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  • Sob protestos, professor acusado de assédio volta à USP após um ano

    Sob protestos, professor acusado de assédio volta à USP após um ano

    Reprodução/FFCLRP
    Professor José Maurício Rosolen foi afastado da USP Ribeirão Preto após instauração de PAD para apurar denúncias de assédio sexual. - Metrópoles

    O professor José Maurício Rosolen, acusado de assediar sexualmente algumas de suas alunas, voltou à Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da Universidade de São Paulo (USP), um ano após ter sido afastado do cargo.

    Agora, estudantes e ex-alunos da instituição se dizem preocupados com o retorno do docente, afirmam que a faculdade não têm sido transparente com as investigações do caso e discutem fazer uma manifestação contra a volta de Rosolen.


    Relembre o caso


    Nesta segunda-feira (9/3), alunos do curso de química, onde o professor atua, fizeram uma assembleia para debater uma possível paralisação em protesto à volta do professor aos corredores da faculdade.

    “Casos de assédio não podem ser normalizados dentro da universidade”, dizia o texto publicado pelo Centro Estudantil da Química (CENEQui), convocando os alunos para o evento.

    Depois da assembleia, um formulário on-line foi criado para que os estudantes digam se querem ou não fazer a paralisação. Na próxima quinta-feira (12/3), os alunos devem fazer um novo encontro para debater o tema.

    Um cartaz falando sobre o caso tem circulado em grupos de WhatsApp da instituição. “Um ano de afastamento. Isso é punição suficiente? A comunidade universitária está segura?”, diz o material.

    Mãos no corpo

    Ex-alunas que foram ouvidas pelo Metrópoles dizem que a volta de Rosolen deixa uma sensação de impunidade. “É uma sensação de que não vale a pena denunciar”, diz uma delas, que afirma ter sido assediada pelo professor entre os anos de 2022 e 2023.

    A mulher, que pediu para não ter a identidade revelada, contou que o professor tinha uma “má-fama” entre as alunas. “A gente tomava cuidado no laboratório para não deixar nenhuma mulher sozinha com ele”, lembra.

    Ela afirma ter presenciado pelo menos três situações em que o professor tocou nos corpos de alunas ao passar ao lado delas em uma espécie de corredor do laboratório, entre uma bancada e a parede.

    “A pia do laboratório fica no meio, então as pessoas passam atrás de você. Tem uns 80 centímetros, todos nós conseguíamos passar ali sem tocar uns nos outros. A não ser ele. Ele que tinha que passar a mão na cintura de alguém.”

    Quando questionado, o professor dizia que, segundo ela, que não tinha nada de demais na situação. Uma das estudantes teria sido chamada de “sensível” por Rosolen, por reclamar dos toques.

    A química Luiza Knittel, de 38 anos, também diz ter sido vítima do professor. Ao Metrópoles, ela contou que passou a conviver com Rosolen em 2024, quando foi selecionada para participar do grupo de pesquisa dele. As atitudes do professor, no entanto, teriam tornado a rotina de trabalho cada vez mais desconfortável.

    No início, Luiza diz que Rosolen fazia comentários inapropriados, como sugestões de que ela o levasse para jantar ao receber o pagamento pela bolsa de pesquisa, e de que os dois fossem juntos assistir a um musical no Dia dos Namorados. Ela sempre buscava desconversar ou inventar um compromisso.

    Algumas vezes, o professor passou a sugerir que ela fosse com roupas de ginástica para o laboratório, para que os dois fossem se exercitar juntos na academia da universidade depois. “Eu perguntava para os meus colegas [homens]: ele também chama vocês para irem com roupa de ginástica? Eles falavam que não”.

    As situações ficaram mais difíceis, no entanto, quando o assédio passou a ser físico. Luiza diz que quando estava no computador, Rosolen se aproximava, sentava ao seu lado e começava a tocar sua perna.

    “Ele ia comentar alguma coisa e cutucava a minha coxa. Na terceira vez que ele cutucava, ele deixava a mão”.

    Um dia, ela disse que estava com um molho de chaves para tentar abrir um armário. Rosolen teria, então, se aproximado, segurado sua mão e começado a acariciá-la enquanto dizia para que ela não misturasse as chaves.

    “Ele pegou na minha mão, começou a fazer carinho e não soltou. Nesse dia, eu fiz um movimento brusco, olhei muito feio para ele, virei as costas e saí andando.”

    Segundo Luiza, depois da reação dela nesse dia, o professor teria passado a assediá-la moralmente. Ela cita, por exemplo, que o docente teria se negado a comprar um equipamento novo depois que aquele que ela utilizava quebrou. A falta do equipamento teria prejudicado sua pesquisa.

    Para ela, a presença do professor de volta à USP representa um risco para os denunciantes e também para outras alunas.

    Má-conduta

    Além dos relatos de assédio que pairam sob o professor, denúncias de que ele teria tido uma má conduta em outros âmbitos profissionais também foram citadas ao Metrópoles. Um aluno que atuou no laboratório com Rosolen disse que ele pedia aos pesquisadores que fizessem funções diferentes daquelas para as quais eles eram designados.

    “Eu tive que limpar o laboratório. Matar rato, matar barata”, conta o homem, que pediu para não ser identificado. Segundo o relato, o professor pedia que os pesquisadores também auxiliassem na prestação de contas do laboratório.

    O Metrópoles apurou que a USP também recebeu uma denúncia de que o professor teria usado material de outro aluno em um artigo seu sem dar o devido crédito.

    Outro lado

    A reportagem procurou a FFCLRP para entender a atual situação do processo administrativo contra o professor e por que ele retornou à faculdade, mas a instituição não respondeu o pedido de nota até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

    O Metrópoles também enviou um e-mail para Rosolen, solicitando entrevista ou uma nota de posicionamento. O professor não respondeu. O espaço também segue aberto.

    Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que o inquérito aberto pela DDM de Ribeirão para investigar o docente foi concluído e relatado à Justiça em setembro de 2025. “Outros questionamentos devem ser direcionados ao Poder Judiciário”, termina a nota.

  • Ex fez videochamada para mostra mulher morta após esfaqueá-la no DF

    Ex fez videochamada para mostra mulher morta após esfaqueá-la no DF

    Imagem obtida pelo Metrópoles
    feminicidio-planaltina

    Após matar a facadas a ex-companheira, o motorista de aplicativo Wellington de Rezende Silva, 43 anos, fez uma chamada de vídeo para mostrar Luana Moreira, 41 anos, morta. O feminicídio aconteceu na tarde desta segunda-feira (9/3), em Planaltina (DF).

    O motorista de aplicativo confessou o crime alegando “ciúmes intensos”. Ele acreditava que a manicure mantinha um relacionamento com outra pessoa.

    Wellington usou o celular da vítima para ligar ao suposto namorado dela, dizendo: “Fiz uma besteira, matei minha mulher por sua causa”.

    Em seguida, o motorista de aplicativo também fez uma chamada de vídeo para a esposa desse homem – conhecida da vítima, mas não amiga íntima –, mostrando o corpo e repetindo a provocação.

    Posteriormente, o autor se dirigiu para a 16ª Delegacia de Polícia com o corpo da vítima no banco do passageiro. O homem foi preso em flagrante. A arma do crime também foi apreendida.

    Crime premeditado

    O motorista de aplicativo teria armado uma emboscada para matar a ex-companheira. Ele assassinou Luana dentro do próprio carro.

    Armado com uma faca de açougueiro, escondida sob o tapete do banco motorista, o homem buscou a ex no Jardim Ruiz, onde ela morava com uma amiga. Apesar da amiga ter alertado para ela não entrar no carro, a vítima embarcou sem desconfiança.

    Durante o trajeto, o ex-casal teria discutido. Wellington queria reatar o casamento, porém Luana recusou. O suspeito, então, puxou a faca, segurou a vítima, que soltou o cinto para tentar fugir, e começou a estrangulá-la.

    Quando a mulher desmaiou, ele desferiu os golpes de arma branca. A perícia identificou ao menos três facadas – no pescoço, nas costelas e na orelha –, além de marcas de defesa nas mãos.

    A vítima teria implorado pela vida, pedindo que o ex-marido pensasse na filha do casal e nos outros dois filhos, mas ele continuou com o ataque e teria proferido friamente: “Você já está morta”.

    Posteriormente, o autor se dirigiu para a 16ª DP com o corpo da vítima no banco do passageiro. O homem foi preso em flagrante. A arma do crime também foi apreendida.

    Familiares descreveram o suspeito como um homem extremamente ciumento e controlador. Ele já havia quebrado o celular da vítima anteriormente.

    Segundo informações repassadas pelo delegado Richard Valeriano, há uma ocorrência de lesão corporal registrada por Luana em 2004, motivada pela Lei Maria da Penha, mas nenhuma outra após isso.

    No interrogatório, Wellington se mostrou frio, sem arrependimento, repetindo o ciúme como justificativa principal. Ele não possui outros antecedentes criminais.

    O ex-casal manteve um relacionamento por aproximadamente 20 anos e possuía três filhos. Luana planejava viajar nesta terça-feira (10/3) para Porto Seguro (BA) com a filha do casal.

  • Os pontos de Trump para declarar PCC terrorista mesmo sem aval de Lula

    Os pontos de Trump para declarar PCC terrorista mesmo sem aval de Lula

    Arte / Metrópoles
    Trump Lula

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reúne elementos para classificar as facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações narcoterroristas, mesmo com o governo Lula se opondo à medida.

    Um dos argumentos usados pelo governo Trump é que, uma vez que essas organizações sejam classificadas como terroristas, não apenas as facções poderão sofrer sanções econômicas severas como também qualquer pessoa ou empresa que as ajude de alguma forma.

    “Uma companhia de ônibus que lave dinheiro para o PCC ou lhes forneça apoio logístico poderá sofrer punições de forma bem mais ágil e menos burocrática por parte de Washington. O objetivo é minar todos os eixos que dão sustentação a essas organizações”, explicou um integrante do governo do Estados Unidos à coluna.

    A possibilidade de a administração Trump classificar PCC e CV como terroristas, mesmo sem o aval de Lula, foi revelada pela coluna ainda em 2025 e ganhou tração nos últimos dias.

    Caso Trump avance com o plano, faccionados do PCC e do CV presos nos EUA receberão penas mais duras e poderão ser transferidos para o Centro de Confinamento de Terroristas (Cecot), presídio linha-dura em El Salvador. A medida serviria para desencorajar pessoas a entrarem nas fileiras do tráfico.

    Resistência

    De acordo com auxiliares de Trump, a resistência do governo Lula não impede uma ação unilateral por parte dos EUA.

    “Os Estados Unidos não dependem do aval de outros governos para decidir se classificam grupos criminosos transnacionais como terroristas. Para muitas pessoas, organizações ligadas ao narcotráfico levam terror à população diariamente”, disse à coluna um assessor do presidente norte-americano.

    Já o governo Lula é contra classificar PCC e CV como terroristas por temer que isso sirva de justificativa para os EUA realizarem ações militares no Brasil sem o aval do Palácio do Planalto. O Itamaraty também teme que tal classificação afete o turismo e afaste investimentos estrangeiros.

    Em que pesem as divergências entre Brasil e Estados Unidos, o Ministério da Justiça e Segurança Pública tem ampliado os espaços de cooperação com os EUA para o combate ao CV e ao PCC, com linha direta entre a Polícia Federal e as polícias de alguns estados norte-americanos.

    A classificação de CV e PCC como grupos terroristas foi tema de discussão entre representantes do governo dos EUA e do governo brasileiro, em território nacional, e também entre o secretário de Estado de Trump, Marco Rubio, do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, na Casa Branca.

  • Trump sugere que Irã foi responsável por ataque em escola de meninas

    Trump sugere que Irã foi responsável por ataque em escola de meninas

    Win McNamee/Getty Images
    Donald Trump no discurso do Estado da União, no Capitólio

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu que o Irã pode ser responsável pelo ataque a uma escola de meninas em Minab, no sul do país. As autoridades norte-americanas ainda estão investigando o caso. A escola foi atingida durante os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã e deixou 175 crianças mortas. 

    “Disseram-me que isso está sob investigação, mas os mísseis Tomahawk são usados ​​por outros países”, disse Trump, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (9/3). “Mas, seja o Irã ou outro país, o fato é que um Tomahawk, um míssil genérico, é vendido para outros países. Mas isso está sendo investigado neste momento”, completou.

    e foi atingida no primeiro dia do conflito.

    O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (OHCHR) cobrou uma investigação, de forma imparcial, sobre o caso.

    “O Alto Comissário exige uma investigação rápida, imparcial e completa sobre as circunstâncias do ataque. Cabe às forças que realizaram o ataque investigá-lo. Exigimos que divulguem as conclusões da investigação e garantam a responsabilização e a reparação das vítimas”, disse a porta-voz do órgão, Ravina Shamdasani.

     

  • Rita Batista reage a especulações envolvendo Ticiane Pinheiro

    Rita Batista reage a especulações envolvendo Ticiane Pinheiro

    Reprodução/Coluna Fábia Oliveira e Globo.
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    Rita Batista marcou presença na festa de lançamento da novela A Nobreza do Amor, realizada na noite desta segunda-feira (9/3), na Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro.

    Em conversa com a coluna, a artista falou sobre sua estreia como atriz na nova trama das seis da Globo.

    Veja vídeo

    Rita Batista reage a especulações envolvendo Ticiane Pinheiro pic.twitter.com/vz33cIfu2q

    — Fábia Oliveira (@OliveiraFabia_) March 10, 2026

    Saída do É de Casa

    Durante o bate-papo, Rita também comentou os rumores de que teria deixado o programa É de Casa por causa da possível entrada de novas apresentadoras, citando como exemplo o nome de Ticiane Pinheiro.

    Segundo ela, a saída do programa está ligada exclusivamente ao novo trabalho na dramaturgia e não tem relação com abrir espaço para outra pessoa.

    “Eu saí para fazer novela. Como eu entrei em um projeto novo, que eu nunca fiz, não dava para fazer duas coisas ao mesmo tempo. A gente faz as coisas certinho há 60 anos de TV Globo”, brincou. Em seguida, acrescentou: “Então é óbvio que eu não ia chegar pela janela. Cheguei pela porta, fiz meus testes”.

    A apresentadora também comentou a chegada de Ticiane Pinheiro à emissora e elogiou a participação dela no Domingão com Huck. “Tici chegou agora, arrasou no Domingão fazendo o quadradinho de oito, cantando Anitta lá no Lip Sync. Seja muito bem-vinda. Vai apresentar um reality no Globoplay”, afirmou. Rita ainda mencionou a estreia de Eliana no novo programa dominical da Globo.

    Sobre o É de Casa, ela reforçou que o programa segue normalmente com os atuais apresentadores. “Então a gente tá sempre renovando as coisas. Mas assim, o É de Casa continua com Maria Beltrão, Thiago Oliveira e Thalita Morete. Eu saí, mas não é para dar espaço. Eu saí para continuar no mesmo… Vocês querem me desempregar de qualquer jeito, mas eu sou funcionária”, disse, em tom bem-humorado.

    Estreia como atriz

    A comunicadora também falou sobre a mudança em sua trajetória profissional após mais de duas décadas trabalhando diante das câmeras como apresentadora. “É uma transformação na minha carreira. Depois de 22 anos na frente das câmeras olhando para elas, agora eu estou na frente das câmeras, mas não posso olhar para elas, não posso quebrar a quarta parede. Agora eu sou atriz”.

    Na novela, Rita interpreta Ladisa, personagem que, segundo ela, tem personalidade marcante dentro da trama. “Minha primeira novela, um presente. Estar em A Nobreza do Amor com a personagem Ladisa. Ela é forte, não ri muito, é de pouco riso, mas luta contra as injustiças e contra os desmandos do rei Jendal”, afirmou, citando o vilão interpretado por Lázaro Ramos.

    A artista também destacou a representatividade presente na produção, que conta com maioria de atores negros no elenco. “O público vai se apaixonar porque a gente nunca mostrou esse lado do povo preto, esse lado nobre do povo preto. Então muita gente vai se surpreender.”

  • Sete pessoas morrem em desabamento de lixão na Indonésia

    Sete pessoas morrem em desabamento de lixão na Indonésia

    BPBD DKI JAKARTA/ Reprodução
    Aterro sanitário perto de Jakarta

    Sete pessoas morreram após um lixão a céu aberto desabar, em Bantargebang, na Indonésia. O aterro é o maior do país e colapsou devido às fortes chuvas no domingo (8/3). As buscas pelos atingidos foram encerradas na noite desta segunda-feira (9/3), manhã de terça no país.

    De acordo com o jornal The Straits Times, mais de 200 socorristas participaram do resgate, com o uso de escavadeiras e drones com visão térmica para encontrar os desaparecidos.

    As vítimas eram caminhoneiros e donos de barracas de comida no aterro sanitário. Seis pessoas sobreviveram.

    Bantargebang abrange cerca de 110 hectares e recebe entre 6,5 mil e 7 mil toneladas de resíduos por dia.

     

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  • Mulher vítima de explosão com álcool morre após 15 dias internada

    Mulher vítima de explosão com álcool morre após 15 dias internada

    De acordo com informações da família, Maria Natividade teve aproximadamente 70% do corpo atingido por queimaduras, principalmente nas regiões do rosto e do tórax. Durante o período de internação, ela precisou passar por sessões de hemodiálise devido ao comprometimento dos rins causado pelas medicações utilizadas no tratamento. A vítima também recebeu doações de sangue para reposição de plaquetas.

    A morte foi confirmada por familiares na manhã desta segunda-feira. A filha da vítima, a recepcionista Vitória Leite, de 29 anos, também ficou ferida na explosão ocorrida durante o encontro entre amigos.

    O acidente aconteceu no dia 22 de fevereiro, em uma casa localizada na Travessa Dez de Junho, no bairro Tropical, em Rio Branco. Na ocasião, um grupo preparava arroz carreteiro em um tacho quando uma pessoa utilizou álcool automotivo para tentar acender o fogo. No momento em que o produto foi colocado para iniciar a chama, ocorreu uma explosão que atingiu várias pessoas que estavam próximas.

    Ao todo, oito pessoas ficaram feridas, apresentando queimaduras de segundo e terceiro graus em diferentes partes do corpo, como cabeça, rosto, tórax, abdômen, braços e pernas.

    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e enviou três ambulâncias, sendo duas de suporte avançado e uma de suporte básico, para prestar atendimento às vítimas. Todos os feridos foram encaminhados ao Pronto-Socorro de Rio Branco.

    Até o momento, Katiucia de Souza Barboza, de 36 anos, permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da unidade hospitalar.

  • Comissão do Senado cancela audiência que ouviria Vorcaro nesta terça

    Comissão do Senado cancela audiência que ouviria Vorcaro nesta terça

    Reprodução
    Daniel Vorcaro

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado cancelou a audiência pública, marcada para esta terça-feira (10/3), que ouviria o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A reunião estava prevista para ocorrer às 10h, mas foi suspensa na noite desta segunda-feira (9/3). Vorcaro está preso preventivamente em Brasília.

    Segundo a pauta oficial da comissão, a reunião foi cancelada às 20h. O documento também indica que, horas antes, havia sido feita uma atualização para que a audiência ocorresse em formato semipresencial. A oitiva vinha sendo articulada no Senado após o avanço de investigações que envolvem o Banco Master.

    O comparecimento do banqueiro não era obrigatório. Em decisão, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), entendeu que a presença de Vorcaro em comissões parlamentares seria facultativa. Antes de ser preso, entretanto, o banqueiro havia sinalizado disposição de comparecer ao Senado para prestar esclarecimentos.

    Vorcaro foi preso na quarta-feira (4/3), em São Paulo, e transferido dois dias depois para a Penitenciária Federal de Brasília, unidade de segurança máxima do sistema penitenciário federal. A transferência foi autorizada pelo STF após pedido da Polícia Federal, que alegou necessidade de preservar a integridade física do investigado.

  • Chaiany e Jordana discutem durante Sincerão Pódio dos Medrosos, e Tadeu Schmidt chama a atenção da dupla

    Sincerão pegando fogo no BBB 26! Na dinâmica desta segunda-feira (9), Chaiany aponta Jordana como “Covarde” no Pódio dos Medrosos no BBB 26. Além da advogada a sister escolhe Alberto Cowboy e Jonas Sulzbach, em segundo e terceiro lugar, respectivamente, para completar o pódio. 🔥 Em seguida, Chaiany justifica seu pódio: “A Jordana covarde porque […]

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