Categoria: Teste

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    TCDF: licitação milionária para compra de armas na PM é suspensa

    Rafaela Felicciano/Metrópoles
    Defensoria PMDF

    O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) decidiu suspender uma licitação e exigiu correções em outra que foram abertas pela Polícia Militar (PMDF) para a compra de armas. Somadas, as compras preveem gasto de R$ 27 milhões em dinheiro público.

    A licitação que foi suspensa trata-se de um pregão internacional que totaliza R$ 14 milhões. Nela, a PMDF pretende comprar fuzis e carabinas de dois calibres diferentes, além de equipamentos como miras, lanternas e suportes para armas. A Polícia Civil de Minas Gerais também participaria dessa compra.

    Ao analisar os documentos dessa licitação, a Corte de Contas encontrou problemas na forma como o valor total foi calculado. Segundo o Tribunal, foram usados preços de produtos que não tinham as mesmas características exigidas no edital.

    Além disso, conforme o órgão, mesmo após pedir orçamentos a fornecedores, não foi escolhido o menor preço, o que vai contra regras já determinadas pelo próprio TCDF. Por causa dessas falhas, o processo foi suspenso até que tudo seja corrigido.

    O tribunal também identificou diferenças entre documentos oficiais da licitação, como datas de reajuste que não batiam entre si. Outro problema foi a falta de pesquisa de preços em fontes públicas, o que é importante para garantir valores mais justos. Em alguns casos, os preços pesquisados não correspondiam exatamente aos produtos que seriam comprados.

    O estudo que justificou a compra informou que seriam necessárias mais de 2 mil armas e alegou falta de fuzis, principalmente em regiões rurais e em áreas próximas às divisas com outros estados, como Goiás e Minas Gerais.

    Segunda licitação prejudicada

    Na segunda licitação analisada pelo TCDF, cujo valor aproximado é de R$ 13 milhões, as corporações tentam adquirir 1.800  submetralhadoras.

    Nesse caso, o tribunal não mandou suspender o processo, mas determinou ajustes em pontos do edital, bem como apresentação de documentação obrigatória, para que ele siga as normas legais do Distrito Federal

    Nesse segundo processo de compra, a PMDF receberia a maior parte dos recursos, enquanto uma pequena parcela seria destinada à Polícia Civil de Minas Gerais.

    Mesmo com falhas, o Tribunal entendeu que, desde que sejam corrigidas, nada impede a continuidade da licitação.

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    Professor de escola de futebol é preso por estuprar menino de 13 anos

    Material cedido ao Metrópoles
    Pedófilo preso

    Um agressor sexual, identificado pela polícia como Itamar Santos do Anjos, 32 anos, foi preso preventivamente em Águas Lindas (GO), na noite desta quarta-feira (28/1) por assédio sexual e estupro de vulnerável contra um garoto de 13 anos. Em conversa com o adolescente, ele pedia fotos nuas de “corpo todo” e coagia a vítima.

    Veja as imagens:

    Na conversa, Itamar pede fotografias ao adolescente e diz que “ninguém pode nem imaginar” que o delito ocorre, que a vítima pode confiar e que o assunto é apenas entre eles dois. As conotações sexuais são muitas, em uma parte o estuprador chega a dizer que vai “gozar dentro” e manda o garoto enviar fotos do órgão genital.

    Prisão

    Itamar foi abordado e preso em um campo de futebol da cidade. Segundo informações da delegada Tamires Teixeira, da Polícia Civil de Goiás (PCGO), ele dava aulas em várias escolinhas de futebol da região e usava o pretexto de que queria “agenciar a carreira” para a vítima, tentando se aproximar e ganhar confiança.

    A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) efetuou a prisão de Itamar. Segundo os agentes, o celular do suspeito foi apreendido para saber se existem mais vítimas ou conteúdo relacionado à pornografia infantil.

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    Disputa sangrenta entre PCC e CV motivou megaoperação em SP. Entenda

    Divulgação/Secretaria de Segurança Pública
    Imagem colorida mostra apreensões em megaoperação contra disputa de facções no interior de SP. Metrópoles

    A Polícia Militar (PM) e o Ministério Público de São Paulo (MPSP) realizaram uma megaoperação nesta quinta-feira (29/1) para desarticular a atuação de células do PCC e do Comando Vermelho no interior do estado. Segundo as autoridades, a disputa entre as facções está relacionada a “crimes ultraviolentos” na região.

    Ao todo, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em municípios da região de Piracicaba. O objetivo é localizar armas, drogas e documentos que podem auxiliar na investigação. Ao menos três suspeitos foram presos.

    Entre os alvos, estão indivíduos apontados como lideranças regionais — conhecidos dentro da estrutura das facções como “jet” — e criminosos de alta periculosidade foragidos do sistema prisional.

    Conforme investigação, o conflito entre as facções criminosas escalou significativamente após o Comando Vermelho tentar ocupar pontos de venda de drogas dominados pelo PCC. A disputa, segundo o MPSP, iniciou um “estado de guerra urbana na região”.

    O monitoramento policial listou uma série de crimes violentos desde 2022, incluindo execuções com o uso de fuzil, assassinatos de lideranças, carbonização de corpos e uma chacina em retaliação a mortes anteriores.


    Megaoperação


    Com a operação, o MPSP e a PM também esperam interromper o fluxo de ordens de execução, conhecidas como “salves”, enviadas pelas facções. A Justiça autorizou a quebra do sigilo de dados telemáticos dos aparelhos apreendidos.

    Os itens serão analisados pelo Centro de Apoio à Execução (CAEx) do MPSP para auxiliar futuras denúncias criminais e a responsabilização definitiva dos envolvidos.

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    Caso Orelha: nervoso, Dado Dolabella diz que Justiça protege bandidos. Vídeo

    O ator Dado Dolabella publicou um vídeo no qual aparece revoltado ao comentar o caso do cão Orelha, que morreu após ser agredido a pauladas em Florianópolis (SC) por um grupo de adolescentes. O famoso chamou os investigados de “bandidos” e cobrou uma punição severa aos envolvidos no crime.

    Desabafo

    Em seu desabafo, o ex-namorado de Wanessa Camargo afirmou que a Justiça decidiu “proteger os agressores” ao tentar coibir a disseminação de conteúdos que expõem e identificam os adolescentes supostamente envolvidos no caso. “Assim como todo mundo, eu estava esperando alguma punição real, concreta”, começou.

    “Muita gente não sabe, mas no Brasil, mesmo não existindo prisão comum para menores, eles podem sim ser internados em unidades socioeducativas que, na prática, funcionam como uma prisão para adolescentes, pra quem comete atrocidades, pra quem age como bandido mesmo. Só que até agora nem isso aconteceu”, lamentou o artista.

    Em seguida, ele comentou a decisão da Vara da Infância e Juventude de Florianópolis que estabelece que a empresa Meta, dona de marcas como Instagram e Facebook, e a Bytedance, do Tik Tok, terão de excluir postagens e comentários que identifiquem os jovens, além de impedir a republicação desses conteúdos.

    “Proteção”

    “Não teve internação, não teve nenhuma punição, não teve resposta à altura, o que teve foi o contrário (…) A Justiça decidiu proteger os agressores. Ao invés de punir com firmeza quem cometeu essa barbárie, a decisão foi mandar apagar conteúdos, proibir pessoas que mencionem os nomes desses adolescentes, proibir que a sociedade identifique quem foi que fez isso, como se o problema fosse a indignação das pessoas e não o crime monstruoso que foi cometido”, disse ele.

    Dado Dolabella continuou, afirmando que essa é a “mensagem que o Sistema” quer passar à sociedade: “Essa é a mensagem que o Sistema passa: tortura um animal indefeso, destrua uma vida, traumatize uma comunidade inteira e se você for menor de idade, o Estado te protege. Isso não é Justiça, é um escárnio, um tapa na cara de quem ama os animais”.

    Ao encerrar seu relato, Dado Dolabella mandou um recado às autoridades e disse que vai seguir acompanhando o caso de perto: “Proteger agressores não é proteger crianças, é fabricar criminosos adultos”, decretou o ator.