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  • Ator relata terror ao ser abandonado em estrada por motorista de app

    Ator relata terror ao ser abandonado em estrada por motorista de app

    reprodução/Instagram
    ator thiago domingues

    O ator Thiago Domingues relatou ter vivido um susto após ser abandonado em uma estrada de São Paulo após se recusar a pagar uma viagem de aplicativo que chegou a R$2,7 mil. O artista fez um desabafo nas redes sociais e afirmou que o motorista tentou extorqui-lo e teve um comportamento violento dentro do carro.

    Desabafou

    Thiago relatou que o incidente ocorreu no último sábado (24/1), após sair de São Paulo para Campinas, onde assistiu a um show de Anitta. Na volta à capital, um motorista de aplicativo cobrou R$2,7 mil numa corrida que valia R$300.

    “Depois de ter vivido a minha primeira experiência (incrível) do Ensaios da Anitta em Campinas, eu passei por um pesadelo”, começou. “Peguei um táxi de Campinas a São Paulo que me cobrou um valor abusivo de R$ 2.700 (diferente de outros táxis que estavam ali, que me passaram um valor de 300 reais e o próprio app da Uber estava dando 300 reais)”.

    Ao chegar em São Paulo, o motorista começou a ter um comportamento violento após o ator se negar a pagar o valor abusivo. “Já em São Paulo, em frente ao meu prédio, ele me passou o valor e recusei a pagar. Ele estava alterado, dando socos no volante e disse que era pra eu me virar”, seguiu.

    Abandonado

    Após fazer o pagamento, porém, Thiago foi impedido de sair do carro. Logo em seguida, o motorista foi até uma rodovia de São Paulo e abandonou o ator numa estrada escura.

    “Ele ‘aceitou’ os 300 reais, mas não satisfeito, não deixou eu descer do carro e me levou de volta me deixando na estrada escura, em um posto de gasolina oposto de São Paulo. Tive que atravessar a estrada (depois de tentativas de carona no posto) fui andando na estrada tentando a sorte de carona, ligando para polícia ou a ajuda que eu conseguisse”, lamentou.

    Thiago Domingues disse ter vivido momentos de terror: “E o medo? E o terror que era aquilo? Sem saber se eu ia conseguir ou se algo poderia me acontecer ali naquele lugar escuro. Eu nunca senti tanto medo na minha vida. Eu tava tão feliz em estar curtindo o show e no final, eu me encontrei sozinho, no meio do nada, sem saber o que fazer. Não desejo isso para ninguém”.

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    Sundance 2026 se despede de Park City em edição histórica de transição

    Sundance
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    O Sundance Film Festival vive, em 2026, um de seus capítulos mais simbólicos. A edição deste ano não apenas reafirma o evento como o principal termômetro do cinema independente mundial, como também marca a despedida definitiva de Park City, em Utah, após 45 anos de história. A partir de 2027, o festival passa a acontecer em Boulder, no Colorado — uma mudança que atravessou toda a programação com um sentimento coletivo de encerramento, memória e expectativa.

    Entre estreias concorridas, encontros improvisados na Main Street e longas conversas em filas, carrinhos e lounges, uma pergunta ecoou durante todo o evento: Sundance continuará sendo Sundance fora de Utah?

    Sundance

    A última edição no cenário que virou sinônimo do festival

    Criado em 1978 como United States Film Festival e consolidado sob a liderança de Robert Redford, o Sundance encontrou em Park City um refúgio longe de Hollywood. Foi ali que o evento se transformou em um espaço de descoberta, risco criativo e lançamento de carreiras que redefiniram o cinema contemporâneo.

    Ao longo das décadas, nomes como Quentin Tarantino, Steven Soderbergh, Ryan Coogler, Damien Chazelle, Todd Field e tantos outros passaram por Park City em momentos decisivos de suas trajetórias. Em 2026, essa história ganhou contornos ainda mais emotivos: esta é a primeira edição do festival após a morte de Redford, em setembro do ano passado, aos 89 anos.

    Para muitos frequentadores veteranos, a combinação entre a ausência do fundador e a despedida da cidade tornou esta edição irrepetível. Frases como Our last Sundance [Nosso último Sundance] estampavam lenços, cartazes improvisados e conversas nostálgicas pelas ruas.

    Sundance

    Estrelas, filmes e a força do cinema independente

    O line-up reuniu produções estreladas por Natalie Portman, Olivia Wilde, Seth Rogen, Dustin Hoffman, Ethan Hawke, Channing Tatum, Edward Norton, Chris Pine, Keegan-Michael Key e Charli XCX, além de documentários sobre figuras como Billie Jean King, Salman Rushdie, Courtney Love e Marianne Faithfull.

    Temas urgentes atravessaram a programação, como inteligência artificial, crise climática, direitos humanos, liberdade de expressão, desigualdade social e os impactos políticos e culturais do mundo contemporâneo. A diversidade de gêneros, indo de dramas intimistas a filmes mais ousados, reforçou a identidade plural que sempre definiu o festival.

    Debates sobre indústria, IA e o futuro do audiovisual

    Fora das salas de cinema, Sundance voltou a ser palco de discussões profundas sobre os rumos da indústria. Produtores, diretores e executivos debateram o uso da inteligência artificial na produção e pós-produção, os riscos para empregos no setor e, ao mesmo tempo, as possibilidades criativas e orçamentárias que a tecnologia oferece ao cinema independente.

    Outros temas recorrentes foram o aumento do custo da experiência cinematográfica, novos modelos de precificação de ingressos, a dificuldade de distribuição para filmes autorais e a concentração de mercado. Em meio a um cenário global instável, o sentimento era de que o cinema independente continua essencial, mas precisa se reinventar para sobreviver.

    Park City além das telas

    Parte do mito de Sundance sempre esteve fora dos cinemas. Durante o festival, Park City se transforma: ruas fechadas para carros, restaurantes convertidos em estúdios e sedes de marcas, casas alugadas por artistas, agentes e executivos, além de festas, encontros e negociações que misturam arte e negócios.

    Para comerciantes e moradores locais, a saída do festival representa uma mudança profunda. Embora o impacto financeiro direto seja debatido, há consenso sobre a perda simbólica: Sundance deu à cidade uma projeção cultural internacional e ajudou a moldar sua identidade progressista e criativa.

    Alguns empresários veem a mudança como uma oportunidade para atrair outros públicos; outros temem não encontrar um substituto à altura de um evento que, por décadas, colocou Park City no centro do debate cultural global.

    Por que Boulder?

    A decisão de transferir o festival para Boulder veio após um processo de avaliação de um ano, no qual diversas cidades americanas concorreram para sediar o evento. Segundo o Instituto Sundance, o festival havia crescido além da capacidade da pequena cidade de Park City e adquirido um ar de exclusividade que desviava o foco principal: os filmes e os artistas.

    Boulder foi escolhida por oferecer maior infraestrutura, forte ligação com universidades, perfil progressista e abertura para novas gerações criativas. Antes de morrer, Robert Redford deu sua bênção à mudança. Parte fundamental de seu legado — como os laboratórios de desenvolvimento de roteiristas e diretores — continuará em Utah.

    Ainda assim, entre frequentadores históricos, o sentimento é dividido. Muitos afirmam que darão uma chance à nova fase; outros acreditam ter vivido, em 2026, o último Sundance “como ele deveria ser”.

    Um adeus que também aponta para o futuro

    Sundance

    Sundance 2026 é marcado, ao mesmo tempo, por celebração e luto. Um festival que se despede do lugar onde se tornou um fenômeno global, mas que tenta reencontrar seu espírito original ao se reinventar. Entre memórias, histórias improváveis, carreiras lançadas e filmes que ainda ecoarão ao longo do tempo, Park City se despede como casa — mas permanece como lar.

    O futuro em Boulder ainda é uma incógnita. O passado, no entanto, já está gravado na história do cinema independente.

    O Festival de Cinema de Sundance 2026 teve início em 22 de janeiro e vai até o dia 1º de fevereiro de 2026. As exibições online estarão disponíveis de 29 de janeiro a 1º de fevereiro.

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  • Caso Daiane: síndico usou escadarias para não ser filmado após crime

    Caso Daiane: síndico usou escadarias para não ser filmado após crime

    Domingos Ketelbey/Especial para o Metrópoles
    Coletiva de imprensa da Polícia Civil de Goiás (PCGO) do casa Daiane

    Segundo a polícia, para sair do prédio com o corpo de Daiane, o síndico utilizou as escadas para não ser filmado, uma vez que ele tinha conhecimento de que no prédio há apenas 10 câmeras de monitoramento. Nenhuma delas nas escadarias.

  • Energia cortada e 8 minutos: como a polícia desvendou morte de corretora

    Energia cortada e 8 minutos: como a polícia desvendou morte de corretora

    Reprodução
    DAIANE ALVES SOUZA 4

    A solução do homicídio da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, em Caldas Novas, exigiu da Polícia Civil uma investigação conduzida sem corpo, sem cena evidente de crime e sem imagens claras do autor deixando o prédio.

    Mesmo assim, o caso foi esclarecido a partir da análise técnica de rotinas internas, cruzamento de horários e da reconstrução minuciosa dos últimos minutos da vítima.

    Segundo os delegados, a primeira comunicação do desaparecimento colocou a investigação diante de um cenário incomum, não havia qualquer registro de Daiane saindo do condomínio, tampouco imagens que mostrassem outra pessoa deixando o local logo após o sumiço.

    Ainda assim, a polícia decidiu tratar o caso como homicídio diante da falta de informações concretas.

    “Foram feitas diligências incansáveis. Trabalhamos inclusive com a possibilidade de ela ter desaparecido por vontade própria”, afirmou a Polícia Civil durante a coletiva.

    Oito minutos

    Ao todo, 32 pessoas foram ouvidas. A partir desses depoimentos, os investigadores passaram a concentrar esforços na análise do fluxo dos elevadores e do acesso ao subsolo do prédio, local onde Daiane foi vista pela última vez.

    As imagens revelaram que Daiane desaparece exatamente às 19h, e a primeira pessoa a acessar o subsolo após esse horário surge apenas às 19h08.

    Nenhuma outra pessoa entrou ou saiu do local nesse intervalo de oito minutos.

    Para os investigadores, esse lapso indicava que o crime só poderia ter sido cometido por alguém com livre acesso ao prédio, familiaridade com a rotina e capacidade de agir sem levantar suspeitas.

    Energia desligada

    Outro ponto que chamou a atenção foi o desligamento do padrão de energia do apartamento da corretora. Horas antes do desaparecimento, Daiane percebeu que apenas sua unidade estava sem luz.

    Às 18h56, ela gravou um vídeo mostrando que o restante do condomínio seguia com energia normal e enviou o registro a uma amiga.

    Dois minutos depois, às 18h58, ela voltou a descer ao subsolo, novamente gravando o trajeto. Um terceiro vídeo chegou a ser gravado, mas nunca foi enviado.

    Testemunhas relataram à polícia que desligar a energia fazia parte de um comportamento recorrente do síndico, inclusive em episódios anteriores, como uma assembleia virtual para eleição de síndico.

    Controle do prédio e das câmeras

    A investigação concluiu que o crime exigiria alguém com pleno controle dos acessos internos, conhecimento do funcionamento das câmeras e da circulação de moradores.

    Segundo a polícia, entre todos os ouvidos, apenas uma pessoa reunia essas condições sem ser percebida.

    Caminho até a ossada

    Após ser confrontado com esse conjunto de provas, imagens, horários, registros de energia e depoimentos, o síndico entrou em estado colaborativo e se ofereceu para indicar onde havia deixado o corpo.

    Ele conduziu os policiais até uma estrada rural que já conhecia, a cerca de 15km de Caldas Novas, onde apontou uma vala por onde escoava água.

    No local, a equipe encontrou os restos mortais da corretora, em estágio avançado de decomposição.

    Indícios contra o filho

    O filho do síndico, Maykon Douglas de Oliveira, também foi preso. A Polícia Civil apurou que ele comprou um celular novo no mesmo dia do desaparecimento, possivelmente para entregar ao pai.

    Para os investigadores, o ato indica tentativa de ocultação de provas.

    Perícias foram realizadas tanto no local do desaparecimento quanto no veículo utilizado para transportar o corpo.

    “Sem corpo, o luto não termina”

    Durante a coletiva, os delegados destacaram o impacto do desaparecimento prolongado sobre a família.

    “Quando há um homicídio sem localização do corpo, a família vive um luto eterno. Resolver esse caso foi também devolver uma resposta”, afirmou a polícia.

    Daiane desapareceu às 19h e 30 segundos, após descer ao subsolo para verificar a queda de energia em seu apartamento. O crime, segundo a confissão, ocorreu logo após ela sair do elevador.

    O porteiro do condomínio foi conduzido coercitivamente para esclarecimentos após divergências em depoimentos.

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    Copa Super 8: KTO Minas derrota o Flamengo e garante vaga na final

    Paula Reis/Flamengo
    Minas-Flamengo-Super-Copa-8

    O KTO Minas mostrou sua força contra o Flamengo e se classificou para a final da Copa Super 8, do NBB. Jogando no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, o time de Minas venceu por 93 x 80. Com dois quartos muito fortes, o time de Leo Costa não teve sustos e carimbou o passaporte para a decisão. Jordan Williams foi o cestinha do jogo, com 20 pontos.

    Agora, o Minas espera o vencedor do confronto entre Pinheiros e Franca, que jogam nesta quarta-feira (28/1), às 20h. Vale lembrar que a final acontece no próximo sábado (31/1).

    No primeiro quarto, o time de Belo Horizonte não sentiu a força da torcida adversária e abriu 14 pontos de vantagem, 27 x 13. Williams comandou o forte início da equipe com nove pontos no período. O Flamengo tentou reagir e venceu a segunda parte do jogo por 29 x 26. O Rubro-Negro conseguia colocar a bola na cesta, mas sofria para defender os ataques adversários.

    O Minas voltou forte do intervalo e abriu vantagem no placar. O terceiro quarto acabou 21 x 12 para os mineiros. Com aproveitamento em arremessos acima dos 50%, os visitantes não deram chances ao Flamengo.

    No último quarto, o time da casa voltou melhor e conseguiu diminuir a diferença, mas não o suficiente para igualar o marcador. O Fla começou mal os 10 minutos finais, mas, após protestos da torcida, conseguiu emplacar pontos. No fim, vitória por 26 x 19, mas derrota no agregado por 93 x 80.