
O primeiro fim de semana do calendário de Carnaval na cidade de São Paulo traz uma preocupação que se repete ano após ano: os furtos e roubos de celular nos blocos. Levantamento baseado em dados da própria polícia mostra que, .
Cada registro pode ter um ou mais aparelhos levados por ladrões em toda a cidade, não apenas no locais onde ocorrem as aglomerações do Carnaval. Lugares que receberam os megablocos foram aqueles que tiveram, por consequência, a maior incidência de crimes registrados pela Polícia Civil.
Dicas de como curtir os bloquinhos com segurança:
Palco de algumas das principais apresentações do carnaval paulistano, a Avenida Pedro Álvares Cabral, ao lado do Parque Ibirapuera, liderou o ranking em 2025, com 315 furtos ou roubos ao longo dos dias de folia na cidade. Além da via, que é o “endereço dos blocos”, o próprio parque e a Praça Armando de Sales Oliveira (onde fica o Monumento às Bandeiras), responderam, juntos, por mais 77 crimes.
Outro ponto que teve atuação intensa dos ladrões de celular foi a Rua da Consolação, com mais de 230 casos nos dias oficiais de Carnaval em 2025. Nas proximidades, a Augusta teve mais de 150.
Também chama a atenção a Avenida Marquês de São Vicente, na Barra Funda, com quase 200 ocorrências relacionadas a aparelhos telefônicos.
Para chegar aos números, o Metrópoles usou a metodologia indicada pela própria Secretaria da Segurança Pública (SSP), que determina a remoção de ocorrências em duplicidade por nome de delegacia, ano e número de BO, na planilha de dados abertos registrados oficialmente pela Polícia Civil.
Comparativos
Os números mostram que, além da explosão no número de furtos e roubos de celular na capital paulista, os blocos trazem uma concentração desse tipo de crime em lugares que, se não fosse o evento, teriam, relativamente, uma pequena presença de ladrões.
Na comparação, os oito dias oficiais de folia tiveram média diária de furtos e roubos de celular 54% superior ao fim de semana de 22 e 23 de março (449), quando o Carnaval já tinha ficado na lembrança.
Nesses dois dias, a Pedro Álvares Cabral voltou a ser somente uma via de passagem ao lado do Ibirapuera e teve apenas dois furtos, mesma quantidade registrada na Consolação.
Precaução
Como os furtos e roubos são comuns em meio à aglomeração, muitos foliões já têm estratégias próprias para evitar que ladrões levem seus celulares durante o Carnaval.
A estagiária Ana Beatriz Mendes, 21 anos, diz que amigos já tiveram celulares levados por ladrões ou até perderam os aparelhos em meio à multidão. Por isso, dá dicas do que fazer para evitar transtornos.
“Se for levar celular, pode colocar uma cordinha e amarrar por dentro da roupa, mesmo. Não por fora e nem deixar em bolso, porque é muito fácil de pegarem e levar embora”, afirma.
Estudante de psicologia Rosana Carvalho, 19 anos, já viu amigos perderem o celular em meio aos blocos e, por isso, deixa o aparelho em casa. “Não levo celular em nenhum bloquinho e estou sempre de pochete ou aquelas bolsas transversais. Coloco também uma fechadura, um lacre no zíper”, afirma.
O que diz a SSP
A Polícia Civil vai reforçar o atendimento, fazer ações preventivas e ampliar as investigações durante o período.
“Agentes à paisana irão atuar em pontos de grande concentração, além de policiamento preventivo especializado do Garra, com foco na repressão a furtos e roubos, especialmente de celulares”, diz a corporação, em nota.
Segundo a SSP, as unidades do DHPP e delegacias especializadas, incluindo voltadas a crimes de discriminação ou contra grupos vulneráveis, funcionarão normalmente, com apoio do Geacrim, que ampliará a capacidade de resposta a ocorrências sensíveis durante o período festivo. “Somado a isso, as delegacias terão plantões reforçados e a Delegacia Eletrônica seguirá disponível, inclusive para registros em inglês e espanhol”, diz.













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