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    O DF em ritmo de Carnaval: segurança e respeito para curtir a folia

    11/02/2026 06:00, atualizado 11/02/2026 06:00

    metropoles.com

    O Carnaval é aquele momento mágico em que o calendário perde a noção do tempo, a cidade ganha glitter na alma e todo mundo resolve que a vida fica bem melhor ao som de um tamborim.

    E, na folia, vale quase tudo: fantasia improvisada, dançar até doer o pé e risada sem hora pra acabar. O que não vale é esquecer que a festa só fica completa quando todo mundo se diverte. Por isso, para que tudo ocorra com alegria, segurança e respeito, existe um trabalho que começa muito antes do primeiro bloco sair: a atuação do Governo do Distrito Federal.

    O Carnaval da capital federal é resultado de uma atuação coordenada do GDF com diversos órgãos públicos trabalhando juntos para entregar uma festa democrática, acolhedora e bem organizada.

    As Secretarias de Cultura e Economia Criativa, de Turismo e da Mulher promovem diversidade, inclusão e acesso às atividades; a Secretaria de Saúde reforça atendimentos e campanhas educativas; a Secretaria de Segurança Pública atua na proteção dos foliões; a Secretaria de Transporte e Mobilidade organiza o deslocamento pela cidade; a Secretaria de Comunicação Social divulga a programação oficial; e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) garante a limpeza e a manutenção das vias.

    Dessa forma, o Governo do Distrito Federal assume um papel central na festa, trabalhando de forma integrada para garantir que o Carnaval seja organizado e seguro. É o cuidado andando junto com a diversão, para que brasilienses e visitantes curtam cada momento com tranquilidade.

    Falando em festa, este ano 73 blocos de Carnaval espalhados por três territórios carnavalescos levarão música, cor e diversidade para diferentes pontos da cidade, garantindo que a folia seja democrática e acessível para todos. Tudo dentro do programa DF Folia, que gera emprego e renda, mobilizando artistas, produtores, técnicos, comerciantes e trabalhadores informais.

    Com tanta opção de bloco, é bom lembrar que o Carnaval ocorre na rua, e o GDF cuida bem dela, mas você pode ajudar: lixo é no lixo, pois as vias públicas também fazem parte do bloco.

    Bebeu? Então não dirija, planeje antes, use transporte público ou aplicativo e chegue em casa em segurança.

    Fique atento aos seus pertences, porque perder algo no meio da multidão não faz parte da diversão.

    Importante frisar que respeito à diversidade é regra de ouro, pois alegria não combina com preconceito.

    Na paquera, respeito também é saber recuar se ouvir um “não”, sem insistência nem climão. Mas, se o clima esquentar, use camisinha: prazer e cuidado devem andar juntos.

    E atenção redobrada com as crianças, para que a folia seja leve, segura e feliz para todos. Inclusive, os responsáveis podem registrar as crianças utilizando a Carteirinha de Identificação Infantil da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), que pode ser anexada à roupa ou utilizada como crachá. Acesse o link e imprima o documento.

    Com essa união de esforços do GDF e todo mundo sabendo brincar, o Carnaval deixará apenas boas lembranças, histórias engraçadas e a certeza de que curtir com consciência é sempre o melhor enredo.

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  • O vice de Lula será Alckmin outra vez, e estamos conversados

    O vice de Lula será Alckmin outra vez, e estamos conversados

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, concede entrevista coletiva no Salão Verde da Câmara dos Deputados Metropoles

    Balão não é só coisa de festa junina, ou de irresponsáveis que ameaçam a segurança do tráfego aéreo e a mata densa em períodos de estiagem, sujeita pois a pegar fogo. Balão é coisa também da política, a qualquer tempo, especialmente em ano eleitoral.

    Chama-se de balão de ensaio a plantação de uma informação cujo objetivo é conhecer antecipadamente o que poderá ser colhido mais tarde. Assim são testadas ideias e propostas, e descartadas as que não forem bem aceitas. Faz-se isso quase todo dia.

    Quando Lula disse em entrevista que Fernando Haddad, ministro da Fazenda, e Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, terão um papel a cumprir nas eleições em São Paulo, ou ele estava lançando um balão de ensaio ou não foi bem compreendido.

    Lula está à caça de mais apoios para isolar a candidatura de Flávio Bolsonaro e se reeleger pela segunda vez consecutiva. Se o MDB o apoiasse – quem sabe? -,  ele rifaria a candidatura de Alckmin a vice. Se o PSD de Kassab o apoiasse, certamente rifaria Alckmin.

    É o que se diz nos arredores do Palácio do Planalto e do Congresso. É o que se continuará dizendo até que Lula anuncie que Alckmin será seu vice e ponto final. Mas, por hora, se não quiser, ele não precisa dizer. É senhor do seu tempo, e do tempo dos outros.

    O balão segue seu voo e Lula observa as reações. A de Alckmin, via terceiros, foi garantir que apoiará Lula em qualquer hipótese, mas a não ser vice, não se candidataria a nada. A de Haddad se desconhece, mas ele não gostaria de disputar o governo paulista.

    As duas vezes que disputou só para ajudar Lula a se eleger, perdeu. Se depender dele, será apenas um dos coordenadores da campanha de Lula. Iria para o sacrifício se Lula lhe acenasse com a candidatura a presidente em 2030, mas isso Haddad não confessa.

    Os mais graduados líderes do PT reagiram ao suposto balão dizendo que Alckmin será o vice, a não ser que não queira – e Alckmin quer. O PSB, partido de Alckmin, saiu em socorro dele como se isso fosse necessário. Jogou o jogo. Vai, vai, balão…

    O MDB não quer a vice de Lula porque lhe falta unidade para tal. Sua vocação é dividir-se. O PSD não quer porque terá candidato a presidente. O próprio Lula prefere a companhia de Alckmin. Irá com ele, como em 2006 foi com José de Alencar, então seu vice.

     

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    MP é contra redução da maioridade penal em PEC da Segurança

    Fotos: Humberto Filho
    pedro-maia-09

    Integrantes do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG) propuseram ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que o Ministério Público atue junto ao Legislativo na análise da PEC da Segurança.

    À coluna, o presidente do CNPG, Pedro Maia, afirmou ter sugerido a Motta na terça-feira (10/2) a criação de uma comissão de trabalho por parte do MP.

    Maia também disse ter sinalizado ao relator da proposta, deputado Mendonça Filho (União-PE), que o Ministério Público não apoiará a inclusão do trecho que propõe a redução da maioridade penal para todos os tipos de crimes.

    Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, o relator da matéria na Câmara, deputado Mendonça Filho (União-PE), afirmou em conversa com jornalistas que estuda alterar seu parecer para incluir a redução da maioridade penal em todos os crimes.

    “Na reunião, surgiu um ponto sem convergência: a redução da maioridade penal. O Ministério Público não é favorável e não há apoio”, disse Maia à coluna.

    O CNPG se reuniu com Hugo Motta e o deputado Mendonça Filho na terça-feira. A previsão é de que, nesta quarta-feira (11/2), os procuradores se encontrem com o ministro da Justiça e Segurança, Wellington César Lima.

     

     

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  • Veja qual região virou símbolo do colapso elétrico no DF, segundo o MP

    Veja qual região virou símbolo do colapso elétrico no DF, segundo o MP

    Divulgação – Pixabay
    Foto colorida de fiação de energia - Metrópoles

    O PAD-Jardim, área rural localizada em Planaltina, aparece como o pior cenário de fornecimento de energia elétrica do Distrito Federal, segundo levantamento do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT).

    A região lidera os índices de interrupções prolongadas e frequentes, superando, com folga, os limites máximos estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    De acordo com a apuração, . Na prática, isso significa que a população da área convive com mais que o dobro do tempo considerado aceitável para interrupções.

    O MP classifica o PAD-Jardim como uma das chamadas “zonas de sacrifício”, expressão usada para definir localidades onde a precariedade do serviço se tornou permanente e naturalizada.

    Em resposta às cobranças do órgão, a Neoenergia atribuiu grande parte das falhas à interferência de vegetação na rede elétrica.

    Para o MP, porém, esse argumento evidencia justamente o problema, ou seja, eventos previsíveis, como crescimento de árvores e períodos de chuva, deveriam ser enfrentados com planejamento, manutenção contínua e modernização da rede.

    A promotoria sustenta que a situação no PAD-Jardim revela deficiência estrutural, com ausência de subestações suficientes, redes antigas, longos ramais rurais sem proteção adequada e falta de investimento proporcional à expansão populacional da região.

    Além dos transtornos domésticos, os apagões afetam diretamente produtores rurais, pequenas agroindústrias, comércio local e serviços básicos, gerando prejuízos financeiros e comprometendo atividades essenciais.

    Diante do cenário, o MP ingressou com ação pedindo que a Neoenergia seja condenada ao pagamento de R$ 86 milhões por danos morais coletivos, além de ser obrigada a executar obras estruturais para corrigir as falhas nas áreas mais críticas, com prioridade para o PAD-Jardim.

    Para a promotoria, o caso expõe um padrão, enquanto a concessionária apresenta justificativas operacionais, parte da população do DF segue submetida a um serviço considerado inaceitável pelos próprios parâmetros regulatórios.