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  • Cremoso e fácil: aprenda a preparar shake proteico para o dia a dia

    Cremoso e fácil: aprenda a preparar shake proteico para o dia a dia

    Anna Blazhuk/Getty Images
    milkshake proteico

    O shake proteico é uma das formas mais simples de aumentar a ingestão de proteínas sem complicar a rotina. Ele fica pronto em poucos minutos, ajuda na saciedade e pode ser adaptado conforme o objetivo, seja ganho de massa, emagrecimento ou apenas uma alimentação mais equilibrada.

    Além de funcional, essa versão tem textura cremosa e sabor suave, sem gosto artificial forte. É uma receita coringa para quem quer algo rápido, refrescante e fácil de encaixar no dia a dia, inclusive nos dias mais corridos.

    Veja como fazer:

    Ingredientes

    Modo de preparo

     

  • Endocrinologista explica como avaliar a glicose corretamente

    Endocrinologista explica como avaliar a glicose corretamente

    Getty Images
    Foto colorida de dedo com gota de sangue - Metrópoles

    Você já comeu ou bebeu algo e pensou “será que esse alimento subiu minha glicose, isto é, o açúcar no sangue”? A coluna Claudia Meireles ficou com essa dúvida e conversou com a endocrinologista Larissa Pimentel. Em entrevista, a especialista esclarece como avaliar esse índice corretamente e evitar possíveis danos à saúde.

    Preceptora de residência de endocrinologia do Hospital Universitário Onofre Lopes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Huol-UFRN), a médica destaca ser necessário avaliar a glicemia capilar, mais conhecida como a “pontinha do dedo”, ou a glicemia intersticial, que são os sensores de monitoração contínua da glicose.

    Conforme explica a especialista, quando necessário, deve-se até analisar até a glicemia plasmática, que é a medida da concentração de glicose na parte líquida do sangue, o plasma.

    “Do ponto de vista clínico e metabólico, sabemos que um alimento elevou a glicemia quando observamos as respostas pós-prandiais acima do esperado. E a forma de identificarmos isso é avaliar as glicemias pré e pós-refeição, sendo ideal, de forma geral, analisarmos as medidas glicêmicas antes de nos alimentarmos e duas horas após refeição”, cita.

    Segundo Larissa, a tecnologia no monitoramento do paciente com picos de glicose ou diabetes tem evoluído bastante. “Temos sistemas de monitoramento seguros, onde não precisamos ficar ‘furando’ o dedo a toda hora, acompanhamos via Bluetooth do próprio celular e ainda há a possibilidade de compartilhar os dados, inclusive com um médico.”

    Foto colorida de mulher medindo a glicose em consultório - Metrópoles
    A endocrinologista ressalta ser ideal avaliar a glicose antes de se alimentar e duas horas após a refeição

    A médica salienta que os avanços tecnológicos favorecem os ajustes de medicamentos e da dieta. “Dessa forma, os impactos dos alimentos na glicose são mais facilmente percebidos e conseguimos proporcionar um melhor controle glicêmico e a prevenção de complicações do diabetes a curto e longo prazos“, pontua.

    A especialista em menopausa e climatério alerta que a glicemia elevada, na maioria das vezes, é assintomática e, quando há descompensação do diabetes, o paciente pode apresentar sede excessiva e boca seca, além de vontade aumentada de urinar, cansaço, fadiga, visão turva e aumento da fome.

    Foto de momento de medição da glicose - Metrópoles
    Manter elevado o nível de glicose impacta na saúde e tende a colaborar com o surgimento de outras doenças

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  • Rio Acre mantém vazante e chega a 11,10 metros em Rio Branco

    Rio Acre mantém vazante e chega a 11,10 metros em Rio Branco

    O nível do Rio Acre segue em vazante na capital acreana, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil de Rio Branco na manhã deste sábado, 7. Às 5h16, o manancial marcou 11,20 metros. Já às 9h, o nível baixou para 11,10 metros, confirmando a tendência de descida nas primeiras horas do dia. Nas últimas 24 horas, […]

  • Acre apresenta potenciais turísticos a comitiva empresarial da Rússia

    Acre apresenta potenciais turísticos a comitiva empresarial da Rússia

    Atrativos turísticos do Acre, como o Rio Crôa, o Parque Nacional da Serra do Divisor, as etnovivências e os sítios arqueológicos dos geoglifos, foram apresentados a uma comitiva empresarial da Rússia pela Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), nesta sexta-feira, 6, em Rio Branco. Segundo a gestão estadual, o grupo está no estado […]

  • Nefrologista aponta quando dor na lombar pode indicar infecção renal

    Nefrologista aponta quando dor na lombar pode indicar infecção renal

    Canva/ Reprodução
    Mulher com a mão nas costas sentindo dor na lombar, um sintoma de infecção renal

    A dor na lombar é uma condição crônica que pode afetar cerca de 80% da população em algum momento da vida, conforme afirma um artigo da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Apesar de comum, esse incômodo pode denunciar mais que um problema na postura ou na coluna, mas sim uma infecção renal.

    De acordo com o nefrologista Mendell Lemos, do Hospital Santa Lúcia, a dor na região lombar indica uma condição renal quando vem acompanhada de outros sintomas sistêmicos como febre, fadiga, náuseas ou vômitos. “Esses são sintomas que indicam a presença da infecção renal. Pacientes com estes quadros devem procurar atendimento imediatamente. Hipotensão, confusão mental e fraqueza, são sintomas de gravidade, por associarem-se a quadros sépticos, e necessitam de hospitalização para manejo adequado”, alerta.

    Close up das costas de uma mulher com as mãos apoiadas sentindo dor na lombar, que pode indicar a presença de infecção renal. Metrópoles
    A dor na lombar pode indicar a presença de infecção renal, quando associada a outros sintomas sistêmicos

    Infecção renal é mais comum em mulheres

    Chamada pielonefrite, a infecção nos rins costuma acometer mais mulheres, devido à anatomia do trato urinário feminino, que favorece a incidência de infecções urinárias. “Negligenciar sintomas de uma cistite ou tratamentos inadequados pode favorecer a incidência de complicações. Além disso, condições como o diabetes, histórico de infecções urinárias e malformações do trato urinário elevam o risco”, destaca Mendell Lemos.

    De acordo com o nefrologista, na população composta por mulheres em idade fértil, existe forte uma associação entre pielonefrite e comportamento sexual. “O ideal é uma consulta com nefrologista para identificar e tratar os fatores de risco.

    “A principal preocupação é a evolução para quadros de sepse, que são potencialmente fatais. Há risco de formação de abscessos renais, que são acúmulos de pus no tecido renal e requerem tratamento cirúrgico para drenagem”, alerta.

    Como prevenir a infecção renal

    Quadros repetidos de infecção podem levar ainda a cicatrizes renais com danos permanentes aos rins e evolução para doença renal crônica. Para evitar complicações, o médico recomenda medidas de prevenção como hidratação adequada, bom controle de comorbidades, especialmente diabetes, e evitar automedicação, “principalmente o uso empírico de antibióticos para tratamentos de infecções urinárias”.

    foto ilustrativa de mulher com Infecção urinária - Metrópoles
    Considerada uma das infecções mais comuns, principalmente em mulheres, a infecção urinária é provocada pela bactéria Escherichia coli na maioria das vezes

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  • Resumo do BBB 26 hoje: madrugada de Festa tem treta entre brothers, ‘vingança’ do Líder e Veteranos contra Babu

    Resumo do BBB 26 hoje: madrugada de Festa tem treta entre brothers, ‘vingança’ do Líder e Veteranos contra Babu

    Fogo no parquinho! 🔥A madrugada deste sábado (7) foi agitada na casa do BBB 26! Após participarem da prévia da dinâmica Duelo de Risco, Samira e Jordana protagonizaram um bate-boca acalorado, precisando ser afastadas por outros brothers. “Todo mundo que você anda aqui você já falou aqui na casa”, disparou a brasiliense contra a atendente […]

  • Bittar X Bocalom: As razões de cada um …

    Bittar X Bocalom: As razões de cada um …

    Tancredo Neves, governador de Minas Gerais, tinha dois aliados esperando na ante sala. O primeiro entrou e iniciou a conversa. _ Dr. Tancredo, vi que aquele sujeito imprestável querendo falar com o senhor, ele não vale nada, é um traidor. Com a voz mansa Tancredo respondeu: _ Você está certo, tem razão. Eles mudaram de […]

  • Democracia racial com Simas

    Democracia racial com Simas

    Getty Images
    Grupo de pessoas sentado em mesa de refeição. Todos estão sorrindo e interagindo um com o outro - Metrópoles

    Flávio foi para o bar beber. Flávio fugiu, fugiu da despedida de Camilo, amigo que se mudava para Santa Catarina. A reunião exalava desejos de boa sorte,  saudades antecipadas e visitas futuras que jamais seriam fotografadas. Mas Flávio fugiu.

    Flávio era amigo de infância de Camilo, mesmo bairro, colégios e amigos. Continuaram se encontrando durante os anos, seguiram recontando as histórias do passado e narrando as vivências do presente, cultivando reciprocidades. Havia um sentimento genuíno que nem o abismo ideológico conseguiu destruir. Aprenderam a ignorar a política e os papos prendiam-se às experiências pessoais e pequenas confissões. Foi um aprendizado longo, ameaçado a cada eleição presidencial. Não se falaram quando Lula foi eleito e reeleito e quando Bolsonaro venceu o pleito. Afastaram-se durante o impeachment da Dilma. A única eleição com boteco entre os dois foi a última. Camilo era um antipetista ferrenho, mas não suportava mais Jair.

    Se as coisas estavam resolvidas entre eles, a família de Camilo nada tinha com isso. Todos advogados ou comerciantes, achavam que tinha o direito de fuzilar Flávio porque ele se formou em História. Há décadas Flávio suportava as mesmas piadas cretinas de quem despreza professores porque o salário no geral é uma merda. Mal sabiam que dava pra viver bem dando aula em duas escolas de elite.

    Flávio conversava com Camilo e três tios dele. O papo fluía entre futebol, BBB e nostalgias. Até que a conversa aterrissou no racismo. Um tio mais velho decretou: “Antes não tinha essa história, todo mundo era amigo, negão era negão e não tinha isso de racismo”. Todos concordaram. “O Brasil vivia em paz. Eu sempre tive amigos negros, a gente fazia piada e não tinha problema”, disse outro tio. “Agora é isso, direito pra gays, negros, índios, o país não vai pra frente por isso”.

    Flávio olhava. Todos eram brancos na festa. Convivia com aquela família há décadas e nunca vira um homem ou mulher negra ou preta entrar naquela casa como convidado – só trabalhando. Desde que começou a namorar Alice, desde que começou a ouvir e a aprender com Alice, as pautas feministas e raciais passaram de um tema importante para o sangue que corre nas veias. Foi crescendo uma raiva no peito de Flávio, ele queria falar mas as ideias embaralhavam, sabia que perderia a razão, gritaria e se envergonharia depois. Disse que iria ao banheiro. Fugiu pro bar.

    Pegou um Uber direto pra um boteco perto de casa. Sentou no balcão, pediu uma Heineken porque esqueceu da sua crítica ao status social inventado e ao preço bem mais caro da cerveja. Tomou meia garrafa sem respirar. Olhou pro bar e viu em uma mesa o historiador Luiz Antonio Simas. Teve vontade de conversar mas desistiu. Mas quando o Simas parou do seu lado pra pedir mais uma, tomou coragem e perguntou: “Mano, como alguém ainda pode falar em democracia racial até hoje?”, “Por quê?”, Flávio resumiu a conversa na festa.

     

    Então Simas disse: “O mito da democracia racial foram tentativas de pensar um Brasil consensual, que fundamentalmente privilegiava uma certa herança branca. O que há agora é que, depois de um certo momento, isso se esgarça e nem esse projeto se sustenta mais. Veja bem, o branqueamento foi um projeto de Estado e o projeto de uma geração de intelectuais. Esse branqueamento não dá certo e aí você cai no campo da mestiçagem cordial, uma inclusão subalterna: incluir o negro e o indígena dentro do processo de formação nacional, mas subalternizados pela ideia de que o branco, civilizatoriamente, era superior. E isso está aí, nessa guerra que está sendo jogada. O Brasil é isso: uma rinha. E acho que essa rinha continua, hoje, muito aflorada”.

    Flávio disse que teve vontade de xingar, mas sabia que não iria funcionar, “O que fazer?”, perguntou. Simas: “O que fazer? Eu poderia responder com aquela sinceridade absoluta dizendo que não tenho a menor ideia. Mas acho que é necessário a gente saber que é um jogo. E algumas vezes a lógica do jogo é a gente não ser aniquilado em um certo momento. Se a gente imaginar que isso aqui é uma espécie de jogo de capoeira, é preciso reconhecer que, da mesma forma que o ataque é fundamental, também é fundamental a arte da esquiva, a arte da ginga, a arte do drible. É fundamental construir formas de vida que permitam que a brasilidade consiga sobreviver”**

    Simas iria continuar quando Flávio viu Alice passar na rua. Correu para chamá-la e nem percebeu, deixou Simas falando sozinho.

     

    * Trecho de entrevista à revista Continente (Agosto de 2022)

    **Trecho de entrevista à coluna de Chico Alves no uol (04/07/2021)

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    Skin Streaming: como o minimalismo pode salvar sua pele

    Getty Images
    skincare

    O excesso de produtos na skincare pode estar causando justamente os problemas que você tenta combater. A pele sobrecarregada acaba se tornando reativa, sensível e sem o brilho natural desejado.

    O conceito de Skin Streaming surge como uma revolução necessária no mundo da beleza atual. Ele propõe a simplificação máxima da sua rotina de cuidados para o que é essencial. Aprenda a adotar o minimalismo e recupere o viço da sua pele.

    Regra dos Três: o que é realmente inegociável?

    Para adotar o Skin Streaming, você precisa focar nos pilares que realmente fazem a diferença real. Existem três passos que são inegociáveis para manter a saúde cutânea em dia.

    Continue a leitura no site Alto Astral, parceiro do Metrópoles.

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