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  • Pedofilia e arma: participantes do BBB que entraram na mira da polícia

    Pedofilia e arma: participantes do BBB que entraram na mira da polícia

    No caso mais recente, Pedro Espíndola foi indiciado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro por importunação sexual

  • Pesquisa: 7 em cada 10 moradores de favelas vivem de trabalho informal

    Pesquisa: 7 em cada 10 moradores de favelas vivem de trabalho informal

    Bloomberg Creative/ Getty Images
    Foto panorâmica tirada do alto da favela Paraisópolis no estado de São Paulo - Metrópoles.

    De cada 10 moradores de favelas de São Paulo, sete não contam com uma renda mensal fixa e vivem de bicos, segundo o relatório Sonhos da Favela 2026. Enquanto a grande maioria vive na informalidade, apenas 30% dos respondentes da pesquisa afirmaram ter um trabalho com carteira assinada.

    Os dados, divulgados nessa quinta-feira (5/2) pelo instituto Data Favela, mostram que a instabilidade financeira nas comunidades varia desde a oscilação de valores até a falta total de garantias mensais. Dos entrevistados, 44% responderam que não possuem renda fixa, 18% disseram que os valores variam muito e 9% sofrem com pouca oscilação.

    De acordo com a pesquisa, o fator racial influencia na vulnerabilidade econômica dos favelados paulistanos. Quatro em 10 dos respondentes apontaram ações sociais como prioridade para que o governo repare historicamente o racismo vivenciado pela população negra das favelas. O apoio ao crédito e ações afirmativas na educação aparecem logo na sequência, ambos citados por três em cada 10 entrevistados.

    Sem contar apenas os moradores de favelas, seis em cada 10 paulistanos trabalham informalmente. O número abrange as pessoas que fazem bicos como complemento ou única renda mensal.

    O balanço foi feito pelo instituto Data Favela, promovido pela Central Única das Favelas (Cufa), pela Favela Holding e pela Data Goal. Para a pesquisa, foram realizadas 4.471 entrevistas em praça nacional entre os dias 11 e 16 de dezembro. A margem de erro é de 1,47 pontos percentuais, para mais ou para menos.

  • A servidora pública Fabiane Freitas, moradora da 703 Sul há 15 anos, conta que viveu uma sequência de transtornos no fim de 2025 em razão dos furtos de cabos.

    Segundo ela, na última semana de dezembro, a energia elétrica da quadra começou a oscilar repetidamente até que houve uma pane geral. No dia seguinte, o cenário dentro de casa era de caos, prejuízo e preocupação com novos danos provocados pela instabilidade no fornecimento.

    “Minha filha foi ligar o micro-ondas e fez um barulho, ‘pof, pof’, e começou a soltar a fumaça. Eu tive vários aparelhos elétricos queimados, o portão da minha casa queimou o motor e eu tive pane também no ar-condicionado”, relatou.

    Fabiane afirma que, quando a energia foi restabelecida, as oscilações continuaram e vizinhos passaram a reclamar dos mesmos problemas. Pouco depois, uma residência de uma quadra próxima começou a pegar fogo, aumentando o clima de tensão entre os moradores da região.

    “Em relação à minha casa, eu ainda tive sorte porque eu acionei o seguro residencial, então o seguro vai me reparar, mas eu tive vários prejuízos”, disse.

    De acordo com a moradora, a quadra ficou cerca de seis horas sem energia. “A gente viu que tinham sido furtados cabos, não é a primeira vez, já furtaram cabo aqui na porta da minha casa. Aqui na 703, por conta da proximidade da nossa quadra ao centro pop, a gente atrai pessoas que precisam do centro pop e as pessoas infiltradas”, explicou.

    Em outubro de 2025, Fabiane conseguiu registrar em vídeo o momento em que um homem se aproxima da caixa de energia, abre o compartimento e sai carregando fios, com a ajuda de outro suspeito.

    Veja:

     

    Outro morador da Asa Sul relatou que, diante da recorrência dos crimes, os próprios moradores precisaram tomar medidas por conta própria.

    “Tivemos dois furtos de cabos de energia de blocos na rua. Na segunda vez, conseguimos identificar as pessoas, cercamos o carro onde os cabos eram colocados e a polícia conseguiu prender os criminosos”, disse.

    Como tentativa de conter os furtos, moradores passaram a soldar as tampas das caixas de energia, mas com a dificuldade e custo alto não conseguiram aplicar isso em todas. “Cotizamos e também tentamos fechar os acessos aos cabos e fios dos postes de iluminação pública”, contou.

    Prática recorrente

    Segundo a presidente do Conselho Comunitário da Asa Sul, Patrícia Carvalho, o furto de cabos tem sido recorrente e provoca impacto imediato na vida de quem vive na região.

    “Quando ocorre essa situação, a região fica com trechos inteiros, sem iluminação por dias, às vezes semanas ou até meses. Isso afeta diretamente a população na sensação de segurança dos moradores e o funcionamento do comércio”, destacou.

    Ela afirma que a insegurança passou a ditar a própria rotina. “Eu evito circular à noite, fico mais apreensiva. Um espaço escuro transmite sinais de abandono. E abandono atrai a criminalidade”, disse.

    “Não é só sensação, é uma realidade vivida no dia a dia. Não só para mim, mas para todos, quem mora na região, quem trabalha, quem precisa ir para uma parada de ônibus, quem estuda. Muito complicada a situação”.

    Como presidente do conselho comunitário, Patrícia diz que a preocupação é constante: “A iluminação pública, ela está diretamente ligada à prevenção de crimes e a sensação de segurança. E quando ela falha, o impacto é coletivo”.

    Dados da Neoenergia Brasília evidenciam a dimensão do problema. Em 2025, foram registradas 1.108 ocorrências entre furtos efetivos e tentativas — uma média superior a três casos por dia no Distrito Federal. Ao longo do ano, mais de 100 mil clientes tiveram o fornecimento de energia afetado.

    O Plano Piloto, incluindo Asa Norte e Asa Sul, concentrou 602 ocorrências em 2025, mantendo-se como a região mais crítica. Águas Claras aparece em seguida, com 120 furtos e tentativas.


    Relembre alguns casos


    Impacto em hospitais e serviços essenciais

    No caso dos hospitais, o problema é ainda mais sério. Em março do ano passado, pacientes que estavam internados no Hospital Regional do Paranoá apresentaram piora no estado clínico, incluindo bebês, após uma falha de energia provocada por furto de cabos na região.

    Segundo a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), o impacto imediato inclui instabilidade em sistemas de informação, dificuldade de acesso a prontuários eletrônicos, interrupção de serviços não essenciais e sobrecarga da infraestrutura.

    Cada hospital da rede pública conta com sistemas de backup, como geradores e no-breaks, dimensionados para manter áreas críticas em funcionamento, como Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), centros cirúrgicos e alas de emergência.

    “Os geradores entram em operação em segundos após a queda de tensão e, com um plano de contingência para situações dessa natureza, é possível a imediata reorganização dos fluxos assistenciais e administrativos, garantindo a continuidade e a segurança do atendimento à população”, diz a SES-DF.

    Os equipamentos passam por testes periódicos de carga e abastecimento contínuo de combustível, conforme contratos de manutenção preventiva e corretiva, além da atuação da Subsecretaria de Infraestrutura em Saúde (Sinfra).

    Já no caso das escolas, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) afirmou, em nota, que as unidades da rede pública contam com vigilância e que “não há registro de furtos de cabos de energia em unidades escolares, nem de suspensão de aulas por esse motivo”.

  • BRB vira dono de concessionária de cemitérios em SP ao assumir ativos do Master

    BRB vira dono de concessionária de cemitérios em SP ao assumir ativos do Master

    Alessandra Haro/Memorial da Resistência de São Paulo
    CEMITÉRIO CAMPO GRANDE

    O BRB assumiu uma batelada de papéis do Master após constatar que as carteiras de crédito vendidas por R$ 12 bilhões pelo banco de Daniel Vorcaro eram podres. A substituição, que ocorreu às pressas, foi interrompida pela liquidação extrajudicial do Master, decretada um dia após Vorcaro e outros executivos do banco terem sido presos no âmbito da Operação Compliance Zero.

    Na lista de ativos aceitos pelo BRB na tentativa de compensar as perdas com os títulos fraudulentos há de tudo um pouco. Propriedades, fundos, ações, contas no exterior e a empresa Cemitérios São Paulo SA, cujo nome fantasia é Grupo Maya.

    Além de vender diversos tipos de serviços funerários, de coroas de flores a traslado de caixões, o Grupo Maya administra cinco cemitérios paulistanos: Campo Grande (foto em destaque), Lageado, Lapa, Parelheiros e Saudade.

    Líder de reclamações nos canais da prefeitura de São Paulo, o Grupo Maya é investigado pelo Executivo local por conta da possível fusão informal com outro grupo responsável pela administração de cemitérios na capital paulista, a Cortel.

    Ao apurar as denúncias, a prefeitura descobriu que o Grupo Maya fez uma série de empréstimos junto ao Banco Master. A informação é importante porque o empresário Fabiano Campos Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, aparece no quadro societário da Cortel. Zettel foi alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero.

    Vende-se

    O Grupo Maya faz parte dos ativos que o BRB espera vender o quanto antes para recuperar o caixa. Na última quarta-feira (4/2), o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, foi até à Faria Lima em busca de compradores.

    Na lista de itens à venda também consta um terreno próximo à região da Cidade Jardim, em São Paulo, localização nobre e de alto valor de mercado, além de restaurantes e outros bens. O pacote é avaliado pelo BRB em R$ 21,9 bilhões.

    A venda de ativos comprados do Master é, inclusive, uma das opções para recomposição do capital apresentadas pelo BRB ao Banco Central (BC) na última sexta-feira (6/2).

    O BC determinou ao banco o provisionamento de R$ 2,6 bilhões, em janeiro deste ano. O BRB, então, estruturou o plano com as seguintes opções:

  • Gêmeos ajudaram ex-chefe da Rioprevidência a ocultar provas, diz PF

    Gêmeos ajudaram ex-chefe da Rioprevidência a ocultar provas, diz PF

    Divulgação/Polícia Federal
    Os irmãos gêmeos Rodrigo Schmitz e Rafael Schmitz

    A Polícia Federal (PF) só teve certeza de que o ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, tinha dois comparsas quando eles foram vistos na mesma imagem do circuito interno de um prédio no Rio de Janeiro. Os irmãos Rodrigo e Rafael Schmitz podem ser facilmente confundidos por serem gêmeos idênticos.

    Deivis foi preso preventivamente quando voltava de férias nos Estados Unidos. Ele é acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Barco de Papel, da PF, que investiga aportes de R$ 970 milhões da Rioprevidência em letras financeiras do Banco Master.

    A obstrução das investigações, diz a PF, contava com a ajuda dos irmãos Schmitz. O Metrópoles apurou que Rodrigo é um amigo muito próximo de Deivis e tem acesso às chaves e senhas do ex-presidente da Rioprevidência.

    Rodrigo fazia várias tarefas para o ex-chefe da Rioprevidência, atuando como uma espécie de secretário informal e, por vezes, contava com a ajuda do irmão.

    Deivis e os irmãos Schmitz se conheceram há cerca de 15 anos em Santa Catarina, onde os gêmeos foram presos.

    Apartamento no Rio usado pelos gêmeos

    Os irmãos Schmitz foram vistos algumas vezes no prédio em que Deivis morava em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro.

    No dia 23/1, a PF cumpriu mandado de busca e apreensão no apartamento 201, onde vive a família de Deivis. Lá, o órgão soube de vizinhos que o ex-chefe da Rioprevidência também alugou o apartamento 101 no mesmo prédio.

    Ele disse aos moradores do edifício que a outra unidade serviria como “área de recreação para seu filho”, mas na verdade era ocupada pelos irmãos Schmitz. Vizinhos relataram entradas e saídas dos gêmeos no imóvel.

    Informada por moradores de que o apartamento 101 também era ocupado por Deivis ou pessoas ligados a ele, uma agente da PF foi à unidade para checar a informação. Os agentes tocaram a campainha e ninguém respondeu. No entanto, Rodrigo estava no local, segundo os policiais.

    Imagens apagadas

    A PF teve dificuldades de acessar os vídeos do circuito interno das câmeras do apartamento em Botafogo, onde Deivis mora.

    No dia seguinte à busca e apreensão, os policiais voltaram ao prédio para coletar as imagens. Quando levaram o material à perícia, identificaram que gravações de apenas dois dias e de câmeras apontadas para a entrada do prédio foram registradas no HD externo dos policiais – os agentes já haviam recebido a informação de que ao menos 30 dias de imagens estavam armazenadas.

    Diante do material incompleto, os agentes foram à empresa que presta serviço de vigilância e identificaram acessos atípicos ao sistema de segurança do prédio.  Além da empresa, outras duas pessoas tinham senhas de administrador: Deivis e um porteiro, cujo filho já foi contratado pela Rioprevidência. As senhas permitem que as imagens das câmeras sejam apagadas de forma remota.

    PF desconfia de ocultação de provas

    Parte das imagens foi recuperada pelos peritos da PF. Entre os registros, estão os irmãos Schmitz entrando e saindo do apartamento 101. A PF também achou indícios de que, além dos gêmeos, o imóvel era usado por outras pessoas ligadas a Deivis.

    No dia 7/1,  Deivis chegou por volta das 8h no prédio em um Corolla, acompanhado do motorista e outros dois homens que não foram identificados. O ex-presidente do Rioprevidência foi para o apartamento 201 e os outros dois homens ficaram no primeiro andar.

    Antes de chegar ao prédio, Deivis estava no aeroporto, segundo a PF. Ele desembarcou de um voo que teve origem no aeroporto de Navegantes, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Rodrigo estava no mesmo avião e as passagens foram compradas juntas.

    Na visão dos investigadores, o que seria mais comprometedor – e o provável motivo por registros terem sido deletados – são vídeos que mostram malas e itens que foram levados de um apartamento para o outro. Por vezes, os objetos eram transferidos para fora do prédio. A suspeita é de que seja material sensível da investigação sobre a Rioprevidência.

    Em depoimento à PF, Deivis teria negado que apagou as imagens e também teria dito que as malas e objetos estavam sendo levados para outro apartamento próximo, para onde estaria se mudando.

    Antunes usava carro dos gêmeos

    De acordo com a PF, Deivis usava um Porsche Macan, que estava até o dia 26/1 registrado em nome da empresa catarinense “Schmitz Producoes e Eventos“, de Rodrigo Schmitz.

    Outro carro que era visto no prédio é uma BMW X6 Competition, também registrado como propriedade da empresa de Rodrigo. Os dois veículos foram vendidos a uma outra empresária do ramo de eventos de Santa Catarina.

    Em 23/1, dia da busca e apreensão no prédio de Deivis, um Volkswagen Tiguan, registrado em nome da esposa do ex-chefe da Rioprevidência, estava estacionado na vaga do Porsche Macan. Durante a operação, o advogado de um dos alvos, que acompanhou a ação da PF, informou aos agentes que a chave do veículo estaria na portaria.

    As imagens recuperadas pela perícia mostram Rodrigo saindo do apartamento 101, onde uma policial havia tocado a campainha e ninguém respondido, descendo pelo elevador e deixando uma sacola na portaria. A PF suspeita que a chave do carro estivesse dentro da sacola, deixada na área comum do condomínio, enquanto os agentes vistoriavam o apartamento de Deivis.

    O ex-chefe da Rioprevidência foi preso na via Dutra, na manhã da última terça-feira (3/2), quando voltava de carro para o Rio de Janeiro, após desembarcar dos Estados Unidos em São Paulo. No fim da tarde, os irmãos Schmitz foram presos em Itajaí (SC).

    A reportagem contatou a defesa de Deivis, que não quis se manifestar. Os advogados de Rodrigo e Rafael Schmitz não foram encontrados.

  • De Miami a Dubai: governo de SP gasta R$ 300 mil com escolta de Doria

    De Miami a Dubai: governo de SP gasta R$ 300 mil com escolta de Doria

    Ajudante de ordens de Doria, capitão da PM segue fazendo segurança do ex-governador em viagens internacionais. Prática é prevista em lei

  • Baixo Augusta e Calvin Harris: os principais blocos deste domingo (8)

    Baixo Augusta e Calvin Harris: os principais blocos deste domingo (8)

    Divulgação Acadêmicos do Baixo Augusta
    alessandra negrini carnaval bloco

    Além da inauguração do DJ Calvin Harris na folia paulistana, blocos tradicionais de pré-Carnaval, como Acadêmicos do Baixa Augusta, Monobloco, Modo Surto e Confraria do Pasmado, desfilam neste domingo (8/2) em São Paulo.

    O Metrópoles separou uma lista com os principais desfiles (veja abaixo).

    Vale lembrar que, neste ano, o pré-Carnaval começou sábado (7/2) e vai até este domingo (8/2); o Carnaval de 14 a 17/2; e o pós-Carnaval nos dias 21 e 22/2.

    Buscador de blocos: use ferramenta do Metrópoles para escolher seu bloco por data, nome ou bairro.

    A programação também se estende para as crianças, com desfiles de blocos infantis, como Maria Maluquinha no Ipiranga; Fraldinha Molhada no Jardim Anália Franco; Gente Miúda em Perdizes; e Vem Erê! no Butantã.

    Principais blocos de Carnaval deste domingo (8/2):

    Bloco Skol
    Atração: 
    Calvin Harris, Xand Avião e Zé Vaqueiro
    Horário: 11h
    Bairro: Centro
    Trajeto: R. da Consolação, 2.101 ao 585

    Acadêmicos do Baixo Augusta
    Atração:
    Péricles e KL Jay
    Horário:
    15h
    Bairro:
    Centro
    Trajeto:
    R. da Consolação, 2.101 ao 585

    Modo Surto
    Atração: Luísa Sonza, Melody, Gretchen e Pocah
    Horário: 14h
    Bairro: Santo Amaro
    Trajeto: R. Laguna, entre R. Bragança Paulista e R. Castro Verde

    Bloco da Lexa
    Atração: Lexa
    Horário: 13h
    Bairro: Barra Funda
    Trajeto: Av. Marquês de São Vicente, 230 a 658

    Quintal dos Pretos
    Atração: Emicida e Maria Rita
    Horário: 12h
    Bairro: Ibirapuera
    Trajeto: Av. Pedro Álvares Cabral, entre Obelisco e Monumento às Bandeiras

    Bloco Boca
    Atração: Banda Eva
    Horário: 14h
    Bairro: Pinheiros
    Trajeto: Av. Brigadeiro Faria Lima, 4.100 a 4.500

    Confraria do Pasmado
    Horário: 11h
    Bairro: Pinheiros
    Trajeto: R. dos Pinheiros, 57 ao 1.037

    Monobloco
    Horário: 15h
    Bairro: Ibirapuera
    Trajeto: Av. Pedro Álvares Cabral, entre Obelisco e Monumento às Bandeiras

  • Derby Paulista movimenta penúltima rodada da 1ª fase do Paulistão

    Derby Paulista movimenta penúltima rodada da 1ª fase do Paulistão

    Marco Galvao/Sports Press Photo/Getty Images
    Paulistao-Palmeiras-Corinthians-final-2025

    A 1ª fase do Paulistão está chegando ao fim. Neste domingo (8/2) acontece a sequência da 7ª e penúltima rodada da etapa inicial do certame. Às 20h30, a bola rola para Corinthians x Palmeiras na Neo Química Arena. Este será o primeiro encontro entre os rivais na atual temporada.

    Mandante no clássico diante do Palmeiras, o Corinthians está atualmente na 4ª colocação do Campeonato Paulista, com 11 pontos. Até aqui, o Timão acumula três vitórias, dois empates e uma derrota no torneio. A vitória sobre o Capivariano na última rodada disputada manteve o Alvinegro entre os oito melhores colocados.

    Até aqui, o Corinthians entrou em campo para dois clássicos no ano e vai em busca da primeira vitória. No Paulistão, o Timão já enfrentou São Paulo e Santos, com os dois confrontos terminando empatados em 1 x 1. Embalado pela conquista da Supercopa, o clube quer mostrar que pode derrotar seu maior rival.

    Atualmente, o Palmeiras está um pouco melhor que o Corinthians, figurando na 2ª colocação do Paulistão, com 12 pontos conquistados e um pé na próxima fase. O Alviverde venceu quatro partidas até então e foi derrotado em duas oportunidades. Na última rodada, a equipe foi superada fora de casa pelo Botafogo de Ribeirão Preto.

    No Campeonato Paulista, o Palmeiras também já teve dois clássicos pela frente. Porém, o esquadrão verde e branco venceu os dois. Na Arena Barueri, o Verdão despachou o Santos por 1 x 0, gol marcado por Allan. A outra vítima foi o São Paulo: 3 x 1. Khellven, Flaco López e Maurício fizeram para o Palmeiras. Bobadilla fez o tento de honra do Tricolor.

  • SP: maioria dos moradores se sente mais segura dentro do que fora de favelas

    SP: maioria dos moradores se sente mais segura dentro do que fora de favelas

    Uma pesquisa do Data Favela revelou que seis em cada 10 favelados não confiam na polícia para protegê-los de eventuais violências

  • Conheça destino eleito como o refúgio mais romântico do mundo

    Conheça destino eleito como o refúgio mais romântico do mundo

    Nikada/ Getty Images
    Suiça = destino mais romântico do mundo

    Viajar, por si só, já é uma experiência que acende a paixão dos casais. Entre os diversos destinos em que se possa experienciar o amor de maneira leve e romântica, um local, em especial, foi eleito o melhor para garantir o clima de romance para os pombinhos: a montanha Matterhorn, localizada em Zermatt, na Suíça. Para chegar a essa conclusão, a operadora de turismo de luxo Go2Africa realizou um estudo analisando as avaliações de viagens de casais reais pelo mundo.

    Entenda 

    Conheça as belezas naturais do destino mais romântico do mundo

    A vila de Matterhorn, na Suíça, parece mesmo ter saído de um conto de fadas. Para quem deseja um momento íntimo e longe da agitação, a região é o cenário perfeito.

    A charmosa cidade é livre de carros e poluição. As acomodações também são consideradas um dos atrativos mais interessantes da viagem. Os chalés possuem uma vista deslumbrante para as montanhas e, em sua maioria, dão acesso direto às pistas de esqui.

    Zermatt
    O destino foi eleito o mais romântico do mundo

    Como o deslocamento na cidade não pode ser feito de carro, os meios de transporte disponíveis tornam o passeio ainda mais especial. Os casais têm a opção de transitar de charretes, trens e bondes.

    Quando o assunto é o que fazer em Matterhorn, o site Travel Leisure sugere uma atração imperdível: a excursão ao Klein Matterhorn, ou como é conhecido pelos mais íntimos “Pequeno” Matterhorn.

    Zermatt
    Em Zermatt, na Suíça, não há presenças de carros

    A programação surpreende pelas belezas naturais. Os amantes são convidados a conhecer o palácio glacial mais alto do mundo. Além da estrutura grandiosa, os visitantes têm acesso exclusivo ao interior da geleira, que dispõe de esculturas de gelo intrincadas, túneis cintilantes e até um tobogã congelado.

    Apesar de a experiência no inverno ser absolutamente fantástica, o destino pode ser explorado durante todo o ano. No verão e outono, os casais podem aproveitar o cenário para explorar as trilhas e conhecer uma nova fotografia do local, com paisagens ensolaradas, repletas de verde e flores.

    Zermatt
    O destino possui o palácio glacial mais alto do mundo

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