguel eterno”. No momento final do enterro, as crianças lançaram rosas brancas sobre o túmulo.

    O garoto também foi velado na casa do avô. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) esteve no local e se manifestou sobre a tragédia. “Gracinha e eu ficamos extremamente consternados com a tragédia que aconteceu em Itumbiara nesta noite. A notícia de violência dentro de um lar, sobretudo quando crianças são vítimas, atinge em cheio a família e coloca todo o nosso Estado de luto”, escreveu em sua conta no X.

    Violência vicária

    Em carta póstuma, o então secretário de Governo de Itumbiara, Thales Machado, atribuiu o crime contra os filhos a uma suposta traição da esposa e a uma crise no casamento. Esse tipo de caso, quando a agressão ocorre contra os filhos para punir a mãe, se chama violência vicária.

    No fim do ano passado, o Brasil passou a reconhecer esses casos como uma forma de violência de gênero e grave violação de direitos humanos de crianças e adolescentes, em resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

    Segundo o texto, a violência vicária “constitui prática que perpetua e atualiza a violência contra mulheres-mães por meio da manipulação dos vínculos parentais”.

    Na carta, Thales pediu desculpas a familiares e amigos, e se referiu aos filhos como “anjos”. A mãe dos garotos estava em viagem a São Paulo no momento da tragédia familiar.

    A Polícia Civil de Goiás investiga o caso. Inicialmente, a corporação classificou a ocorrência como homicídio consumado e homicídio tentado, seguidos de suicídio. Até o momento, não há indícios de participação de terceiros nem detalhes oficiais sobre a dinâmica do crime.

    Thales era apontado como possível pré-candidato a deputado nas eleições deste ano, com apoio do sogro. O município decretou luto oficial desde quinta-feira (12/2).

  • Namorada de Lucas Pinheiro, Isadora Cruz comemora ouro olímpico

    Namorada de Lucas Pinheiro, Isadora Cruz comemora ouro olímpico

    Reprodução/Instagram
    Imagem colorida de Isadora Cruz e Lucas Pinheiro Braathen - Metrópoles

    Namorada de Lucas Pinheiro Braathen, a atriz Isadora Cruz comemorou a conquista do esquiador nos Jogos Olímpicos de Inverno, neste sábado (14/2). Ele foi campeão olímpico na prova do slalom gigante do esqui alpino.

    Isadora Cruz contou que ensinou Lucas Braathen a cantar o hino do Brasil. Segundo a atriz, um dos aditivos para Lucas conquistar o lugar mais alto do pódio era ouvir o hino nacional, feito inédito nas Olimpíadas de Inverno.

    “Que emoção. Eu venho a semana toda ensaiando o hino do Brasil com ele, era só que faltava para ele ganhar esse ouro, subir nesse pódio em primeiro lugar, era aprender as palavras lindas, poéticas e fortes do nosso hino, que conta a história tão linda desse país tão maravilhoso, tão rico”, disse Isadora Cruz à CazéTV.

    A atriz destacou ainda que Lucas Pinheiro Braathen, apesar de ter nascido na Noruega, ama o Brasil e respeita a cultura do país. Ela ainda agradeceu o apoio do público brasileiro ao atleta.

    “Não sei se ele vai conseguir cantar de tanta emoção, […] Eu acho muito bonito o interesse, o amor que ele tem pelo país, pela nossa cultura tão rica, tão linda. Eu acho que Lucas merece todo esse amor, toda essa receptividade que ele está tendo do público, porque ele é esse ser de luz”, contou a artista.

    Ouro inédito para o Brasil

    Lucas Pinheiro Braathen fez o melhor tempo somado das duas baterias do slalom gigante, prova do esqui alpino, e fez história ao conquistar a inédita medalha de ouro para o Brasil nas Olimpíadas de Inverno.

    Na primeira bateria, Lucas Pinheiro foi o primeiro esquiador a descer a montanha e fez um tempo de 1m13s92. Ele ficou na frente do atual campeão olímpico da modalidade, o suíço Marco Odermatt.

    A segunda etapa foi realizada em um percurso mais rápido do que na primeira, o que não foi problema para Lucas. O brasileiro realizou a prova em 1:11.08 e ficou com a medalha de ouro.

    Esta é a primeira vez que um brasileiro conquista a medalha de ouro nas Olimpíadas de Inverno. Antes do título de Lucas Pinheiro Braathen, o melhor resultado do país foi de Isabel Clark, que foi 9ª colocada no snowboard cross, nos Jogos de Turim, em 2006.

  • Carnaval com Yuval

    Carnaval com Yuval

    Reprodução
    TikTok e Instagram

    “Quero processar o Instagram e o TikTok. Eles viciaram meu filho, estão acabando com a vida dele”, disse Gérson ao advogado que um primo indicou. Havia treinado um tom assertivo, mas ao entrar no escritório elegante e moderno, ficou nervoso e soou desesperado. “Isso é muito complexo e demandará uma fortuna, com possíveis resultados desfavoráveis”, respondeu seco e incrédulo o jovem advogado.

    “Mas isso está ocorrendo esta semana, em um tribunal em Los Angeles. É o caso de uma mulher de 20 anos, que sofreu danos mentais pela dependência de redes sociais que desenvolveu quando era criança. Podemos usar a mesma estratégia dos advogados, que estão comparando as redes sociais com o vício do cigarro. Todo mundo sabe que as redes sociais fazem mal, não é?”. “Só um segundo”, disse o jovem advogado, que escreveu no grupo dos estagiários: “Tem um maluco querendo processar a Meta e o TikTok, alguém pode me ajudar a sair daqui?”

    O aspirante a doutor decidiu ser educado – seu inconsciente sussurrava uma leve emoção de ver um pai preocupado com o filho, bem diferente da relação com seu progenitor. “Desculpe. Entendo perfeitamente seu caso. Qual a idade do seu filho?”, “18 anos”, “Ele já foi diagnosticado?”, “Sim, tem TDHA e desenvolveu depressão”, “É possível associar as redes sociais com sua situação?”, “Há alguns estudos sobre isso, as escolas estão afastando os celulares das salas e o precedente deste caso nos EUA, será uma vitória de todos nós”

    A porta da sala se abriu. Uma jovem advogada pediu licença e chamou seu colega para uma reunião urgente. O jovem advogado se levantou, pediu desculpas e disse que discutiria o caso com seus colegas. Entraria em contato em uma semana.

    No elevador, Gerson foi tomado por um terremoto de vergonha, O que estava fazendo ali, falando com aquele moleque? Ele era o culpado, queria culpar as empresas para se livrar de seus erros e ausências. Não, já havia pensado e repensado, tinha culpa, mas o que essas empresas fazem era uma ameaça geracional, elas devem pagar pelo que fizeram não só a seu filho, mas a todas crianças e jovens.

    Saiu do prédio no centro do Rio e reclamou com o segurança: “putaquepariu, bloco de carnaval na quinta-feira do pré? Quer saber?” Largou mão da vida e deixou o corpo seguir o cortejo. Riu pela primeira vez na semana ao ver um cara, baixinho e careca, vestido de homem das cavernas, lendo uma edição gigante de Sapiens, livro do Yuval Harari. Foi puxar papo com ele.

    “E aí meu amigo, pra onde vai a humanidade?”, “Olha, a inteligência artificial é mais poderosa e inteligente do que nós. E se escapar de nosso controle, as consequências podem ser catastróficas*”, respondeu com sotaque. Surpreso, Gérson, respondeu, “Tu é gringo porra”, “Sim, sou. Você precisa ler Nexus: Uma breve história das redes de informação, da Idade da Pedra à inteligência Artificial. Recomendo, é um ótimo livro de um excelente escritor”, “Fala de redes sociais, né?”, “O que você acha?” respondeu impaciente e se dirigiu até o isopor. “Quer uma cerveja? Você é daqui do Rio?”, “Quero sim. Sou, nascido e criado em Copacabana”

    Abriram as cervejas e brindaram. ‘Ao Carnaval!”. “E o que esse livro fala das redes sociais?” “No TikTok e no Facebook, é um algoritmo que decide quais mensagens receberão mais atenção. E isso molda a opinião pública, a cultura humana.  Começamos a ver, e isso só vai aumentar, como as decisões dos algoritmos moldam a política, a cultura e a sociedade. Os algoritmos usam o ódio para atrair mais atenção” , “Então elas deveriam ser responsabilizadas?”, “ Se o editor do The New York Times decide colocar uma teoria da conspiração na capa, isso é um grande problema e ele deve ser responsabilizado por isso. E acredito que o mesmo se aplicaria se o algoritmo do Instagram ou do TikTok decidisse impulsionar e promover notícias falsas: sim, as empresas deveriam ser responsabilizadas. Elas dizem que são neutras, mas claramente não são”.

    De repente passou um folião com o rosto pintado e a camisa cheia de logos do Instagram. Gérson e o homem das cavernas se entreolharam. “Vamos conversar com ele?”, disse o gringo, “Deixa eu falar com esse idiota”, disse Gérson. “Holy shit! Larga esse pedaço de madeira for God sake!!”

     

    *Trechos de entrevista de Yuval Noah Harari ao Infobae em 22-09-24

     

     

  • Master: relatório da PF faz menção a contratos da ex-mulher de Toffoli

    Master: relatório da PF faz menção a contratos da ex-mulher de Toffoli

    LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
    ministro-dias-toffoli-durante-sessao-do-supremo-tribunal-federal-stf—metropoles–13

    O relatório da Polícia Federal (PF) sobre as relações entre o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli traz menções à ex-mulher do magistrado, a advogada Roberta Rangel. As informações foram publicadas primeiro pelo jornal O Globo.

    De acordo com as informações, mensagens encontradas no celular do empresário citam propostas de contratos à advogada Roberta Rangel em dois processos de interesse de Vorcaro: a Operação Fundo Fake, sobre fraudes em fundos de pensão municipais, em 2020, e a votação da Ação Direta de Constitucionalidade (ADC) 81, que tratava de restrições à criação de cursos de medicina.

    Vorcaro também teria mencionado Roberta em uma conversa com um funcionário da empresa Prime You, responsável pela operação de suas aeronaves. O banqueiro teria enviado uma autorização para a ex-mulher de Toffoli usar um jatinho em uma viagem de Brasília (DF) a Ourinhos (SP), em março de 2025.

    Toffoli e Roberta foram casados durante 12 anos e se separaram no início de 2025. À reportagem, a advogada negou ter usado a aeronave de Vorcaro e afirmou que não atuou nas ações mencionadas. Ela admitiu, entretanto, que “pode ter constado” em procuração na defesa do banqueiro no caso da Operação Fundo Fake.

    As informações constam no relatório da PF, enviado ao Supremo Tribunal Federal, que detalha relações entre o ministro Dias Toffoli e o banqueiro investigado por fraudes bilionárias no caso Master. Apesar as revelações, o magistrado deixou a relatoria do caso na Suprema Corte, que foi redistribuído para o ministro André Mendonça.

  • Dólar sobe para R$ 5,22 em dia de turbulência internacional

    Dólar sobe para R$ 5,22 em dia de turbulência internacional

    Em dia de turbulência no mercado externo e de ajustes pré-carnaval, o dólar voltou a superar a barreira de R$ 5,20. A bolsa de valores recuou pelo segundo dia consecutivo em movimento de venda de ações para que os investidores embolsem ganhos recentes. O dólar comercial encerrou a sexta-feira (13) vendido a R$ 5,229, com […]

  • Lucas Pinheiro conquista 1° ouro para o Brasil em Olimpíada de Inverno

    Lucas Pinheiro conquista 1° ouro para o Brasil em Olimpíada de Inverno

    A história foi escrita em Bormio, cidade nos Alpes italianos, próxima à divisa com a Suíça. Neste sábado…

  • STM mantém condenação de militares que furtaram picanha de quartel

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    Foto colorida de uma picanha - Metrópoles

    O Superior Tribunal Militar (STM) negou os recursos e manteve a condenação de dois militares que furtaram carnes do quartel. Segundo o processo, um aspirante da Infantaria do Exército e um cabo levaram de dentro da organização militar 36 caixas de carnes nobres, entre elas dez caixas de picanha, 23 caixas de contrafilé e três caixas de alcatra.

    O julgamento foi realizado na quinta-feira (12/2). O STM confirmou a sentença proferida pelo Conselho Permanente de Justiça da 3ª Auditoria da 1ª Circunscrição Judiciária Militar (CJM), no Rio de Janeiro.

    O aspirante foi condenado a cinco anos e quatro meses de reclusão e o cabo, a três anos de reclusão pelo crime de peculato-furto.

    Segundo o processo, em 2019, os dois militares do 1º Batalhão de Infantaria Motorizado (Escola) esvaziaram a câmara frigorífica do rancho, localizada na Vila Militar, zona oeste do Rio de Janeiro. O furto totalizou R$ 22.328,82 em carnes. 

    As investigações apontaram que o então aspirante, na condição de Oficial de Dia, utilizou-se da função para acessar o frigorífico “sem levantar suspeitas”. As caixas foram acondicionadas em dois carros pertencentes aos acusados.

    Ainda segundo os autos, um soldado teria sido coagido a conduzir um dos automóveis sob ameaça de “sofrer baixa” do Exército. Os veículos deixaram o quartel e seguiram até um depósito de bebidas na comunidade da Vila Kennedy, onde a carga foi descarregada. O soldado retornou sozinho à unidade militar na madrugada do dia seguinte.

    Na manhã seguinte, o aspirante teria coagido outros soldados da mesma organização militar a omitirem informações sobre o furto, que já era objeto de Inquérito Policial Militar (IPM).

  • Antes de ouro inédito, Lucas Pinheiro prometeu "fazer a diferença"

    Antes de ouro inédito, Lucas Pinheiro prometeu "fazer a diferença"

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    Foto colorida de Lucas Pinheiro Braathen - Metrópoles

    “O Brasil não está aqui para participar, o Brasil está aqui para fazer a diferença”. Essas foram as palavras de Lucas Pinheiro Braathen dias antes de conquistar o ouro no slalom gigante nas Olimpíadas de Inverno. No vídeo, publicado pela Confederação Brasileira de Desportos no Gelo, o brasileiro convocou a torcida brasileira. Na ocasião, ele estava se preparando para os jogos.

    “Eu só queria compartilhar que eu mal posso esperar para representar nossas cores nos Jogos Olímpicos e carregar a nossa bandeira na cerimônia de abertura em Milão”, descreveu.

    Na sequência, ele prometeu fazer história e se mostrou confiante. “É uma honra imensa e eu sou muito grato por essa oportunidade. O Brasil não está aqui para participar, o Brasil está aqui para fazer a diferença. Estamos juntos, vamos Brasil”, completou.

    Nascido em Oslo, na Noruega, filho de pai norueguês e mãe brasileira, Lucas anunciou recentemente a escolha de representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, que começam nesta sexta-feira (6/2).

    Lucas já é um nome consolidado no esqui alpino mundial. Especialista nas provas técnicas de slalom e slalom gigante, ele conquistou o título da Copa do Mundo de slalom em 2023 defendendo a Noruega, mas anunciou a aposentadoria logo depois, aos 23 anos, por questões pessoais e pela busca por felicidade fora das pistas.

    Em março de 2024, surpreendeu ao retornar ao esporte representando o Brasil. Veja os resultados de Lucas pelo esporte brasileiro:

  • “Cinderelo”: chinelos esquecidos ajudam delegado a descobrir suspeitos. Veja vídeo

    “Cinderelo”: chinelos esquecidos ajudam delegado a descobrir suspeitos. Veja vídeo

    Reprodução/@delegadosperandio
    Sperandio

    Um vídeo publicado nas redes sociais do delegado Leandro Sperandio, da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), envolvendo chinelos perdidos em cenas de crime e guardados no setor de achados e perdidos da delegacia, viralizou pelo tom cômico e curioso. O vídeo já acumula cerca de 50 mil curtidas.

     

    Na gravação, a autoridade policial pede que suspeitos, algemados, experimentem as sandálias. “Deixaram o chinelinho para trás na correria”, brinca Sperandio.

    Em um dos casos, o suspeito nega reconhecer o chinelo enquanto o experimenta. “Bota o pé aqui, quero ver se é seu”, diz o delegado. O homem nega, mas a sandália se encaixa perfeitamente.

    Em determinado momento, ao ser apontado como dono do chinelo, outro preso responde: “Claro que não! Deus me livre”.

    O delegado e outros investigadores que estavam na sala chegam a rir da situação. “Achamos tudinho!”, finaliza Sperandio.