Um acidente de trânsito envolvendo dois veículos, um Hyundai HB20 e um Fiat Strada, deixou apenas danos materiais e provocou a interdição parcial da via Chico Mendes, no bairro Comara, na tarde desta quarta-feira, 28, em frente à Arena da Floresta, no Segundo Distrito de Rio Branco. Segundo informações da polícia, o motorista do HB20, […]
Categoria: Teste
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Acidente deixa via Chico Mendes parcialmente interditada na capital
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Defesa Civil registra nova alta do Rio Acre nesta quarta-feira na capital
O nível do Rio Acre em Rio Branco voltou a subir e atingiu 12,55 metros às 15h desta quarta-feira, 28, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal. A medição reforça a tendência de elevação observada ao longo do dia e mantém o rio a menos de um metro da cota de alerta, fixada em 13,50 […] -

Rio Branco aparece entre as capitais com pagamento do IPTU vantajoso
O pagamento à vista do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) pode ser uma oportunidade para economizar no início do ano, dependendo do município. No Acre, a capital Rio Branco oferece desconto de 10% para quem optar pela cota única, índice considerado vantajoso se comparado a rendimentos de investimentos conservadores. Segundo levantamento da Conta Comigo […] -

Henrique Peretto: o empresário apontado por Vorcaro como avalista das carteiras podres
Michael Melo/Metrópoles
Daniel Vorcaro falou poucos nomes durante o depoimento que prestou à Polícia Federal (PF). Mas teve uma pessoa a quem o banqueiro se referiu em diversos momentos: o empresário Henrique Peretto. Além disso, Vorcaro atribuiu a Peretto o papel de avalista da negociação envolvendo carteiras podres emitidas pela Tirreno e vendidas ao BRB.
O nome de Peretto aparece pela primeira vez após Vorcaro responder perguntas sobre como o negócio com a Tirreno chegou ao Master. O banqueiro contou que o banco passava por um processo de expansão e que os papéis foram “levados a ele” por “pessoas que tinham experiência de mercado”.
A delegada, então, pede para Vorcaro nominar as pessoas e ele fala: “Quem trouxe o negócio foi o dono, que, na verdade, era sócio da Cartos e acabou criando a Tirreno para poder fazer esse projeto, desvinculado dos sócios anteriores dele, que é o Henrique Peretto”.
Em outro trecho, o delegado da PF pergunta sobre os resultados da Tirreno: “Uma empresa recém-inaugurada, uma empresa que tinha sido formada em dezembro, iniciou em quatro meses, e consegue R$ 4 bilhões?”.
Vorcaro responde que teria entrado no negócio por confiar em pessoas envolvidas na operação: “Na verdade, [o negócio] estava se pautando por uma outra empresa, que era a Caros, pela pessoa que tinha 25 anos de mercado”.
Em outro momento, a delegada questiona: “O senhor acaba de mencionar a questão do Henrique Peretto, que o senhor conhecia, que ele trouxe esse produto para o senhor. O senhor deu o aval, deu o ok, não é isso?”. Vorcaro responde apenas “”sim”.
Logo depois, a delegada afirma: “Cartos nega que tenha cedido esses créditos à Tirreno”. Mais à frente, ela tenta resumir a situação para tentar identificar a origem dos papéis. “Considerando que a Cartos [empresa que teria intermediado a operação, segundo Vorcaro] nega ter vendido carteiras à Tirreno, a Tirreno nunca movimentou dinheiro, portanto nunca pagou à Cartos, o Master nunca pagou efetivamente à Tirreno. De onde vieram as carteiras de crédito que o Banco Master vendeu ao BRB por 12,2 bilhões?”, perguntou Janaína.
Vorcaro respondeu: “Eu não tenho essa informação”.
Peretto foi preso preventivamente na primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025. Mas foi solto três dias depois. Na investigação, ele aparece como responsável por aumentar o capital social da Tirreno, que saiu de R$ 100 para R$ 30 milhões.
O incremento foi considerado suspeito. A PF acredita que houve uma manobra societária para conferir aparência de capacidade econômica à empresa. Ele também seria CEO da Cartos.
Na decisão que autorizou a operação, o juiz Ricardo Leite afirma que “há diversos vínculos societários entre Henrique Peretto e André Felipe de Oliveira Seixas Maia – este último diretor da Tirreno e ex-funcionário do Banco Master -, indicando atuação coordenada no âmbito das empresas envolvidas”.
Peretto e André Felipe prestariam depoimento à PF nesta semana, mas as oitivas foram adidas após os advogados dos empresários alegarem que não tiveram acesso aos autos.
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PGR: pagamento de PM em escola cívico-militar de SP é inconstitucional
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A Procuradoria Geral da República (PGR) se manifestou nesta terça-feira (27/1) pela constitucionalidade da lei estadual que criou o programa Escola Cívico-Militar em São Paulo, mas defendeu a inconstitucionalidade do artigo que prevê a remuneração dos policiais militares que atuarão nos colégios.
Em um parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse que a lei paulista violou a Constituição Federal ao não indicar, no artigo que trata da remuneração dos agentes, uma estimativa do impacto financeiro e orçamentário do programa às contas públicas do estado. A indicação é obrigatória segundo o artigo 113 do Ato das Disposições Constitucionais (ADCT) Transitórias da Constituição.
“O Projeto de Lei Complementar n. 9/2024, que originou a Lei Complementar impugnada, […], não se fez acompanhar, em relação à despesa obrigatória […] da estimativa do seu impacto orçamentário e financeiro. Incorreu, no ponto, em violação do art. 113 do ADCT”.
Na manifestação, Gonet acata, por outro lado, os argumentos da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), e diverge da Advocacia Geral da União (AGU), ao defender que o programa Escola Cívico-Militar não viola, em si, a competência da União para legislar sobre educação sendo, por isso, constitucional.
O procurador alega que a legislação paulista institui um “modelo de gestão e execução mista ou compartilhada apenas no que tange às atividades extracurriculares de natureza cívico-militar”, e diz que os agentes estariam administrativamente subordinados ao diretor do colégio.
“Do cotejo das normas impugnadas, infere-se não ter o legislador paulista instituído regras sobre currículos, conteúdos programáticos, metodologia de ensino ou modo de exercício das atividades docentes, que caracterize invasão do campo constitucionalmente afeto à União, relativo à edição de leis sobre diretrizes e bases da educação nacional”, afirma.
Gonet diz, ainda, que a revogação pelo governo federal do decreto que criou o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM) “não induz, por si, a inconstitucionalidade das normas paulistas”.
Relembre o caso
A manifestação do procurador foi feita dentro da ação impetrada pelo PSol, por iniciativa da deputada federal Luciene Cavalcante, para questionar a lei que criou o modelo cívico-militar nas escolas estaduais de São Paulo.
A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7662 corre no STF desde maio de 2024 e tem como relator o ministro Gilmar Mendes. No processo, o PSol tenta a derrubada do programa e pede, em caráter liminar, que a implementação do modelo seja suspensa até que o Supremo julgue se o formato é ou não constitucional.
Apesar da cautelar apresentada, a liminar não foi analisada pelo ministro Gilmar Mendes até o momento, o que já gerou cobranças do partido na ação. Na mais recente delas, feita em 20 de janeiro, o partido requer a “imediata apreciação do pedido” e diz que há risco de que a cautelar sofra “esvaziamento prático”, se não for analisada em breve.
O partido cita que o governo dará início ao modelo na volta às aulas, no início de fevereiro, e já selecionou 100 unidades para participar do programa.
“Já há elementos concretos de execução, com indicação de unidades, municípios e patentes, evidenciando que o Estado avança na implantação apesar da pendência de apreciação da cautelar por esta Corte”, diz o PSol.
Em novembro de 2025, o ministro Gilmar Mendes também cobrou no processo a manifestação da PGR para análise do caso. Com o parecer de agora, há possibilidade de que a ação avance, mas ainda não há prazo estipulado para julgamento do mérito ou da liminar.
Como mostrou o Metrópoles, a AGU já se posicionou contra o programa paulista e disse que a lei das escolas cívico-militares em São Paulo é “uma flagrante infração às normas promulgadas pela União” e invade a competência do governo federal de legislar sobre as diretrizes e bases da educação nacional.
“A alocação de militares da reserva para a execução de atividades relacionadas à educação básica fora do sistema de ensino militar formal, ainda que na condição de apoio ou monitoramento, não encontra respaldo nas normas fundamentais do sistema educacional brasileiro, nem previsão compatível com a finalidade constitucional dessas instituições”, disse o órgão em 2024.
Também contra o modelo, a Defensoria Pública da União (DPU) foi outra a se posicionar dizendo que a lei estadual “extrapola e usurpa” a competência da União ao legislar sobre diretrizes e bases da educação, e defendeu a inconstitucionalidade do programa criado por Tarcísio.
Por enquanto, o modelo segue autorizado a funcionar e a previsão é de que as 100 escolas selecionadas para se tornarem cívico-militares iniciem as aulas na próxima semana já com a presença de PMs atuando como monitores.
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Farra do INSS: Lulinha contrata advogado e pede acesso a inquérito
Arte Metrópoles
Filho do presidente Lula (PT), o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, constituiu oficialmente um advogado para o representar nas investigações da Operação Sem Desconto, que apura o esquema revelado pelo Metrópoles que ficou conhecido como Farra do INSS.
A defesa de Lulinha será exercida pelo advogado criminalista Guilherme Suguimori Santos. O defensor pediu acesso, no último dia 19 de janeiro, ao inquérito sobre a Farra do INSS no Supremo Tribunal Federal (STF).
Lulinha passou a ser investigado pela Polícia Federal como possível sócio oculto do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. O filho do presidente é suspeito de ter recebido mesada do empresário no valor de R$ 300 mil.
Até então, Lulinha não tinha constituído um advogado oficialmente, sob a justificativa de que não era investigado no inquérito. Ele estava respondendo a acusações publicadas pela imprensa por meio de um interlocutor, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, do grupo Prerrogativas — que fazia questão de ressaltar que não era advogado do filho do presidente.
“A nossa ideia é saber o que está neste inquérito que tem motivado essas diversas manifestações da imprensa”, declarou Suguimori, em conversa com a coluna. O advogado disse que está “às cegas” e aguarda uma decisão do STF para ter acesso aos autos. O criminalista é sócio da VAS Advogados (Vilutis, Abissamra e Suguimori).
Conforme revelou a coluna, novas mensagens em posse da PF, revelam que o Careca do INSS mandou entregar, em dezembro de 2024, um medicamento para o apartamento que Lulinha morava em São Paulo. A encomenda era endereçada a Renata Moreira, esposa de Lulinha. Procurado à época, Fábio Luís declarou desconhecer o assunto e negou qualquer relação de proximidade Antônio Antunes.
As menções a Lulinha pelo Careca do INSS
As citações a Lulinha aparecem em três núcleos de dados, obtidos a partir da quebra de sigilo de investigados ligados ao Careca do INSS, preso desde setembro sob suspeita de comandar esquema milionário de fraudes previdenciárias.
A corporação comunicou o Supremo Tribunal Federal (STF) que, durante a análise de materiais apreendidos na investigação da fraude do INSS, surgiram referências ao nome de Lulinha.
Apesar das menções a Lulinha, a PF destacou ao ministro André Mendonça que, até o momento, não elementos objetivos que apontem envolvimento direto do filho do presidente Lula no esquema criminoso.
Diálogos obtidos pela PF entre o Careca do INSS e um funcionário revelam que o lobista mandou R$ 1,5 milhão para a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha. Em uma dessas transferências, o Careca do INSS explicou, por mensagem de texto, que o dinheiro era para “o filho do rapaz”. A Polícia Federal acredita que seja uma possível referência a Lulinha.
A amiga do filho do presidente Lula é apontada como o núcleo político do Careca do INSS. Mesmo após a deflagração da primeira fase da operação, em abril de 2025, ela manteve relações com o lobista, segundo a Polícia Federal.
A corporação também identificou, a partir de trocas de mensagens entre Roberta e o Careca do INSS, que ela avisou o empresário que a PF apreendeu um envelope “com nome do nosso amigo” e manifestou preocupação com a divulgação desse vínculo com Lulinha.
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Mulher é encontrada morta dentro de residência em Sena Madureira
Uma mulher foi encontrada morta dentro de uma residência localizada na Rua Raimundo Cristino, no bairro da Vitória, em Sena Madureira, na tarde desta quarta-feira (28). Segundo informações preliminares, a vítima teria passado a noite na casa de uma amiga. Na manhã seguinte, a proprietária do imóvel saiu para trabalhar, deixando a mulher sozinha no […] -

Massa de pizza simples pode ser feita em casa sem complicação
Receita básica de massa leva poucos ingredientes e garante uma pizza leve e saborosa; veja como fazer
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Ratinho Jr. diz que Tarcísio deve respeitar Bolsonaro e disputar reeleição
Divulgação/Assembleia Legislativa PR Celio Messias/Governo de SP Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
O governador do Paraná e pré-candidato à Presidência, Ratinho Júnior (PSD), avaliou nesta quarta-feira (28/1) que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deve disputar a reeleição por “gratidão” ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo o paranaense, o cenário atual da corrida ao Planalto — com a provável candidatura do filho mais velho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — deve empurrar Tarcísio a concorrer a mais um ciclo à frente do Palácio dos Bandeirantes.
Flávio foi anunciado pelo próprio pai, por meio de uma carta, como o escolhido para a disputa presidencial. A decisão frustrou planos de Tarcísio e de caciques partidários do Centrão, como o comandante do PSD, Gilberto Kassab, que articulavam a candidatura do governador de SP no campo da direita.
Para Ratinho Júnior, embora Tarcísio seja o “candidato mais viável dos que estão colocados”, o governador de São Paulo tende a “respeitar a história” e a decisão de Bolsonaro.
“Penso que, no cenário que está, ele vai ser candidato à reeleição no governo de SP. Tarcísio é uma pessoa de bem, é uma pessoa de caráter. Ele tem uma trajetória política que é jovem, nova ainda. Foi alavancado pelo presidente Bolsonaro, tem essa gratidão, esse respeito”, disse o governador em entrevista ao podcast Warren Política.
“Ele tem o caráter de gratidão, de respeitar a história. Acho que o jogo é esse mesmo. Ele vai ser candidato à reeleição. Pode ser que, lá na frente, mude, mas acho muito difícil”, acrescentou.
Caiado no PSD
Ratinho Júnior é um dos pré-candidatos do PSD a presidente. O número de possíveis candidatos da legenda cresceu na noite de terça (27/1) com a filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado.
Além de Caiado e Ratinho, o partido também conta com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, como pré-candidato.
Caiado deixou o União Brasil em meio a resistências internas da sigla para lançar um nome próprio ao Palácio do Planalto. No PSD, ele vai disputar com os outros dois nomes pela indicação. O presidente do partido, Gilberto Kassab, já indicou a aliados que, sem uma candidatura de Tarcísio, o PSD terá uma candidatura própria neste ano.
Segundo Ratinho Júnior, a sigla analisará os nomes internamente. A expectativa é que a definição ocorra até abril.
“Hoje o partido tem bons nomes para serem analisados internamente, para ver aquele que vai poder liderar esse processo de virar essa página no Brasil. Fico feliz de estar podendo construir isso com o governador Caiado, Eduardo, com o Paulo Hartung e o ministro Kassab”, disse.
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Master: deputadas do PSol e da Rede pedem à PGR afastamento de Toffoli
Deputadas do PSol e da Rede decidiu pedir à PGR afastamento de Toffoli da relatoria do caso Master no STF citando matérias contra ministro