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  • Homem é morto a tiros após discussão por causa de chocolate em bar

    Homem é morto a tiros após discussão por causa de chocolate em bar

    Reprodução
    Imagem colorida, Homem é morto a tiros após discussão por causa de um chocolate em bar - Metrópoles

    Um homem matou um conhecido a tiros após uma discussão dentro de um bar do bairro dos Funcionários II, em João Pessoa (PB), na noite desse sábado (7/3). Testemunhas relataram que os dois consumiam bebida alcoólica no local quando houve um desentendimento.

    O perito da Polícia Civil (PCPB) Tony Máximo informou que a vítima sofreu quatro disparos de arma de fogo. Os tiros atingiram o pescoço e a face. Ainda segundo o perito, pelo menos dois disparos ocorreram a curta distância. Os tiros atingiram, principalmente, a região da cabeça e do pescoço.

    A delegada Maria das Dores informou que a investigação inicial aponta que o desentendimento começou após a vítima comer um chocolate que pertencia ao suspeito. Os dois mantinham amizade e costumavam se encontrar para beber em fins de semana e datas comemorativas.

    Leia a reportagem completa em TH Mais, parceiro do Metrópoles.

  • Do Master para o PicPay: venda da seguradora Kovr é investigada pelo Cade

    Do Master para o PicPay: venda da seguradora Kovr é investigada pelo Cade

    Michael Melo/Metrópoles
    banco master (4)

    Pouco antes da liquidação do Banco Master, em novembro de 2026, Daniel Vorcaro vendeu diversos ativos que pertenciam ao conglomerado para tentar manter a instituição financeira aberta. Entre eles, a seguradora Kovr. À época, foi anunciado que a Kovr teria sido adquirida por executivos que já faziam parte da seguradora — operação conhecida como management buyout.

    Por conta do modelo da operação, os detalhes financeiros — valor da compra, estrutura de dívida — eram confidenciais e tratados entre os gestores — compradores — e os proprietários atuais — vendedores. A Kovr foi, então, parar oficialmente nas mãos dos executivos Thiago de Moura, Eduardo Viegas e Renato Rennó.

    Antes do anúncio do negócio, circulava no mercado que Vorcaro negociava a Kovr com o PicPay, dos irmãos Batista. A transação teria desandado, mas não houve muito espanto quando, em fevereiro deste ano, o PicPay oficializou junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a compra da Kovr Seguradora.

    Em janeiro, o PicPay realizou IPO na Nasdaq. Nos documentos apresentados no processo para entrar na bolsa norte-americana, o PicPay citou a negociação e informou, inclusive, que parte do caixa do IPO seria usado para quitar a Kovr. A documentação também revelou que o acordo com o PicPay foi assinado no mesmo mês da venda da Kovr para os executivos;

    O documento inclui a aquisição da totalidade da Kovr Participações, que controla Kovr Seguradora, Kovr Previdência e Kovr Capitalização, das mãos de Thiago de Moura, Eduardo Viegas e Renato Rennó, por R$ 657,6 milhões.

    Tudo isso não passou despercebido pelo Cade, que precisa aprovar a compra. Há suspeitas de que o negócio entre Vorcaro e os executivos da Kovr teria sido uma operação simulada para dar “tempo” tanto para o Master quanto para o PicPay encaminhar a verdadeira transação.

  • Criança é atropelada por mulher de 72 anos que fazia prova para obter CNH

    Criança é atropelada por mulher de 72 anos que fazia prova para obter CNH

    Divulgação/Prefeitura
    Imagem colorida, Tocantins - Metrópoles

    Uma mulher de 72 anos atropelou um menino de 11 anos enquanto realizava o exame prático para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), na última terça-feira (3/2), em Fátima (TO).

    Segundo informações da Polícia Militar (PMTO), a candidata perdeu o controle do veículo durante uma manobra. A suspeita é de que o carro tenha sido colocado em marcha à ré de forma involuntária, atingindo a criança que estava próxima ao meio-fio da avenida.

    A instrutora responsável por acompanhar a prova ainda tentou intervir, mas não conseguiu evitar o impacto.

    O menino passava pelo local de bicicleta no momento em que o exame era realizado. Com o atropelamento, ele sofreu fratura em uma das pernas e precisou ser socorrido para atendimento médico.

    A criança foi levada ao hospital, passou por cirurgia e, posteriormente, recebeu alta. De acordo com informações divulgadas depois do atendimento, o garoto segue em recuperação em casa.

    Por causa do acidente, a candidata foi automaticamente reprovada no exame prático.

    Polícia investiga causa do atropelamento

    A polícia informou ainda que a idosa não apresentava sinais de alteração da capacidade psicomotora no momento da ocorrência, embora estivesse emocionalmente abalada após o atropelamento.

    O caso segue sob investigação da Polícia Civil (PCTO), que apura as circunstâncias do acidente.

    Entre os pontos analisados estão as condições em que o exame era realizado, incluindo o fluxo de pedestres e ciclistas no local, além de possíveis falhas humanas, erros de procedimento ou ausência de barreiras de proteção.

    Também serão avaliadas eventuais responsabilidades na organização da prova, como a sinalização e as condições de segurança do trecho utilizado para a realização do exame.

  • Gefron apreende droga em Mâncio Lima

    Gefron apreende droga em Mâncio Lima

    Na noite deste sábado, 7, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu cerca de cinco quilos de maconha e prendeu três homens em Mâncio Lima, no interior do Acre. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. A ocorrência foi registrada no Ramal do Batoque e, na abordagem aos homens na via vicinal, os policiais localizaram […]

  • Ana Lúcia Torre passa mal e apresentações de peça são canceladas

    Ana Lúcia Torre passa mal e apresentações de peça são canceladas

    Reprodução/TV Globo
    Foto colorida de Ana Lúcia Torre - Metrópoles

    As apresentações do espetáculo Olhos nos Olhos deste fim de semana, em São Paulo, foram canceladas após a atriz Ana Lúcia Torre, de 80 anos, passar mal. A informação foi divulgada através das redes sociais da peça, estrelada por ela.

    “Informamos que, devido a um mal-estar apresentado pela atriz Ana Lúcia Torre e seguindo orientação médica para seu adequado repouso e recuperação, as sessões do espetáculo Olhos nos Olhos programadas para sábado (07) e domingo (08) estão canceladas”, dizia o texto.

    Segundo o comunicado, Ana Lúcia Torre passa bem e está sendo assistida, mas precisa de um descanso para retomar as apresentações.

    “A atriz encontra-se assistida e passa bem, porém necessita deste período de descanso para que possa retomar a temporada nas próximas apresentações. Lamentamos sinceramente qualquer transtorno e agradecemos, desde já, a compreensão e o carinho do público neste momento, priorizando sempre o bem-estar da artista e a qualidade das apresentações”.

    Na nota oficial foi informado também que o público que adquiriu ingressos para as datas poderão remarcar o dia do espetáculo ou pedir o reembolso do valor pago. “Agradecemos a compreensão e esperamos recebê-los em breve no palco do BTG Pactual Hall”, encerrou o comunicado.

  • Março de 2026 pode ser o melhor mês da década para ver a aurora boreal

    Março de 2026 pode ser o melhor mês da década para ver a aurora boreal

    Getty Images
    Tromsø - Noruega

    Março de 2026 pode oferecer uma das melhores oportunidades da década para observar a aurora boreal, também conhecida como luzes do norte. Cientistas apontam que a combinação entre o equinócio de primavera no hemisfério norte e a forte atividade solar atual cria condições especialmente favoráveis para que o fenômeno apareça com mais frequência e intensidade no céu noturno.

    A aurora boreal ocorre quando partículas carregadas emitidas pelo Sol colidem com o campo magnético e a atmosfera da Terra. Esse encontro produz cortinas luminosas que podem assumir tons de verde, rosa, roxo e azul, formando um espetáculo natural visível principalmente em regiões próximas ao Ártico.

    Aurora boreal na Alemanha
    Lago Walchensee, na Alemanha

    Por que março é um período especial

    De acordo com especialistas, o mês de março costuma ser particularmente favorável para a observação por causa do chamado efeito do equinócio. Nesse período, quando o eixo da Terra se posiciona de forma específica em relação ao Sol – com o equinócio ocorrendo por volta de 20 de março – o alinhamento entre os campos magnéticos da Terra e do Sol facilita a entrada das partículas solares na atmosfera.

    Esse processo também está ligado ao chamado efeito Russell-McPherron, fenômeno científico que explica por que a atividade geomagnética tende a aumentar durante os equinócios. Quando os campos magnéticos se conectam com mais facilidade, tempestades geomagnéticas se tornam mais prováveis e, consequentemente, as auroras ficam mais frequentes e intensas.

    O impacto do ciclo solar

    Outro fator que favorece a observação neste ano é o momento do ciclo solar de 11 anos. O Sol está atualmente próximo do pico de atividade, período caracterizado por maior número de manchas solares e erupções capazes de liberar grandes quantidades de partículas energéticas no espaço. Quanto mais ativa a estrela, maiores são as chances de auroras espetaculares.

    Especialistas observam que esse período pode representar uma das últimas grandes janelas para observar auroras particularmente fortes antes que a atividade solar comece a diminuir novamente nos próximos anos.

    Onde e quando observar

    Para quem pretende observar o fenômeno, o ideal é procurar locais com pouca poluição luminosa e céu limpo. As auroras costumam ser mais visíveis entre 22h e 2h da manhã, quando o céu está mais escuro e a atividade geomagnética tende a atingir níveis mais elevados.

    As regiões tradicionalmente mais favoráveis continuam sendo países de alta latitude no hemisfério norte, como Islândia, Noruega, Canadá e Alasca. No entanto, durante tempestades solares mais intensas, o fenômeno pode aparecer mais ao sul do que o habitual, tornando-se visível em partes da Europa e até do norte dos Estados Unidos.

    Como acompanhar a previsão das auroras

    Além das condições naturais, quem deseja aumentar as chances de presenciar o fenômeno pode acompanhar previsões de atividade geomagnética divulgadas por observatórios espaciais e agências científicas. Plataformas e aplicativos especializados monitoram erupções solares e a chegada de partículas carregadas à atmosfera terrestre, indicando quando as auroras podem se intensificar.

    Esses alertas permitem que observadores se preparem com antecedência e escolham locais com céu limpo e pouca iluminação artificial. Fotógrafos e entusiastas da astronomia costumam utilizar essas previsões para planejar viagens a regiões de alta latitude, onde a visibilidade das luzes do norte tende a ser mais frequente e impressionante.

    Um espetáculo natural raro

    Para muitos viajantes, observar a aurora boreal é uma experiência única. As luzes parecem dançar no céu, mudando de forma e intensidade ao longo de minutos ou horas. Em noites de atividade mais intensa, o fenômeno pode iluminar grandes áreas do horizonte, criando uma paisagem quase surreal.

    Por isso, destinos conhecidos pela observação das auroras recebem visitantes do mundo inteiro durante o inverno e o início da primavera no hemisfério norte. Em anos de alta atividade solar, como o atual, a expectativa é que o espetáculo seja ainda mais vibrante e frequente.

    Com a combinação rara entre o equinócio e o pico do ciclo solar, março de 2026 pode transformar o céu do hemisfério norte em um verdadeiro espetáculo natural, criando uma oportunidade que pode não se repetir com a mesma intensidade até a próxima década.

    Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.

  • Receita de empadão de frango cremoso viraliza e conquista a web

    Receita de empadão de frango cremoso viraliza e conquista a web

    Receita de empadão de frango com catupiry viral no TikTok conquista chefs de casa. Veja ingredientes e passo a passo

  • 8 de março: recorde de feminicídios expõe falhas na proteção à mulher

    8 de março: recorde de feminicídios expõe falhas na proteção à mulher

    Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
    Denúncia de violência contra mulher

    O Brasil chega a este 8 de março, Dia Internacional da Mulher, com uma estatística desoladora: o país registrou, em 2025, o maior número de feminicídios desde que a lei foi criada. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 1.568 mulheres foram assassinadas por questões de gênero no último ano — um aumento de 4,7% em relação a 2024.

    O dado revela que, enquanto a sociedade debate homenagens simbólicas, a violência extrema avança silenciosamente dentro dos lares brasileiros, atingindo o ápice de uma série histórica de dez anos.

    Entenda a gravidade do cenário atual

    Uma década de violência em ascensão

    A série histórica iniciada em 2015, ano em que o feminicídio entrou no Código Penal, desenha um gráfico de horror. Se no primeiro ano foram 449 casos, o número saltou para 929 em 2016 e não parou de crescer, ultrapassando a marca de 1,3 mil casos durante a pandemia e chegando ao recorde atual.

    Para a Delegada Mariana Almeida, Chefe Adjunta da DEAM II, esses números mostram um cenário complexo. “Temos um aumento real da violência, mas também uma maior conscientização para a denúncia. No entanto, o feminicídio é um crime evitável. O silêncio ainda é o maior aliado do agressor”, pontua.

    Violência contra a mulher
    Muitas vítimas desenvolvem dependência emocional, baixa autoestima é um processo de normalização da violência, especialmente quando o abuso se instala de forma gradual

    A psicologia por trás da permanência

    Romper com essa estatística exige entender por que é tão difícil sair do ciclo de violência. A psicóloga e psiquiatra Lidiane Silva explica que o abuso psicológico é o primeiro passo da escalada.

    “O agressor usa o gaslighting para fazer a vítima duvidar da própria sanidade. Isso, somado ao vínculo traumático — onde momentos de violência são seguidos por pedidos de perdão —, cria uma prisão emocional”, afirma.

    Muitas mulheres permanecem no relacionamento por medo de represálias, dependência financeira ou a esperança vã de mudança do parceiro. “A vigilância constante sobre horários, roupas e amizades são sinais claros de que a situação pode evoluir para algo fatal”, alerta a médica.

    Foto de mulher com mãos em vidro. Dados mostram aumento no número de estupros - Metrópoles
    Brasil tem maior número de feminicídios dos últimos 10 anos, diz pesquisa

    Medidas protetivas: a barreira entre a vida e a morte

    A Lei Maria da Penha é a principal ferramenta de combate a esse recorde de mortes. A Medida Protetiva de Urgência (MPU), que deve ser expedida em até 48 horas, afasta o agressor e proíbe qualquer contato. No Distrito Federal, o descumprimento é crime sem direito a fiança por decisão do delegado.

    “A mulher não deve esperar a agressão física para buscar ajuda. A injúria e a violência psicológica já são motivos para acionar a rede de proteção”, reforça a delegada Mariana Almeida. A orientação é clara: ao perceber os primeiros sinais de controle, o isolamento deve ser rompido através de conversas com pessoas de confiança e o acionamento dos canais oficiais, como o 190 ou o 180.

    O papel da sociedade

    Neste 8 de março, a campanha “Não me dê flores” ganha um peso estatístico: o direito à vida é a reivindicação urgente. Especialistas convergem em um ponto: em briga de marido e mulher, a sociedade deve, sim, intervir. Observar mudanças de comportamento em amigas ou familiares e oferecer escuta sem julgamento são passos essenciais para que a vítima sinta segurança para denunciar e sobreviver.

  • Homem invade oficina, executa desafeto e deixa dois baleados em SP

    Homem invade oficina, executa desafeto e deixa dois baleados em SP

    Polícia Militar/Divulgação.
    Foto colorida de policiais preservando cena de homicídio e dupla tentativa de homicídio, na Brasilândia, região norte de São Paulo.

    Um homem morreu e outros dois foram baleados, nesse sábado (7/3), em uma oficina mecânica na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Segundo a Polícia Militar (PM), o atirador chegou e fugiu em um carro de cor prata. Ainda não há informações sobre sua identidade e paradeiro.

    O ataque aconteceu pouco depois das 17h, na Rua Cláudio Ghirelli. Segundo a PM, o atirador tinha como alvo um antigo desafeto — a polícia ainda apura qual seria a natureza da divergência entre eles —, que estava dentro da oficina mecânica.

    Durante o ataque, um funcionário da oficina e outros clientes foram atingidos por tiros.

    Dos três baleados, o homem apontado como desafeto do atirador chegou a ser socorrido em estado grave, mas acabou morrendo devido à gravidade dos ferimentos. Os outros dois baleados seguem hospitalizados, mas não correm risco de morrer.

    Conforme relatado pelas vítimas aos policiais, o atirador chegou ao local em um Renault Sandero de cor prata. O caso é investigado pela Polícia Civil.

  • Esquadrão antibombas recebe denúncia de mala rosa suspeita na Epia

    Esquadrão antibombas recebe denúncia de mala rosa suspeita na Epia

    Divulgação / PMDF
    Mala rosa - Metrópoles

    Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) atuaram em uma ocorrência envolvendo um objeto suspeito perto da rodoviária interestadual, às margens da Epia (DF). neste domingo (8/3). Tratava-se de uma mala rosa. Após análise, a equipe descartou possiblidade de explosivo.

    A equipe foi acionada via Centro de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal (COPOM) após a informação de que uma mala havia sido abandonada nas proximidades da rodoviária interestadual. Diante da possibilidade de se tratar de um artefato explosivo, o Esquadrão de Bombas do BOPE foi mobilizado.

    No local, os policiais realizaram os procedimentos técnicos de segurança e, como não foi possível identificar o proprietário da mala, foi utilizada uma carga específica para abertura controlada do objeto, procedimento adotado em situações que envolvem risco potencial.

    Após a abertura, foi constatado que no interior da mala havia apenas roupas. Com a verificação concluída, o local foi considerado seguro e o objeto ficou sob responsabilidade da unidade policial da área.