A Polícia Civil do Acre corrigiu a identidade de um paciente falecido após a conclusão de exame necropapiloscópico realizado pelo Departamento de Polícia Técnico-Científica, por meio do Instituto de Identificação Raimundo Hermínio de Melo, com apoio da Força Nacional de Segurança Pública. A medida garantiu a retificação dos registros oficiais e evitou consequências legais ao […]
Categoria: Teste
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Exame técnico corrige identidade de paciente falecido no Acre
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Mulheres preferem noites entre amigas a sair para balada, diz pesquisa
Canva
Agora, a mulherada tem outras preferências. Uma pesquisa recente feita com 2 mil mulheres com mais de 21 anos revelou que elas preferem passar a noite em casa com as amigas (46%) do que sair para baladas (33%).
Segundo o levantamento, realizada pela empresa de consultoria Talker Research, as noites entre amigas são mais importantes do que nunca. Um terço das entrevistadas (33%) até chegou a classificá-las como “essenciais para sua saúde mental e bem-estar”.
As participantes também afirmaram que reservam um tempo para noites entre amigas pelo menos uma vez por mês. Uma em cada 10 mulheres chega a se encontrar pelo menos uma vez por semana.
O que importa na “noite das garotas”
Para as entrevistadas, os fatores mais importantes para uma noite de meninas bem-sucedida são conversa de qualidade (32%) e boa comida e bebida (23%). Ao analisar as preferências de harmonização, queijo e biscoitos ficaram em primeiro lugar (55%), seguidos por queijo com carnes (43%), frutas (40%) e vinho (31%).
Quando se trata das bebidas específicas, o refrigerante foi o grande vencedor (43%), seguido por vinho (38%), margaritas (32%), café/chá quente (22%) e chocolate quente (20%).
As mulheres também consideram fundamental ter a opção de escolher se querem ou não beber em uma noite em casa com as amigas.
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Acidente mata duas mulheres e deixa PM do DF gravemente ferido
Reprodução/Redes Sociais
Um grave acidente na BR-070, entre os municípios de Girassol e Edilândia, no Entorno do DF, deixou duas mulheres mortas e um policial militar do DF gravemente ferido nesse domingo (8/2), por volta das 14h.
Entre as vítimas está Rayla Vanessa Ribeiro da Silva, 39 anos, estudante de Procedimentos Básicos de Enfermagem e Protocolos de Aplicabilidade na Prática Clínica do programa Profissão Saúde do Senac-DF. Ela estava voltando de uma viagem de carro com o marido, policial militar do DF, que permanece em estado grave. A outra vítima estava no segundo veículo envolvido na colisão.
O policial recebeu atendimento inicial na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Setor Mansões Odisséia, em Águas Lindas, com apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Polícia Militar do DF (PMDF). Posteriormente, o militar foi transportado de helicóptero para o Hospital Regional do Recanto das Emas.
Luto
Nas redes sociais, a filha de Rayla, Letícia Brito, também prestou homenagem emocionada. “1 mês para o meu casamento, e como vou conseguir entrar naquele altar sabendo que você não teve a chance de ver a sua única filha mulher vestida de branco. Te amo, mamãe, cuida da gente daí de cima como você sempre fez. Estarei aqui cumprindo tudo que você me pediu.”
O Senac-DF emitiu nota de pesar pelo falecimento da aluna. “Neste momento de imensa dor, nos solidarizamos com os familiares, amigos, colegas e toda a comunidade acadêmica, desejando força, conforto e serenidade para enfrentar essa perda irreparável. Rayla deixa sua marca entre nós, e sua trajetória será lembrada com respeito e carinho.”
A PMDF também se pronunciou sobre o acidente. “É com pesar que fui informado acerca de um acidente envolvendo um sargento da reserva remunerada da PMDF, onde sua esposa faleceu em decorrência do impacto. Seus filhos estão bem, sob os cuidados do avô. O sargento está internado no Hospital Regional do Recanto, com múltiplas fraturas”, disse a corporação.
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Peça é adiada após Felipe Simas sofrer acidente e passar por cirurgia
Instagram/Reprodução
Os fãs de Felipe Simas terão de esperar para ver o ator nos palcos. A estreia do espetáculo Visitando o Sr. Green, no Rio de Janeiro, foi adiada em razão do fato de Simas recuperar-se de recente cirurgia. A informação foi divulgada na tarde desta terça-feira (10/2) pela assessoria do espetáculo.
A estreia do espetáculo estava marcada para o dia 27 deste mês no Teatro Vanucci, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Felipe Simas brincava com os filhos no fim de semana, quando provocou o rompimento total do tendão de Aquiles.
Leia a matéria completa no site do NewMag, parceiro do Metrópoles.
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Corrida à fantasia que abre Carnaval em Cruzeiro do Sul tem 300 inscritos e “pipocas” poderão participar
A corrida “Cruzeiro Fantasy Run” abrirá oficialmente a programação do Carnaval 2026, no sábado, 14 de fevereiro, em Cruzeiro do Sul tem 300 inscritos e terá participantes “pipoca “. A largada e a chegada da Corrida ocorrerão em frente à Catedral Nossa Senhora da Glória, com percurso pela Estrada da Variante. A programação tem início […] -

MP pede exumação do corpo de cão Orelha para apurar motivo da morte
Medida foi adotada depois que o MP analisou o inquérito policial e os Boletins de Ocorrência Circunstanciados
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Arbitral define regulamento e jogos do Candangão Sub-11 e Sub-13
Diller Abreu/FFDF
A Federação do Distrito Federal (FFDF) definiu nesta terça-feira (10/2), em arbitral, o regulamento e os grupos do Candangão Sub-11 e Sub-13, as primeiras competições de base da temporada. A competição começará no dia 14 de março, um sábado. Serão 20 times em busca do título, divididos em dois grupos de 10 times.
Os quatro melhores se classificam para as quartas de final, que assim como as semifinais, será disputada em ida e volta, sem vantagem. Já a final da competição, prevista para o dia 13 de junho, será realizada em jogo único com mando da federação.
Outro ponto debatido na reunião foi a presença obrigatória de uma ambulância nos jogos. A proposta foi rejeitada por ampla maioria, que aprovou a presença de um médico ou um profissional de saúde. Também foi definido que as bolas de jogo serão padronizadas para ambas as categorias.
Locais dos jogos
As partidas poderão ser realizadas em estádios ou clubes, porém, a partir das semifinais, os jogos só poderão ocorrer em estádios oficiais.
Grupo A
Grupo B
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Feijão "carioca" é paulista e completa 60 anos. Saiba a origem do nome
Divulgação/Governo de São Paulo
Presente diariamente no prato dos brasileiros, o feijão carioca completa em 2026 60 anos desde o início de seu desenvolvimento científico pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Responsável por cerca de 60% do consumo nacional, o grão nasceu de uma observação de campo, evoluiu graças à ciência pública e transformou definitivamente a cultura do feijão no Brasil.
A história começa no início da década de 1960, em Ibirarema, no oeste paulista. Em uma lavoura de feijão do tipo chumbinho, tradicional à época, o engenheiro agrônomo Waldimir Coronado Antunes, então chefe da Casa da Agricultura da CATI, identificou plantas com grãos visualmente diferentes. Rajados, com manchas marrons e pretas sobre fundo claro. A partir da observação, separou aquele material e iniciou uma seleção, acreditando tratar-se de uma mutação genética natural.
O desempenho surpreendeu. As plantas eram mais vigorosas, produtivas, menos suscetíveis a doenças e apresentavam excelente qualidade culinária, com cozimento rápido, caldo consistente e sabor marcante.
1966: o descobrimento da variedade
O marco histórico completa 60 anos em 2026, oficialmente em 1º de agosto de 1966, quando um lote de 30 quilos de sementes foi oficialmente enviado ao Instituto Agronômico (IAC), em Campinas, após encaminhamento da CATI. Recebido pelo pesquisador Shiro Miyasaka, o material foi catalogado como I-38700, passando a integrar a coleção de germoplasma do Instituto.
A partir desse momento, a curiosidade de campo transformou-se em objeto científico. Coube aos pesquisadores Luiz D’Artagnan de Almeida, Shiro Miyasaka e Hermógenes Freitas Leitão Filho conduzir as avaliações agronômicas que dariam base ao futuro lançamento da cultivar.
Os primeiros resultados confirmaram o potencial do novo feijão. Ensaios regionais realizados entre 1967 e 1969 demonstraram produtividade média de 1.670 quilos por hectare, superior às variedades tradicionais da época, como bico-de-ouro e rosinha, que produziam cerca de 1.280 quilos por hectare. Além disso, o grão apresentava resistência às principais doenças, boa adaptação aos solos paulistas e alta aceitação após o preparo.
Por que feijão “carioca”?
Da resistência à consolidação nacional
A aceitação do feijão carioca não foi imediata. Consumidores estavam habituados a grãos de coloração uniforme e viam com desconfiança o aspecto “manchadinho” do novo produto. Diante disso, os pesquisadores do IAC e técnicos da CATI protagonizaram uma das mais bem-sucedidas ações de difusão científica e tecnológica da agricultura brasileira.
Campanhas de esclarecimento, palestras técnicas, distribuição de sementes, campos de demonstração, materiais educativos e até receitas culinárias ajudaram a romper o preconceito estético e a conquistar produtores e consumidores. Em poucos anos, o feijão carioca se espalhou pelas lavouras paulistas e, na década seguinte, por praticamente todo o território nacional.
Já em 1976, menos de uma década após seu lançamento, o feijão carioca era a variedade mais cultivada e comercializada no Estado de São Paulo, tornando-se referência nacional e base para a modernização da cultura do feijão.
O divisor de águas para o cultivo do feijão
Considerado o “pai do carioquinha”, Luiz D’Artagnan de Almeida, falecido no início de 2026, deixou um legado que ultrapassa a criação de uma cultivar. Seu trabalho estruturou o programa de melhoramento genético do feijão no Brasil, inaugurando uma nova fase da cultura, com ganhos contínuos de produtividade, qualidade e adaptação aos sistemas modernos de produção.
Programa de melhoramento do feijão do Instituto Agronômico
Sessenta anos após o início do desenvolvimento do feijão carioca, o Estado de São Paulo mantém em operação um programa permanente de melhoramento genético do feijoeiro, conduzido pelo Instituto Agronômico (IAC), referência nacional desde 1932. O programa segue responsável pela criação de cultivares produtivas, resistentes a doenças como a antracnose, com grãos claros, rápido cozimento e menor dependência de agroquímicos. Essas cultivares apresentam maior teor de proteína e são mais precoces, o que representa menor tempo no campo, aspecto que favorece o plantio frente ao estresse climático e biológico.
Ciência pública no prato do brasileiro
Embora não seja hegemônico em todos os paladares regionais, com o feijão preto predominando no Sul e o mulatinho no Nordeste, o carioca tornou-se o principal feijão do mercado interno brasileiro, desempenhando papel central na segurança alimentar do país.Rico em proteínas, fibras e minerais, é base da alimentação cotidiana, matéria-prima da indústria e aliado das dietas contemporâneas, incluindo vegetarianas e veganas. Mais do que um alimento, representa uma cadeia produtiva estratégica, geradora de renda, emprego e desenvolvimento tecnológico.
Sessenta anos após o início de seu desenvolvimento científico, o feijão carioca segue como prova concreta de que o investimento contínuo em pesquisa pública transforma a realidade do campo e da mesa. O grão que acompanha o arroz de milhões de brasileiros não nasceu em laboratório de alta tecnologia nem de engenharia genética moderna. Nasceu da observação, da persistência e da ciência paulista, um legado que atravessa gerações.
Consumo no Brasil
Segundo a Embrapa, o consumo per capita de feijão no Brasil atingiu seu pico entre 1961 e 1970, com média de quase 23 kg por pessoa ao ano, e caiu continuamente até atingir em 2024 o menor índice da série histórica. A queda no consumo de feijão no Brasil está associada principalmente às mudanças nos hábitos alimentares e no estilo de vida da população, com famílias menores, rotina urbana mais acelerada e redução do hábito de cozinhar em casa.
Para o pesquisador Alisson Fernando Chiorato, do IAC, esse cenário representa hoje um dos principais desafios do programa de melhoramento. “A redução no consumo do feijão carioca é preocupante porque toda a produção precisa ser absorvida internamente. Com mais tecnologia e área irrigada, a oferta cresce, e isso pode pressionar os preços pagos ao agricultor”, afirma.
Diante desse contexto, o programa passou a atuar também na diversificação de tipos de feijão. “Nosso foco é gerar diversidade, com feijões vermelhos, brancos, rajados e materiais voltados ao mercado externo, permitindo alternativas de comercialização e reduzindo a dependência exclusiva do carioca”, explica Chiorato.
Além da diversificação, os pesquisadores investem em características que dialogam com o consumidor moderno. “Os feijões atuais cozinham em menos tempo, consomem menos água no campo, têm ciclos mais curtos e exigem menos insumos, resultando em um alimento mais saudável e sustentável”, destaca o pesquisador Sérgio Augusto Morais Carbonell, do IAC.
Segundo Carbonell, a pesquisa também busca reforçar o papel nutricional do grão. “O feijão é uma das proteínas vegetais mais completas e acessíveis. Mostrar sua qualidade, segurança e versatilidade é fundamental para estimular o consumo e enfrentar um problema que já se reflete em saúde pública”, ressalta.
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Railson Ferreira anuncia melhorias na educação de Feijó, incluindo reajuste salarial e modernização da infraestrutura
O prefeito de Feijó, Railson Ferreira, anunciou na segunda-feira, 10, um conjunto abrangente de melhorias para a educação municipal durante um evento realizado no polo do Cedup. Entre as principais medidas, aparece o reajuste do piso do magistério em 5,4% para todos os professores efetivos da rede municipal de ensino, que será pago em março, […] -

Ministério da Justiça regulamenta indicador nacional e evidencia eficiência da Polícia Civil do Acre em crimes contra a vida
A Polícia Civil do Acre (PCAC) passa a contar com um importante reconhecimento nacional na mensuração de sua eficiência investigativa com a publicação da Portaria MJSP nº 1.145, de 9 de fevereiro de 2026, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A norma uniformiza, em todo o Brasil, os critérios para cálculo dos índices de […]