A Prefeitura de Brasileia instituiu, por meio do Decreto nº 019, o Grupo Gestor Local do Programa BPC na Escola, com atuação intersetorial no município. A medida foi assinada pelo prefeito Carlos Armando de Souza Alves e tem como objetivo fortalecer ações que garantam o acesso e a permanência na escola de crianças e adolescentes […]
Categoria: Teste
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Brasileia cria grupo gestor para fortalecer inclusão escolar de crianças beneficiárias do BPC
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Carol Castro desabafa após ficar fora do Melhores do Ano: "Dei tudo"
Reprodução/Instagram @castrocarol
Carol Castro usou as redes sociais para desabafar após ter ficado de fora das indicações ao prêmio Melhores do Ano, do Domingão com Huck. No X, antigo Twitter, a atriz lamentou a situação, embora tenha sido bastante aclamada durante o período em que a novela Garota do Momento esteve no ar.
“É. Não foi dessa vez que fui indicada ao Melhores do Ano. Dei tudo de mim, me entreguei de corpo e alma pra Clarice. Mas, as vezes acontecem coisas que a gente não entende, mas precisamos olhar pro lado positivo: a resposta e a voz do povo. Obrigada pelas mensagens”, escreveu ela.
A novela Garota do Momento foi exibida entre novembro de 2024 e junho de 2025. Duda Santos e Maisa Silva, que estiveram no elenco do folhetim, foram indicadas nas categorias de melhor atriz e melhor atriz coadjuvante, respectivamente.
Na categoria de melhor atriz, além de Duda, foram indicadas também Bella Campos, Debora Bloch, Taís Araújo – as três por Vale Tudo – e Grazi Massafera, por Três Graças.
Já na categoria de melhor atriz coadjuvante, a premiação indicou, além de Maisa, Alice Carvalho, por Guerreiros do Sol; Belize Pombal e Paolla Oliveira, por Vale Tudo, e Suely Franco, por Dona de Mim.
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Sobrinho suspeito de mandar matar tio por traição no casamento é preso. Veja vídeo
Divulgação / PCGO
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu um homem de 34 anos suspeito de mandar matar o próprio tio em Planaltina (GO), no Entorno do Distrito Federal. O investigado teria pago R$ 10 mil pelo assassinato e o crime teria sido motivado por uma traição extraconjugal.
Veja:
O suspeito foi preso preventivamente pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Planaltina (GO), com o apoio da Polícia Civil de Barreiras (BA).
O mecânico foi assassinado em 06 de janeiro de 2026, no Setor Leste, em Planaltina (GO). A vítima foi subjugada e executada dentro de seu próprio estabelecimento comercial, em ação marcada por extrema frieza e violência.
De acordo a PCGO, o crime foi motivado por desavenças de ordem pessoal, uma vez que a vítima, que era tio do investigado, manteve relacionamento extraconjugal com a esposa do mandante.
Segundo as investigações, além de ter pago R$10 mil pela execução do crime, o mandante teria sido responsável por fornecer a arma de fogo utilizada no homicídio.
De acordo com a Polícia, o executor do homicídio já havia sido preso em flagrante à época dos fatos. O sobrinho investigado foi recolhido e permanece à disposição do Poder Judiciário.
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Homem tenta subordar PM com R$ 50 para não fazer bafômetro e é preso
Marcello Casal JR/Agência Brasil
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) prendeu um homem por tentativa de suborno em uma blitz, na madrugada desta segunda-feira (9/3).
O detido foi abordado em uma operação de fiscalização na Praça do Museu, em Planaltina (DF).
Ao ser abordado por dois policiais, foi convidado a realizar o teste do bafômetro, no entanto, recusou e em seguida, ofereceu a quantia de R$ 50 aos oficiais para evitar que as medidas legais fossem adotadas contra ele.
Diante da tentativa de suborno, foi dada voz de prisão ao condutor.
O homem foi conduzido à 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina), onde foram adotadas as providências legais cabíveis.
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CNU: prazo para candidato confirmar interesse em vaga termina hoje
O prazo para que 102 candidatos do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) de 2025 manifestem interesse nas vagas imediatas para as quais foram aprovados terminará às 23h59 desta segunda-feira (9).
Os aprovados foram convocados na sexta-feira (6) pelo Diário Oficial da União, no edital nº 3/2026.
Nesta terceira e última rodada de confirmação de interesse pelas vagas, o candidato convocado deve marcar a opção exclusivamente na Página de Acompanhamento, no site da Fundação Getulio Vargas, responsável pela execução do concurso.
É preciso ter a senha da plataforma Gov.br. O sistema permite apenas um registro por rodada de convocação, sem possibilidade de alteração posterior, mesmo dentro do prazo.
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) avisa que após o encerramento do sistema, não será possível registrar a confirmação do interesse na vaga.
A etapa de confirmação do interesse na vaga é necessária para o candidato permanecer habilitado às próximas etapas do concurso como, por exemplo, o curso de formação e a futura nomeação.
Porém, a confirmação de interesse não significa nomeação automática para assumir a vaga. É preciso cumprir as demais fases.
A ausência de manifestação eliminará o candidato da concorrência para aquele cargo específico e para os de menor preferência, permanecendo apenas na disputa por eventuais cargos de maior preferência, se houver.
A convocação pura e simples do candidato aprovado não é garantia de permanecer na disputa pelo cargo do concurso unificado.
O MGI avisa que apenas entrar na plataforma não configura manifestação da vontade. É indispensável o registro formal da decisão de interesse pela vaga diretamente na plataforma, dentro do prazo, para seguir na concorrência.
O sistema da FGV permite apenas um registro nesta terceira rodada de convocação até o fim do prazo, nesta segunda-feira (9).
Não é possível alterar a opção posteriormente, mesmo dentro do prazo aberto para manifestação.
Com as confirmações, a administração pública tem uma indicação mais clara de que quem está na lista realmente quer assumir o cargo, o que pode acelerar a chamada dos próximos classificados. Isso porque as vagas não confirmadas serão ofertadas na rodada seguinte.
Segundo o MGI, o modelo de convocações sucessivas mantém o ritmo de preenchimento imediato das vagas.
No dia 16 de março sairá no Diário Oficial da União e no site da FGV a divulgação das classificações finais das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera.
Ausência de manifestação
Se o candidato convocado pelo MGI informar que não tem interesse na vaga imediata da segunda edição do CNU ou não acessar o sistema da FGV dentro do prazo, será considerado ausente.Nessas situações, o aprovado será eliminado da concorrência para aquele cargo específico da convocação e para os demais, de menor preferência, permanecendo apenas na disputa por eventuais cargos de maior preferência, se houver.
A falta de interesse na vaga pode alterar significativamente a composição das listas finais de aprovados no CNU 2025.
A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado oferece 3.652 vagas distribuídas em 32 órgãos federais.
Do total de vagas, 3.144 são de nível superior e 508 de nível intermediário. Os cargos são agrupados em nove blocos temáticos.
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Mulher indígena morre carbonizada e marido é principal suspeito
Reprodução/ Top Mídia News
Uma mulher indígena, identificada como Ereni Benites, de 35 anos, morreu carbonizada após a residência onde morava ser atingida por um incêndio, na madrugada desse domingo (8/3), na comunidade Tekoha Paraguassu, no município de Paranhos, em Mato Grosso do Sul.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima estava com amigos em uma casa próxima antes de retornar para o seu imóvel. Posteriormente, a residência pegou fogo e a mulher não conseguiu sair, falecendo no local.
A Assembleia das Mulheres Guarani e Kaiowá de Mato Grosso do Sul (Kuñangue Aty Guasu) publicou uma nota nas redes sociais denunciando o incêndio como um ato criminoso. Segundo as informações divulgadas pela organização, o corpo da mulher foi encontrado com 100% de carbonização.
O grupo aponta o marido da vítima como o principal suspeito do crime, relatando que ele foi a última pessoa vista na companhia dela.
Leia a reportagem completa em Top Mídia News, parceiro do Metrópoles.
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Lula recebe presidente da África do Sul no Palácio do Planalto
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu, na manhã desta segunda-feira (9/3), o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, no Palácio do Planalto, para uma visita de Estado.
Trata da primeira visita do líder africano ao Brasil durante o terceiro mandato de Lula. No mesmo período, o petista foi à África do Sul em duas ocasiões: para a 15ª Cúpula do Brics, em 2023, e para a 20ª Reunião de Cúpula do G20, em 2025.
Após a recepção a Ramaphosa, os chefes de Estado participam de uma reunião restrita e outra ampliada, com a presença de ministros. Ao final, ocorre uma cerimônia de assinatura de atos e declaração à imprensa.
Ainda nesta segunda, Lula e Ramaphosa participam de um fórum empresarial no Palácio Itamaraty. O presidente sul-africano também cumpre agenda no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF).
Brasil e África do Sul acumularam um fluxo comercial de US$ 2,3 bilhões em 2025. Entre os produtos brasileiros exportados, destacam-se as carnes de aves e miudezas (16,2%); açúcares e melaços (8,3%) e veículos rodoviários (6,9%). Já a África do Sul vende para o Brasil prata, platina e outros minerais do grupo da platina (53,9%).
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"Alerta automático de imigração", justifica Panamá após deportar ex-ministro de Lula
Reprodução/Redes Sociais
O governo do Panamá justificou que a detenção e a deportação do ex-ministro Franklin Martins, na última sexta-feira (6/3), ocorreram após “alerta automático de imigração”. O jornalista brasileiro fazia escala área no país quando foi detido e deportado.
Após a ocorrência, Martins entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores e com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, que contatou autoridades panamenhas para entender o ocorrido.
Conforme mostrou o Metrópoles na coluna Igor Gadelha, o chanceler panamenho, Javier Martínez Acha, pediu desculpas pela deportação. Em um trecho da carta com pedido de desculpas, o ministro justifica a deportação com um “alerta automático” do sistema de imigração do país.
“O cidadão brasileiro Franklin de Souza Martins, que estava em trânsito para a Guatemala e teve sua entrada negada devido à aplicação automática de procedimentos de imigração com base em informações dos sistemas automatizados de alerta utilizados pelas nossas autoridades”, diz a carta.
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Jovem emigra, a conta fica, e o Brasil doa o futuro (Roberto Caminha)
Divulgação/UEPB
O Brasil tem uma curiosa vocação: transforma problema estrutural em debate ideológico e chama isso de “projeto de nação”. Enquanto discutimos narrativas, os números — esses seres frios e antipáticos — seguem trabalhando. E os números contam uma história menos poética: gasto público comemorado e crescente, déficit recorrente, dívida robusta, premiação do ócio e juros que castigam quem ousa produzir.
O pior de tudo é que os nossos dirigentes querem ser uma Cuba que não mais existe e que foi destruída pelo mesmo processo que pensam implantar por aqui. Os cubanos que vieram morar conosco, já começaram a chorar com a incrível semelhança.
Comecemos pelo básico, porque economia nunca foi palavrão. Quando o governo gasta mais do que arrecada, surge o déficit. Déficit repetido vira dívida. Dívida crescente exige juros maiores para convencer alguém a financiá-la. Juros maiores encarecem crédito, travam investimento e destroem salários. É um dominó sofisticado, embalado em seda atraente… e muito cruel.
Há ainda um conceito pouco popular nas rodas de bar, mas decisivo no destino das nações: dominância fiscal. Traduzindo sem economês: é quando a política de gastos do governo começa a mandar na política monetária. O Banco Central, aqui esculhambado pelo TCU, sobe juros para conter inflação, mas o rombo fiscal neutraliza o esforço. É como enxugar gelo com secador ligado no máximo.
Roberto Campos alertava que populismo econômico é caro e cobra juros compostos. Parece piada, mas é matemática. Já Mário Henrique Simonsen repetia que inflação não é acidente, é escolha. Quando o Estado promete tudo a todos, a conta aparece para cada um. Por aqui está virando política de Governo.
“Ah, mas o nosso Brasil é grande demais para quebrar.” Verdade! Economias grandes demoram mais para entrar em colapso. O problema é que também demoram mais para sair da estagnação. O empobrecimento brasileiro não chega com sirene de bombeiro; chega com silêncio de cemitério. Ele aparece na produtividade que não cresce, no investimento que hesita e na renda que patina na manteiga de garrafa e no KY.
E então entramos na segunda parte da equação: o ambiente institucional. O chamado Custo Brasil não é folclore. É burocracia excessiva, insegurança jurídica, sistema tributário labiríntico, regras que mudam no meio do jogo. É a cruel e crescente sensação de que empreender aqui exige mais computadores, advogados e contadores que engenheiros e trabalhadores da construção.
Quando a regra tranca a porta, o capital voa — pela janela. Empresas redirecionam investimentos, fábricas escolhem outras geografias, startups nascem com endereço estrangeiro. E, nos últimos anos, um fenômeno ganha força simbólica: a saída de jovens brasileiros para estudar e trabalhar no Paraguai. Os paraguaios esperam o erro brasileiro e constroem o óbvio. Não dá pra errar.
Não é apenas turismo acadêmico. É cálculo racional. Menos burocracia, carga tributária mais simples, custo operacional menor. Quando o jovem atravessa a fronteira, o PIB atravessa junto e sem saudade. Porque ele leva consigo o que o Brasil mais precisa: capital humano e juventude para pagar os milhões de lesados aposentados.
Capital humano não se imprime em gráfica oficial. Forma-se com educação, experiência e ambição. Quando essa energia encontra menos barreiras do lado de lá da ponte, algo precisa ser revisto do lado de cá…urgentemente.
A Venezuela mergulhou no populismo financiado por petróleo. Cuba sufocou sob planejamento central rígido. O Brasil não está nesse ponto — mas flertar com atalhos fiscais permanentes é brincar com fósforo em depósito de álcool, bebendo caipirinha 24 horas por dia.
O debate, portanto, não é ideológico; é pragmático. Queremos crescer ou distribuir estagnação? Queremos competir ou nos consolar? Queremos ser Cuba ou Beijing?
Três reformas objetivas poderiam mudar a trajetória: 1- Âncora fiscal real e “acreditável”, com controle efetivo de gastos e metas transparentes. Sem contabilidade criativa tropical. 2-Simplificação tributária profunda, reduzindo litígios e custos de conformidade. 3- Fortalecimento da segurança jurídica, com respeito a contratos. Não é glamour, é fundamento.
O Brasil tem talento, mercado e recursos naturais. O que falta é coerência. Crescimento não é decreto; é consequência. E a consequência depende de escolhas certas e conjuntas.
Enquanto discutimos slogans e narrativas, nossos jovens fazem as malas. E, convenhamos, nenhum país prospera exportando sua melhor safra humana e dinamitando as próprias escolas e universidades.
Empobrecer é um processo lento — até virar rotina. E rotina, meu caro, honrado e elegante leitor, é a forma mais discreta de decadência. O mundo se impressiona com o grau de corrupção que atingiu o Brasil. Os nossos amigos brasileiros que moram na Europa e nos Estados Unidos, assim nos perguntam, diariamente, sobre vários temas: Isso é verdade?
A pergunta não é “quanto falta para chegarmos lá”. A pergunta é: vamos corrigir a rota enquanto ainda temos combustível? Vamos vender para a China sem brigar com os Estados Unidos?
Porque, no fim das contas, quando o futuro decide emigrar, o presente precisa fazer autocrítica.
Roberto Caminha Filho, economista, não aceitou ser o primeiro a cruzar a ponte, sem olhar pra trás, mas não será o terceiro.
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Vazamentos: PF prende delegado por envolvimento com TH joias e CV
Reprodução/Alerj
A Polícia Federal (PF) cumpriu, nesta segunda-feira (9/3), um mandado de prisão contra um delegado federal no Rio de Janeiro. A medida foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi confirmada pela coluna com fontes da PF.
A ação ocorre no âmbito de uma investigação que apura o vazamento de informações sigilosas para integrantes do Comando Vermelho.
O caso está relacionado ao inquérito que resultou no indiciamento do deputado estadual Rodrigo Bacellar, do União Brasil, e do ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias (foto em destaque).
Vazamento de informações
Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado é suspeito de repassar informações sobre operações policiais a integrantes da facção criminosa.
O indiciamento inclui crimes como organização criminosa, obstrução de Justiça e favorecimento pessoal.
A investigação aponta que dados relacionados à Operação Zargun, que tinha como alvo TH Joias, teriam sido antecipados.
De acordo com os investigadores, o vazamento teria permitido que o então parlamentar reorganizasse seu entorno antes do cumprimento dos mandados judiciais.
No dia anterior à operação, ele teria deixado o imóvel onde morava, na Barra da Tijuca, com sinais de retirada apressada de objetos.
De acordo com a Polícia Federal, as investigações indicam a existência de uma rede de proteção institucional, com acesso a informações reservadas que teriam beneficiado integrantes da facção.
Também foram indiciados Flávia Júdice Neto, Jéssica Oliveira Santos e Tharcio Nascimento Salgado. O desembargador Macário Judice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, chegou a ser preso durante as investigações, mas não foi indiciado.
Segundo a Polícia Federal, a Lei Orgânica da Magistratura prevê procedimento específico para a responsabilização de magistrados.