Categoria: Teste

  • Enem: alunos já podem emitir certificado do ensino médio; veja como

    Enem: alunos já podem emitir certificado do ensino médio; veja como

    Vinícius Schmidt/Metrópoles
    Imagem ilustrativa ENEM estudo prova

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibiliza, a partir desta sexta-feira (30/1), a emissão da declaração de atendimento às condições de certificação de conclusão do ensino médio a partir da nota do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). O documento será publicado na Página do Participante, e permite a pré-matrícula em instituições de educação superior.

    De acordo com o Inep, cerca de 100 mil estudantes que realizaram o Enem 2025 fizeram a prova com a intenção de obter a declaração de conclusão do ensino médio.

    Com a liberação do documento, os participantes do Enem vão poder utilizar a certificação para se inscreverem nos processos seletivos do Ministério da Educação (MEC) ainda neste ano. São eles:

    A certificação pode ser emitida através da Página do Participante, no site do Inep, o participante vai poder emitir a declaração autenticada de conclusão.

    Exigências

    Para que o Enem seja considerado conclusão do ensino médio, o participante deve indicar previamente que deseja utilizar tal possibilidade. Além disso, tem que seguir as seguintes exigências:

    Certificado digital

    A certificação digital de conclusão do ensino médio estará disponível a partir de 2 de março, por meio de sistema a ser disponibilizado no portal do Inep, para a emissão oficial do certificado de conclusão do ensino médio aos participantes. A certificação é emitida pelos institutos federais.

    O documento digital vai facilitar a entrega do certificado ao participante, que não precisará ir até a sede da instituição, além de possibilitar o acesso à educação superior no mesmo ano da certificação.

  • Corrida de Reis altera trânsito no Eixo Monumental neste sábado (31/1)

    Corrida de Reis altera trânsito no Eixo Monumental neste sábado (31/1)

    Joel Rodrigues/ Agência Brasília
    Imagem de pessoas correndo na Corrida de Reis

    O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) fará interdições no Eixo Monumental neste sábado (31/1) em razão da 53ª edição da Corrida de Reis. As alterações no trânsito começam a partir das 13h e ocorrem devido ao evento esportivo, que deve reunir cerca de 17 mil corredores.

    Segundo o Detran-DF, na quinta-feira (29/1), às 23h59, agentes de trânsito farão o fechamento dos acessos ao estacionamento da Funarte. Já no sábado, a partir das 13h, a via N1 será interditada no trecho entre o acesso à via L2 Norte e a Catedral Rainha da Paz.

    O fluxo da N1 será desviado para a L2 Norte, enquanto o tráfego da L2 Norte, no sentido Eixo Monumental, seguirá para o Buraco do Tatuí. O acesso à N1 pela W3 Norte também será fechado, com desvio para a W3 Sul.

    Na altura da Rodoviária do Plano Piloto, o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) fará a interdição do acesso do Eixo Rodoviário Norte (ERN) à via N1, desviando o fluxo de veículos para o Buraco do Tatu.

    Ainda conforme o órgão, a partir das 16h30, a via S1 será interditada no trecho entre a Catedral Rainha da Paz e o Eixo Cultural Ibero-americano.

    O tráfego da S1 será desviado em direção à 4ª Avenida do Sudoeste, e os acessos pela Estrada Parque Indústrias Gráficas (EPIG) e pelo Sudoeste serão fechados.

    O fluxo de veículos do Setor de Indústrias Gráficas (SIG) e do estacionamento do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) será direcionado ao Parque da Cidade.

    O Detran-DF informou ainda que, a partir da Torre de TV, o tráfego na S1 permanecerá liberado. Na região da Rodoviária de Brasília, haverá bloqueio, e o acesso à alça leste da ERB será permitido apenas para ônibus.

    Durante todo o evento, agentes do Detran-DF e do DER-DF farão o controle do tráfego para garantir a segurança viária. A previsão é que todas as vias sejam liberadas a partir das 21h.

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    Posto em cidade venezuelana vende combustível mais barato e provoca filas de brasileiro

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    “Ignoraram princípios”, diz advogado após TJDFT negar prisão de piloto

    Material cedido ao Metrópoles
    piloto-agride-homem-de-49-anos

    O advogado Albert Halex, que defende a família do adolescente de 16 anos agredido por Pedro Arthur Turra Basso, criticou a decisão do Tribunal da Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) pelo indeferimento do pedido de prisão do piloto agressor.

    “Criou-se um argumento para que o agressor permaneça solto”, ressaltou.

    A manifestação foi feita em seu perfil nas redes sociais. Na publicação, o advogado rebate que a Justiça ignorou as novas diligências encaminhadas ao inquérito da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e só atendeu “ao princípio da instrumentalidade das formas”.

    Ignoraram vários princípios quais cito: a ordem pública, paz social, da derrotabilidade e obstrução a justiça“, contou.

    No processo, a 2ª Vara Criminal de Taguatinga julgou que, nesse momento, a vítima e seu representante não tem legitimidade para pedir a prisão e, por esse motivo, o pedido foi indeferido.

    O juiz explica que a decisão se dá porque o caso ainda está em fase de inquérito policial e não houve denúncia formal.

    Na decisão, o juiz negou também o pedido da defesa do piloto de tornar o processo sigiloso. O adolescente permanece internado na UTI.

    Veja o momento em que Pedro Turra agride adolescente que está na UTI:

    Histórico de crimes do piloto

    O soco que derrubou um adolescente de 16 anos, levando-o à UTI, foi o episódio de violência mais recente envolvendo o ex-piloto da Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos.

    Com a repercussão do caso, vieram à tona ao menos outras três ocorrências policiais no Distrito Federal:

    A primeira ocorrência foi registrada em 28 de junho de 2025, na 21ª Delegacia de Polícia (Águas Claras). Pedro teria agredido um jovem em uma praça após desentendimento antigo envolvendo sua então namorada.

    Na ocasião, o piloto acertou um soco na costela da vítima, aplicou-lhe um mata-leão e ainda continuou o agredindo por aproximadamente 5 minutos, até a intervenção de amigos. O caso segue sob investigação.

    A segunda ocorrência envolve uma adolescente de 17 anos, que afirmou ter sido coagida a ingerir bebida alcoólica durante uma festa no Jockey Club, em junho de 2025. Segundo relato, a jovem era amiga de infância da namorada de Pedro e teria sido pressionada a beber vodca, mesmo se recusando.

    Ele teria mandado que outras pessoas segurassem seu braço e a encurralado para forçar a ingestão da bebida. O episódio foi registrado em vídeo anexado à investigação e pode se enquadrar no artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que criminaliza a venda e a oferta de bebidas ou drogas para menores de idade. A pena é de dois a quatro anos de reclusão, além de multa.

    A última ocorrência envolve uma briga de trânsito em 19 de julho de 2025, em Águas Claras. Segundo o boletim registrado na 21ª DP (Taguatinga Sul), a confusão envolveu três veículos: um Chevrolet Prisma prata, dirigido pela vítima, um Porsche branco e um Fiat Fastback, ocupados por Pedro, a namorada e outros dois homens.

  • Nubank recebe primeiro "sinal verde" para operar como banco nos EUA

    Nubank recebe primeiro "sinal verde" para operar como banco nos EUA

    Reprodução
    Imagem colorida do Nubank

    O Nubank informou, nessa quinta-feira (29/1), que recebeu uma primeira aprovação do Escritório do Controlador da Moeda (OCC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos para operar como banco naquele país.

    Em linhas gerais, o órgão deu o primeiro “sinal verde” para que a fintech brasileira atuar como um banco nacional no país. O Nubank ainda precisará da autorização do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) e do Federal Deposit Insurance Corporation (Fdic) – semelhante ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) no Brasil – para obter a licença bancária integral nos EUA.

    Caso consiga a licença completa, o Nubank Com poderá oferecer serviços como contas de depósito, cartões de crédito, empréstimos e custódia de ativos digitais.

    O que diz o Nubank

    Por meio de nota, o fundador e presidente do Nubank, David Vélez, afirmou que a primeira aprovação junto às autoridades norte-americanas representa um avanço importante na estratégia internacional da empresa.

    “Essa aprovação não é apenas uma expansão de nossas operações; é uma oportunidade de comprovar nossa tese de que um modelo digital e centrado no cliente é o futuro dos serviços financeiros em todo o mundo”, disse Vélez.

    ‘Embora continuemos totalmente focados em nossos principais mercados no Brasil, México e Colômbia, este passo nos permite construir a próxima geração de serviços bancários nos EUA”, completou.

    Campos Neto presidirá conselho

    A organização do Nubank nos EUA será comandada pela cofundadora da fintech Cristina Junqueira.

    O chefe do Conselho de Administração será o ex-presidente do Banco Central (BC) Roberto Campos Neto, que atualmente ocupa as funções de vice-chairman e chefe Global de Políticas Públicas do Nubank.

    Licença bancária no Brasil

    Em dezembro do ano passado, o Nubank informou que pretende obter uma licença bancária no Brasil. O anúncio foi feito depois de o BC determinar que instituições de pagamento e fintechs não utilizem, em seus nomes, expressões como “banco” ou “bank” se não tiverem autorização formal para operar como banco.

    De acordo com o entendimento do BC, as instituições serão impedidas de utilizar, em seus nomes, termos alheios à sua atividade original. Um dos objetivos da autoridade monetária é coibir o uso indiscriminado do termo “banco” por parte de empresas que não possuem essa autorização específica.

    O caso do Nubank é considerado o mais emblemático por causa do peso da instituição, reconhecida por muitas pessoas como um banco. Com a mudança, é possível que as fintechs, que geralmente operam sob a licença de instituição de pagamento (e não de banco), sejam impedidas de utilizar o termo em seus nomes. O “bank” do “Nubank”, então, teria de ser excluído.