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    Acre ganha papel estratégico em nova rota de integração do Brasil com o Pacífico

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    PCDF publica edital para delegado com salário inicial de R$ 26,6 mil

    Hugo Barreto / Metrópoles
    PCDF

    Foi publicado nesta quarta-feira (4/2) o edital do concurso público para o cargo de delegado de polícia do Distrito Federal, com oferta de vagas imediatas e formação de cadastro de reserva.

    A seleção será organizada pelo Cebraspe e contará com múltiplas etapas eliminatórias e classificatórias.

    O edital confirma a consolidação de um cronograma que vinha sendo desenhado desde o fim de 2025. Em 8 de dezembro de 2025, a PCDF definiu o Cebraspe como banca organizadora.

    Vagas e remuneração

    De acordo com o edital, o concurso prevê 26 vagas imediatas e cadastro de reserva, contemplando ampla concorrência e políticas de cotas. A remuneração inicial do cargo é de R$ 26.690,15, já considerando o reajuste salarial aprovado para a carreira.

    Requisitos

    Para concorrer ao cargo de delegado, o candidato deve possuir:
    • Diploma de bacharel em Direito, reconhecido pelo MEC;
    • Três anos de atividade jurídica ou policial, comprovados nos termos do edital;
    • Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria “B” ou superior, entre outros requisitos legais.

    Etapas do concurso

    O processo seletivo será composto por duas grandes etapas:

    Primeira etapa
    • Prova objetiva
    • Prova discursiva
    • Prova oral
    • Exames biométricos e avaliação médica
    • Teste de capacidade física
    • Avaliação psicológica
    • Investigação social e sindicância de vida pregressa

    Segunda etapa
    • Curso de formação profissional
    • Avaliação de títulos

    Todas as fases presenciais ocorrerão no Distrito Federal.

    O edital completo, com cronograma, conteúdo programático e regras de inscrição, está disponível no site do Cebraspe e no Diário Oficial do DF.

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    Kassab quer encaçapar

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    Ambulantes esperam faturar até R$ 1,5 mil com bloco de Ivete no sábado

    William Cardoso/Metrópoles
    Imagem mostra pessoas próximas a barraca - Metrópoles

    Não é por acaso que vendedores ambulantes têm formado fila, desde o dia 26 de janeiro, em uma praça nas proximidades do Parque Ibirapuera. Eles têm a expectativa de faturar, no sábado (7/2), mais de R$ 1.500 com a venda de bebidas durante o show de Ivete Sangalo no Carnaval de São Paulo.

    Durante o ano todo, Alyne Perez Marioto, 40 anos, vende cabelos humanos para se fazer apliques. Mas, quando fevereiro se aproxima, ela se prepara para trabalhar como ambulante no Carnaval. Faz cadastro, pega colete, guarda-sol e isopor, dando início à saga de vender bebidas para os foliões durante os dias de festa.

    A expectativa de Alyne neste ano é bem elevada, porque Ivete Sangalo deverá arrastar um multidão ao se apresentar pela primeira vez em um bloco de rua de São Paulo, na Avenida Pedro Álvares Cabral, ao lado do Ibirapuera.

    “Não dá para falar o número exato [de cervejas vendidas], não dá para falar muito em valores que a pessoa comprou de mercadoria. Mas vamos dizer que, em um show de Ivete Sangalo, você faça de R$ 1.500 para cima”, afirma.

    O valor estimado é líquido. Ambulantes são obrigados a comprar produtos de uma gigante das bebidas, que cobra R$ 4,25 por cada cerveja, por exemplo. A unidade será revendida por R$ 10 ao consumidor final. Para manter tudo “trincando” em meio ao calorão de fevereiro, ambulantes gastam, em média, R$ 70 por dia com gelo.

    Em anos anteriores, ambulantes chegaram a calcular mal o potencial de venda de alguns blocos. Um vendedor disse à reportagem que se surpreendeu durante uma apresentação do BaianaSystem, quando levou pouca cerveja por não botar fé na capacidade de consumo do público. No fim, acabou vendo os foliões querendo levar até a água acumulada no isopor, resultado do gelo derretido, segundo relataram.

    Quando o assunto é dinheiro, nem tudo é festa. A costureira Josileide Nunes da Silva, 60 anos, trabalha com ambulante no Carnaval e diz que muita gente acaba “caindo do cavalo” ao superestimar os ganhos durante a passagem dos blocos. “Alguns vêm e dizem que ganharam R$ 10 mil no primeiro dia, quando não ganharam nem R$ 1.000”, afirma. “Tem muito novato, pessoas sem experiência, que não sabem o que é isso aqui.”

    “Aquilo preso”

    Mas nem só da busca pelo dinheiro vive o carnaval de Josileide. Quando Ivete começar a cantar, a costureira vai querer mais que a grana dos foliões. Ela sonha em tecer, como fantasia, o seu sonho de diversão em meio à dureza a vida.

    “Sou costureira o ano inteiro, trabalho em casa, tenho minhas máquinas, só que, quando chega a época do Carnaval, eu tô com aquilo preso dentro de mim, quero sair, extravasar, curtir. Não ganho muita coisa, mas o que ganho é o fato de aproveitar os dias de Carnaval”, afirma.

    Segundo Josileide, o trabalho é sofrido, desorganizado, mas ela não abre mão de ser ambulante durante o Carnaval. “A gente vem, porque a gente gosta. É [unir] o útil ao agradável”, diz. “A gente extrapola. Vem e vê os artistas, que é uma oportunidade que a gente tem”, afirma.

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  • Mercado livre de energia em alta: evite risco na escolha do fornecedor

    Mercado livre de energia em alta: evite risco na escolha do fornecedor

    04/02/2026 06:00, atualizado 04/02/2026 06:00

    metropoles.com

    A ampliação do mercado livre de energia vem mudando a forma como empresas contratam e gerenciam os custos com eletricidade no Brasil. Com mais liberdade para negociar condições, preços e prazos diretamente com os fornecedores, o modelo se consolida como uma alternativa inteligente para quem busca eficiência e redução de despesas.

    Empresas interessadas em planejar os custos de energia com previsibilidade devem ingressar no mercado livre, principalmente, aquelas de setores com demanda elevada de energia elétrica.

    Esse cenário é especialmente indicado para supermercados, já que esse tipo de negócio exige custos elevados para manter equipamentos de refrigeração e de climatização do ambiente.

    Fotografia colorida mostrando mulher fazendo compras em supermercado-Metrópoles

    As vantagens vão além da energia mais barata. Como tudo é negociado diretamente com as comercializadoras, a prestação do serviço fica previamente definida em contrato. Por isso, é possível ter maior previsibilidade nos gastos com energia.

    Os contratos podem ser fechados sob medida de acordo com o consumo de eletricidade do negócio, considerando a sazonalidade, por exemplo.

    Porém, diante da ampla oferta de agentes que atuam nesse setor, escolher parceiros sólidos e experientes é um passo decisivo para garantir segurança e resultados consistentes no fornecimento de energia.

    Isso porque, com a entrada acelerada de novas comercializadoras, muitas sem capacidade madura de gestão de risco, a exposição à instabilidade contratual é ainda maior.

    Dessa forma, a contratação de empresas com atuação recente ou com estrutura ainda pouco consolidada pode trazer riscos relevantes à continuidade e à segurança do fornecimento de energia, incluindo a possibilidade de interrupções no serviço.

    Diante desse cenário, escolher fornecedores com trajetória reconhecida e experiência comprovada oferece maior previsibilidade, confiabilidade e proteção às operações.

    A escolha consciente contribui para uma transição segura ao mercado livre de energia, alinhada às necessidades e expectativas dos clientes.

    Economia que pode virar dor de cabeça

    A oportunidade de reduzir custos foi o que motivou o empresário Roberto Marques, proprietário de um resort em Porto Seguro (BA), a ingressar no mercado livre de energia. Mas, o que, inicialmente, parecia ser uma boa escolha se transformou em dor de cabeça.

    No segundo semestre de 2024, a empresa contratada entrou em recuperação judicial e vendeu a carteira de clientes a outra companhia, sem pedir a autorização dos clientes.

    Sem informações precisas e com o fornecimento de energia ameaçado, Roberto temeu pelos reflexos em um negócio com capacidade para receber até 600 hóspedes.

    “Entre o segundo semestre de 2024 e abril de 2025, vivemos momentos de desgaste e estresse, com a operação em risco e falta de transparência por parte do fornecedor. A empresa demonstrou que não era séria.”

    Roberto Marques, empresário

    O caso evidencia que decisões baseadas apenas em preço ampliam o risco de interrupção operacional e os prejuízos, especialmente, em atividades de consumo contínuo de energia.

    Em abril de 2025, Roberto rompeu o contrato e migrou para a comercializadora do Grupo Neoenergia, percebendo melhorias imediatas. “A diferença foi nítida desde o início. Agora, além de um serviço confiável, recebemos orientação sobre questões que nem sabíamos que eram essenciais. Fazer uma escolha segura foi fundamental para o meu negócio”, conta o empresário, que registrou redução de quase duas faturas por ano.

    O que ocorreu com Roberto não foi um caso isolado. Nos últimos anos, houve um crescimento de empresas comercializadoras que ingressaram de maneira excessivamente agressiva nesse segmento, seduzidas pela perspectiva de ganhos, mas acabaram não resistindo à dinâmica do setor.

    A falta de experiência ou de capacidade para entregar a energia prometida levou algumas delas à falência, prejudicando consumidores e gerando instabilidade no mercado.

    Por essa razão, os clientes devem estar atentos a parceiros com experiência comprovada, capacidade de gestão de risco e robustez técnica. Esses são fatores que deixam de ser diferenciais e tornam‑se critérios essenciais para evitar rupturas e garantir a continuidade do fornecimento.

    “Em setores que necessitam de previsibilidade e segurança, como hotéis e supermercados, é importante avaliar não apenas o valor financeiro, mas também a capacidade da empresa de cumprir os compromissos assumidos. A escolha por fornecedores que operam com responsabilidade e estrutura consolidada ajuda a evitar surpresas e prejuízos futuros”, afirma Rita Knop, diretora comercial da Neoenergia.

    Sólida experiência

    Com 28 anos de atuação no setor elétrico brasileiro e histórico de confiabilidade, a Neoenergia é uma das companhias mais experientes do país, com presença em todas as etapas do setor elétrico — inclusive gerando a energia que ela vende no mercado.

    A companhia também se destaca pelo elevado nível de satisfação entre os clientes da Neoenergia que está em 90%, e pela segurança financeira que garante mais estabilidade, menos risco e total confiança para os negócios das empresas

    A Neoenergia ainda possui certificação internacional (ISO 37.001) que reforça o compromisso com integridade de processos e combate à corrupção.

    “Oferecemos uma parceria estratégica ao cliente, com soluções energéticas integradas, inovadoras e seguras. Entendemos o negócio do cliente e buscamos soluções customizadas e adequadas às suas necessidades. Toda a energia que comercializamos é 100% renovável, com possibilidade de comprovação da origem por meio de certificados de energia renovável, os chamados I-RECs.”

    Rita Knop, diretora comercial da Neoenergia

    Entre os demais diferenciais da Neoenergia no mercado livre estão a liderança no setor, o suporte especializado em cada etapa do processo, a previsibilidade nas operações e a gestão inteligente da entrega da energia.

    Fotografia colorida mostrando pátio de fábrica-Metrópoles

    Seis passos para uma escolha segura

    O processo de abertura do mercado vem impulsionando a entrada de novas empresas no ambiente livre. Com mais opções disponíveis, cresce também a necessidade de atenção antes da assinatura de contratos. Conheça as principais recomendações:

    1. Verifique a reputação da empresa
      Pesquise o histórico do fornecedor, tempo de atuação, estrutura financeira, base de clientes e eventuais processos judiciais. Empresas sólidas costumam ter transparência e são consolidadas no setor.
    2. Avalie a estrutura financeira
      Cheque se a empresa possui capital próprio e estrutura financeira sólida para cumprir os contratos. Operadoras sem estrutura podem enfrentar dificuldades para honrar compromissos, colocando o fornecimento em risco.
    3. Exija contratos claros
      O contrato deve conter prazos, condições de reajuste, garantias e responsabilidades bem definidos. Leia com atenção e, se possível, peça apoio técnico e jurídico.
    4. Priorize empresas comgeração renovável própria
      Companhias que também geram energia, como a Neoenergia, têm mais previsibilidade e segurança, reduzindo riscos de inadimplência contratual.
    5. Fique atento a preços muito abaixo do padrão do mercado
      Preços abaixo da média podem indicar riscos ocultos. Embora ofertas agressivas possam parecer vantajosas à primeira vista, elas podem estar associadas a modelos de negócio frágeis, práticas comerciais pouco transparentes ou ausência de garantias contratuais robustas.
    6. Busque energia renovável certificada
      Optar por fornecedoras que oferecem energia 100% renovável, com certificados de energia renovável (I-RECs), é uma forma de unir economia e sustentabilidade.
  • O Código de Ética dos togados

    O Código de Ética dos togados

    DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES
    Estátua STF – Brasília(DF), 15/09/2017

    O Supremo Tribunal Federal deve ou não criar um Código de Ética para regular o comportamento dos seus ministros? Respostas de 1.055 leitores:
    Deve, sim – 89,9%
    É desnecessário – 10,1%