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    Resumo do BBB 26 hoje: madrugada tem revolta de Samira, aliança de brother questionada e ‘fake news’

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  • Bad Bunny no Super Bowl 2026 vira marco cultural e disputa política

    Bad Bunny no Super Bowl 2026 vira marco cultural e disputa política

    John Nacion/ Variety via Getty Images
    Programação de shows em SP em 2026 tem artistas internacionais, grandes nomes nacionais e festivais de música - Metrópoles

    Neste domingo, 8 de fevereiro de 2026, Bad Bunny será o principal artista do show de intervalo do Super Bowl LX, o chamado Halftime Show da final do campeonato da National Football League (NFL), um dos eventos esportivos mais assistidos no planeta. A confirmação do cantor porto-riquenho para o espetáculo, tradicionalmente um dos momentos mais icônicos do calendário televisivo e musical mundial, desencadeou uma ampla gama de reações — que vão do orgulho cultural à controvérsia política — e transformou a participação dele em um dos temas mais comentados na mídia internacional.

    Bad Bunny no Grammy Awards 2026
    Bad Bunny no Grammy Awards 2026

    Uma escolha histórica

    Bad Bunny chega ao palco do Super Bowl após uma carreira marcada por enorme sucesso global, incluindo a vitória no Grammy de Álbum do Ano em 2026 com Debí Tirar Más Fotos, o primeiro álbum totalmente em espanhol a alcançar o reconhecimento máximo da premiação. Ele será o primeiro artista a liderar o show do intervalo predominantemente em espanhol, o que muitos analistas e fãs veem como um marco de representatividade da música latina e da cultura porto-riquenha em um dos palcos mais assistidos da televisão mundial.

    Em coletiva prévia ao evento, Bad Bunny declarou que os 13 minutos de apresentação serão uma celebração da música, da cultura latina e da alegria compartilhada. Ele disse que não pretende dar detalhes do repertório, mas que o público não precisa falar espanhol para se divertir, bastando, nas palavras dele, “apenas dançar”.

    Estratégia e impacto cultural

    A escolha de Bad Bunny também foi entendida pela própria NFL como parte de uma estratégia de crescimento global e de conexão com diversos públicos, especialmente a comunidade latina nos Estados Unidos, que representa um segmento demográfico significativo. A liga manteve a decisão mesmo diante de críticas, reafirmando que a meta é apresentar um espetáculo de alto nível e ressoar com audiências amplas, em vez de ceder a pressões de grupos que questionaram a escolha.

    A celebração da cultura latina foi também perceptível fora dos estádios. Na Bay Area, em San Francisco, onde o Super Bowl será sediado, fãs organizaram eventos como concursos de imitadores de Bad Bunny, reunindo centenas de pessoas em festas de rua que destacaram a conexão emocional e cultural do público com o artista e a música dele.

    jacquemus bad bunny estilo moda fashion - metrópoles
    Bad Bunny

    Críticas e polarização

    Ao mesmo tempo em que muitos veem a presença dele no Super Bowl como um avanço de visibilidade para artistas latinos, outros setores reagiram de forma crítica. A polêmica ganhou contornos nacionais nos Estados Unidos, especialmente entre grupos conservadores e apoiadores do presidente Donald Trump, que qualificaram a escolha do cantor como “inapropriada” para um evento que, segundo eles, deveria refletir valores tradicionalmente norte-americanos.

    Trump chegou a chamar a decisão de “absolutamente ridícula” e afirmou publicamente que não assistiria ao jogo, criticando o que chamou de alinhamento cultural e político de Bad Bunny com agendas contrárias às dele.

    Alguns desses críticos enfatizam que o repertório em espanhol ou as posições públicas do artista sobre políticas de imigração, incluindo declarações contrárias ao Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE, na sigla em inglês), representam um ataque aos valores patrióticos americanos.

    Repercussões dessa polarização incluem iniciativas de grupos conservadores que planejam eventos alternativos ao Halftime Show, como o All-American Halftime Show, organizado como contraproposta com temática patriótica e artistas distintos, buscando oferecer uma opção considerada mais alinhada com determinadas visões ideológicas.

    Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça
    Donald Trump

    Debates sobre identidade e política

    Paralelamente às críticas diretas, o debate em torno de Bad Bunny também expôs tensões maiores sobre a definição do que significa “cultura americana”. A reação adversa contra a participação do cantor tem menos a ver com música do que com narrativas ideológicas mais amplas sobre imigração, língua e identidade nacional. Eles apontam que artistas não-americanos se apresentaram antes, e que o foco em língua espanhola está sendo usado como símbolo de disputas culturais mais profundas.

    Discussões públicas também apareceram em programas de televisão nos Estados Unidos, onde comentaristas defenderam a participação de Bad Bunny e refutaram críticas que classificam a música ou presença dele como “não-americanas”. Eles lembraram, por exemplo, que porto-riquenhos são cidadãos norte-americanos e que outros artistas internacionais se apresentaram no evento sem a mesma controvérsia.

    A arte além do campo

    Para além das polêmicas, a presença de Bad Bunny no Super Bowl reforça um aspecto recorrente do show do intervalo: ele não é apenas um interlúdio musical, mas um momento em que esporte, cultura pop e, muitas vezes, questões sociais, se encontram diante de uma audiência global. A performance prevista, além de celebrar a carreira de um dos maiores fenômenos da música contemporânea, se tornou um reflexo das tensões e debates que atravessam a sociedade americana atual.

    Foto colorida do cantor Bad Bunny - Metrópoles
    Bad Bunny

    Além dos 13 minutos

    O Halftime Show de Bad Bunny no Super Bowl LX 2026 representa, simultaneamente, um marco cultural para a música latina, uma oportunidade de visibilidade global, um elemento de estratégia de mercado para a NFL e um pano de fundo para debates ideológicos sobre identidade e política nos Estados Unidos. A performance, prevista para acontecer em pouco mais de uma dezena de minutos, ganhou significado ampliado na interseção entre esporte, música e os debates que atravessam a sociedade contemporânea.

    bad bunny estilo moda fashion - metrópoles
    Bad Bunny no palco

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    PF e Funai destroem dragas e avançam contra garimpo ilegal na Terra Indígena Kayapó, no PA

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  • O crescimento do populismo no mundo (por Gaudêncio Torquato)

    O crescimento do populismo no mundo (por Gaudêncio Torquato)

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Brasília - Direita - Manifestação bolsonarista de 7 de Setembro tem cartazes em inglês, homenagens a Donald Trump e apelo às Forças Armadas - metropoles

    O populismo, outrora um fenómeno esporádico e localizado, tornou-se, nas últimas décadas, uma força global. De Donald Trump nos Estados Unidos a Lula e Jair Bolsonaro no Brasil, de Giorgia Meloni em Itália a Viktor Orbán na Hungria, passando por movimentos populistas em França, Polónia, Argentina e até Portugal, assistimos à emergência ou consolidação de lideranças políticas que se reclamam da “vontade do povo” contra as elites.

    Mas o populismo é um sintoma ou uma doença da democracia? Estará em crescimento sustentado ou apenas a surfar ondas temporárias de descontentamento? A resposta exige uma leitura crítica do nosso tempo.

    Embora o populismo assuma formas diferentes consoante os contextos políticos e culturais, há características comuns que o definem: a retórica da divisão entre “o povo puro” e “a elite corrupta”, o ataque às instituições tradicionais (como parlamentos, justiça e imprensa), a promessa de soluções simples para problemas complexos, e uma liderança forte, carismática e autoritária.

    O crescimento do populismo tem sido evidente não só em países em desenvolvimento, mas também em democracias consolidadas, onde, paradoxalmente, deveria haver mais resistência a este tipo de discurso. Segundo vários estudos internacionais, o número de eleitores que se identificam com partidos populistas triplicou desde os anos 90.

    Entre os fatores que alimentam o populismo, estão as crises econômicas e a desigualdade. A crise financeira de 2008, a austeridade que se seguiu, a precarização do trabalho e o aumento da desigualdade foram o terreno fértil para o crescimento populista. Milhões de cidadãos sentiram que o sistema económico deixou de os representar, tornando-se terreno fértil para promessas de “ruptura” e combate ao “sistema”.

    Mais recentemente, a pandemia e a inflação aceleraram esta sensação de perda de segurança económica, tornando os discursos simplistas ainda mais apelativos.

    Nos últimos tempos, tem crescido a desconfiança nas instituições democráticas. A percepção de que os partidos tradicionais são todos iguais, de que os políticos servem interesses privados, ou de que a justiça é lenta e parcial, mina a legitimidade democrática.

    Neste cenário, os populistas apresentam-se como “antissistema”, mesmo quando integram ou aspiram ao poder.

    Há, ainda, a considerar que muitos movimentos populistas de direita exploram o receio de perda de identidade cultural, associando a imigração e a multiculturalidade a uma suposta ameaça aos valores nacionais. A globalização, ao promover a circulação de pessoas, bens e ideias, é apresentada como uma força que dilui as fronteiras e enfraquece a soberania nacional.

    O populismo promete, assim, “recuperar o controle”: das fronteiras, da economia, da cultura.

    Outra frente de impulso são as redes sociais, que revolucionaram a forma como os cidadãos se informam e participam politicamente. Permitiram acesso direto a líderes, mas também facilitaram a desinformação, o discurso de ódio e a polarização. Os populistas, geralmente bons comunicadores, sabem explorar estas plataformas para amplificar as suas mensagens, contornar as mídias tradicionais e atacar os adversários sem filtros.

    Quem cresce mais é o populismo de Direita, que ganha mais visibilidade mediática, especialmente na Europa e América, Já o populismo de esquerda – que denuncia as elites econômicas, o neoliberalismo, e promete justiça social e redistribuição – tem se arrefecido nos últimos tempos. Ambos têm em comum o apelo direto ao povo, a desconfiança nas instituições e a rejeição dos partidos tradicionais. No entanto, diferem profundamente nas suas propostas políticas, com a direita focada na identidade e ordem, e a esquerda na igualdade e inclusão.

    Que consequências o crescimento do populismo tem para a democracia? O efeito sobre o sistema democrático é ambíguo. Por um lado, obriga o sistema a ouvir os marginalizados e a corrigir excessos de tecnocracia ou afastamento político. Por outro, fragiliza a democracia liberal ao atacar a separação de poderes, a liberdade de imprensa e os direitos das minorias.

    Em regimes mais frágeis, os populistas no poder podem caminhar para o autoritarismo, silenciando a oposição, controlando os tribunais e alterando regras eleitorais. A democracia transforma-se então numa casca institucional com pouco conteúdo pluralista.

    Vejamos o caso de Portugal, onde o populismo teve expressão marginal durante décadas, mas a partir da última década viu-se o crescimento de partidos como o Chega, que canalizam o descontentamento social com uma retórica populista, securitária e nacionalista. Ainda que longe de dominar o sistema, os seus resultados nas eleições e impacto no discurso público são significativos.

    Tal como noutros países, o populismo português nasce do descontentamento acumulado com as políticas tradicionais, do medo face à mudança e da sensação de injustiça permanente.

    Em suma, o populismo está a crescer no mundo, não como uma aberração, mas como uma resposta – legítima ou não – a falhas reais das democracias contemporâneas. Desigualdade, insegurança, corrupção e desinformação são combustível constante deste tipo de discurso.

    Enfrentar o populismo exige mais do que condená-lo moralmente. Requer reformar as instituições, reduzir as desigualdades, promover literacia política e devolver dignidade à ação pública. Só assim será possível responder às angústias do presente sem sacrificar os princípios fundamentais da democracia.

     

    GAUDÊNCIO TORQUATO é escritor, jornalista, professor emérito da ECA-USP e consultor político

  • Virginia Fonseca abandona festa após perrengue: "Vergonha"

    Virginia Fonseca abandona festa após perrengue: "Vergonha"

    virginia

    Virginia Fonseca deixou o Baile da Vogue antes do previsto na madrugada deste domingo (8/2), no Rio de Janeiro (RJ). A influenciadora, que é rainha de bateria da Grande Rio, participou do evento como parte da agenda ligada à escola de samba, mas decidiu ir embora após enfrentar problemas durante a apresentação no palco.

    “Eu queria ter ficado mais, só que vocês não têm noção do meu vestido. Levei uma roupa para [chegar] com a Grande Rio e outra para subir no palco e sambar com a Grande Rio”, contou.

    Virginia relatou ainda que se sentiu constrangida ao chegar ao evento, que estava lotado. “Cheguei lá, estava lotado. Falei assim: ‘eu não vou subir no palco porque eu estou morrendo de vergonha’. Mas eu ia assistir, óbvio. Cheguei para assistir, na hora que eu cheguei, a primeira coisa que a diretora faz é me chamar no palco”, lembrou.

    Segundo a influenciadora, a situação piorou após se juntar à bateria da escola. “Quando eu subi, eu estava descendo até o chão, pulando. Aí o vestido não queria mais tampar meu peito. O vestido estava correndo para o lado assim, saindo, sabe?”, afirmou. Sem acesso ao segundo figurino, que estava em uma van, ela decidiu deixar o local.

  • Trem atinge carro e mata uma pessoa no Rio de Janeiro

    Trem atinge carro e mata uma pessoa no Rio de Janeiro

    Reprodução/Redes sociais
    acidente entre trem e carro no Rio de Janeiro - Metrópoles

    Um trem de passageiros colidiu com um carro de passeio nesse sábado (7/2) no Rio de Janeiro, e uma pessoa morreu, enquanto outra ficou ferida. O acidente acontecdeu por volta das 17h na estação Suruí, em Magé, na Baixada Fluminense.

    Segundo o Corpo de Bombeiros, um jovem, de cerca de 25 anos, recebeu atendimento em estado grave e foi levado ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias. A segunda vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

    Em nota enviada à imprensa, a Supervia, empresa que administra os trens urbanos do Rio, informou que o condutor do carro realizou um cruzamento em uma passagem não autorizada e foi atingido pelo trem.

    O veículo chegou a ser arrastado por alguns metros e ficou preso na linha férrea. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o estado em que o carro ficou:

    Um trem do ramal Saracuruna x Guapimirim atingiu um carro na altura da estação de Suruí, na Baixada Fluminense, na tarde desta sexta-feira. Segundo relatos preliminares, o veículo estaria manobrando sobre a linha férrea, atrás do mercado Rio Sul, quando acabou sendo atingido pela pic.twitter.com/eLrk3T74vE

    — PEGAVISAORJNEWS (@pegavisaorjnews) February 7, 2026

    A empresa chegou a suspender a passagem de trens pela região por causa do acidente.

    Encontra-se suspensa a circulação de trens na extensão Guapimirim, devido a uma ocorrência com um veículo em passagem em nível não autorizada nas proximidades da estação Suruí.

    Aguardamos a atuação das autoridades para retornar a operação. pic.twitter.com/sA64I3QfH6

    — SuperVia (@SuperVia_trens) February 7, 2026