Categoria: Teste

  • Daniela Mercury cobra Nunes Marques em ação que move contra Eduardo

    Daniela Mercury cobra Nunes Marques em ação que move contra Eduardo

    Reprodução
    Daniela Mercury e Eduardo Bolsonaro

    A cantora Daniela Mercury recorreu ao STF para cobrar o avanço de uma queixa-crime que move contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL). O processo, sob relatoria do ministro Kássio Nunes Marques, está parado desde 2024, apesar de um parecer favorável da Procuradoria-Geral da República.

    Em petição protocolada nesta segunda-feira (9/2), a artista afirma que a PGR se manifestou, em agosto de 2024, pelo recebimento da ação, mas que, desde então, o pedido não foi analisado.

    “Passados quase um ano e seis meses desde o parecer da PGR, e mesmo diante das sucessivas reiterações da peticionária, o recebimento da queixa-crime ainda se encontra pendente de análise”, argumentam os advogados José Luís Oliveira Lima e Rodrigo Dall’Acqua.

    Os advogados relatam que fizeram sucessivas cobranças ao gabinete do relator, sem retorno. Para eles, o processo não apresenta complexidade e poderia ter sido examinado com rapidez.

    Eles sustentam ainda que a demora prejudica o andamento da ação e esvazia o direito à resposta judicial. Na petição, a defesa alega que a Justiça deve garantir uma solução em prazo razoável, especialmente em processos já instruídos.

    A queixa foi apresentada após publicações atribuídas a Eduardo Bolsonaro nas redes sociais, que, segundo a cantora, tiveram caráter difamatório. O parlamentar é acusado de atacar sua honra em manifestações públicas.

    Entenda o caso

    Daniela Mercury acusa Eduardo Bolsonaro de difamação com base em uma publicação feita em sua conta no X no dia 9 de abril de 2022. Segundo a artista, o parlamentar divulgou um vídeo, supostamente manipulado, atribuindo a ela uma fala que, segundo sua defesa, nunca foi dita.

    O conteúdo trazia a legenda “O BRASIL NÃO MERECE ISSO” e indicava que Daniela Mercury teria dito que “Jesus Cristo era gay, gay, muito gay, muito bicha, muito veado, sim!”. A cantora sustenta que a declaração foi retirada de contexto e que, na ocasião, referia-se ao cantor Renato Russo durante um protesto artístico em 2018.

  • Operação policial caça sequestradores na região metropolitana de SP

    Operação policial caça sequestradores na região metropolitana de SP

    Divulgação/Polícia Civil
    Imagem colorida mostra carros e agentes da Polícia Civil de São Paulo; golpe do amor - Metrópoles

    A Polícia Civil de Carapicuíba realiza, nesta terça-feira (10/2), uma operação para capturar seis acusados de realizar roubos e sequestros na região metropolitana de São Paulo. São cumpridos também seis mandados de busca e apreensão contra os alvos.

    O grupo agia nos municípios de Carapicuíba, Barueri e região. Essa é a segunda fase de uma investigação realizada pelo Setor de Investigações Gerais (SIG), da Seccional de Carapicuíba. A primeira ação resultou na prisão de dois criminosos.

    Segundo a polícia, o grupo abordava vítimas de roubos e as sequestrava para angariar um alto valor. Além disto, eles agiam com “extrema violência”.

     

  • CV do Tocantins: braço direito da facção é capturado no Vidigal

    CV do Tocantins: braço direito da facção é capturado no Vidigal

    PCERJ/Reprodução
    CV do Tocantins: braço direito da facção é capturado no Vidigal

    Policiais civis da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) no Rio de Janeiro capturaram, na manhã desta terça-feira (10/2), uma das principais lideranças do Comando Vermelho (CV) no Tocantins.

    A prisão ocorreu na comunidade do Vidigal, na Zona Sul do Rio de Janeiro, durante operação realizada em apoio à Polícia Civil tocantinense.

    O alvo é José Mateus Silveira Carneiro, conhecido como “Galo Cego”, apontado como o segundo na hierarquia da facção criminosa no estado.

    Segundo as investigações, ele exercia papel importante no comando do tráfico de drogas e é suspeito de envolvimento direto em diversos homicídios, inclusive assassinatos de agentes de segurança pública.

    Considerado até então a principal liderança do Comando Vermelho no Tocantins em liberdade, o criminoso estava escondido no Rio de Janeiro, onde buscava se manter fora do alcance das forças de segurança.

    O trabalho de inteligência permitiu rastrear sua localização e planejar a ação que resultou na captura.

    A prisão integra uma operação mais ampla conduzida pela Polícia Civil do Tocantins para desarticular a cúpula da facção e enfraquecer sua atuação interestadual.

    Após a detenção, o criminoso foi encaminhado às autoridades competentes e ficará à disposição da Justiça.

  • Paralisias: por que a recuperação de movimentos é tão desafiadora

    Paralisias: por que a recuperação de movimentos é tão desafiadora

    Freepik
    Foto de pernas de mulher sentada em cadeira de rodas - Metrópoles

    No início de janeiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início de um estudo clínico de fase 1 com a polilaminina, biomaterial derivado de uma proteína encontrada na placenta que está sendo investigado como potencial aliado na regeneração da medula espinhal.

    A substância, desenvolvida por uma parceria entre pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a farmacêutica brasileira Cristália, vem sendo tratada como uma nova esperança para pessoas com paralisia.

    O estudo é apenas o início dos testes em humanos, que costumam se dividir em quatro fases. A primeira avalia a segurança da substância, com poucos voluntários; a segunda observa sua eficácia em pacientes com a condição-alvo; a terceira amplia o número de participantes para validar os resultados em escala; e a quarta, já com o produto no mercado, acompanha efeitos adversos raros e aqueles que só aparecem com uso mais disseminado. Se tudo correr conforme o esperado, a expectativa da fabricante é comercializar a polilaminina entre 2027 e 2028.

    O estudo da substância é um dentre vários esforços para tentar enfrentar um dos maiores desafios da neurologia: restaurar, ao menos em parte, a comunicação entre cérebro e músculos após lesões graves. Embora a ideia de “cura da paralisia” ainda esteja distante da prática clínica, os últimos anos trouxeram mudanças relevantes tanto na compreensão do problema quanto nas estratégias para lidar com ele.

    Segundo o neurocirurgião Arthur Werner Poetscher, do Einstein Hospital Israelita, o principal objetivo das pesquisas atuais não é apenas devolver movimentos isolados, mas ampliar a autonomia funcional no dia a dia.

    “O grande game changer é fazer o paciente que está na cadeira de rodas ou na cama conseguir ficar de pé e andar sem auxílio”, afirma Poetscher. “Mas outros ganhos aparentemente menores também podem permitir melhoras funcionais significativas”.

    Paralisias não são todas iguais

    A paralisia não é uma condição única. O termo cobre quadros distintos, que variam conforme o ponto do sistema nervoso afetado, a extensão da lesão e as estruturas comprometidas. Todo movimento voluntário depende de comandos que partem do córtex cerebral, atravessam diversas regiões do cérebro, descem pelo tronco encefálico, seguem pela medula espinhal e, a partir daí, se distribuem pelos nervos periféricos até os músculos.

    Uma interrupção em qualquer um desses pontos pode resultar em perda de movimento. Isso explica por que um acidente vascular cerebral (AVC), um trauma na medula cervical ou a lesão de uma raiz nervosa produzem quadros muito diferentes entre si.

    A paralisia pode ser motora, sensitiva ou envolver as duas formas. Há ainda os nervos cranianos, que saem diretamente do cérebro para a face e não passam pela medula, como o nervo facial, cuja lesão provoca paralisia localizada sem afetar o resto do corpo.

    “As lesões mais centrais, normalmente de córtex cerebral, de tronco ou de medula, são mais graves porque potencialmente atingem uma parcela maior do corpo”, explica Poetscher. “Mas são muitas variáveis, é difícil fazer uma comparação”.

    Além da perda de movimento e sensibilidade, lesões medulares costumam comprometer funções chamadas neurovegetativas, como controle da frequência cardíaca, da bexiga e dos esfíncteres. A altura da lesão na medula é decisiva: quanto mais alta, especialmente na região cervical, maior tende a ser o comprometimento sistêmico.

    Medidas bem estabelecidas

    Na prática clínica, o que mais pesa hoje para o prognóstico não são terapias futuristas, mas medidas bem estabelecidas. E o primeiro e mais eficaz nível de intervenção segue sendo a prevenção. “Campanhas que alertam para não mergulhar no raso e a redução de acidentes de trânsito com uso de cinto de segurança, por exemplo, são bastante efetivas em reduzir o número de lesões”, afirma o neurocirurgião.

    Quando a lesão ocorre, especialmente na medula, o fator mais determinante é o manejo inicial. A evidência mais consistente aponta para a necessidade de descompressão cirúrgica precoce da medula, removendo fragmentos ósseos ou tecidos que a comprimem. O ideal é que esse procedimento ocorra nas primeiras horas após o trauma, preferencialmente em até oito horas. Segundo o médico do Einstein, 24 horas depois é o limite máximo para tentar obter um desfecho neurológico mais favorável. “Minutos são valiosos”, resume.

    Outro aspecto crítico é a manutenção rigorosa da pressão arterial em níveis mais elevados nos primeiros dias, para garantir a perfusão da medula e reduzir o risco de lesões secundárias por isquemia. Trata-se de uma medida particularmente importante em razão do comprometimento das funções neurovegetativas nesses pacientes.

    Avanços promissores e tangíveis

    Existem substâncias em estudo que tentam atuar justamente nessa fase inicial da lesão medular. Uma das mais avançadas é o riluzol, já utilizado no tratamento da esclerose lateral amiotrófica (ELA) e investigado por seu potencial efeito neuroprotetor também em lesões medulares traumáticas.

    A hipótese é de que o medicamento ajude a reduzir a cascata de danos secundários que ocorre após o trauma inicial, preservando parte das células nervosas e das conexões remanescentes. Atualmente, o riluzol está em estudos clínicos de fase 3 para esse tipo de lesão, etapa que avalia sua eficácia em um número maior de pacientes e em diferentes centros antes de qualquer eventual incorporação à prática clínica.

    Nesse conjunto de pesquisas entra também a polilaminina. O biomaterial sintético é inspirado na laminina, proteína envolvida nos processos naturais de adesão e crescimento celular. A proposta é que a substância funcione como um “andaime biológico”, favorecendo a reorganização das conexões nervosas após a lesão da medula espinhal. Segundo Arthur Poetscher, há base fisiopatológica para que esse tipo de abordagem faça sentido do ponto de vista teórico, mas os dados clínicos ainda são iniciais.

    Enquanto terapias farmacológicas e biológicas enfrentam o caminho regulatório e científico, os avanços mais tangíveis começam a aparecer na reabilitação e nas chamadas tecnologias assistivas. A fisioterapia e outras técnicas clássicas de reabilitação continuam produzindo ganhos funcionais relevantes, inclusive com recuperação parcial de movimentos em alguns casos.

    A isso se somam dispositivos como exoesqueletos robóticos, que permitem a pacientes com lesão medular ficar em pé e realizar movimentos de marcha com auxílio mecânico — tecnologia que vem sendo testada em centros especializados fora do Brasil.

    Outra frente em rápida evolução é a estimulação elétrica epidural. A técnica explora o fato de que, embora a comunicação entre cérebro e medula esteja interrompida, os circuitos abaixo da lesão podem permanecer íntegros. Ao estimular eletricamente regiões específicas da medula, é possível ativar reflexos capazes de produzir movimentos. Já existem equipamentos que combinam leitura cortical com sistemas implantados na medula, como uma espécie de marcapasso neural. Estudos em centros europeus, especialmente na Suíça, relatam pacientes que voltaram a ficar de pé e andar com auxílio dessa tecnologia.

  • A desconfiança de líderes da Câmara com o sucessor de Gleisi

    A desconfiança de líderes da Câmara com o sucessor de Gleisi

    Gil Ferreira/Ascom-SRI
    Olavo Noleto, secretário do Conselhão

    O anúncio de Olavo Noleto como sucessor de Gleisi Hoffmann à frente do Ministério das Relações Institucionais a partir de abril foi recebido com desconfiança por alguns líderes da Câmara.

    Parte das lideranças da Casa ouvidas pela coluna avaliam que o fato de Noleto não ser oriundo do Congresso Nacional pode atrapalhar o diálogo dele com os parlamentares, sobretudo com os senadores.

     

    Há preocupação, em especial, de que Noleto não cumpra os acordos firmados por Gleisi. O temor, porém, é amenizado com a permanência de Marcelo Cunha, na secretaria-executiva da pasta.

    Cunha é considerado o braço-direito de Gleisi no ministério e, na avaliação dos líderes, daria segurança aos parlamentares para que os acordos firmados na gestão da ministra sejam cumpridos.

    Gleisi deixa o ministério

    Gleisi deixará o ministério no Planalto e retomará seu mandato na Câmara em abril para ficar apta a disputar as eleições de outubro. A pedido de Lula, ela vai concorrer ao Senado pelo Paraná.

    Antes da saída da ministra, Noleto já participa de agendas com parlamentares em busca de aproximação. Na semana passada, por exemplo, foi ao jantar oferecido por Lula a deputados na Granja do Torto.

  • DF tem mais de 500 vagas de emprego com salários de até R$ 4,6 mil

    DF tem mais de 500 vagas de emprego com salários de até R$ 4,6 mil

    Erlon Silva – TRI Digital/Getty Images
    Foto colorida de notas de dinheiro Real e moedas, além de uma Carteira de Trabalho

    As Agências do Trabalhador do Distrito Federal disponibilizam, nesta terça-feira (10/2), 503 vagas de emprego para quem busca uma oportunidade no mercado de trabalho.

    Os salários chegam a R$ 4,6 mil, com postos destinados a diferentes níveis de escolaridade, com ou sem exigência de experiência profissional.

    A vaga com a maior remuneração é para mecânico de automóveis e caminhões, no Guará. Para concorrer ao cargo, é necessário ter experiência prévia, mas o ensino médio pode ser incompleto.

    Outros salários também se destacam, como os de mecânico de veículos automotores a diesel (R$ 3.843,90) e eletricista de instalações de veículos automotores (R$ 2.813,80), ambos em Águas Lindas de Goiás.

    Para pessoas com deficiência (PcDs), estão reservadas 10 vagas para ajudante de carga e descarga de mercadorias, no Guará, com remuneração de R$ 1.691,80.

    Já os estudantes podem se candidatar a 20 vagas de estágio para auxiliar administrativo, em Planaltina e Sobradinho, com bolsa de R$ 163,25 por semana.

    Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou comparecer a uma das agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana.

    Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências para entrevistas podem se cadastrar presencialmente nas unidades ou enviar um e-mail para gcv@sedet.df.gov.br.

  • O que se sabe sobre as intoxicações em piscina com "ar envenenado"

    O que se sabe sobre as intoxicações em piscina com "ar envenenado"

    Reprodução
    Imagem colorida mostra vítima de intoxicação em piscina. Metrópoles

    Uma aluna de natação morreu e outras seis pessoas precisaram de atendimento médico durante aula em uma piscina da academia C4 Gym, na zona leste de São Paulo, no sábado (7/2). A suspeita inicial é que uma reação química tenha provocado o envenenamento do ar.

    Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, treinava no local acompanhada do marido, Vinicius de Oliveira, quando alunos sentiram um desconforto. O casal comunicou o professor responsável e, depois da aula, foi por conta própria ao hospital Santa Helena, de Santo André, na região metropolitana de São Paulo. No hospital, Juliana não resistiu. O marido dela foi internado em estado grave.

    Ainda há o registro de outras duas internações de pessoas que estavam na piscina da academia no sábado. Uma das vítimas, um menor de idade, foi enviado pelo pai ao Hospital Vila Alpina, na zona leste de São Paulo, com dificuldade de respirar. A outra, uma mulher de 29 anos, precisou ser internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital São Luiz do Tatuapé, também na zona leste, após apresentar sintomas graves, como dores de cabeça, vômito e diarreia.

    “Impossível de respirar”

    Um dos alunos que estava na aula de natação relatou ao Metrópoles o que aconteceu enquanto estavam na piscina. O advogado Eduardo Esteves Rossini, de 37 anos, disse que funcionários da academia C4 Gym fizeram uma mistura de cloro em um balde e deixaram ao lado da piscina.

    “Jogaram alguma coisa que deu reação química. Sentimos queimar os olhos, nariz, garganta e pulmões. Ficou impossível de respirar”, afirmou.

    Segundo Rossini, quem estava mais próximo ao balde sofreu mais — a mulher que morreu, o marido dela e o adolescente, que foram internados em estado grave. “Eles inalaram mais”, disse.

    O advogado procurou atendimento médico na ocasião e precisou retornar ao hospital, nesta segunda-feira (9/2), devido a uma piora no quadro de saúde. “Acordei com a garganta muito inflamada e expelindo um pouco de sangue. Estou tomando algumas medicações e fazendo exames”, relatou.

    O aluno ainda desmente a versão da C4 Gym, que disse ter prestado atendimento imediato a todos os envolvidos e que tem mantido contato direto com as pessoas. “Ninguém ajudou em nada e não fizeram qualquer contato”, disse Rossini.

    Vídeo mostra desespero de alunos

    Câmeras de segurança flagraram o momento em que alunos e instrutores passam mal durante a aula de natação na piscina da academia. Nas gravações (veja abaixo), é possível ver as vítimas sendo retiradas da água com dificuldades de movimento e respiração.

    Outra câmera filmou Juliana sendo levada para a recepção da academia, após ser retirada da piscina. Ela senta no chão, coloca a mão no peito, faz sinal como se estivesse tonta e parece tossir.

    Suspeita de envenenamento

    A suspeita inicial é que uma reação química tenha provocado o envenenamento do ar. A informação foi confirmada pelo delegado Alexandre Bento, do 42° Distrito Policial (Parque São Lucas), responsável pela investigação.

    Segundo a Polícia Civil, a manutenção da piscina era realizada pelo manobrista do estabelecimento. Em coletiva de imprensa, realizada nesta segunda-feira (9/2), foi confirmado que o manobrista levou o preparo da mistura de cloro em um balde e o deixou ao lado da piscina. O funcionário esperava a aula acabar.

    As câmeras também mostram o momento em que o manobrista da academia fez a mistura de cloro que “envenenou o ar” do local. Outra filmagem flagrou o funcionário deixando o balde ao lado da piscina.

    A polícia vai aguardar os laudos, mas não descarta homicídio culposo (não intencional). Os donos da academia vão ser responsabilizados criminalmente por negligência. Apesar de muito antiga no bairro, a academia tem nova administração há cerca de dois anos. A empresa não conseguiu os alvarás de funcionamento da piscina. Segundo o delegado, os representantes da academia C4 Gym, que deixaram o local após o ocorrido, serão ouvidos pela polícia.

    A academia foi interditada preventivamente pela Prefeitura de São Paulo, nesse domingo (8/2). Segundo a Subprefeitura Vila Prudente, foram encontradas irregularidades, como a existência de dois CNPJs vinculados à atividade exercida no endereço, falta de Auto de Licença de Funcionamento e situação precária de segurança.


    Morte após aula de natação


    Em nota, a direção da Academia C4 Gym destacou que “lamenta profundamente o ocorrido em sua unidade” e que “está colaborando integralmente com as autoridades competentes”.

    Corpo de professora é enterrado

    O corpo de Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, foi enterrado no Cemitério Quarta Parada, na zona lestes paulistana, no começo da tarde desta segunda-feira (9/2).

     

  • Três regiões do DF ficam até 6 horas sem energia nesta terça-feira

    Três regiões do DF ficam até 6 horas sem energia nesta terça-feira

    Divulgação/Neoenergia
    Poda de árvore Neoenergia

    Moradores de três regiões do Distrito Federal devem se preparar para um desligamento programado de energia elétrica nesta terça-feira (10/2). Segundo a Neoenergia, a interrupção ocorrerá para a execução de manutenção preventiva e ações de reforço na rede.

    Confia as regiões afetadas:

    Vicente Pires

    Horário: 9h às 15h
    Local:  Colônia Agrícola Vicente Pires, Trecho 01, Rua 01, Quadras 02 e 03.
    Serviço: Melhoria e manutenção da rede elétrica.

    Paranoá

    Horário: 10h às 16h
    Local:  Condomínio Itapuã, QL 01, Quadras 01–03, 05, 501 e 502.
    Serviço: Modernização e manutenção da rede elétrica.

    Ceilândia

    Horário: 10h às 16h
    Local: QNP 17, QNP 21, QNP 23, QNP 25, QNP 27, Setor Habitacional Sol Nascente, Chácara 17, Lote 01.
    Serviço: Modernização e manutenção da rede elétrica.

    A Neoenergia informou que os desligamentos são necessários para garantir a segurança das equipes durante os trabalhos e para reduzir falhas no fornecimento de energia.

    A concessionária ressalta ainda que, caso o serviço seja finalizado antes do horário previsto, a rede poderá ser religada sem aviso prévio. Situações de falta de energia fora do cronograma devem ser informadas pelo telefone 116.

  • Lula deve usar prazo-limite para decidir sobre penduricalhos

    Lula deve usar prazo-limite para decidir sobre penduricalhos

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao lado dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)

    Apesar da pressão de diferentes frentes, o presidente Lula deve aguardar o prazo final para decidir se veta ou sanciona a proposta que reajusta o salário dos servidores do Legislativo.

    Segundo apurou a coluna, o texto, que chegou ao Palácio do Planalto no dia 4 de fevereiro, ainda será analisado em despacho com a Casa Civil, chefiada pelo ministro Rui Costa. O prazo final para o petista decidir sobre sanção ou veto é até o dia 22 de fevereiro.

     

    Segundo fontes do Planalto, Lula deverá usar o prazo máximo para se decidir porque a avaliação é de que a proposta trata de um tema sensível e que, por isso,  o petista precisará ouvir seus principais ministros.

    Como mostrou a coluna, há uma tendência de o presidente optar por um veto parcial. A estratégia do governo é negociar com o Congresso Nacional os trechos que serão barrados.

    Em outra frente, integrantes do alto escalão do Planalto avaliam também que a decisão do ministro do STF Flávio Dino de suspender o pagamento de penduricalhos pressiona Lula a acelerar sua decisão sobre os vetos à proposta.