Um homem matou um conhecido a tiros após uma discussão dentro de um bar do bairro dos Funcionários II, em João Pessoa (PB), na noite desse sábado (7/3). Testemunhas relataram que os dois consumiam bebida alcoólica no local quando houve um desentendimento.
O perito da Polícia Civil (PCPB) Tony Máximo informou que a vítima sofreu quatro disparos de arma de fogo. Os tiros atingiram o pescoço e a face. Ainda segundo o perito, pelo menos dois disparos ocorreram a curta distância. Os tiros atingiram, principalmente, a região da cabeça e do pescoço.
A delegada Maria das Dores informou que a investigação inicial aponta que o desentendimento começou após a vítima comer um chocolate que pertencia ao suspeito. Os dois mantinham amizade e costumavam se encontrar para beber em fins de semana e datas comemorativas.
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Pouco antes da liquidação do Banco Master, em novembro de 2026, Daniel Vorcaro vendeu diversos ativos que pertenciam ao conglomerado para tentar manter a instituição financeira aberta. Entre eles, a seguradora Kovr. À época, foi anunciado que a Kovr teria sido adquirida por executivos que já faziam parte da seguradora — operação conhecida como management buyout.
Por conta do modelo da operação, os detalhes financeiros — valor da compra, estrutura de dívida — eram confidenciais e tratados entre os gestores — compradores — e os proprietários atuais — vendedores. A Kovr foi, então, parar oficialmente nas mãos dos executivos Thiago de Moura, Eduardo Viegas e Renato Rennó.
Antes do anúncio do negócio, circulava no mercado que Vorcaro negociava a Kovr com o PicPay, dos irmãos Batista. A transação teria desandado, mas não houve muito espanto quando, em fevereiro deste ano, o PicPay oficializou junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a compra da Kovr Seguradora.
Em janeiro, o PicPay realizou IPO na Nasdaq. Nos documentos apresentados no processo para entrar na bolsa norte-americana, o PicPay citou a negociação e informou, inclusive, que parte do caixa do IPO seria usado para quitar a Kovr. A documentação também revelou que o acordo com o PicPay foi assinado no mesmo mês da venda da Kovr para os executivos;
O documento inclui a aquisição da totalidade da Kovr Participações, que controla Kovr Seguradora, Kovr Previdência e Kovr Capitalização, das mãos de Thiago de Moura, Eduardo Viegas e Renato Rennó, por R$ 657,6 milhões.
Tudo isso não passou despercebido pelo Cade, que precisa aprovar a compra. Há suspeitas de que o negócio entre Vorcaro e os executivos da Kovr teria sido uma operação simulada para dar “tempo” tanto para o Master quanto para o PicPay encaminhar a verdadeira transação.
Uma mulher de 72 anos atropelou um menino de 11 anos enquanto realizava o exame prático para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), na última terça-feira (3/2), em Fátima (TO).
Segundo informações da Polícia Militar (PMTO), a candidata perdeu o controle do veículo durante uma manobra. A suspeita é de que o carro tenha sido colocado em marcha à ré de forma involuntária, atingindo a criança que estava próxima ao meio-fio da avenida.
A instrutora responsável por acompanhar a prova ainda tentou intervir, mas não conseguiu evitar o impacto.
O menino passava pelo local de bicicleta no momento em que o exame era realizado. Com o atropelamento, ele sofreu fratura em uma das pernas e precisou ser socorrido para atendimento médico.
A criança foi levada ao hospital, passou por cirurgia e, posteriormente, recebeu alta. De acordo com informações divulgadas depois do atendimento, o garoto segue em recuperação em casa.
Por causa do acidente, a candidata foi automaticamente reprovada no exame prático.
Polícia investiga causa do atropelamento
A polícia informou ainda que a idosa não apresentava sinais de alteração da capacidade psicomotora no momento da ocorrência, embora estivesse emocionalmente abalada após o atropelamento.
Entre os pontos analisados estão as condições em que o exame era realizado, incluindo o fluxo de pedestres e ciclistas no local, além de possíveis falhas humanas, erros de procedimento ou ausência de barreiras de proteção.
Também serão avaliadas eventuais responsabilidades na organização da prova, como a sinalização e as condições de segurança do trecho utilizado para a realização do exame.
Na noite deste sábado, 7, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu cerca de cinco quilos de maconha e prendeu três homens em Mâncio Lima, no interior do Acre. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. A ocorrência foi registrada no Ramal do Batoque e, na abordagem aos homens na via vicinal, os policiais localizaram […]
As apresentações do espetáculo Olhos nos Olhos deste fim de semana, em São Paulo, foram canceladas após a atriz Ana Lúcia Torre, de 80 anos, passar mal. A informação foi divulgada através das redes sociais da peça, estrelada por ela.
“Informamos que, devido a um mal-estar apresentado pela atriz Ana Lúcia Torre e seguindo orientação médica para seu adequado repouso e recuperação, as sessões do espetáculo Olhos nos Olhos programadas para sábado (07) e domingo (08) estão canceladas”, dizia o texto.
Segundo o comunicado, Ana Lúcia Torre passa bem e está sendo assistida, mas precisa de um descanso para retomar as apresentações.
“A atriz encontra-se assistida e passa bem, porém necessita deste período de descanso para que possa retomar a temporada nas próximas apresentações. Lamentamos sinceramente qualquer transtorno e agradecemos, desde já, a compreensão e o carinho do público neste momento, priorizando sempre o bem-estar da artista e a qualidade das apresentações”.
Na nota oficial foi informado também que o público que adquiriu ingressos para as datas poderão remarcar o dia do espetáculo ou pedir o reembolso do valor pago. “Agradecemos a compreensão e esperamos recebê-los em breve no palco do BTG Pactual Hall”, encerrou o comunicado.
Março de 2026 pode oferecer uma das melhores oportunidades da década para observar a aurora boreal, também conhecida como luzes do norte. Cientistas apontam que a combinação entre o equinócio de primavera no hemisfério norte e a forte atividade solar atual cria condições especialmente favoráveis para que o fenômeno apareça com mais frequência e intensidade no céu noturno.
A aurora boreal ocorre quando partículas carregadas emitidas pelo Sol colidem com o campo magnético e a atmosfera da Terra. Esse encontro produz cortinas luminosas que podem assumir tons de verde, rosa, roxo e azul, formando um espetáculo natural visível principalmente em regiões próximas ao Ártico.
Lago Walchensee, na Alemanha
Por que março é um período especial
De acordo com especialistas, o mês de março costuma ser particularmente favorável para a observação por causa do chamado efeito do equinócio. Nesse período, quando o eixo da Terra se posiciona de forma específica em relação ao Sol – com o equinócio ocorrendo por volta de 20 de março – o alinhamento entre os campos magnéticos da Terra e do Sol facilita a entrada das partículas solares na atmosfera.
Esse processo também está ligado ao chamado efeito Russell-McPherron, fenômeno científico que explica por que a atividade geomagnética tende a aumentar durante os equinócios. Quando os campos magnéticos se conectam com mais facilidade, tempestades geomagnéticas se tornam mais prováveis e, consequentemente, as auroras ficam mais frequentes e intensas.
O impacto do ciclo solar
Outro fator que favorece a observação neste ano é o momento do ciclo solar de 11 anos. O Sol está atualmente próximo do pico de atividade, período caracterizado por maior número de manchas solares e erupções capazes de liberar grandes quantidades de partículas energéticas no espaço. Quanto mais ativa a estrela, maiores são as chances de auroras espetaculares.
Especialistas observam que esse período pode representar uma das últimas grandes janelas para observar auroras particularmente fortes antes que a atividade solar comece a diminuir novamente nos próximos anos.
Onde e quando observar
Para quem pretende observar o fenômeno, o ideal é procurar locais com pouca poluição luminosa e céu limpo. As auroras costumam ser mais visíveis entre 22h e 2h da manhã, quando o céu está mais escuro e a atividade geomagnética tende a atingir níveis mais elevados.
As regiões tradicionalmente mais favoráveis continuam sendo países de alta latitude no hemisfério norte, como Islândia, Noruega, Canadá e Alasca. No entanto, durante tempestades solares mais intensas, o fenômeno pode aparecer mais ao sul do que o habitual, tornando-se visível em partes da Europa e até do norte dos Estados Unidos.
Como acompanhar a previsão das auroras
Além das condições naturais, quem deseja aumentar as chances de presenciar o fenômeno pode acompanhar previsões de atividade geomagnética divulgadas por observatórios espaciais e agências científicas. Plataformas e aplicativos especializados monitoram erupções solares e a chegada de partículas carregadas à atmosfera terrestre, indicando quando as auroras podem se intensificar.
Esses alertas permitem que observadores se preparem com antecedência e escolham locais com céu limpo e pouca iluminação artificial. Fotógrafos e entusiastas da astronomia costumam utilizar essas previsões para planejar viagens a regiões de alta latitude, onde a visibilidade das luzes do norte tende a ser mais frequente e impressionante.
Um espetáculo natural raro
Para muitos viajantes, observar a aurora boreal é uma experiência única. As luzes parecem dançar no céu, mudando de forma e intensidade ao longo de minutos ou horas. Em noites de atividade mais intensa, o fenômeno pode iluminar grandes áreas do horizonte, criando uma paisagem quase surreal.
Por isso, destinos conhecidos pela observação das auroras recebem visitantes do mundo inteiro durante o inverno e o início da primavera no hemisfério norte. Em anos de alta atividade solar, como o atual, a expectativa é que o espetáculo seja ainda mais vibrante e frequente.
Com a combinação rara entre o equinócio e o pico do ciclo solar, março de 2026 pode transformar o céu do hemisfério norte em um verdadeiro espetáculo natural, criando uma oportunidade que pode não se repetir com a mesma intensidade até a próxima década.
O Brasil chega a este 8 de março, Dia Internacional da Mulher, com uma estatística desoladora: o país registrou, em 2025, o maior número de feminicídios desde que a lei foi criada. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 1.568 mulheres foram assassinadas por questões de gênero no último ano — um aumento de 4,7% em relação a 2024.
O dado revela que, enquanto a sociedade debate homenagens simbólicas, a violência extrema avança silenciosamente dentro dos lares brasileiros, atingindo o ápice de uma série histórica de dez anos.
Entenda a gravidade do cenário atual
Uma década de violência em ascensão
A série histórica iniciada em 2015, ano em que o feminicídio entrou no Código Penal, desenha um gráfico de horror. Se no primeiro ano foram 449 casos, o número saltou para 929 em 2016 e não parou de crescer, ultrapassando a marca de 1,3 mil casos durante a pandemia e chegando ao recorde atual.
Para a Delegada Mariana Almeida, Chefe Adjunta da DEAM II, esses números mostram um cenário complexo. “Temos um aumento real da violência, mas também uma maior conscientização para a denúncia. No entanto, o feminicídio é um crime evitável. O silêncio ainda é o maior aliado do agressor”, pontua.
Muitas vítimas desenvolvem dependência emocional, baixa autoestima é um processo de normalização da violência, especialmente quando o abuso se instala de forma gradual
A psicologia por trás da permanência
Romper com essa estatística exige entender por que é tão difícil sair do ciclo de violência. A psicóloga e psiquiatra Lidiane Silva explica que o abuso psicológico é o primeiro passo da escalada.
“O agressor usa o gaslighting para fazer a vítima duvidar da própria sanidade. Isso, somado ao vínculo traumático — onde momentos de violência são seguidos por pedidos de perdão —, cria uma prisão emocional”, afirma.
Muitas mulheres permanecem no relacionamento por medo de represálias, dependência financeira ou a esperança vã de mudança do parceiro. “A vigilância constante sobre horários, roupas e amizades são sinais claros de que a situação pode evoluir para algo fatal”, alerta a médica.
Brasil tem maior número de feminicídios dos últimos 10 anos, diz pesquisa
Medidas protetivas: a barreira entre a vida e a morte
A Lei Maria da Penha é a principal ferramenta de combate a esse recorde de mortes. A Medida Protetiva de Urgência (MPU), que deve ser expedida em até 48 horas, afasta o agressor e proíbe qualquer contato. No Distrito Federal, o descumprimento é crime sem direito a fiança por decisão do delegado.
“A mulher não deve esperar a agressão física para buscar ajuda. A injúria e a violência psicológica já são motivos para acionar a rede de proteção”, reforça a delegada Mariana Almeida. A orientação é clara: ao perceber os primeiros sinais de controle, o isolamento deve ser rompido através de conversas com pessoas de confiança e o acionamento dos canais oficiais, como o 190 ou o 180.
O papel da sociedade
Neste 8 de março, a campanha “Não me dê flores” ganha um peso estatístico: o direito à vida é a reivindicação urgente. Especialistas convergem em um ponto: em briga de marido e mulher, a sociedade deve, sim, intervir. Observar mudanças de comportamento em amigas ou familiares e oferecer escuta sem julgamento são passos essenciais para que a vítima sinta segurança para denunciar e sobreviver.
Um homem morreu e outros dois foram baleados, nesse sábado (7/3), em uma oficina mecânica na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Segundo a Polícia Militar (PM), o atirador chegou e fugiu em um carro de cor prata. Ainda não há informações sobre sua identidade e paradeiro.
O ataque aconteceu pouco depois das 17h, na Rua Cláudio Ghirelli. Segundo a PM, o atirador tinha como alvo um antigo desafeto — a polícia ainda apura qual seria a natureza da divergência entre eles —, que estava dentro da oficina mecânica.
Durante o ataque, um funcionário da oficina e outros clientes foram atingidos por tiros.
Dos três baleados, o homem apontado como desafeto do atirador chegou a ser socorrido em estado grave, mas acabou morrendo devido à gravidade dos ferimentos. Os outros dois baleados seguem hospitalizados, mas não correm risco de morrer.
Conforme relatado pelas vítimas aos policiais, o atirador chegou ao local em um Renault Sandero de cor prata. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) atuaram em uma ocorrência envolvendo um objeto suspeito perto da rodoviária interestadual, às margens da Epia (DF). neste domingo (8/3). Tratava-se de uma mala rosa. Após análise, a equipe descartou possiblidade de explosivo.
A equipe foi acionada via Centro de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal (COPOM) após a informação de que uma mala havia sido abandonada nas proximidades da rodoviária interestadual. Diante da possibilidade de se tratar de um artefato explosivo, o Esquadrão de Bombas do BOPE foi mobilizado.
No local, os policiais realizaram os procedimentos técnicos de segurança e, como não foi possível identificar o proprietário da mala, foi utilizada uma carga específica para abertura controlada do objeto, procedimento adotado em situações que envolvem risco potencial.
Após a abertura, foi constatado que no interior da mala havia apenas roupas. Com a verificação concluída, o local foi considerado seguro e o objeto ficou sob responsabilidade da unidade policial da área.