O NAC pode ajudar o fígado a eliminar substâncias tóxicas, como resíduos metabólicos, medicamentos e álcool
Categoria: Teste
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Terça 3 em 1: sol, nuvens e chuva marcam a previsão do tempo em SP
Divulgação/Governo de SP
A terça-feira (10/2) será marcada por sol entre muitas nuvens, com períodos de céu nublado em todo o estado de São Paulo, em razão da atuação da ZCAS — Zona de Convergência do Atlântico Sul.
Ao longo do dia, há condições para pancadas de chuva isoladas, por vezes fortes, que podem vir acompanhadas por raios e rajadas de vento, principalmente nas regionais que fazem divisa com Minas Gerais e no leste paulista.
Na cidade de São Paulo, o tempo deve ficar chuvoso pela manhã, com o sol aparecendo no começo da tarde antes das já tradicionais pancadas de chuva do verão, que devem seguir até a noite. A temperatura na capital paulista fica entre 19°C e 26°C.
Em Santos, no litoral, o sol aparece com algumas nuvens e chuva rápida durante o dia e à noite. A máxima também não passa dos 26°C.
Já em Campinas, no interior, a temperatura não sobe muito: a mínima é de 19°C e a máxima não deve superar os 23°C, segundo dados da Defesa Civil.
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Análise: para Lula e Motta, pode ser melhor prolongar votação da 6×1
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Flávio atravessa rua na França para pisar em casca de banana
HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
À falta, por enquanto e sabe-se lá até quando, de ideias que possam justificar sua candidatura a presidente da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passeia pelo mundo e aproveita todas as ocasiões para traçar um perfil negativo do Brasil.
Banha-se nas águas do rio Jordão, em Israel, como seu pai já fez à época de candidato a presidente, para tocar no coração dos evangélicos. Religiosa, de fato, é a madrasta dele, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que fala línguas estranhas.
De olho no voto da comunidade judaica, Flávio reza no Muro das Lamentações, em Jerusalém, e posa para fotos ao lado do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, de extrema-direita, o carrasco dos palestinos em Gaza e onde quer que eles estejam.
À caça de ajuda financeira, Flávio visita países árabes e se veste à moda local. Incursiona por países europeus, onde a extrema-direita governa, e se não governa, está em ascensão. E, naturalmente, atravessa ruas para pisar em cascas de banana.
Por sinal, esse é um hábito de família, pais e filhos. Eduardo, seu irmão, deputado federal cassado por faltar ao trabalho, pisou na casca de uma banana gigante ao transferir-se para o Estados Unidos e aliar-se ao tarifaço aplicado por Donald Trump ao Brasil.
Eduardo acreditou que assim salvaria o pai da condenação por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta da democracia. Resultado: entregou a Lula de mão beijada a bandeira da defesa da soberania nacional. Não bastasse, Trump recuou do tarifaço.
Entrevistado, ontem, ao vivo, e por 30 minutos, pelo principal canal de TV de notícias ligado à ultradireita francesa, além de falar mal do Brasil e de Lula, Flávio atacou o presidente Emmanuel Macron, chamando-o de incompetente. Coisa de fino diplomata.
“É muito importante que todos os franceses tenham conhecimento de que o Brasil hoje não vive uma democracia plena. O presidente Bolsonaro foi condenado por seus próprios inimigos”, afirmou Flávio, citando o ministro Alexandre de Moraes mais de uma vez.
Fez referências às suspeitas de desvios no INSS e mencionou Fábio Luís, conhecido como Lulinha, filho de Lula: “O Brasil passa hoje por graves acusações de roubo de aposentados, sendo que é acusado de desviar dinheiro o filho do presidente Lula”.
Investigadores apuram se havia alguma ligação de Lulinha com o lobista conhecido como Careca do INSS. Lula revelou que disse ao seu filho que se ele tiver algum envolvimento com o escândalo de descontos indevidos de aposentados, “pagará o preço.”
Por fim, Flávio afirmou esperar que a França e o Brasil sejam governados a partir do próximo ano por novos presidentes:
“O Brasil não aguenta mais quatro anos de um governo de extrema esquerda. Assim como a França não aguenta mais um mandato de um governo de extrema incompetência como o de Emmanuel Macron, que tem feito tanto mal a este país”.
Macron não poderá se candidatar a um terceiro mandato na eleição marcada para 2027. A lei proíbe. Flávio acusou Macron de ter ido ao Brasil “apenas para tirar fotos abraçando árvores na Amazônia”. Macron esteve em Belém duas vezes, em 2024.
Flávio disse ainda que “a região amazônica foi preservada durante o governo do presidente Bolsonaro, e agora no atual governo do presidente Lula, a Amazônia sofreu recordes de queimadas”. Mentiu. Ele não apresentou números a respeito.
Os entrevistadores riram quando Flávio citou como prova da influência da cultura francesa no Brasil as “avenidas largas” das grandes cidades brasileiras e palavras como “bufê, sutiã e batom”.
Vexame!
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Investigação avança e dá a Careca do INSS apenas 2 meses para delatar
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Câmara de Cabo Frio "varre" R$ 1,7 milhão para debaixo do carpete

A Câmara de Vereadores de Cabo Frio (RJ) gastou R$ 1,7 milhão com limpeza de carpete. A despesa foi autorizada pelo atual vice-prefeito da cidade, Miguel Alencar (União Brasil), que presidiu a Casa Legislativa de 2021 a 2024.
Em um período de três anos, Miguel assinou 41 notas fiscais para pagamento de serviços de sanitização e higienização de carpete e outras 21 para manutenção e substituição da mesma tapeçaria.

Vice-prefeito de Cabo Frio, Miguel Alencar (União Brasil), mandou pagar R$ 1,7 milhão em higienização e troca de carpete Pelas notas, o então vereador mandou lavar 21 mil metros de carpete. Para efeito de comparação, isso equivale a quase três campos de futebol cobertos com tapeçaria ou a uma área com 700 vagas de estacionamento. O plenário da Câmara de Cabo Frio, onde está o carpete, contudo, tem cerca de 70 metros quadrados.
Um levantamento feito pela coluna mostra que 10 empresas foram contratadas para higienizar, lavar ou trocar o carpete no período — todas com atividades sem qualquer relação com esse tipo de serviço.
Três delas encerraram as atividades depois que Miguel Alencar deixou a Câmara de Vereadores para se tornar vice-prefeito. Todas estão registradas em endereços residenciais.
A empresa Digital Mídia, cuja atividade principal é sonorização e iluminação, recebeu R$ 50.490 para higienizar o carpete. A empresa Leonardo Batista Alvez, de impressão de material publicitário, firmou contrato de R$ 134 mil para a mesma finalidade.
Veja alguns endereços onde tais empresas funcionariam:
O maior repasse foi para a empresa Carla Cristina Claudio Jorge, que recebeu R$ 1,1 milhão para limpar o carpete. Sua atividade é o comércio varejista de mercadorias, tendo como principal a venda de produtos alimentícios. A firma está entre as que baixaram o CNPJ após a saída do vereador da Câmara.
Os contratos assinados na gestão do político na Câmara de Vereadores, que tem 17 representantes, estão sob investigação do Ministério Público Estadual.
Patrimônio a jato
Em um período de quatro anos, .
Na campanha de 2016, tudo o que ele tinha eram R$ 1.200 em espécie. Em 2020, quando disputou a reeleição para vereador, o valor declarado subiu para R$ 10 mil. Nos dois casos, sem nenhum bem registrado.
Dois mandatos depois, em 2024, declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de meio milhão de reais, incluindo duas casas, aplicações financeiras e duas empresas. Ele foi eleito na chapa encabeçada por Dr Serginho (PL).
Procurado na noite desta segunda-feira (9/2), o vice-prefeito não respondeu. As empresas mencionadas não foram localizadas.
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Defesa diz que Marcola é “preso exemplar” e pede saída de presídio federal
Arte/Metrópoles
A coluna apurou que a defesa de Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, líder máximo do Primeiro Comando da Capital (PCC), entrou com agravo em execução contra a decisão judicial que prorrogou, por mais 360 dias, a permanência dele no Sistema Penitenciário Federal.
Em nota assinada pelo advogado Bruno Ferullo, os defensores sustentam que Marcola está submetido a um regime de excepcional rigor há quase sete anos, desde fevereiro de 2019, sem qualquer registro de falta disciplinar, intercorrência relevante ou comportamento que justificasse a continuidade da medida extrema.
Segundo a defesa, a manutenção do preso em unidade federal tem sido reiteradamente fundamentada em argumentos genéricos, como a suposta “alta periculosidade” e a antiga atribuição de liderança em organização criminosa, sem a apresentação de elementos concretos, atuais e individualizados que demonstrem a necessidade real da custódia especial.
Os advogados afirmam ainda que a decisão judicial teria se limitado a reproduzir fundamentos antigos, sem reavaliar as circunstâncias que motivaram a transferência inicial para o sistema federal.
No recurso, a defesa critica o uso de fatos externos e operações policiais posteriores como justificativa para a prorrogação, ressaltando que não há imputações, investigações ou envolvimento direto de Marcola nesses episódios.
A nota também menciona entendimento consolidado da legislação e da jurisprudência dos tribunais superiores, segundo o qual a permanência em penitenciária federal deve ser temporária e excepcional, exigindo demonstração concreta e contemporânea da extrema necessidade, requisito que, segundo a defesa, não foi observado no caso.
Histórico pesa contra pedido
Apesar do argumento apresentado pelos advogados, o histórico criminal de Marcola é frequentemente citado pelas autoridades como fator determinante para a manutenção do regime federal.
O líder do PCC está preso de forma ininterrupta desde julho de 1999. Antes disso, foi detido outras três vezes e conseguiu fugir em todas as ocasiões, o que reforçou, ao longo dos anos, a avaliação de que sua custódia exige vigilância máxima.
A decisão agora caberá ao tribunal responsável pela análise do agravo, que deverá avaliar se há ou não fundamentos jurídicos suficientes para manter Marcola no sistema federal ou autorizar sua transferência para um presídio estadual.
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Cadeirante caído e idoso ignorado: DF tem 27 queixas contra rodoviários por dia
Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
“Me senti humilhado e triste”. Foi assim que o venezuelano Jesus Rumaldo Melendez, 39 anos, descreveu o momento em que, após tentar ir atrás de um ônibus, acabou quebrando a perna.
Cadeirante, Melendez está no Distrito Federal há quatro anos e precisa do auxílio das rampas motorizadas para subir nos ônibus. No dia em que quebrou a perna, em outubro do ano passado, conheceu a falta de empatia por parte dos rodoviários.
“Dei o sinal para o ônibus e o motorista abriu a porta do meio. Mas ele apertou o botão errado, várias vezes, fingindo que a plataforma estava quebrada, só para não me levar”, lembrou.
Quando percebeu a situação, o cadeirante disse que começou a bater no ônibus, falando para o motorista esperar. “Consegui passar por ele, mas acabei me desequilibrando com a cadeira, caí e quebrei a perna. O motorista, mesmo vendo o que aconteceu, só deu ré com o ônibus e foi embora”, recordou.
“Me senti humilhado e triste. Foi algo que, com certeza marcou muito a minha vida, pois, por causa de algo evitável, fiquei dois meses afastado daquilo que amo, que é o esporte”, afirmou.
Assim como ele, quase 10 mil pessoas também fizeram algum tipo de reclamação sobre a forma como cobradores e/ou motoristas agiram durante as viagens. Segundo dados da Ouvidoria do GDF, em 2025, foram 9.221 reclamações sobre a conduta dos motoristas de ônibus — uma média de 25 por dia. Somando os cobradores, a média diária sobe para 27 (9.973 registros).
Comparando com os números de 2024, no primeiro cenário, houve um aumento de 32,8% — . Em relação às reclamações envolvendo motoristas/cobradores, o crescimento na quantidade de reclamações foi de 31,4%, subindo de 7.592 para 9.973.
Impaciência
Neste ano, até as às 19h30 desta sexta-feira (6/2), 676 reclamações sobre a conduta dos motoristas já haviam sido registradas. Se incluir os cobradores, o montante de registros aumenta para 741.
O venezuelano Jesus Rumaldo disse que, além dessa situação, já tiveram várias outras vezes em que ele acabou não conseguindo embarcar, pois disseram para ele que a plataforma não estava funcionando.
“Sei que isso ocorreu só para não me levarem. Sinto que falta um pouco de paciência, por parte dos rodoviários, para lidar com esse tipo de situação. Também falta compreensão com a pessoa com deficiência. Até porque, ninguém escolheu estar nessa situação”, desabafou.
Ele ressalta que, assim como os outros passageiros, também tem o direito ao transporte público. “Precisamos de um serviço digno, não só para mim, para todas as pessoas com deficiência”, avaliou.
Assim como Rumaldo, a moradora do Jardins Mangueiral Neusa da Aparecida, 60, também já passou por situações de má conduta. “Minha reclamação maior é com os cobradores. Agora que eles não precisam mais se preocupar com troco, acredito que poderiam ser mais prestativos com os passageiros”, observou.
Segundo ela, dias atrás, enquanto estava em um ônibus, um passageiro estava tentando descer. “O motorista, talvez por não ter enxergado, fechou a porta nele, deixando-o preso por alguns instantes. Em vez de o cobrador prestar algum tipo de auxílio, ele acabou retrucando as reclamações que o passageiro fez. Achei um absurdo”, comentou.
Neusa disse que, com ela, o que mais costuma ocorrer são situações em que o motorista não para quando é feito o sinal. “Eles passam direto, fingindo que não me viram. Acredito que, quando isso acontece, é porque estão com pressa para fazer as viagens na hora. Só que nós, passageiros, não temos culpa. Se estamos ali, é porque precisamos do transporte público”, pontuou.
Treinamentos
Procurada pelo Metrópoles, a Secretaria de Transporte e Mobilidades (Semob-DF) disse, por meio de nota, que atua em parceria com as empresas de ônibus, no sentido de reduzir os casos de conduta imprópria, por meio de palestras, treinamentos e atividades realizadas periodicamente nas garagens, diretamente com os rodoviários.
“O objetivo é melhorar o atendimento ao passageiro, observando as regras de embarque prioritário, orientação quanto ao uso dos cartões de transporte e informações sobre linhas, horários e rotas das viagens”, afirmou a pasta.
De acordo com a Semob, nos últimos dois anos, 3.393 rodoviários, entre motoristas e cobradores, passaram por treinamentos voltados à conduta de prepostos do sistema de transporte. “Para este mês, há um novo treinamento agendado com os rodoviários”, ressaltou a nota.
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Piloto preso: menina disse ter sofrido estupro coletivo aos 11 anos
Reprodução/Polícia Civil
Uma adolescente vítima de abusos sexuais afirmou, em depoimento à Polícia Civil, que uma outra menina teve o próprio estupro viabilizado pela avó, Denise Moreno, de 47 anos (imagem em destaque), em um episódio no qual foi submetida a relações com três homens ao mesmo tempo, em 2023.
Segundo a investigação, que está em sigilo, a adolescente atribuiu à avó a organização e a permissão dos abusos. Denise — que na ocasião trabalhava como inspetora em uma escola estadual na zona sul da capital paulista — tinha pleno conhecimento do que ocorria, exercia controle sobre a rotina das meninas e as colocava em contato com homens mais velhos mediante pagamento.
Como mostrado pelo Metrópoles, a avó “vendia” as netas. O “comércio sexual” das menores ocorre há pelo menos dez anos, segundo apurado pela reportagem.
A defesa dos suspeitos não foi localizada e o espaço segue aberto para manifestações.
Arrastada pela avó
Um vizinho de Denise chegou a relatar, em condição de sigilo, que uma das netas da ex-inspetora, atualmente com 18 anos, foi vista em algumas ocasiões sendo arrastada pela avó e entregue a homens, mesmo diante de dor, medo e resistência. A avó, como ressaltam as investigações da Polícia Civil, tratava os encontros como fonte de renda.
Além dela, o piloto Sérgio integrava esse contexto por manter relação próxima e articulada com a avó das vítimas — contabilizadas até o momento em três. De acordo com a Polícia Civil, essa proximidade foi decisiva para o acesso às adolescentes.
Ele era apresentado no ambiente familiar como alguém de confiança, estratégia que, segundo os investigadores, ajudava a afastar suspeitas. A investigação indica que o piloto fornecia dinheiro, custeava despesas e utilizava ameaças para garantir o silêncio das vítimas, enquanto a avó facilitava e intermediava os encontros.
Para a polícia, Denise Moreno ocupava posição central no esquema. Detentora da guarda e da autoridade cotidiana sobre as crianças, ela teria consentido com os abusos, organizado a logística dos encontros e obtido vantagem econômica direta. Diligências de campo, dados telefônicos e relatos colhidos durante a apuração reforçam que a entrega de meninas a homens distintos ocorria de forma reiterada, sempre com o aval da avó.
Entenda o caso
Ele pagava a familiares de crianças e adolescentes para violentá-las sexualmente, de acordo com a investigação do DHPP, responsável pela prisão temporária de Sérgio e de Denise. Outra suspeita, identificada como Simone da Silva, também foi presa, em flagrante, após conteúdo de pornografia infantil ser localizado em seu celular, durante o cumprimento de um dos mandados de busca e apreensão.
“Tio Sérgio”
O Metrópoles apurou ainda que Sérgio é investigado por abusar sexualmente de crianças e jovens, com idades entre 11 e 14 anos. Além disso, ele teria feito com que as vítimas lhe apresentassem coleguinhas do colégio, para quem ele era identificado como “tio Sérgio”.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o inquérito policial começou em outubro de 2025. As três vítimas já identificadas — com 11, 12 e 14 anos na ocasião dos estupros — foram submetidas a graves situações de abuso e exploração sexual. Segundo a Polícia Civil, a rede criminosa estruturada era voltada à exploração sexual de crianças e adolescentes.
São investigados crimes de estupro de vulnerável, estupro, favorecimento da prostituição e da exploração sexual de criança e adolescente, uso de documento falso, produção, armazenamento e compartilhamento de material de pornografia infanto-juvenil, perseguição reiterada (stalking), aliciamento de crianças e coação no curso do processo, evidenciando grave violação à dignidade sexual de crianças e adolescentes.
Os investigados formam, diz a SSP, uma estrutura organizada de exploração sexual infantil, com indícios de habitualidade, divisão de funções e atuação coordenada entre os envolvidos.
Latam
Em nota, a Latam informou que abriu apuração interna e está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações. “A companhia repudia veementemente qualquer ação criminosa e reforça que segue os mais elevados padrões de segurança e conduta”, diz o texto.
O voo que seria pilotado por Lopes operou normalmente, decolando e pousando no horário previsto.

