O domingo (8) será marcado por tempo quente, abafado e com ocorrência de chuvas rápidas e pontuais em todo o Acre. De acordo com o portal O Tempo Aqui, a elevada umidade do ar e a instabilidade atmosférica favorecem pancadas isoladas ao longo do dia, que podem ser mais intensas em pontos específicos. A condição […]
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Domingo será quente com chuvas passageiras no Acre
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CEO do Washington Post anuncia demissão após cortes em massa no jornal
Reprodução/Flickr
O editor-executivo e CEO do jornal norte-americano Washington Post, William Lewis, anunciou nesse sábado (7/2) que deixará o cargo, dias após a empresa iniciar um corte em massa que atingirá 267 jornalistas, cerca de 30% do quadro atual de 800 profissionais.
O anúncio foi feito por e-mail aos funcionários do jornal e compartilhado no X pelo jornalista Matt Viser, atual chefe do escritório da Casa Branca, do Washington Post.
“Durante meu mandato, decisões difíceis foram tomadas para garantir o futuro sustentável do The Post, para que ele possa, por muitos anos, publicar diariamente notícias de alta qualidade e sem viés partidário para milhões de leitores”, declarou Lewis na mensagem.
Will Lewis just sent a note to staff at The Washington Post announcing that he is stepping down as publisher. pic.twitter.com/hNTf6wyrDk
— Matt Viser (@mviser) February 7, 2026
O ex-CEO também agradeceu ao proprietário do jornal e CEO da Amazon, Jeff Bezos.
“Após dois anos de transformação no The Washington Post, agora é o momento certo para eu me afastar. Quero agradecer a Jeff Bezos pelo apoio e liderança durante meu mandato como CEO e publisher. A instituição não poderia ter um dono melhor”, disse.
Em 2023, Lewis tomou posse como CEO do Washington Post, sucedendo Fred Ryan, que liderou o jornal por quase uma década. A contratação por Bezos tinha como objetivo melhorar a situação financeira da empresa.
Antes de chegar ao Post, Lewis ocupou os cargos de CEO da Dow Jones e editor do Wall Street Journal.
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Não há democracia sem transparência (por Mary Zaidan)
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakifoto
Política não costuma gerar fatos isolados. Os acontecimentos estão quase sempre encilhados uns nos outros. Não é por acaso, portanto, que o ministro do STF Flávio Dino tenha determinado o fim da festa dos puxadinhos nos salários de servidores dos Três Poderes na mesma semana em que a Câmara, em votação relâmpago, aprovou novos penduricalhos aos seus funcionários. Muito menos que o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), tenha defendido com unhas e dentes as emendas parlamentares, cujo sigilo e falta de rastreabilidade estão na mira do Supremo desde os tempos de Rosa Weber e, agora, de Dino.
Político hábil, Dino, com o ato elogiável e até corajoso de mexer no vespeiro dos altos salários, conseguiu também livrar o Supremo de ser a única “Geni” entre as instituições, incluindo na mira das pedras o Legislativo e o Executivo federal, estados e municípios. ]
A semana teve ainda a patética defesa dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli ao “direito supremo” de magistrados proferirem palestras pagas, terem parentes atuando na Corte e serem donos e investidores de negócios privados. Como se fossem esses os únicos desvios éticos no momento em que seus nomes aparecem no tenebroso caso do Banco Master.
Fora a sem-vergonhice – muito em voga entre nós -, o cerne de boa parte das agruras que corroem as instituições e, consequentemente, a democracia, é a transparência. Mais precisamente, a falta dela.
Embora tenham alcançado valores abusivos de R$ 60 bilhões, as emendas parlamentares não são um mal em si. É legítimo que o parlamentar dedique recursos para a sua região. Só não há lógica em fazê-lo sem detalhar a autoria, a aplicação e o destino final dos recursos. Muito menos que ninguém, nem mesmo o autor da emenda, se interesse pela correta aplicação do dinheiro, que, quando investigado, acaba sendo encontrado nos bolsos de uns e outros.
Não é difícil, portanto, concluir os motivos pelos quais o Congresso resiste tanto a dar transparência às emendas do chamado Orçamento Secreto, articulado entre o então presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) e o ex Jair Bolsonaro. O mecanismo, tido como inconstitucional, deveria ter acabado, mas na prática continua a todo vapor, agora disfarçado nas emendas de Comissão.
Transparência também seria o melhor remédio para evitar dores de cabeça ao Supremo.
Ninguém estaria clamando por um Código de Ética se os magistrados indicassem quem os contrata e quanto recebem por palestra. Não haveria grita também se eventuais presentes ou uma carona de avião fossem devidamente registrados e suas excelências declinassem de apreciar processos dos patronos dos mimos. O mesmo vale para casos em que bancas de familiares vão à Justiça. Não há cabimento impedir que filhos, irmãos, tios ou qualquer outro consanguíneo abandone a advocacia porque o parente virou juiz. Cabe ao togado, sem pestanejar, se abster de participação no processo. Simples assim – transparente.
O Executivo também não escapa da opacidade.
O governo Lula passa longe de cumprir a promessa de acabar com todo tipo de sigilo, tão usual nos tempos de Bolsonaro, que excedeu em segredos, muitos deles por 100 anos. A prática se mantém. Até o ano passado, registros do próprio governo apontavam mais de 1.300 documentos sob sigilo, incluindo aí as agendas da primeira-dama Janja, as visitas dos filhos do presidente ao Planalto, e, mais recentemente, até documentos técnicos que embasam projetos de gestão e propostas de lei. O curioso é ver Lula descumprindo uma lei de inspiração petista (Lei de Acesso à Informação), sancionada por Dilma Rousseff em 2011. Um danado de um retrocesso, que alimenta desconfiança, fazendo pulular pulgas nas orelhas.
Há vários indicadores disponíveis para medir a saúde de uma democracia. Eleições periódicas, com submissão aos resultados das urnas, participação popular e estabilidade das instituições costumam ser os mais citados. O respeito ao dinheiro dos impostos dos cidadãos e a transparência na sua aplicação também são imprescindíveis.
O Brasil que brilhou na defesa da democracia, reagindo com firmeza contra o golpismo, deveria saber que isso não basta. Não há democracia que se segure sem sanar os vícios de um Estado corroído por privilégios, com representantes que se sentem acima dos demais mortais – dos eleitores, do povo.
Mary Zaidan é jornalista
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Corpo é encontrado com mensagem atribuída ao CV: "Fica de exemplo"
Material cedido ao Metrópoles
Um homem, ainda não identificado oficialmente, foi encontrado morto na tarde de sábado (7/1) em uma área de mata na zona leste de Manaus (AM). O corpo estava abandonado em um trecho de difícil acesso e apresentava sinais de violência.
Ao lado da vítima, moradores e policiais localizaram um cartaz com uma mensagem que atribuía o crime a integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV). A presença do bilhete levanta a suspeita de que o homicídio possa estar relacionado à atuação de grupos criminosos na região.
No local, também foi encontrado um cartaz com a frase: “Morri porque sou ‘Jack’ da pior espécie”. A mensagem sugere que o crime pode ter sido motivado por uma acusação de estupro contra a vítima. No entanto, essa informação ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Sequestro e morte
De acordo com a polícia, há indícios de que o homem tenha sido sequestrado antes de ser morto. O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames para identificar a vítima e apontar a causa da morte.
O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que busca esclarecer as circunstâncias do crime, bem como a possível motivação e os responsáveis pelo assassinato.
Moradores da área afirmam que a região é pouco iluminada e já registrou ocorrências semelhantes, o que aumenta a sensação de insegurança na comunidade. A polícia pede que qualquer informação que possa ajudar nas investigações seja repassada de forma anônima às autoridades.
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Corpo de professora morta por aluno é transferido para a Bahia
Material cedido ao Metrópoles
O corpo da professora de direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi transferido para Salvador (BA), após liberação pelo Instituto Médico Legal (IML) de Porto Velho (RO), na tarde desse sábado (7/2). Juliana foi morta a facadas por um estudante dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca) na noite dessa sexta-feira (6).
Apesar da transferência, ainda não há informações sobre data e horário do sepultamento, que deve ocorrer na capital baiana, local em que a vítima cresceu. Em Porto Velho, uma missa em homenagem à memória da professora é celebrada na Catedral Sagrado Coração de Jesus.
Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.
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Dependente químico é esfaqueado em casa abandonada
O dependente químico Luiz Carlos Pereira, de 45 anos, foi ferido com um golpe de faca na noite desse sábado (7), dentro de uma residência abandonada localizada na Avenida Getúlio Vargas, no bairro Centro, em Rio Branco. Segundo informações de testemunhas, Luiz estava usando drogas na casa abandonada juntamente com outro homem não identificado, quando […] -

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Entre cheiros, cores e aquele barulho que se misturam logo nas primeiras horas do dia, o videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, foi até o Mercado Municipal Elias Mansour, em Rio Branco, em busca de mais do que imagens: histórias. Caminhando entre barracas do mercado, encontrou conhecidos e desconhecidos. Puxou conversas e fez novas amizades. “Foi […] -

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Empresa que venceu licitação não tem qualificação para o viaduto Mamedio Bittar, diz CGU
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Frase do dia
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
“Nós estamos com esse problema até hoje. A classe dominante brasileira entende o Estado brasileiro como dela”. (Fernando Haddad, ministro da Fazenda)