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  • Superlotação faz Ivete parar trio e conduzir público sem cantar em SP

    Superlotação faz Ivete parar trio e conduzir público sem cantar em SP

    Danilo M. Yoshioka / Especial Metrópoles
    Imagem colorida da cantora Ivete Sangalo - Metrópoles

    A cantora Ivete Sangalo, que comanda um trio elétrico no pré-Carnaval de São Paulo, neste sábado (7/2), no circuito do Parque do Ibirapuera, na zona sul da capital paulista, decidiu interromper sua apresentação e chegou a parar de cantar devido à superlotação do bloco.

    Quando o trio chegou às proximidades da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), a cantora baiana parou de cantar e começou a levar o trio mais devagar, manifestando receio com a aglomeração de pessoas.

    Ao microfone, Ivete pediu para os foliões não empurrarem e para quem estava mais à frente ir andando até o Monumento das Bandeiras – que fica localizado em um espaço mais amplo. Em determinado momento, a cantora ameaçou encerrar o bloco antecipadamente, para garantir a segurança de todos.

    . Depois dos insistentes pedidos da cantora e da ajuda da organização, o trio elétrico conseguiu seguir o seu trajeto para a reta final do bloco.

    Assista:

    Ivete se apresenta em um trio elétrico do bloco Quem Pede, Pede, no circuito do Parque Ibirapuera, zona sul da cidade.

    Carnaval 2026: confira programação completa de bloquinhos em São Paulo

    Polícia fez alertas sobre possível superlotação

    Como o Metrópoles informou, a Polícia Militar de São Paulo já havia traçado planos para uma possível superlotação durante a primeira apresentação de Ivete Sangalo na história do Carnaval de rua paulistano, no Ibirapuera.

    Antes do evento, nem mesmo a São Paulo Turismo (SPTuris), responsável pela organização, sabia dizer quantas pessoas comportava o circuito montado na avenida Pedro Álvares Cabral, entre o Parque do Ibirapuera e o Palácio 9 de Julho, sede da Alesp. Um plano de atuação foi discutido na última quarta-feira (4/2) na subprefeitura da Vila Mariana.

    A expectativa era a de um público gigantesco, a ponto de um plano de contenção para o caso de superlotação ter sido discutido. Na reunião, foi decidido que abrir as portas do privatizado Parque do Ibirapuera para o público era a última possibilidade. Primeiro a PM liberaria o espaço entre o tapume e o portão do parque, depois os portões do próprio circuito, do corredor de emergência e, enfim, como plano D, o Ibirapuera.

    A polícia fez alertas. Avisou que o trio elétrico não poderia, de jeito nenhum, parar no “funil (em frente) da Alesp”, e deveria passar direto até o Monumento das Bandeiras. “Parar nesse funil pode gerar o estouro dos tapumes e linhas de vida, o que ocasionaria em desastre“, avisou um representante da PM.

    A PM também demonstrou preocupação com a chegada dos foliões ao circuito. Na reunião, pediu um maior número de gradis para fazer contenção do público que estará chegando no circuito. A SPTuris, porém, disse que não conseguia atender a demanda “por causa do contrato”.

    Bloco da Ivete

    A estreia de Ivete no Carnaval paulistano é patrocinada pela 99, empresa de transporte por aplicativo. A gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) anunciou o bloco como uma das principais atrações deste ano.

    A cantora chegou ao Ibirapuera escoltada pelo Choque da Polícia Militar de São Paulo (PMSP) por volta das 8h30. A dispersão está prevista para as 14h.

    Para a realização do evento, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) começou a bloquear as ruas da região por volta das 3h.

    Antes do show, em entrevista ao Metrópoles, Ivete comemorou a estreia.

    ”Estou felicíssima, essa cidade (São Paulo) que me abraça desde o meu começo de carreira. Poder fazer um Carnaval aqui, para mim, é um sonho.”

    Carnaval de São Paulo

    Além de Ivete, a programação deste sábado no circuito Ibirapuera inclui os blocos Forrozin, de Mariana Aydar, e Bicho Maluco Beleza, do cantor pernambucano Alceu Valença.

    Para domingo (7/2), entre os destaques está o Acadêmicos do Baixo Augusta. A tradicional atração dividirá a Consolação, na região central da capital paulista, com o Bloco Skol, que terá o DJ escocês Calvin Harris se apresentando.

  • Rayan titular! Bournemouth escala joia brasileira contra Aston Villa

    Rayan titular! Bournemouth escala joia brasileira contra Aston Villa

    Reprodução/ Instagram – @afcb
    rayan

    O atacante brasileiro Rayan, de 19 anos, vive um momento histórico na carreira: ele será titular pelo AFC Bournemouth na partida contra o Aston Villa neste sábado (7/2), pela 25ª rodada da Premier League

    Rayan foi revelado pelo Vasco da Gama, onde se destacou como um dos principais talentos do futebol brasileiro em 2025, com gols, assistências e convocações para seleções de base.

    Ele foi transferido para o clube inglês no último 27 de janeiro, em uma negociação de cerca de 35 milhões de euros, aproximadamente R$ 220 milhões. Ele assinou contrato até junho de 2031 e vestirá a camisa 37 dos Cherries.

     

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    Essa será a primeira vez que o jovem centroavante inicia uma partida como titular na elite do futebol inglês. O Bournemouth, comandado pelo técnico Andoni Iraola, vê em Rayan a reposição ideal para a saída de Semenyo, vendido ao Manchester City.

  • Jhon Arias é do Palmeiras; contrato com colombiano vai até 2029

    Jhon Arias é do Palmeiras; contrato com colombiano vai até 2029

    Reprodução/Instagram
    Palmeiras Arias

    O Palmeirasoficializou, neste sábado (7/2), a contratação do atacante colombiano Jhon Arias, de 28 anos, como um dos principais reforços para a temporada.

    O jogador, que estava no Wolverhampton, da Inglaterra, assinou contrato até dezembro de 2029 com o Verdão, em uma negociação avaliada em 25 milhões de euros, cerca de R$ 155 milhões na cotação atual, tornando-se uma das contratações mais caras da história do clube, empatando com Vitor Roque no topo da lista.

     

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    Arias chega ao Palmeiras após uma passagem curta pelo futebol inglês, apenas seis meses no Wolves, onde fez poucos gols e assistências, mas com um histórico forte no Brasil: ídolo do Fluminense entre 2021 e 2025, onde conquistou a Libertadores de 2023, o bicampeonato carioca (2022 e 2023) e a Recopa Sul-Americana de 2024. Pelo Tricolor, foram 47 gols e 55 assistências.

  • Tio de Rodrigo Castanheira: "Acabaram com uma pessoa maravilhosa"

    Tio de Rodrigo Castanheira: "Acabaram com uma pessoa maravilhosa"

    Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
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    O fisioterapeuta Flávio Henrique Fleury (foto em destaque) se manifestou, na manhã deste sábado (7/2), sobre a morte do sobrinho Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, 16 anos. Rodrigo estava internado desde 22 de janeiro após ser agredido pelo piloto Pedro Arthur Turra Basso, 19, e não resistiu.

    Flávio entende que a morte do sobrinho ocorreu por motivo banal. “Acabaram com uma pessoa maravilhosa de forma gratuita”, declarou por meio das redes sociais ao confirmar o óbito. “Não resistiu”, resumiu o tio.

    Rodrigo foi agredido por Pedro Turra em 22 de janeiro. Vídeos registrados por colegas de Turra mostram os dois em luta corporal, quando o piloto dá um soco no adolescente que o faz bater a cabeça na porta de um carro.

    Ele chegou a vomitar sangue enquanto era socorrido e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Brasília, em Águas Claras (DF), horas depois, onde ficou até este sábado (7/2).

    Rodrigo era morador do DF e estudava no Colégio Vitória Régia. Amigos, familiares e jovens da capital realizaram duas vigílias na porta do Hospital Brasília em oração ao rapaz — a última foi realizada nessa sexta-feira (6/2).

    O que pode acontecer agora

    Com a confirmação da morte do adolescente, a tipificação do crime pode ser alterada para lesão corporal com resultado morte, o que aumenta a gravidade da acusação e a possível pena a ser cumprida pelo piloto Pedro Turra.

    A família de Rodrigo Castanheira pede justiça. Amigos e colegas organizaram homenagens nas redes sociais e vigílias em frente à escola do jovem.

    A Polícia Civil, por meio da 38ª DP, relatou o inquérito sobre o caso nessa sexta-feira (6/2).

  • Birkenstock para noivas: conforto no casamento inspira linha exclusiva

    Birkenstock para noivas: conforto no casamento inspira linha exclusiva

  • Equipe de Cowboy se pronuncia sobre proximidade polêmica com Gabriela

    Equipe de Cowboy se pronuncia sobre proximidade polêmica com Gabriela

    Reprodução/Instagram
    Montagem colorida de Alberto Cawboy e Gabriela - Metrópoles

    A equipe de Alberto Cowboy se manifestou na última sexta-feira (6/2) após a repercussão de comentários e interpretações sobre a relação do participante com Gabriela Saporito dentro do BBB 26. Em comunicado, os administradores do perfil afirmaram que liberdade de expressão não autoriza difamação e alertaram para possíveis consequências jurídicas diante da disseminação de conteúdos considerados falsos.

    O assunto também foi comentado por outros confinados. A participante Samira, por exemplo, falou sobre a proximidade entre os dois: “Ai, gente, umas conversas… Desculpa, talvez vou falar uma coisa que não vai cair bem. Conversas maliciosas com uma pessoa! Gabi, para mim, é um baby. Eu sou um baby, mas a Gabi também é…”.

    O que diz a equipe de Cowboy

    Segundo a nota divulgada pela equipe de Alberto Cowboy, nas últimas horas teria se formado um “efeito manada”, em que recortes e imagens passam a ter mais peso do que os fatos.

    O comunicado afirma que Gabriela estaria sendo colocada em um lugar de fragilidade, apesar de ser uma mulher adulta e responsável por suas escolhas, enquanto Alberto estaria sendo alvo de projeções pessoais e leituras maliciosas sobre gestos que, segundo os administradores, são de cuidado e respeito.

    Leia a nota na íntegra:

    “O direito de um se encerra onde o direito do outro se inicia. Estamos falando diretamente de liberdade de expressão, opiniões pessoais e inverdades criadas a partir de diferentes interpretações. Todos têm direito à opinião, mas esse direito não é absoluto e implica responsabilidade. Opinião não autoriza difamação e, quando falas atingem terceiros dessa forma, geram consequências, inclusive jurídicas. O que temos visto nas últimas 24 horas é um efeito manada, em que imagens e recortes passam a valer mais do que os fatos. Em um reality show, isso se intensifica, com interpretações coletivas ganhando força na mídia, mesmo quando não correspondem à realidade.

    Desde o início, a participante Gabriela foi colocada em um lugar de fragilidade e infantilização, apesar de ser uma mulher adulta, capaz e responsável por suas próprias escolhas. Alberto, por sua vez, vem sendo constantemente lido a partir de projeções pessoais. A todo momento, ele se mostra um homem mais velho, maduro, calmo, educado e respeitoso com o coletivo. Em vez disso ser compreendido como maturidade, passou a ser tratado com desconfiança e malícia, com gestos de cuidado e escuta sendo distorcidos e associados a intenções que não existem, independentemente de com quem ele interaja dentro do programa.

    Dentro da Casa, o que se vê é uma relação de educação e respeito com todos os participantes, incluindo a Gabriela. Diante de acontecimentos provocativos, de exclusão e rejeição por parte de outros participantes do game, foi ao lado de pessoas que não emitem falsas acusações para se sobressair em embates que ela se sentiu acolhida. Fora da Casa, especialmente nas redes sociais, construiu-se uma narrativa falaciosa, com acusações sem fundamento e suspeitas retorcidas, sem qualquer prova que as sustente.

    Deixamos claro, como administradores do perfil do Alberto, que não há nenhuma fala, atitude ou comportamento dele que sustente esse tipo de acusação. Após semanas de convivência, não existe qualquer fato que confirme essa narrativa. Reforçamos que Alberto não tem conhecimento das falas feitas em sua ausência e não pode responder pelo que terceiros dizem; nós, fora da Casa, assumimos essa responsabilidade. Seguiremos adotando as medidas cabíveis contra a disseminação de conteúdos falsos e difamatórios, pois suspeitas sem base não protegem ninguém: apenas alimentam estigmas, geram violência simbólica, distorcem relações e colocam reputações em risco para sustentar narrativas tendenciosas.”

  • OMS confirma morte por vírus Nipah em Bangladesh

    OMS confirma morte por vírus Nipah em Bangladesh

    National Institute of Allergy and Infectious Diseases/Unsplash
    Imagem colorida artificialmente mostra o vírus nipah - Metrópoles

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou, nessa sexta-feira (6/2), um novo caso do vírus Nipah em Bangladesh, que terminou com a morte da paciente.

    A vítima era uma mulher, entre 40 e 50 anos, que começou a apresentar febre e sintomas neurológicos em 21 de janeiro. Ela foi internada alguns dias depois e morreu no hospital após a confirmação da infecção.

    O caso foi registrado na Divisão de Rajshahi, uma das regiões do país onde pequenos surtos foram observados anteriormente.

    Autoridades de saúde identificaram 35 pessoas que tiveram contato com a paciente. Todas foram testadas e permanecem sob monitoramento, sem registro de exames positivos até agora.

    Possível origem da infecção

    A suspeita é que a infecção tenha ocorrido após o consumo de seiva crua de tâmara, prática comum em algumas áreas do país. O alimento pode ser contaminado por secreções de morcegos frugívoros, considerados hospedeiros naturais do vírus Nipah.

    Identificado pela primeira vez no fim da década de 1990, o vírus pode provocar desde sintomas leves até quadros graves, com complicações neurológicas e respiratórias. Febre, dor de cabeça, fraqueza, vômitos e convulsões estão entre as manifestações descritas.

    Bangladesh notificou o primeiro caso em 2001 e continua registrando ocorrências esporádicas. Segundo a OMS, quatro mortes associadas ao vírus foram relatadas no país ao longo de 2025. A organização mantém vigilância ativa na região e também acompanha episódios recentes registrados na Índia.

    Apesar da gravidade potencial da doença, a OMS considera improvável uma disseminação global neste momento.

  • Com morte de adolescente, como fica a situação penal de Pedro Turra

    Com morte de adolescente, como fica a situação penal de Pedro Turra

    Material obtido pelo Metrópoles
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    A morte do estudante Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, muda de forma decisiva o rumo do processo criminal envolvendo o ex-piloto da Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, 19 (foto em destaque). O que antes era investigado como lesão corporal gravíssima, agora, pode se tornar lesão corporal seguida de morte, crime mais grave, com pena que pode chegar a 12 anos de prisão. A reclassificação tende a impactar diretamente o futuro jurídico e pessoal de Turra, que já está preso preventivamente.

    Rodrigo morreu neste sábado (7/2), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Brasília, em Águas Claras. O jovem estava internado em estado crítico desde o dia 22/1, após sofrer traumatismo craniano grave durante uma briga em Vicente Pires. Apesar dos esforços médicos, não resistiu às complicações. O óbito foi confirmado pelo advogado da família, Albert Halex.

    Com a morte do adolescente, o caso deixa de ser tratado apenas como agressão grave.

    A principal diferença entre a lesão corporal com resultado morte e o homicídio culposo reside no dolo (intenção) e no objetivo inicial do autor. No homicídio culposo, a morte ocorre por negligência, imprudência ou imperícia, sem intenção de ferir ou matar. Na lesão corporal seguida de morte, o autor quer lesionar (dolo na lesão), mas o resultado morte é inesperado e ocorre por culpa.

    O inquérito, já concluído pela 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), agora está nas mãos do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que analisará a possível mudança na tipificação do crime.

    Veja fotos do adolescente morto:

     

    Prisão preventiva

    Turra foi preso preventivamente no dia 30/1, em casa, sob protestos de moradores. Ele já havia sido detido anteriormente, mas foi liberado após pagamento de fiança de R$ 24 mil. Agora, permanece à disposição da Justiça.

    Segundo a investigação, a briga começou após Turra jogar um chiclete mascado em um amigo da vítima, o que gerou provocações e agressões físicas. Vídeos mostram o momento em que o ex-piloto desfere um soco em Rodrigo, que cai e bate violentamente a cabeça contra um carro. O jovem perdeu a consciência e chegou a vomitar sangue enquanto recebia socorro.

    Episódios de violência

    Durante coletiva, o delegado Pablo Aguiar afirmou que o investigado já teria se envolvido em outros episódios de violência e classificou o comportamento como preocupante. A defesa contestou as declarações, alegando possível abuso de autoridade.

    Após a repercussão do caso, vieram à tona outras ocorrências policiais atribuídas ao ex-piloto, entre elas:

    Dor e pedidos de justiça

    Familiares, amigos e colegas de escola de Rodrigo organizaram homenagens nas redes sociais e vigílias em frente à instituição onde ele estudava. A família pede justiça e responsabilização pelo ocorrido.

    Enquanto o Ministério Público avalia a nova classificação do crime, a morte do adolescente marca um ponto sem retorno no caso. Para Turra, o que antes era uma acusação por agressão pode agora representar uma condenação mais severa — e um futuro incerto diante da Justiça

  • Famílias desalojadas devem retornar para casa a partir de segunda (9)

    Famílias desalojadas devem retornar para casa a partir de segunda (9)

    A Defesa Civil Municipal iniciou o planejamento para o retorno das famílias desalojadas às suas casas a partir da próxima segunda-feira, 9. A informação foi repassada pelo coordenador municipal da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão. Segundo ele, toda a logística já está sendo organizada para garantir o transporte seguro dos moradores que ainda permanecem abrigados […]

  • Homem invade casa de ex e vizinhos impedem estupro após ouvir gritos

    Homem invade casa de ex e vizinhos impedem estupro após ouvir gritos

    A vítima relatou que foi agredida com socos e enforcada na frente do filho, que correu para rua e gritou por socorro