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  • O que o caso Master está a nos dizer (por Roberto Brant)

    O que o caso Master está a nos dizer (por Roberto Brant)

    Arte Gui Primola sobre fotos Vinícius Schmidt/Metrópoles
    Montagem Motta Alcolumbre Alexandre de Moraes-Daniel Vorcaro Master Metrópoles .jpg

    Apesar dos ruídos e das tensões que percorrem os ares de Brasília, prenunciando que algo grande e inconveniente pode estar para acontecer, quase tudo que se relaciona ao caso Master não é ainda do conhecimento público. A insolvência de uma instituição financeira pouco relevante, por si só, não despertaria atenção, pois é um fato normal no mundo dos negócios. Como gostava de dizer o saudoso Delfim Neto, capitalismo sem falência é o mesmo que catolicismo sem inferno. Neste caso específico, nem a chamada economia popular foi atingida severamente. Os danos e os prejuízos parecem circunscritos aos limites da alta finança. Os recursos públicos envolvidos estão concentrados no Banco de Brasília, já que uma tentativa anterior que envolvia a Caixa Federal foi evitada a tempo, embora com o sacrifício de seus servidores técnicos de carreira, que ousaram resistir aos políticos da área.

    Instituições infinitamente maiores, como o Banco Nacional e o Bamerindus, por exemplo, foram liquidadas, sem reação política ou judicial.  Eram outros tempos, senão em tudo, pelo menos no reino da política e das instituições públicas. Não que reinasse a inocência entre os homens, mas os comportamentos eram mais contidos, pelo medo da desonra, por um certo respeito pela opinião pública e porque a política ainda não era dominada por pessoas, mas por partidos impessoais.

    O que torna o caso Master um evento tectônico é o que foi aos poucos sendo revelado, mesmo que de forma incompleta e fragmentada, através de vazamentos que conseguiram romper o alto grau de sigilo imposto ao caso por um ministro do Supremo Tribunal. O Master errou nas boas práticas de gestão financeira, mas foi competente para construir uma rede extensa de conexões com agentes dos três Poderes da República, cujo desvendamento revela conflitos de interesses e comportamentos indefensáveis para autoridades públicas. Nada do que foi até agora trazido a público consegue ser explicado. Sabemos ainda pouco, por causa do sigilo e por causa do controle das investigações, mas este pouco que sabemos é suficiente para provocar um terremoto na República, na medida em que atinge a cúpula do Poder Judiciário, parte importante da elite do Congresso e dos partidos e até o Governo, que não tem explicações para as indicações dos ex-Ministros Mantega e Lewandowski, para posições de extravagante remuneração numa empresa, cujas práticas atípicas eram, ou deveriam ser,  do conhecimento das autoridades. Causa estranheza como pessoas poderosas e experimentadas foram acessíveis a ligações com uma empresa tão fora de qualquer padrão.

    Graças à ação da imprensa democrática, as investigações vão se estender e cobrir tudo o que merece ser investigado, abortando as conspirações para o seu abafamento. Vários segredos de polichinelo vão ser revelados, justamente num ano de eleições, quando os brasileiros merecem saber tudo sobre os seus políticos e o país precisa dramaticamente de reformas institucionais de fundo, que só eleições em tempos de crise podem propiciar.

    Minha grande angústia é saber, a esta altura, se o Master foi apenas um caso isolado, ou este tipo de promiscuidade é mais uma regra do que uma exceção no relacionamento do mundo dos negócios com as autoridades. Quem sabe se essas teias de relações ilícitas não são atualmente o modelo padrão de funcionamento da política brasileira, e só vieram à tona neste caso porque a empresa fracassou? Quantos negócios não fracassados e bem geridos continuam turbinados por estas conexões, que garantem privilégios legislativos, judiciais e administrativos? E encontros informais, fora da agenda com as principais autoridades do país.

    O Brasil tem sido um enigma para observadores internacionais que, conhecendo o país e seus enormes e variados recursos, não conseguem entender por que não somos um país muito mais rico, comparável à Espanha e a Portugal, por exemplo. Talvez o caso Master, ao tirar a grande máscara que cobre as fachadas graciosas dos três Poderes, seja a triste resposta a este doloroso enigma.

  • F1: Antonelli se envolve em acidente com carro de quase R$ 2 milhões

    F1: Antonelli se envolve em acidente com carro de quase R$ 2 milhões

    Buda Mendes/Getty Images
    Kimi Antonelli

    Piloto da Mercedes, Kimi Antonelli sofreu um acidente de carro na noite desse sábado (7/2). Apesar da colisão, o italiano não se machucou e irá participar normalmente das atividades de pré-temporada da Fórmula 1 nesta quarta-feira (11/2).

    O acidente aconteceu em San Marino, onde Kimi mora, e ele foi o único envolvido no ocorrido. Ele teria perdido o controle do veículo, atingiu um poste e colidiu mais duas vezes no guard rail. Por fim, ainda bateu em um muro antes de parar. As informações foram confirmadas pela imprensa local.

    O piloto italiano conduzia uma Mercedes AMG GT 63 PRO 4MATIC+ “Motorsport Collectors Edition”. Este supercarro, além de raro, com apenas 200 unidades no mundo todo, é avaliado em torno de R$ 1,7 milhão.

    A Mercedes realizará os testes de pré-temporada da Fórmula 1 no Bahrein. Durante três dias, Kimi irá revezar a pista com George Russel, companheiro de escuderia.

  • Justiça autoriza bloqueio de R$ 360 milhões em operação contra traficantes

    Justiça autoriza bloqueio de R$ 360 milhões em operação contra traficantes

    Divulgação/PF
    Foto colorida de policial federal de colete

    A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (10/2), a segunda fase da Operação Ajura, que cumpre quatro mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva.

    A Justiça também autorizou o bloqueio de bens e de valores que superam R$ 360 milhões, contra integrantes de uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

    Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara da Justiça Criminal Estadual de Dourados e têm buscas autorizadas nos municípios de Ponta Porã (MS), de Ribeirão Preto e de Jardinópolis, em São Paulo.

    De acordo com a PF, a operação decorre de apreensões de cocaína realizadas nos anos de 2022 e de 2023, em Dourados, e busca asfixiar o braço financeiro do crime organizado.

  • Piloto coagia meninas a atrair novas vítimas sob ameaça de vazamento

    Piloto coagia meninas a atrair novas vítimas sob ameaça de vazamento

    Reprodução/Policia Civil
    Idoso ccom cabelos brancos e curtos, sem barba, com óculos na ponta do nariz - Metrópoles

    O piloto Sérgio Antônio Lopes, de 62 anos, preso nessa segunda-feira (9/2) por liderar rede de abuso sexual de crianças e adolescentes, no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, coagia suas vítimas a atrair novas meninas sob pretexto de vazar as imagens feitas durante os abusos.

    A afirmação foi dada pela diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, Ivalda Aleixo.

    Para a polícia, os depoimentos das irmãs abusadas por Sérgio, hoje com 14 e 18 anos, reforçaram a suspeita de que o piloto desejava criar grande rede de vítimas.

    Ivalda diz que o piloto agia de forma ameaçadora para que novas meninas enviassem fotos, vídeos e marcassem encontros em motéis sob o risco de que vazasse as imagens delas.

    De acordo com as investigações, as , como mostrado pelo Metrópoles. O “comércio sexual” das menores ocorre há pelo menos 10 anos, segundo apurado pela reportagem. Denise também foi presa nessa segunda-feira.

    Segundo a polícia, as irmãs têm um histórico familiar conflituoso. O pai seria dependente químico, e as abandonou no passado. Sob a guarda da mãe, porém, elas tiveram o primeiro contato com o piloto da Latam.

    Depois de a mulher abandoná-las — há suspeita de que esteja vivendo em situação de rua —, Denise assumiu os cuidados e passou a “vender” as netas.

    Segundo a polícia, Sérgio ia a bares da regiões da zona norte e leste de São Paulo, e começava a ter um breve relacionamento com mulheres. Assim que o romance tinha uma evolução, ele questionava as referidas companheiras se tinham filhos e/ou netos — dando início, assim, às tratativas para os abusos sexuais.

    Entenda o caso

    O piloto da companhia aérea Latam foi retirado de dentro da cabine do voo LA3900 no Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista. Conforme a delegada Luciana Peixoto, a polícia optou por realizar a abordagem em um local que seria considerado seguro por Sérgio Lopes e, assim, garantir que ele estivesse desprevenido e com provas do crime.

    As autoridades também destacaram que, por se tratar de um piloto experiente, o acusado tem escala de voos cheia e poderia ficar pouco tempo na cidade.

    No momento da abordagem, Sérgio Lopes negou os crimes e afirmou que desconhecia os motivos da batida policial. Ele foi levado à delegacia e continuou negando envolvimento na rede de pedofilia. Segundo a delegada, o piloto só assumiu o caso quando as autoridades citaram o nome de três vítimas e questionaram sobre fotos de cunho sexual que estariam armazenadas no celular do acusado. Então, o homem teria desbloqueado o aparelho, mostrado os registros e explicado a dinâmica dos crimes.

    Modus operandi do piloto

    Lopes tinha um modus operandi para se aproximar das menores: mesmo casado, ele abordava mulheres, perguntava se elas tinham filhos e dizia que não tinha problema em ter um relacionamento extraconjugal.

    Ele praticava os crimes há mais de oito anos e pelo menos 10 menores foram vítimas. A polícia descobriu que, em outubro do ano passado, o piloto pagou de R$ 50 a R$ 100 para mães e avós de meninas para cometer abuso infantil.

    Segundo as autoridades, o homem pagava de R$ 30 a R$ 100, remédios e até aluguel para cometer os abusos. Ele oferecia os pagamentos para mães e responsáveis de crianças, que “vendiam” suas filhas para o criminoso.

    O voo que seria pilotado por Lopes operou normalmente, decolando e pousando no horário previsto, segundo a Latam.

    Em nota, a companhia aerea informou que abriu apuração interna e está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações. “A companhia repudia veementemente qualquer ação criminosa e reforça que segue os mais elevados padrões de segurança e conduta”, diz o texto.

  • Ex de Ronaldo Fenômeno reage após filho ganhar bolsa nos EUA

    Ex de Ronaldo Fenômeno reage após filho ganhar bolsa nos EUA

    Reprodução/Redes sociais.
    filho-ronaldo-bolsa-universidade-eua

    O nome de Alexander Nazário, filho de 20 anos de Ronaldo Fenômeno, viralizou nas redes sociais após ele conseguir uma bolsa para estudar nos Estados Unidos. A instituição fica em Nova York e a conquista do jovem foi muito celebrada pela família.

    A mãe dele, a fisiculturista Michele Umezu, comentou que desde muito novo o filho sempre foi muito focado. “Ele fez tudo sozinho, sempre foi muito inteligente, corre atrás de tudo sozinho, educado e humilde. Alexander é um ser diferenciado, nunca gostou de se aparecer, sempre tranquilo, estudando muito, fazendo boxe e jiu-jítsu, e não gosta de noitada como os jovens da idade dele”, afirmou a atleta ao jornal O Globo.

    Michele ainda destacou que a conquista da bolsa e a aprovação em instituições importantes foi resultado de esforço e comprometimento.

    “Ele conquistou bolsas em algumas das maiores universidades, fruto de muito esforço, disciplina e amor pelo conhecimento. Sempre foi extremamente estudioso, comprometido tanto com os estudos quanto com os esportes, e faz tudo com seriedade e humildade”, completou.

    Na declaração, a empresária também ressaltou que o filho é evangélico e que carrega princípios que, para ela, fazem parte da base de quem ele se tornou. “Ele foi batizado na igreja evangélica, entendendo sobre princípios e valores. O que mais me orgulha é a trajetória que o Alexander construiu com tanta dedicação e valores.”

    Alexander já iniciou o curso na Fordham University, uma das universidades privadas mais tradicionais dos Estados Unidos. A instituição é reconhecida pelo perfil acadêmico voltado à formação humanista.

  • Brigados? Entenda a relação entre Anitta e Bad Bunny

    Brigados? Entenda a relação entre Anitta e Bad Bunny

    Bob Kupbens/Icon Sportswire via Getty Images; Reprodução/Instagram @anitta
    Bad Bunny e Anitta

    Bad Bunny virou um dos assuntos mais comentados do mundo depois de comandar o show do intervalo do Super Bowl, no último domingo (8/2). A apresentação histórica do porto-riquenho dominou as redes sociais. E um antigo assunto voltou a repercutir: a suposta rivalidade entre ele e Anitta, além do motivo de os dois nunca terem feito um projeto juntos.

    Desde o início da carreira internacional, Anitta ficou conhecida por construir parcerias com grandes nomes da música latina, como J Balvin e Maluma, artistas com quem sempre manteve proximidade. Mesmo assim, fãs passaram a especular, ao longo dos anos, o motivo de uma colaboração com Bad Bunny nunca saiu do papel.

    No meio dessa história está o próprio J Balvin. Foi com ele que Anitta lançou Downtown, em 2017, um dos primeiros passos mais fortes da cantora no mercado internacional. Bad Bunny, por sua vez, explodiu mundialmente em 2018 com I Like It, parceria que também envolvia Balvin e Cardi B.

    Na época, Balvin era um dos grandes aliados de Bad Bunny e os dois chegaram a ser vistos como inseparáveis, tanto em colaborações quanto em aparições públicas. O cenário mudou em 2020, quando eles se afastaram sem explicação oficial, abrindo espaço para teorias de que o rompimento teria impactado outras relações de Bad Bunny na indústria.

    Esse afastamento de J Balvin, que segue muito próximo de Anitta, e Bad Bunny é uma das especulações dos fãs do porquê o porto-riquenho e a brasileira seriam “brigados”. Ambos não se seguem nas redes sociais e teriam se envolvido em climões em mais de uma ocasião.

    Em 2021, durante uma premiação da Billboard voltada à música latina, Anitta apresentou uma categoria vencida por Bad Bunny. No palco, a brasileira brincou dizendo que ele poderia dar a ela um dos troféus, já que ele tinha vencido tantos. A resposta de Bad Bunny foi curta e direta: “Pega um para você”. O momento viralizou e alimentou ainda mais as teorias de que exista uma briga entre os dois.

    Com o tempo, outros episódios passaram a ser interpretados como sinais. Em 2022, na época em que Anitta atingiu o topo global com Envolver, Bad Bunny disse em entrevista que não fazia música baseada em números do TikTok. Parte do público entendeu como provocação.

    Monstagem com fotos deBad Bunny e Anitta
    Bad Bunny e Anitta

    Em 2023, Bad Bunny fez uma homenagem a artistas latino-americanos durante o Coachella, exibindo nomes em um telão. Anitta não apareceu. A ausência repercutiu porque a brasileira havia feito um show solo no festival um ano antes.

    No mesmo ano, uma atitude de Aniita também corroborou com as teorias. A brasileira afirmou que Bad Bunny não fazia tanto sucesso no Brasil e citou J Balvin e Maluma como nomes mais conhecidos no país.

    Apesar do histórico de episódios que sustentam o “climão” entre os dois, o assunto ganhou um novo capítulo com uma especulação mais concreta. Bad Bunny tem dois shows marcados no Brasil, nos dias 20 e 21 de fevereiro de 2026, e fãs passaram a apostar que Anitta pode surgir como participação especial.

    A teoria se fortaleceu depois que a cantora comentou com emojis de aplausos uma publicação envolvendo o abraço de Bad Bunny e J Balvin em uma apresentação no México, marcando um reencontro entre os dois após anos de afastamento.

    Até agora, não existe confirmação de colaboração ou encontro entre Anitta e Bad Bunny. Mas, com os shows no Brasil se aproximando e os dois novamente em evidência, a possibilidade voltou a ganhar força nas redes sociais.

  • Academia não socorreu jovem morta após passar mal em piscina, diz tia

    Academia não socorreu jovem morta após passar mal em piscina, diz tia

    Reprodução/Redes sociais
    Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, sofreu uma parada cardíaca após a aula de natação em academia - Metrópoles

    Uma tia de Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, jovem que morreu após uma aula de natação na academia C4 Gym, na zona leste de São Paulo, afirmou ao Metrópoles que a empresa não socorreu a aluna e nem prestou assistência à família.

    “O que buscamos é que a academia se responsabilize pelo que aconteceu. Foi publicada uma nota informando que houve assistência à nossa família e à Juliana no momento do ocorrido, porém essa informação não é verdadeira”, afirmou a tia.

    Além disso, ela explicou que a médica que atendeu Juliana no Hospital Santa Helena, em Santo André, região metropolitana de São Paulo, falou que “os pulmões estavam com grande quantidade de água, o que indica que a manutenção da piscina foi realizada de forma incorreta”.

    A família busca responsabilizar a academia pela morte da professora. “Sabemos que isso não a trará de volta, mas é a forma de evitar que outras famílias passem pela mesma dor”, lamentou Amanda.

    Outras seis pessoas precisaram de atendimento médico depois da aula. A suspeita inicial da Polícia Civil é que uma reação química tenha provocado o envenenamento do ar.

    Segundo as autoridades, a manutenção da piscina da academia C4 Gym era realizada pelo manobrista do local. Em coletiva de imprensa realizada nessa segunda-feira (9/2), foi confirmado que o funcionário levou o preparo da mistura de cloro em um balde e o deixou ao lado da piscina. Ele aguardava a aula acabar para realizar a limpeza do local.

    Vídeos de câmera de segurança mostram o momento em que o funcionário fez a mistura de cloro que “envenenou o ar” do local. Outra filmagem flagrou o homem deixando o balde ao lado da piscina.

    A polícia vai aguardar os laudos, mas não descarta homicídio culposo. Os donos da academia vão ser responsabilizados criminalmente por negligência. A academia, apesar de muito antiga no bairro, tem nova administração há cerca de dois anos. A empresa não conseguiu os alvarás de funcionamento da piscina.

    O estabelecimento foi interditado preventivamente pela Prefeitura de São Paulo, nesse domingo (8/2). Segundo a Subprefeitura Vila Prudente, foram encontradas irregularidades na academia, como existência de dois CNPJs vinculados à atividade exercida no endereço, falta de Auto de Licença de Funcionamento e situação precária de segurança.


    Morte após aula de natação em academia


    Em nota, a direção da Academia C4 GYM destacou que “lamenta profundamente o ocorrido em sua unidade” e que “está colaborando integralmente com as autoridades competentes”.

    “[O estabelecimento] informa que prestou imediato atendimento a todos os envolvidos e que tem mantido contato direto com as pessoas envolvidas a fim de oferecer todo o suporte”, alegou o texto.

    Corpo de professora é enterrado

    O corpo de Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, foi enterrado no Cemitério Quarta Parada no começo da tarde de segunda-feira.

  • Filha recorre a banco de DNA e reencontra mãe após 41 anos

    Filha recorre a banco de DNA e reencontra mãe após 41 anos

    Polícia Civil de Goiás acredita que as duas são realmente mãe e filha, no entanto, ainda aguarda resultados de exames para confirmação

  • Com risco de ser afastado, Buzzi apresenta novo atestado de 90 dias

    Com risco de ser afastado, Buzzi apresenta novo atestado de 90 dias

    STJ/Divulgação
    ministro-marco-buzzi

    O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi apresentou, nesta terça-feira (10/2), novo atestado médico que o afasta por 90 dias do trabalho. Buzzi foi alvo de duas denúncias de assédio sexual.

    A primeira mulher que o denunciou foi uma jovem de 18 anos, filha de amigos do ministro.

    A coluna apurou que o atestado foi assinado por uma médica psiquiatra. A profissional relatou que Buzzi é portador de comorbidades, como diabetes e hipertensão, e que, devido ao tratamento com medicamentos, será necessário que ele seja acompanhado por um neurologista.

    O documento foi apresentado horas antes da sessão extraordinária do STJ que está marcada para as 10h. O presidente da Corte, Herman Benjamin, convocou os colegas ainda na noite de segunda-feira (9/2), após a segunda denúncia contra Buzzi ser revelada.

    O segundo relato de assédio sexual chegou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Fontes ouvidas pela coluna Manoela Alcântara, do Metrópoles, afirmaram que o corregedor nacional, ministro Mauro Campbell Marques, ouviu declarações da nova suposta vítima e registrou oficialmente a denúncia.

    A Corregedoria Nacional de Justiça informou oficialmente durante a noite de segunda que segue realizando diligências sobre o caso e relatou oitiva com possível nova “vítima de fatos análogos àqueles objeto de procedimento em curso, tendo sido aberta nova reclamação disciplinar para apuração destes novos fatos. Tais procedimentos tramitam sob sigilo legal”.

    Conforme mostrou a coluna Grande Angular, o ministro Marco Buzzi foi alvo de grave acusação de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos, que passava as férias de janeiro hospedada na casa do magistrado, em Balneário Camboriú (SC). O nome do ministro acusado de assédio foi revelado pelo Metrópoles.

    A garota é filha de um casal de amigos do magistrado. No dia 9 de janeiro, eles se encontravam na praia, e, em determinado momento, a jovem foi tomar um banho de mar. Buzzi também estava dentro da água. Segundo relatos da vítima, que entrou em estado de desespero, o ministro, que estaria visivelmente excitado, tentou, por três vezes, agarrá-la.

    Ela conseguiu se desvencilhar, correu para a praia e contou aos pais o ocorrido. Estupefato, o casal de amigos deixou o local e seguiu para São Paulo, onde registrou boletim de ocorrência sobre o caso em uma delegacia de polícia.

    Carta

    À noite, Buzzi escreveu uma carta aos ministros do STJ dizendo que é inocente e que provará isso no curso do processo.

    “De modo informal soube de fatos contra mim imputados, os quais igualmente repudio. Tudo está causando mágoas às pessoas da minha família e convivência”, diz o ministro em trecho da carta.

     

     

  • Homem armado rapta mulher em rua do DF e a estupra em apartamento. Veja vídeo

    Homem armado rapta mulher em rua do DF e a estupra em apartamento. Veja vídeo

    Reprodução / PMDF
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    Um homem armado raptou uma mulher em uma rua de Brazlândia (DF), nessa segunda-feira (9/2). Ameaçada de morte, ela foi levada pelo agressor para o apartamento onde ele mora, mantida em cárcere privado e estuprada.

    De acordo com a Polícia Militar, a vítima conseguiu fugir e foi até a 18ª Delegacia de Polícia para pedir socorro. Ela relatou os momentos de terror e deu detalhes do crime.

    Os agentes e os militares do Grupo Tático Operacional (Gtop 26) foram até o endereço indicado pela mulher. O estuprador já havia fugido, mas no apartamento dele a polícia encontrou a arma utilizada no crime.

    O homem foi identificado, mas até o momento não há informação de prisão.

    A mulher foi levada para o Instituto de Medicina Legal (IML), onde passou por exame de corpo de delito e, posteriormente, encaminhada para o Hospital Regional de Brazlândia para atendimento médico.