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  • Nunes minimiza superlotação no pré-Carnaval e culpa caminhão parado

    Nunes minimiza superlotação no pré-Carnaval e culpa caminhão parado

    Divulgação/SECOM
    Prefeito Ricardo Nunes em primeiro plano no Camarote Espaço da Cidade, no Sambódromo

    O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou nessa sexta-feira (13/2) que o planejamento do Carnaval de rua na capital deu certo e foi um “grande sucesso”. O prefeito minimizou a confusão ocorrida com a superlotação na rua da Consolação no último final de semana, devido ao encontro de dois grandes blocos no pré-Carnaval.

    “Se você imaginar um local com um milhão e meio de pessoas, a gente não teve nenhum acidente grave. Isso demonstra que aquela infraestrutura e o planejamento que a Prefeitura e o Estado fizeram deram resultado. Se não tivesse sido o planejamento, a gente poderia ter tido situações graves”, afirmou o prefeito durante abertura do desfiles da escolas de samba no sambódromo do Anhembi.

    A superlotação na Consolação ocorreu devido ao encontro do tradicional bloco Acadêmicos do Baixo Augusta com um megabloco comandado pelo DJ Calvin Harris. Com superlotação, foliões foram prensados e acabaram derrubando a grade da Escola Paulista de Magistratura.

    Nunes afirmou que apenas cinco pessoas tiveram de receber atendimento médico após o incidente.

    De acordo com o prefeito, a confusão foi causada pelo fato de um dos caminhões dos blocos ter ficado muito tempo parado e que a prefeitura vai colocar funcionários para fiscalizar e evitar que isso ocorra novamente.

    “A gente vai corrigir algumas questões. Por exemplo, é fundamental numa situação dessa que o caminhão não pare. Se você observar, o caminhão está indo, se ele para, são fãs, as pessoas vêm para ficar ao redor do caminhão. Foi exatamente nesse local, tanto do lado direito como do lado esquerdo, que acabaram caindo as grades”, disse.

    “E o que que a gente aprendeu com isso? Com muita humildade. Nós vamos ter pessoas da Prefeitura de São Paulo. A gente fez toda uma ação para que não ocorra mais isso de o caminhão parar. Isso é fundamental”, afirmou o prefeito.

    Ricardo Nunes ainda afirmou que a infraestrutura do evento precisa acompanhar o crescimento do Carnaval de rua de São Paulo nos últimos anos.

    “Se você pegar há 10 anos atrás, tinham 100 e poucos blocos. Há 5 anos atrás, 300 blocos. Esse ano a gente está indo com 627 blocos. Então tem aumentado o número da participação das pessoas. Os blocos têm melhorado muito. Quem trouxe o (Calvin) Harris, quem trouxe a Ivete, foram os blocos, não foi a prefeitura. É o mérito dos blocos. A gente vai ampliando e acompanhando a nossa infraestrutura para poder comportar esse crescimento”, disse.

  • “Impossível”, diz associação sobre curso feito por sócio de academia

    “Impossível”, diz associação sobre curso feito por sócio de academia

    Reprodução
    Imagem colorida mostra vítima de intoxicação em piscina. Metrópoles

    O sócio da academia C4 Gym, Celso Bertolo Cruz, apresentou , realizado em agosto de 2023. A academia é alvo de investigação após a morte de uma mulher e a internação de outras seis pessoas que utilizaram a piscina.

    O Metrópoles ouviu João Marques Junior, gerente da Associação Nacional das Empresas e Profissionais de Piscinas, que explicou que o setor é regulamentado por normas técnicas específicas, como a NBR 10.339 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), responsável por estabelecer requisitos mínimos para operação e tratamento de piscinas.

    No caso da academia C4 Gym, o responsável direto pela manutenção da piscina era o manobrista Severino José da Silva, de 43 anos. Segundo as investigações, ele realizava os cuidados no local e recebia orientações diretas, via WhatsApp, do sócio Celso Bertolo Cruz, sobre como proceder com a aplicação de produtos e demais procedimentos na piscina.

    Para a ANAPP, não é possível capacitar um profissional para realizar toda a manutenção e os cuidados técnicos de uma piscina em apenas 4 horas de treinamento. João Marques Junior afirmou que essa carga horária é insuficiente para formar alguém apto a assumir a operação.

    “É impossível. Talvez sirva para orientação básica em piscina residencial, mas não em uma piscina coletiva dentro da academia.” Segundo ele, existem cursos com carga mínima de 160 horas para auxiliar técnico registrado, conforme exigências do Conselho Federal de Química.

    Já a norma NBR 10.339, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, não determina carga horária específica, mas estabelece o conteúdo mínimo que deve ser abordado na formação. João Marques Junior, acrescentou que empresas de produtos químicos costumam oferecer palestras e cursos gratuitos, focados em noções como balanceamento hídrico e procedimentos básicos, mas ressaltou que isso não substitui formação técnica adequada nem a contratação de profissional habilitado.


    Morte após aula de natação


O documento, obtido pelo Metrópoles, mostra que o sócio Celso Bertolo Cruz realizou um curso presencial de tratamento de água de piscinas com um técnico da área. A reportagem procurou o responsável pelo treinamento, José Américo, que explicou em que contexto a formação foi oferecida.

Segundo ele, trata-se de um curso básico e introdutório, voltado a proprietários que desejam contratar empresa especializada e ter conhecimento mínimo para fiscalizar o serviço prestado. O treinamento foi realizado exclusivamente com Celso, sem a participação de outros funcionários da C4 Gym, na zona leste de São Paulo. À época, de acordo com o técnico, Severino José da Silva, ainda não era funcionário da rede.

“É um treinamento básico, não é uma capacitação técnica para assumir o tratamento da piscina”, afirmou. José disse que deixou claro o alcance limitado do curso e orientou Celso a contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção.

À reportagem, o técnico relatou ainda que fez alertas sobre possíveis riscos. “Eu avisei que poderia colocar pessoas em risco. Não precisava me contratar, mas precisava ter um profissional qualificado”, declarou.

O que dizem os advogados do sócio da academia

Os advogados Rafael Serra Oliveira e Caio Rimkus, que representam Celso Bertolo Cruz, em nota, informaram que receberam “com satisfação a decisão judicial que garante aos nossos clientes o direito de aguardar a apuração dos fatos em liberdade, sendo certo que cumprirão fielmente todas as cautelares alternativas impostas pela Justiça. Todas as demais questões relativas ao processo serão respondidas nos autos.”

  • Acusado pela morte de Marielle alega câncer e pede prisão domiciliar

    Acusado pela morte de Marielle alega câncer e pede prisão domiciliar

    Reprodução / YouTube
    Acusado pela morte de Marielle, Robson Calixto

    Preso desde maio de 2024 por suposto envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco, em 2018, Robson Calixto alegou a “alta probabilidade” de estar com câncer de próstata para pedir ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Alexandre de Moraes sua transferência para prisão domiciliar.

    Em resposta ao pedido de Calixto, Moraes determinou que o acusado seja submetido a uma junta médica na Unidade Prisional da Polícia Militar do Rio de Janeiro, onde está detido, para uma avaliação de seu quadro de saúde.

    “A defesa de Robson Calixto Fonseca alega ‘a existência de alta probabilidade de o réu estar com câncer de próstata’, ressaltando que a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar seria a medida humanitária mais adequada para que o réu pudesse realizar a biópsia e seguir o tratamento necessário e adequado para seu estado de saúde”, destacou Moraes, em seu despacho.

    Biópsia

    A defesa de Calixto solicitou também a autorização do ministro para que o acusado deixe sua residência, no caso da concessão da prisão domiciliar, para realização de uma biópsia em unidade de saúde da rede privada.

    “Caso vossa excelência entenda por não conceder a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar humanitária, [a defesa] requer a autorização, em caráter excepcional, para o réu sair da unidade prisional para realizar a biópsia na rede particular de saúde, por ser mais rápida a realização do exame e a divulgação do resultado”, acrescentou a defesa de Calixto.

    Ex-policial militar, Robson Calixto é apontado como intermediário entre Domingos e Chiquinho Brazão, acusados de serem os mandantes da morte de Marielle, e os executores do crime. Ex-assessor de Domingos Brazão na Assembleia Legislativa e no Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, Calixto, conhecido como “Peixe”, cuidava de negócios imobiliários dos Brazão e teria envolvimento com a milícia supostamente ligada aos irmãos.

  • Frase do dia

    Frase do dia

    Reprodução/TV Justiça
    carmen-lucia

    “Todo taxista que eu pego fala mal do Supremo. A população está contra o Supremo”. (Cármen Lúcia, ministra do Supremo Tribunal Federal, em reunião sigilosa com seus pares)

  • Entenda como funciona um processo de impeachment de ministro do STF

    Entenda como funciona um processo de impeachment de ministro do STF

    LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
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    O impeachment de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) é o mecanismo pelo qual o Congresso pode processar um integrante da Corte por crime de responsabilidade. Embora esteja previsto na lei, nenhum ministro do STF foi destituído por esse instrumento na história do país.

    Nos últimos anos, intensificaram-se as solicitações para afastamento dos ministros da Corte. Qualquer pessoa pode entrar com o pedido e cabe ao Senado avaliar se ele é válido. Entre os crimes de responsabilidade previstos estão o de proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa, e exercer atividade político-partidária.

    O ministro Alexandre de Moraes lidera o número de representações, mas o nome de Dias Toffoli ganhou destaque após virem a público informações sobre sua relação com o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Desde as primeiras revelações da conexão entre eles, quatro pedidos foram apresentados ao Senado. Todos eles ainda aguardam decisão da presidência da Casa se serão aceitos ou indeferidos.

    Previsto na Lei nº 1.079, de 1950, o processo segue regras semelhantes às aplicadas ao presidente da República, com etapas formais e prazos definidos ao longo da tramitação.

    A principal diferença está em quem pode dar andamento ao pedido. No caso do presidente da República, cabe ao presidente da Câmara aceitar a denúncia. Já em relação a ministros do Supremo, essa decisão é do presidente do Senado, atualmente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).


    Caso inédito


    Dos 25 pedidos que ainda constam no sistema do Senado e incluem o nome de Dias Toffoli, 16 foram indeferidos. Incluindo o mais recente, protocolado na quinta-feira (12/2), há 10 em tramitação ou aguardando manifestação da Advocacia do Senado.

    Não há prazo definido para o presidente do Senado analisar um pedido após o protocolo, o que permite que a denúncia permaneça sem decisão por tempo indeterminado.

    Se o pedido for aceito, ele é lido no plenário e encaminhado a uma comissão especial. O colegiado deve ser instalado rapidamente e, em até 48 horas, precisa eleger presidente e relator.

    Caso isso ocorra, o ministro é notificado e tem 10 dias para apresentar defesa. Depois dessa etapa, a comissão dispõe de mais 10 dias para elaborar parecer final.

    Se a acusação for considerada procedente, o ministro é afastado até o julgamento definitivo. Na fase final, o Senado atua como tribunal e, para condenação, são necessários dois terços dos votos dos senadores: 54 dos 81 parlamentares. Em caso de condenação, há perda do cargo e inabilitação para função pública por até cinco anos; se absolvido, o ministro retorna ao posto.

    Crimes de responsabilidade

    A lei do impeachment prevê cinco crimes de responsabilidade que podem levar ao impedimento de ministro do Supremo:

    Pedidos podem ser apresentados por cidadão comum

    Qualquer cidadão pode apresentar pedido de destituição de ministro do STF. Em dezembro, o ministro Gilmar Mendes chegou a proferir decisão restringindo essa possibilidade à Procuradoria-Geral da República (PGR), mas recuou após críticas.

    À época, Gilmar Mendes explicou que a restrição era para “evitar o uso político do mecanismo” e para corrigir distorções da lei. O caso ainda será analisado pelos ministros em sessão presencial da Corte, sem data para ocorrer.

  • O retiro espiritual do indicado de Lula ao STF no Carnaval

    O retiro espiritual do indicado de Lula ao STF no Carnaval

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakifoto
    advogado-geral da União Jorge Messias Ministros do Supremo Tribunal Federal e autoridades realizam sessão de abertura do segundo semestre do ano Judiciário Metropoles 1

    Indicado por Lula ao STF, o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, optou por passar o feriado de Carnaval em um retiro espiritual em Brasília.

    Messias foi anunciado por Lula como escolhido ao Supremo no final de novembro de 2025. Desde então, o presidente ainda não enviou a indicação oficial ao Senado.

    Segundo fontes do governo, o Palácio do Planalto só enviará a mensagem quando tiver segurança de que a indicação de Messias será aprovada pelos senadores.

    A principal resistência a Messias vem do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), com quem Lula deve conversar sobre o tema após o Carnaval.

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    E no cuquenão?

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  • O mega esquema de segurança montado para Lula no Carnaval da Bahia

    O mega esquema de segurança montado para Lula no Carnaval da Bahia

    Presidência da República
    Lula

    A equipe de segurança do presidente Lula se reuniu com integrantes da Prefeitura de Salvador (BA) para organizar um esquema reforçado de proteção durante sua participação no camarote do governo do estado, no Campo Grande, neste sábado (12/2).

    O plano prevê que Lula tenha ainda acesso direto ao camarote assim que chegar ao Campo Grande. A expectativa é que o presidente chegue por volta das 17h30, após passar pelo camarote do Galo da Madrugada, em Recife.

    Ainda segundo fontes, o governo da Bahia vai disponibilizar policiais militares para reforçar a segurança do petista.

    A expectativa é que Lula vá ao camarote acompanhado de ministros do governo, da primeira-dama Janja e do governador do estado, Jeronimo Rodrigues.

    No domingo (15/2), o petista irá acompanhar o desfile das escolas de samba na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. Ele será homenageado pela Acadêmicos de Niterói.