Categoria: Teste

  • Toffoli e o impeachment

    Toffoli e o impeachment

    LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
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    O Senado deveria ou não abrir um processo de impeachment contra o ministro Dias Toffoli? Respostas de 1.749 leitores:
    Deveria, sim – 73,4%
    Não deveria – 26,6%

  • O temor do PT com a relatoria de André Mendonça no Caso Master

    O temor do PT com a relatoria de André Mendonça no Caso Master

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    André Mendonça

    Dirigentes do PT avaliam que o ministro André Mendonça, novo relator do Caso Master no STF, tem mantido uma postura técnica e de isenção em suas decisões na Corte.

    No entanto, petistas dizem temer que, devido ao ano eleitoral, Mendonça poupe algum político de direita que venha a ser implicado nas investigações. O magistrado foi indicado à Corte pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

    O partido de Lula acredita que as investigações sobre o Master atingirão, no que tange à classe política, figurões do Centrão como Antônio Rueda e Ciro Nogueira, chefes do União Brasil e do PP, que mantêm relação próxima com parlamentares do campo conservador.

    Na sexta-feira (13/2), de forma remota, Mendonça e seus assessores se reuniram com integrantes da Polícia Federal (PF) para alinhar os próximos passos do inquérito.

  • Acordo para salvar Toffoli não o salvará e pegou mal para o STF

    Acordo para salvar Toffoli não o salvará e pegou mal para o STF

    LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
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    Tudo indica que não foi por pressão dos colegas que o ministro Dias Toffoli abdicou da relatoria do Caso Master no Supremo Tribunal Federal, mas sim porque concluiu que seria o melhor a fazer. Afinal, sete deles o apoiavam e apenas dois (Edson Fachin, presidente do tribunal, e Cármen Lúcia), aparentemente não.

    Então, quando o ministro Flávio Dino sugeriu que se divulgasse uma nota, assinada por todos, dizendo que apoiavam Toffoli e que não haveria suspeição nem impedimento dele, Toffoli admitiu deixar a relatoria do caso:

    “Eu sei que a imprensa vai divulgar que eu fui retirado do processo. Eu preferia que fosse diferente, mas se for a decisão hoje para parar hoje… é melhor e eu aceito”.

    Foram mais de três horas de reunião. Dois ministros participaram dela virtualmente – Luiz Fux no Rio, André Mendonça, o “terrivelmente evangélico”, em São Paulo. Era para ser secreta, secretíssima. Mas há consenso no Supremo de que ela foi gravada por um dos presentes. Toffoli é o suspeito. Ele nega.

    O site PODER 360 publicou trechos das falas dos ministros, todas favoráveis a Toffoli. Seguem algumas:

    Gilmar Mendes – Eu acho que o que está por trás disso é que o ministro Toffoli tomou algumas decisões ao longo do seu tempo nesse caso Master aqui no STF que contrariaram a Polícia Federal. E a Polícia Federal quis revidar.

    Luiz Fux – O ministro Toffoli para mim tem fé pública. Meu voto é a favor dele. Acabou. Eu não sei o que vocês estão discutindo.

    Nunes Marques – Para mim, isso é um nada jurídico. […] Isso é um absurdo: o juiz lá da comarca do interior passará a ser comandado pelo delegado local se aceitarmos esse tipo de situação. Acabou o Poder Judiciário do Brasil.

    André Mendonça – Tem uma questão sobre o que é descrito como relação íntima do ministro Toffoli [com o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro]. Isso não existe. Está aqui claro que não existe relação íntima em 6 anos só com 6 minutos de conversa. Como disse o ministro Fux, a palavra do ministro Toffoli tem fé pública. Então, isso está descartado.

    Cristiano Zanin – Sou há 1 ano e meio relator de um caso que envolve 3 ministros do Superior Tribunal de Justiça, e a Polícia Federal até hoje mandou para mim muito menos informação do que essas 200 páginas, com fotos de satélite, cruzamento de celulares. Isso aqui tudo é nulo.

    Flávio Dino – Essas 200 páginas [do relatório da Polícia Federal] para mim são um lixo jurídico. Não adianta discutir esse lixo jurídico. A crise hoje é política, presidente [Fachin]. Em 2035, se Deus me der saúde, eu quero estar nesta cadeira. E esta cadeira tem bônus e ônus. Eu acho que não adianta pensar nesta cadeira só nos bônus. Eu acho, senhor presidente, que o senhor deveria ter resolvido isso dentro da institucionalidade da presidência.

    O ministro Alexandre de Moraes não teve falas literais publicadas, mas aparece como um duro crítico da Polícia Federal, que entregou ao presidente do tribunal o relatório que incrimina Toffoli.

    Outras falas literais de ministros:

    André Mendonça – E a questão de eventos [dos quais Toffoli participou], se for considerada, todos nós somos suspeitos de tudo. […] Pode acontecer com qualquer um de nós [a investida da Polícia Federal]. Quero saber se vão dar esse tratamento para mim.

    Os eventos aos quais Mendonça se referiu, parte deles foram patrocinados pelo Master.

    Flávio Dino – Eu já disse para o meu amigo e irmão Dias Toffoli: veja que já tem maioria. Mas não vai ser unânime. Mas o ministro Dias Toffoli tem voto para continuar. […] Em qualquer outro pedido de arguição [de ministro] eu sou STF futebol clube.

    Toffoli também disse na sua exposição que seria a favor de um código de ética para o Supremo se todos os ministros estivessem de acordo em divulgar as suas declarações de Imposto de Renda, o IR de suas empresas e dos seus familiares ascendentes, descendentes e colaterais até o 2º grau e afins. Gilmar o aparteou:

    “Nós não estamos aqui para discutir Código de Ética”.

    Como se vê, os ministros não estavam ali para examinar os achados da Polícia Federal contra Toffoli, mas para defendê-lo, se defenderem por tabela, e criticar a Polícia Federal. Ficaram mal na foto – isto é: na gravação. Quem gravou cometeu um crime que deveria ser investigado. Por que não chamam a Polícia Federal?

    Os advogados do Master salivam à espera do momento ideal para pedir a anulação do processo. Muitos deles atuaram na Lava-Jato.

     

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    Com agressão de Edilson, BBB 26 pode bater recorde de expulsões

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    Saiba o que motivou atraso de Gracyanne Barbosa em desfile na Sapucaí

    Reprodução/Instagram
    Gracyanne Barbosa

    Gracyanne Barbosa passou um sufoco antes do desfile da União da Ilha do Governador, escola de samba da Série Ouro em que é rainha de bateria. A musa fitness chegou atrasada à concentração e precisou correr atrás dos ritmistas, que já haviam entrado a Sapucaí e cruzado o Setor 1.

    Em conversa com este colunista do Metrópoles, assim que chegou ao desfile, Gracyanne contou que teve problemas com a fantasia. Ela, no entanto, disfarçou qualquer ansiedade com o atraso:

    “Ai, não entregaram a minha fantasia. Passei esse sufoco e cheguei atrasada. Mas cheguei, né? Estou aqui com o meu tênis”, disse Gracyanne, seguindo atrás da bateria na passarela do samba.

    Gracyanne conseguiu acompanhar a bateria, que fazia o retorno para o primeiro recuo, logo após o Setor 1 da Marquês de Sapucaí.

    Veja o vídeo de Gracyanne: 

     

    Ver essa foto no Instagram

     

    Um post compartilhado por Lucas Pasin (@lucaspasin)

    A madrugada deste sábado (14/2) marca o retorno de Gracyanne Barbosa ao posto de rainha de bateria da União da Ilha do Governador. A influenciadora fitness voltou à Sapucaí após alguns carnavais longe do cargo que ocupou entre 2018 e 2020.

    Instantes antes de desfilar, Gracyanne falou sobre os desafios de voltar a desfilar no Carnaval:

    “Voltar ao posto de rainha depois de tudo que vivi com o joelho é emoção pura. Não foi fácil. Teve dor, disciplina e muita superação”, disse.

    Além da emoção, a influenciadora também falou sobre o significado simbólico de estar novamente na avenida. Segundo ela, cada etapa do processo até o desfile teve peso especial, especialmente após as limitações impostas pela lesão.

    “Mas cada passo até a Sapucaí foi uma vitória. Hoje eu volto mais forte, mais consciente e ainda mais apaixonada pela bateria. Porque quando o coração bate no ritmo do Carnaval, nada me para”, afirmou.

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    Mesmo com toda repercussão da cena nas redes, Viviane Araújo não aceitou comentar o beijo de Consuelo e Misael (Belo) em Três Graças

  • Veja momento em que Edilson Capetinha agride Leandro no BBB 26

    Veja momento em que Edilson Capetinha agride Leandro no BBB 26

    Edilson Capetinha agredindo Leandro expulso – 1

    O clima ficou tenso no BBB 26 na madrugada deste sábado (14/2). Durante uma discussão dentro do quarto, Edilson Capetinha partiu para cima de Leandro e o agrediu.

    As imagens mostram o momento em que o ex-jogador perde o controle no meio do bate-boca e atinge o colega de confinamento. Os dois estavam sozinhos no quarto no momento da agressão.

    A TV Globo ainda não se pronunciou oficialmente sobre a desclassificação, mas, pelas regras do programa, casos de agressão resultam em expulsão.

    Se confirmada, Edilson será o terceiro participante a deixar o reality por confronto físico, após as saídas de Paulo Augusto e Sol Vega. A edição também já registrou a desistência de Pedro, que deixou o programa após assediar Jordana e optou por sair antes de ser desclassificado.

    Veja:

    🚨GRAVE: Capetinha AGREDIU o Leandro! #BBB26pic.twitter.com/18sUrVXjGa

    — Central Reality (@centralreality) February 14, 2026

  • Edilson Capetinha agride Leandro e deve ser expulso do BBB 26

    Edilson Capetinha agride Leandro e deve ser expulso do BBB 26

    Design sem nome – 1

    Edilson Capetinha deve se tornar o terceiro participante expulso do BBB 26. Na madrugada deste sábado (14/2), o ex-jogador de futebol discutiu com Leandro e o agrediu durante a briga.

    A TV Globo ainda não anunciou oficialmente a desclassificação, mas, pelas regras do programa, casos de agressão resultam em expulsão. Se confirmada, a saída de Edilson reforça a sequência de episódios graves nesta edição.

    Antes dele, Paulo Augusto e Sol Vega deixaram o reality após se envolverem em agressões físicas. Pedro também saiu do programa após ser acusado de assediar Jordana e decidiu desistir antes de ser desclassificado.

    Veja:

    🚨GRAVE: Capetinha AGREDIU o Leandro! #BBB26pic.twitter.com/18sUrVXjGa

    — Central Reality (@centralreality) February 14, 2026