
O Senado deveria ou não abrir um processo de impeachment contra o ministro Dias Toffoli? Respostas de 1.749 leitores:
Deveria, sim – 73,4%
Não deveria – 26,6%


O Senado deveria ou não abrir um processo de impeachment contra o ministro Dias Toffoli? Respostas de 1.749 leitores:
Deveria, sim – 73,4%
Não deveria – 26,6%


Dirigentes do PT avaliam que o ministro André Mendonça, novo relator do Caso Master no STF, tem mantido uma postura técnica e de isenção em suas decisões na Corte.
No entanto, petistas dizem temer que, devido ao ano eleitoral, Mendonça poupe algum político de direita que venha a ser implicado nas investigações. O magistrado foi indicado à Corte pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
O partido de Lula acredita que as investigações sobre o Master atingirão, no que tange à classe política, figurões do Centrão como Antônio Rueda e Ciro Nogueira, chefes do União Brasil e do PP, que mantêm relação próxima com parlamentares do campo conservador.
Na sexta-feira (13/2), de forma remota, Mendonça e seus assessores se reuniram com integrantes da Polícia Federal (PF) para alinhar os próximos passos do inquérito.


Tudo indica que não foi por pressão dos colegas que o ministro Dias Toffoli abdicou da relatoria do Caso Master no Supremo Tribunal Federal, mas sim porque concluiu que seria o melhor a fazer. Afinal, sete deles o apoiavam e apenas dois (Edson Fachin, presidente do tribunal, e Cármen Lúcia), aparentemente não.
Então, quando o ministro Flávio Dino sugeriu que se divulgasse uma nota, assinada por todos, dizendo que apoiavam Toffoli e que não haveria suspeição nem impedimento dele, Toffoli admitiu deixar a relatoria do caso:
“Eu sei que a imprensa vai divulgar que eu fui retirado do processo. Eu preferia que fosse diferente, mas se for a decisão hoje para parar hoje… é melhor e eu aceito”.
Foram mais de três horas de reunião. Dois ministros participaram dela virtualmente – Luiz Fux no Rio, André Mendonça, o “terrivelmente evangélico”, em São Paulo. Era para ser secreta, secretíssima. Mas há consenso no Supremo de que ela foi gravada por um dos presentes. Toffoli é o suspeito. Ele nega.
O site PODER 360 publicou trechos das falas dos ministros, todas favoráveis a Toffoli. Seguem algumas:
Gilmar Mendes – Eu acho que o que está por trás disso é que o ministro Toffoli tomou algumas decisões ao longo do seu tempo nesse caso Master aqui no STF que contrariaram a Polícia Federal. E a Polícia Federal quis revidar.
Luiz Fux – O ministro Toffoli para mim tem fé pública. Meu voto é a favor dele. Acabou. Eu não sei o que vocês estão discutindo.
Nunes Marques – Para mim, isso é um nada jurídico. […] Isso é um absurdo: o juiz lá da comarca do interior passará a ser comandado pelo delegado local se aceitarmos esse tipo de situação. Acabou o Poder Judiciário do Brasil.
André Mendonça – Tem uma questão sobre o que é descrito como relação íntima do ministro Toffoli [com o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro]. Isso não existe. Está aqui claro que não existe relação íntima em 6 anos só com 6 minutos de conversa. Como disse o ministro Fux, a palavra do ministro Toffoli tem fé pública. Então, isso está descartado.
Cristiano Zanin – Sou há 1 ano e meio relator de um caso que envolve 3 ministros do Superior Tribunal de Justiça, e a Polícia Federal até hoje mandou para mim muito menos informação do que essas 200 páginas, com fotos de satélite, cruzamento de celulares. Isso aqui tudo é nulo.
Flávio Dino – Essas 200 páginas [do relatório da Polícia Federal] para mim são um lixo jurídico. Não adianta discutir esse lixo jurídico. A crise hoje é política, presidente [Fachin]. Em 2035, se Deus me der saúde, eu quero estar nesta cadeira. E esta cadeira tem bônus e ônus. Eu acho que não adianta pensar nesta cadeira só nos bônus. Eu acho, senhor presidente, que o senhor deveria ter resolvido isso dentro da institucionalidade da presidência.
O ministro Alexandre de Moraes não teve falas literais publicadas, mas aparece como um duro crítico da Polícia Federal, que entregou ao presidente do tribunal o relatório que incrimina Toffoli.
Outras falas literais de ministros:
André Mendonça – E a questão de eventos [dos quais Toffoli participou], se for considerada, todos nós somos suspeitos de tudo. […] Pode acontecer com qualquer um de nós [a investida da Polícia Federal]. Quero saber se vão dar esse tratamento para mim.
Os eventos aos quais Mendonça se referiu, parte deles foram patrocinados pelo Master.
Flávio Dino – Eu já disse para o meu amigo e irmão Dias Toffoli: veja que já tem maioria. Mas não vai ser unânime. Mas o ministro Dias Toffoli tem voto para continuar. […] Em qualquer outro pedido de arguição [de ministro] eu sou STF futebol clube.
Toffoli também disse na sua exposição que seria a favor de um código de ética para o Supremo se todos os ministros estivessem de acordo em divulgar as suas declarações de Imposto de Renda, o IR de suas empresas e dos seus familiares ascendentes, descendentes e colaterais até o 2º grau e afins. Gilmar o aparteou:
“Nós não estamos aqui para discutir Código de Ética”.
Como se vê, os ministros não estavam ali para examinar os achados da Polícia Federal contra Toffoli, mas para defendê-lo, se defenderem por tabela, e criticar a Polícia Federal. Ficaram mal na foto – isto é: na gravação. Quem gravou cometeu um crime que deveria ser investigado. Por que não chamam a Polícia Federal?
Os advogados do Master salivam à espera do momento ideal para pedir a anulação do processo. Muitos deles atuaram na Lava-Jato.

Edilson Capetinha agrediu Leandro na madrugada deste sábado (14/2) e deve ser expulso do BBB 26; veja desclassificações

Fictor entrou em recuperação judicial e deve R$ 630 mil a associação de frades carmelitas que é ligada a Frei Gilson


Gracyanne Barbosa passou um sufoco antes do desfile da União da Ilha do Governador, escola de samba da Série Ouro em que é rainha de bateria. A musa fitness chegou atrasada à concentração e precisou correr atrás dos ritmistas, que já haviam entrado a Sapucaí e cruzado o Setor 1.
Em conversa com este colunista do Metrópoles, assim que chegou ao desfile, Gracyanne contou que teve problemas com a fantasia. Ela, no entanto, disfarçou qualquer ansiedade com o atraso:
“Ai, não entregaram a minha fantasia. Passei esse sufoco e cheguei atrasada. Mas cheguei, né? Estou aqui com o meu tênis”, disse Gracyanne, seguindo atrás da bateria na passarela do samba.
Gracyanne conseguiu acompanhar a bateria, que fazia o retorno para o primeiro recuo, logo após o Setor 1 da Marquês de Sapucaí.
Veja o vídeo de Gracyanne:
A madrugada deste sábado (14/2) marca o retorno de Gracyanne Barbosa ao posto de rainha de bateria da União da Ilha do Governador. A influenciadora fitness voltou à Sapucaí após alguns carnavais longe do cargo que ocupou entre 2018 e 2020.
Instantes antes de desfilar, Gracyanne falou sobre os desafios de voltar a desfilar no Carnaval:
“Voltar ao posto de rainha depois de tudo que vivi com o joelho é emoção pura. Não foi fácil. Teve dor, disciplina e muita superação”, disse.
Além da emoção, a influenciadora também falou sobre o significado simbólico de estar novamente na avenida. Segundo ela, cada etapa do processo até o desfile teve peso especial, especialmente após as limitações impostas pela lesão.
“Mas cada passo até a Sapucaí foi uma vitória. Hoje eu volto mais forte, mais consciente e ainda mais apaixonada pela bateria. Porque quando o coração bate no ritmo do Carnaval, nada me para”, afirmou.

Mesmo com toda repercussão da cena nas redes, Viviane Araújo não aceitou comentar o beijo de Consuelo e Misael (Belo) em Três Graças


O clima ficou tenso no BBB 26 na madrugada deste sábado (14/2). Durante uma discussão dentro do quarto, Edilson Capetinha partiu para cima de Leandro e o agrediu.
As imagens mostram o momento em que o ex-jogador perde o controle no meio do bate-boca e atinge o colega de confinamento. Os dois estavam sozinhos no quarto no momento da agressão.
A TV Globo ainda não se pronunciou oficialmente sobre a desclassificação, mas, pelas regras do programa, casos de agressão resultam em expulsão.
Se confirmada, Edilson será o terceiro participante a deixar o reality por confronto físico, após as saídas de Paulo Augusto e Sol Vega. A edição também já registrou a desistência de Pedro, que deixou o programa após assediar Jordana e optou por sair antes de ser desclassificado.
Veja:
🚨GRAVE: Capetinha AGREDIU o Leandro! #BBB26pic.twitter.com/18sUrVXjGa
— Central Reality (@centralreality) February 14, 2026


Edilson Capetinha deve se tornar o terceiro participante expulso do BBB 26. Na madrugada deste sábado (14/2), o ex-jogador de futebol discutiu com Leandro e o agrediu durante a briga.
A TV Globo ainda não anunciou oficialmente a desclassificação, mas, pelas regras do programa, casos de agressão resultam em expulsão. Se confirmada, a saída de Edilson reforça a sequência de episódios graves nesta edição.
Antes dele, Paulo Augusto e Sol Vega deixaram o reality após se envolverem em agressões físicas. Pedro também saiu do programa após ser acusado de assediar Jordana e decidiu desistir antes de ser desclassificado.
Veja:
🚨GRAVE: Capetinha AGREDIU o Leandro! #BBB26pic.twitter.com/18sUrVXjGa
— Central Reality (@centralreality) February 14, 2026