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  • “O MP tem procurado trabalhar de forma conjunta com a Prefeitura”, diz Bocalom em posse de Oswaldo D’Albuquerque

    “O MP tem procurado trabalhar de forma conjunta com a Prefeitura”, diz Bocalom em posse de Oswaldo D’Albuquerque

    Durante a solenidade de posse do procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, realizada nesta sexta-feira, 30, no auditório do Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC), o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), destacou a intenção de manter uma relação harmônica entre a Prefeitura da […]

  • MP: Pedro Turra age em grupo e transforma agressões em espetáculo

    MP: Pedro Turra age em grupo e transforma agressões em espetáculo

    Pedro Turra

    O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) sustenta que Pedro Arthur Turra Basso, preso nesta sexta-feira (30/1), não atua de forma isolada quando agride vítimas, mas repete um padrão de violência coletiva, cercado por aliados que filmam, incitam e ajudam a construir versões favoráveis após os ataques.

    O argumento consta no pedido de prisão preventiva apresentado à Justiça e foi um dos principais fundamentos usados pelo MP para defender que a liberdade do investigado representa risco concreto à ordem pública.

    Segundo o MP, as investigações revelaram que Pedro costuma agir acompanhado de um grupo de amigos que, de maneira coordenada, cerca a vítima, registra as agressões em vídeo e divulga as imagens, conferindo às cenas um caráter de espetacularização da violência.

    Para a promotoria, esse comportamento se repetiu em ao menos quatro episódios distintos, incluindo o ataque mais recente, ocorrido na madrugada de 23 de janeiro, quando um adolescente foi brutalmente espancado e arremessado contra um veículo, sofrendo traumatismo craniano grave.

    Violência filmada

    De acordo com o Ministério Público, os registros reunidos no inquérito mostram que Pedro não apenas agride, mas atua como protagonista de um “ritual de violência”, no qual terceiros desempenham papéis definidos, seja impedindo a fuga da vítima, seja gravando as cenas para posterior circulação nas redes sociais.

    “O que se observa é a repetição de um modus operandi: agressões praticadas em grupo, com registro em vídeo, transformadas em conteúdo”, aponta o MP.

    Em pelo menos três ocorrências anteriores, as agressões teriam sido filmadas por pessoas próximas ao investigado.

    Em uma delas, durante um conflito de trânsito, a vítima foi perseguida até o prédio onde morava e atacada. Em outra, uma adolescente teria sido coagida a ingerir bebida alcoólica diretamente da garrafa.

    Contumácia e risco de repetição

    Para o Ministério Público, o conjunto de episódios demonstra habitualidade criminosa, incompatível com a tese de um ato isolado ou impulsivo.

    Mesmo com apenas 19 anos, Pedro acumularia um histórico recente de ataques físicos contra desconhecidos e pessoas do próprio convívio.

    O MP destaca que, diferentemente do que a idade poderia sugerir, o investigado demonstra inclinação precoce e reiterada à violência, além de desprezo pelas consequências de seus atos.

    Tentativa de controlar a narrativa

    Outro ponto levantado pelo MP é a suspeita de interferência nas investigações. Prints de conversas obtidos pela polícia indicam que integrantes do grupo teriam sugerido a combinação de versões, incluindo a tentativa de imputar à vítima a origem do conflito, com alegações de que ela estaria armada.

    Para o Ministério Público, esse comportamento reforça a necessidade da prisão preventiva, já que parte das testemunhas é composta por adolescentes, considerados mais vulneráveis à intimidação.

    Prisão como única medida eficaz

    No pedido encaminhado à Justiça, o MP afirma que a liberdade provisória concedida após o pagamento de fiança não foi suficiente para conter a periculosidade do investigado.

    Diante do risco de novas agressões, da possibilidade de obstrução das investigações e da gravidade concreta dos fatos, a Promotoria defende que a prisão preventiva é a única medida capaz de interromper o ciclo de violência.

    A decisão judicial que analisou o pedido acolheu esses argumentos e destacou que o comportamento do investigado indica crença na impunidade e desafio à ordem social.

  • Planta do Cerrado rica em ferro pode ser tão nutritiva quanto o feijão

    Planta do Cerrado rica em ferro pode ser tão nutritiva quanto o feijão

    cabuscaa/Getty Images
    Foto colorida de pessoa cortando ora-pro-nóbis - Ora-pro-nóbis: conheça todos os benefícios da planta para a saúde - Metrópoles

    Pouco conhecida fora de algumas regiões do país, a ora-pro-nóbis vem ganhando espaço por um motivo simples: seu valor nutricional é alto e comparável ao de alimentos tradicionais, como o feijão, especialmente quando o assunto é ferro.

    Originária do Cerrado e de outras regiões do Brasil, a ora-pro-nóbis é uma planta alimentícia não convencional (PANC) que se destaca pela concentração de minerais, fibras e proteínas vegetais. Suas folhas verdes e carnudas podem ser usadas em diversas preparações, do refogado ao acréscimo em sopas, omeletes e massas.

    Foto colorida de ora-pro-nóbis, planta tradicional brasileira - Ora-pro-nóbis: conheça todos os benefícios da planta para a saúde - Metrópoles
    Planta é encontrada no Cerrado

    Rica em nutrientes

    A ora-pro-nóbis contém quantidades relevantes de ferro de origem vegetal, nutriente essencial para a formação das células do sangue e para o transporte de oxigênio no organismo.

    Embora o ferro vegetal tenha menor absorção quando comparado ao ferro de origem animal, o consumo da planta junto a fontes de vitamina C, como limão ou tomate, pode melhorar esse aproveitamento.

    Além do ferro, a ora-pro-nóbis fornece cálcio, magnésio, fibras e proteínas, o que explica sua fama popular de “carne vegetal” em algumas regiões. Essa combinação contribui para a saciedade, o bom funcionamento intestinal e a saúde muscular.

    Uma aliada para diversificar o prato

    Comparada ao feijão, alimento-base da dieta brasileira, a ora-pro-nóbis surge como uma alternativa complementar, especialmente para quem busca variar o cardápio ou reduzir o consumo de alimentos de origem animal. Não se trata de substituir o feijão, mas de ampliar as opções nutricionais com ingredientes locais e acessíveis.

    Planta rica em ferro é fácil de usar

    Na cozinha, a ora-pro-nóbis é simples de preparar. Pode ser refogada com alho e azeite, adicionada a arroz, feijão, tortas, pães e até sucos verdes. Seu sabor é suave, o que facilita a inclusão no dia a dia sem grandes adaptações no paladar.

    Resgatar o consumo de plantas nativas como a ora-pro-nóbis é também uma forma de valorizar a biodiversidade brasileira, promover uma alimentação mais sustentável e explorar alimentos que oferecem muito mais do que se imagina à saúde.

    Juliana Andrade(*) Juliana Andrade é nutricionista formada pela UnB e pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional. Escreve sobre alimentação, saúde e estilo de vida
  • Loterias: veja números da Lotofácil 3601 e demais sorteios desta sexta

    Loterias: veja números da Lotofácil 3601 e demais sorteios desta sexta

    Luh Fiuza/Metrópoles @luhfiuzafotografia
    Imagem colorida de volante da Lotofácil

    A Caixa Econômica Federal sorteou, na noite desta sexta-feira (30/1), os concursos 3601 da Lotofácil; 2882 da Lotomania; 6941 da Quina; 2919 da Dupla Sena; e 805 da Super Sete.

    Os números foram anunciados às 20h no Espaço da Sorte, em São Paulo.

    Lotofácil

    02 – 03 – 04 – 06 – 07 – 08 – 09 – 11 –  16 – 17 – 20 – 21 – 23 – 24 – 25;

     

  • Após anúncio, Brenner revela motivo de ter escolhido o Vasco

    Após anúncio, Brenner revela motivo de ter escolhido o Vasco

    Brenner ainda revelou que contou que Fernando Diniz e Evander, que deseja voltar ao clube, ajudaram a fechar a sua ida ao Vasco

  • Brasileiro tem pernas amputadas por conta do frio na guerra da Ucrânia. Veja vídeo

    Brasileiro tem pernas amputadas por conta do frio na guerra da Ucrânia. Veja vídeo

    Natural de Pernambuco, o brasileiro Diego Matos dos Santos foi para o Leste Europeu integrar o Exército da Ucrânia na guerra contra a Rússia, revelou que teve as duas pernas e a mão esquerda amputadas após ferimentos em combates.

    Em relato divulgado nas redes sociais, o combatente brasileiro revelou que o caso aconteceu devido ao rigoroso inverno ucraniano.

    “Eu peguei um frio de -15 graus, o que me fez chegar ao hospital com um estágio muito avançado de necrose”, afirma Diego. “Eles [médicos] tentaram de tudo, mas infelizmente a perna esquerda e direita, e a mão esquerda, tiveram que ser amputadas”. 

    Até o momento, ainda não está claro quando o caso aconteceu. O Metrópoles entrou em contato com Diego por meio das redes sociais, mas até a publicação desta reportagem não houve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.

    Em nota, o Ministério das Relações Exteriores disse ter ciência do caso, e que acompanha a situação do brasileiro por meio da Embaixada do Brasil em Kiev.

    “O Ministério das Relações Exteriores, por meio da Embaixada do Brasil em Kiev, tem conhecimento do caso e presta assistência consular ao nacional”, disse um trecho do comunicado.

    Desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022, brasileiros se juntaram as forças ucranianas no conflito contra a Rússia — assim como outros cidadãos estrangeiros.

    Eles ingressaram na guerra, principalmente, através da Legião Internacional de Defesa Territorial da Ucrânia. 

    Ligada as Forças Armadas da Ucrânia, a unidade militar oferecia salários entre US$ 550 e US$ 4.800 por mês, antes de seus batalhões serem oficialmente desmantelados em novembro de 2025, e integradas totalmente a estrutura militar regular do país.

    Da mesma forma, também existem registros de cidadãos do Brasil que cruzaram fronteiras rumo ao conflito, mas para se juntar as tropas da Rússia.

    Segundo informações do Itamaraty, 17 brasileiros já morreram na guerra do Leste Europeu. Outros 42 seguem com status de desaparecidos.

  • Ex-líder do partido de Marçal é denunciado por assédio e fraude

    Ex-líder do partido de Marçal é denunciado por assédio e fraude

    Renan Porto/Metrópoles
    Leonardo Avalanche e outros 6 investigados são denunciados por esquema envolvendo falsificação de documentos e violência política de gênero - Metrópoles

    O ex-presidente do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), Leonardo Alves de Araújo, conhecido como Léo Avalanche, foi denunciado, na última quinta-feira (29/1) pelo Ministério Público de São Paulopor violência política de gênero e fraude em eleição interna do partido — sigla pela qual o empresário Pablo Marçal disputou a prefeitura da capital paulista nas eleições de 2024.

    O promotor de Justiça Eleitoral Renato Kim Barbosa acusa Avalanche e outros seis investigados de crimes cometidos entre fevereiro e abril de 2024, com o objetivo de assumir o controle do partido político. Segundo a denúncia do Ministério Público, Avalanche liderou um esquema de fraude na eleição interna do PRTB, realizada em 23 de fevereiro de 2024.

    Para garantir a vitória, o grupo recrutou dezenas de pessoas que se passaram por fundadores do partido, usando documentos falsificados e treinando assinaturas para enganar a fiscalização da Justiça Eleitoral. Cédulas de identidade falsas, com fotos e dados de fundadores reais, foram apresentadas para validar votos nas urnas eletrônicas.

    Além das fraudes, a investigação aponta que o grupo tentou expulsar a então vice-presidente nacional do partido, Rachel de Carvalho, e seu grupo político. Avalanche é acusado de assediar, ameaçar e constranger a vítima, explorando sua condição de mulher para dificultar o exercício de suas funções. Em reuniões presenciais, ele teria feito ofensas misóginas, incluindo a frase “mulher só serve para cumprir cota”, e pressionado Rachel a participar de esquemas de extorsão contra prefeitos e outros políticos.

    A denúncia também relata ameaças de morte. Em um episódio, Avalanche teria instruído Rachel a se despedir de familiares, alegando que ela seria morta ao receber um código específico. Em outra ocasião, a vítima foi obrigada a assinar uma renúncia digital sob intenso assédio psicológico.


    Suposto elo com o PCC


    Para afastar os membros da oposição dentro do partido, os denunciados teriam usado sistemas da Justiça Eleitoral de forma irregular. Com senhas indevidas, eles filiaram Rachel e outros integrantes do PRTB a outro partido, o Mobiliza, sem que eles autorizassem, o que resultou na saída automática do PRTB. Perícias digitais também mostraram que editais foram publicados com datas falsas no site do partido, criando a aparência de que reuniões e punições internas haviam sido feitas de forma legal.

    Ao Metrópoles, Leonardo Alves de Araújo, afirmou que foi ouvido no dia 13 de janeiro pelo delegado da Polícia Federal (PF) responsável pelo inquérito policial, onde todas as questões foram esclarecidas. Segundo ele, o que está sendo denunciado faz parte de um movimento orquestrado por uma quadrilha especializada em “usurpar” partidos.

    Avalanche defendeu a lisura da eleição interna do PRTB: “Foi a eleição mais segura do Brasil, realizada pelo TSE, dentro do TRE-DF, com a presença do Ministério Público, TSE, TRE, OAB e forte amparo policial. A votação ocorreu por urna eletrônica fornecida pelo TSE. Posso afirmar que ninguém conseguiria fraudar essa eleição”.

  • BBB 26: Jordana levanta suspeitas ao falar de affair com sertanejo

    BBB 26: Jordana levanta suspeitas ao falar de affair com sertanejo

    Reprodução/Redes sociais.
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    Durante a madrugada no BBB26, Jordana despertou a curiosidade dos colegas de confinamento ao comentar, de forma vaga, sobre experiências amorosas com pessoas conhecidas antes de entrar no reality da Globo.

    A conversa começou depois de Samira revelar que já havia ficado com Gabriel Medina, o que levou os participantes a questionarem Jordana sobre um suposto affair com alguém famoso.

    Paquera com ex-BBB

    Sem citar nomes, a sister confirmou que o envolvimento teria sido com um cantor sertanejo. A partir daí, surgiram especulações dentro da casa.

    Em determinado momento, Maxiane perguntou se se tratava de Rodolffo Matthaus, ex-participante do BBB21. Jordana então esclareceu que nunca chegou a ficar com ele, mas admitiu que os dois trocaram mensagens no passado.

    “Eu nunca fiquei. Na verdade, a gente trocou mensagem, aí ele entrou aqui”, afirmou. Em seguida, ela detalhou melhor a situação, ressaltando que o contato não evoluiu para algo presencial.

    “Esse negócio do Rodolffo tem muitos anos, não chegou a acontecer nada. Não marcamos nada, zero. A gente só trocou umas mensagens no direct, só uma coisinha. A gente foi para o WhatsApp e nem nos vimos pessoalmente. Tem muitos anos, acho que ele nem lembra de mim.”

    Romance com sertanejo

    Em outro momento da madrugada, Jordana voltou a atiçar a curiosidade dos colegas ao comentar que se envolve ocasionalmente com um cantor sertanejo que faz parte de uma dupla. Novos nomes passaram a ser cogitados, incluindo Lucas Lucco, mas a brasiliense seguiu sem confirmar oficialmente a identidade do artista.

    Fora da casa, internautas passaram a cruzar informações a partir das pistas deixadas pela sister, como interações nas redes sociais. Jordana segue o cantor Clayton, que faz dupla com Romário, além de pessoas próximas ao sertanejo, como um de seus produtores musicais. Os dois também trocaram curtidas em publicações.

    Em uma postagem específica, Jordana reuniu fotos pessoais em um compilado ao som de “Morena”, música da dupla Clayton e Romário, destacando um trecho da letra. Clayton reagiu à publicação com um like e um emoji de fogo.

  • Estudante aprovada em 1º lugar em medicina revela processo de estudo

    Estudante aprovada em 1º lugar em medicina revela processo de estudo

    Jovem aprovada em medicina tem 23 anos, é formada no Bacharelado Interdisciplinar em Saúde e é natural de Valente, no interior da Bahia

  • Juiz diz que Turra acredita na impunidade e "prisão é o único freio”

    Juiz diz que Turra acredita na impunidade e "prisão é o único freio”

    Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
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    A Justiça do Distrito Federal decretou, nesta sexta-feira (30/1), a prisão preventiva de Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, investigado pela agressão brutal contra um adolescente de 16 anos que segue internado em coma profundo.

    Na decisão obtida pela coluna, o juiz Wagno Antonio de Souza, do Juízo das Garantias de Taguatinga, afirma que a liberdade do investigado representa risco concreto à ordem pública e que Pedro demonstra acreditar na impunidade, mesmo diante da gravidade dos fatos.

    A prisão foi decretada após representação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que apontou o surgimento de novos elementos após a audiência de custódia, entre eles, vídeos e registros de outros episódios recentes de violência atribuídos ao investigado.

    Histórico de agressões

    Na avaliação do magistrado, os autos indicam que o episódio que deixou um adolescente em coma não foi um fato isolado, mas parte de um padrão de comportamento violento. Relatórios anexados à investigação apontam ao menos três outras agressões recentes, envolvendo dois homens adultos e uma adolescente.

    Para o juiz, esse histórico evidencia reiteração criminosa e afasta a possibilidade de tratar o caso como um evento pontual.

    “A liberdade provisória anteriormente concedida mostrou-se insuficiente para conter a periculosidade social do representado”, destacou na decisão.

    Crime cometido em público e com incentivo externo

    Outro ponto que fundamentou a prisão preventiva foi a forma como a agressão foi praticada. Segundo a decisão, o ataque ocorreu em local público, contra um adolescente, diante de diversas pessoas, algumas delas gravando a cena e, possivelmente, incitando ainda mais a violência.

    Para o juiz, esse contexto amplia a gravidade concreta do crime e reforça a necessidade de uma resposta mais severa do Estado, com o objetivo de preservar a ordem pública e a paz social.

    Tentativa de interferência na investigação

    A decisão também destaca indícios de que Pedro Turra tentou interferir nas investigações, por meio de conversas em redes sociais que sugerem combinação de versões para sustentar uma possível tese de legítima defesa.

    Esse comportamento, segundo o magistrado, compromete a busca pela verdade real e demonstra desprezo pelas instituições e pelo sistema de Justiça, agravando ainda mais a situação do investigado.

    “Acredita na impunidade”, afirma juiz

    Um dos trechos mais contundentes da decisão afirma que o comportamento de Pedro Turra revela a convicção de que não será efetivamente responsabilizado por seus atos.

    Para o juiz, o investigado “desafia a paz social”, dificulta a instrução processual e demonstra acreditar que a repressão penal não lhe alcançará. Esse entendimento foi decisivo para a decretação da prisão preventiva.

    “O Estado, até o momento, não foi suficiente para impor um freio inibitório”, pontuou o magistrado, ao concluir que, em liberdade, Pedro encontra estímulos para continuar na prática criminosa.

    Medidas alternativas foram descartadas

    A Justiça avaliou a aplicação de medidas cautelares alternativas à prisão, como monitoramento eletrônico ou restrições de contato, mas concluiu que nenhuma delas seria eficaz diante do histórico de violência e do risco de reincidência.

    Assim, a prisão preventiva foi considerada indispensável para interromper o ciclo de agressões, preservar a instrução processual e resguardar a credibilidade da Justiça.

    Mandado de prisão

    Pedro Turra responderá ao processo preso, enquanto a Polícia Civil e o Ministério Público avançam na apuração de todas as ocorrências atribuídas a ele.