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  • "Não existe limite para a força de uma mulher", diz Celina Leão. Veja vídeo

    "Não existe limite para a força de uma mulher", diz Celina Leão. Veja vídeo

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Celina Leão - Metrópoles

    A vice-governadora do Distrito Federal (DF) Celina Leão (PP), divulgou uma mensagem em defesa da proteção, respeito e mudança real na vida das mulheres, neste domingo (8/3), Dia Internacional da Mulher.

    Veja:

    Não existe limite para força de uma mulher“, afirmou Celina Leão. Segundo a vice-governadora, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem diversas ações em defesa dos direitos das mulheres.

    “Ainda tem quem diga que lugar de mulher é na cozinha. Que mulher não entende de política. Que mulher não nasceu para liderar. Mas no Distrito Federal a gente responde com ações, proteção e oportunidade”, argumentou.

    Celina reforçou que o DF adotou medidas contra o feminícidio e a violência contra a mulher.

    “Porque o Dia da Mulher não pode ser só sobre homenagem. Precisa ser sobre proteção, respeito e mudança real na vida das mulheres”, finalizou Celina.

  • Ataques russos durante a madrugada deixam 12 mortos na Ucrânia

    Ataques russos durante a madrugada deixam 12 mortos na Ucrânia

    Stringer/Anadolu via Getty Images
    Ucrânia é atingida por ataque da Rússia

    A Rússia disparou uma série de mísseis e drones contra a Ucrânia durante a madrugada de sexta-feira (06/03) para sábado (07/03), matando 12 pessoas e ferindo mais de uma dúzia, incluindo crianças.

    O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, disse que a Rússia lançou 29 mísseis e 480 drones, vários dos quais tinham como alvo infraestruturas energéticas e ferroviárias.

    Autoridades em Kharkiv, a segunda maior cidade do país, disseram que um ataque com mísseis balísticos destruiu um prédio de apartamentos de cinco andares, matando 10 pessoas.

    Repórteres da AFP testemunharam equipes de resgate vasculhando os escombros, onde acredita-se que várias pessoas tenham ficado presas. “Desde ontem à noite, os escombros de um prédio residencial em Kharkiv estão sendo removidos após um ataque com mísseis balísticos russos”, disse Zelenski nas redes sociais.

    “Foi um ataque horrível”, um “ataque maciço contra civis” em  “um prédio comum” que matou pelo menos dez pessoas, , disse ele, acrescentando que equipes de resgate estavam vasculhando os escombros em busca de corpos.

    “A Rússia não abandonou suas tentativas de destruir a infraestrutura residencial e crítica da Ucrânia”, acrescentou Zelenski, instando os aliados do país a continuarem fornecendo apoio militar.

    O líder ucraniano disse que informou o presidente francês Emmanuel Macron sobre as consequências dos ataques durante uma conversa por telefone.

    Já a Rússia continua afirmando que ataca apenas alvos militares. Moscou também alegou ter interceptado 124 drones ucranianos durante a noite. As autoridades russas na parte ocupada da região ucraniana de Kherson declararam que um ataque com drones ucranianos deixou um morto e quatro feridos.

    Baixas em outras regiões

    Um alerta de ataque aéreo foi acionado durante a noite em toda a Ucrânia.

    A Força Aérea Polonesa informou, pelas redes sociais, ter enviado aeronaves militares para proteger seu espaço aéreo na fronteira com a Ucrânia, como costuma fazer em caso de ataques russos em grande escala.

    Uma pessoa morreu na região oriental de Dnipropetrovsk, na Ucrânia, e três ficaram feridas na capital Kiev, informaram as autoridades.

    Na região de Sumy, na fronteira com a Rússia, um homem de 24 anos morreu em seu carro quando foi atingido por um drone russo, de acordo com autoridades locais.

    Os ataques com drones de ambos os lados ocorrem dias após uma troca de prisioneiros entre Moscou e Kiev, em conformidade com os acordos alcançados durante a última rodada de negociações de paz em Genebra.

    As negociações pareciam ter estagnado devido à falta de progresso e desde o início da guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Zelenski alertou anteriormente que um conflito prolongado no Oriente Médio poderia impedir a entrega de mísseis de defesa aérea fabricados nos EUA.

    A Ucrânia enfrenta uma escassez de munições de defesa aérea americanas. Zelenski ofereceu aos Estados Unidos uma troca de interceptadores de drones pelos mísseis. Ele também sugeriu enviar especialistas em drones para ajudar a proteger os aliados de Washington no Golfo dos drones iranianos.

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  • Moraes autoriza biópsia em condenado pela morte de Marielle

    Moraes autoriza biópsia em condenado pela morte de Marielle

    Reprodução / YouTube
    Robson Calixto

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Alexandre de Moraes autorizou o ex-policial militar Robson Calixto Fonseca, condenado por participação na morte de Marielle Franco e Anderson Gomes, a deixar a prisão para realizar uma biópsia em um hospital privado.

    Condenado a 9 anos de prisão em regime fechado pelo crime de associação criminosa, Calixto alega ter desenvolvido câncer de próstata. Na véspera do julgamento do caso, ocorrido nos dias 24 e 25 de fevereiro, Moraes negou um pedido de prisão domiciliar humanitária apresentado pela defesa do ex-militar.

    A decisão de Moraes atendeu ao relatório da junta médica designada para avaliar o quadro clínico de Calixto. Os médicos apontaram a necessidade da biópsia, mas rejeitaram a transferência para prisão domiciliar.

    A defesa de Calixto apresentou recurso contra a conclusão do laudo, pediu a realização de uma nova junta médica e reiterou a solicitação de transferência para prisão domiciliar. “O laudo da junta foi absolutamente insatisfatório, pois não realizou a devida avaliação do quadro clínico e a compatibilidade com a medida privativa de liberdade”, afirmou a defesa de Calixto.

    “A junta não falou sobre a compatibilidade entre o tratamento e a prisão, qual seria o tipo de tratamento mais recomendável, se o tratamento seria feito em hospital ou em outro local, se o tratamento seria viável no estabelecimento prisional, além de outras informações e análises adequadas e necessárias”, criticou.

    Autorização

    Na decisão assinada na quinta-feira (5/3), Moraes voltou a negar a prisão domiciliar para Calixto, mas autorizou a realização da biópsia em unidade hospitalar da rede privada.

    “Em que pese a defesa ter juntado documentos para comprovar o alegado, não se verifica qualquer situação que impossibilite o cumprimento de pena em unidade prisional, tampouco configura-se importante situação superveniente a autorizar a excepcional concessão de prisão domiciliar humanitária, inclusive com a notícia de que não há ‘necessidade de troca do regime vigente para prisão domiciliar, nesta fase de investigação clínica’”, sustentou o ministro.

    “Por outro lado, verifico não haver óbice à autorização para que o réu possa sair da unidade prisional para realizar o procedimento de biópsia na rede particular de saúde”, observou magistrado.

  • Homem faz a mãe refém, ataca PMs com machado e acaba morto

    Homem faz a mãe refém, ataca PMs com machado e acaba morto

    Divulgação
    Polícia

    Um homem, de aproximadamente 30 anos, morreu, nesse sábado (7/3), após um confronto com policiais em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba (PR).

    A Polícia Militar (PMPR) foi acionada para atender a ocorrência e tentou intervir. Durante a ação, os policiais teriam tentado negociar e controlar o homem, mas ele avançou contra as equipes com uma faca e um machado.

    Por causa disso, os policiais efetuaram disparos para neutralizar o agressor. O homem foi atingido pelos tiros e não resistiu aos ferimentos. Ele morreu ainda no local antes da chegada das equipes de socorro. Socorristas foram acionados, mas não puderam evitar o óbito do homem. A mãe dele não sofreu ferimentos.

    Leia a reportagem completa em GMC Online, parceiro do Metrópoles.

  • Papa Leão XVI pede fim da guerra no Oriente Médio: "Calem-se as armas"

    Papa Leão XVI pede fim da guerra no Oriente Médio: "Calem-se as armas"

    Reprodução/Vatican News
    Imagem colorida do Papa Leão XIV

    O Papa Leão XVI voltou a pedir o fim da guerra no Oriente Médio neste domingo (8/3). Após a oração do Angelus, Leão XVI rezou pela abertura do diálogo e o fim das hostilidades no Irã que, de acordo com o pontífice, tem se espalhado gerando “um clima de ódio e medo”.

    O pontífice afirmou ainda que o conflito está desestabilizando o Líbano, região considerada um “baluarte” para cristãos.O país foi atacado nos últimos dias, em meio ao confronto do Irã contra os Estados Unidos e Israel.

    “Do Irã e de todo o Oriente Médio continuam chegando notícias que causam profunda consternação. Aos episódios de violência e devastação, e ao clima generalizado de ódio e medo, soma-se o temor de que o conflito se alastre e outros países da região, entre eles o querido Líbano, possam mergulhar novamente na instabilidade”, pediu o Papa.

    Leão XVI expressou “profunda consternação” pelos confrontos na região e pediu pela abertura do diálogo, exaltando a necessidade para que a “voz do povo seja ouvida”.

    “Elevemos nossa humilde oração ao Senhor, para que cesse o barulho das bombas, calem-se as armas e se abra um espaço de diálogo, no qual se possa ouvir a voz dos povos. Confio esta súplica a Maria, Rainha da Paz: que ela interceda por aqueles que sofrem por causa da guerra e acompanhe os corações pelos caminhos da reconciliação e da esperança”, intercedeu o pontífice.

    Hostilidades no Oriente Médio

    Chega a nove dias, neste domingo (8/3) a escalada das hostilidades no Oriente Médio, depois que os Estados Unidos e Irã realizaram um ataque coordenado contra o Irã na região. A ação culminou na morte do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

    Neste domingo, a Assembleia de Peritos do Irã escolheu o novo líder supremo que substituirá Khamenei. O nome, no entanto, ainda não foi relevado.

  • Dia Internacional da Mulher: (Por António Guterres)

    Dia Internacional da Mulher: (Por António Guterres)

    Getty Images
    Dia Internacional da Mulher

    No decurso de quase uma década como secretário-geral das Nações Unidas vi o nosso mundo ser repetidamente posto à prova – por choques climáticos, agravamento da pobreza, conflitos violentos e redução do espaço cívico.

    No entanto, também testemunhei o surgimento de muitas soluções, todas elas com um denominador comum: as mulheres.

    Nesta ocasião em que o mundo assinala o Dia Internacional da Mulher, é tempo de reconhecer que a desigualdade de género é o maior desafio de direitos humanos que enfrentamos e que a promoção da igualdade constitui um dos motores mais fortes do desenvolvimento sustentável e da paz.

    Para enfrentar esse desafio, e com base na minha própria experiência e inspirando-me no trabalho do sistema das Nações Unidas e de movimentos da sociedade civil em todo o mundo, proponho oito áreas de ação destinadas a promover os direitos das mulheres e a alcançar resultados concretos.

    Corrigir os desequilíbrios de poder

    A igualdade de género é uma questão de poder, mas as instituições dominadas por homens continuam a moldar o nosso mundo. Uma maré crescente de autoritarismo está a aprofundar estas desigualdades, revertendo conquistas arduamente alcançadas – de práticas laborais justas a direitos reprodutivos – e enraizando preconceitos raciais e de género que limitam a vida das mulheres. A igualdade de género eleva as sociedades. Quando o poder é partilhado, a liberdade expande-se.

    Fazer da paridade uma prioridade

    As mulheres estão extremamente sub-representadas em práticas laborais justas a direitos reprodutivos – e enraizando preconceitos raciais e de género que limitam a vida das mulheres. A igualdade de género eleva as sociedades. Quando o poder é partilhado, a liberdade expande-se

    Apostar no investimento mais rentável

    . O investimento nas mulheres gera retornos extraordinários. Cada dólar investido na educação de meninas resulta num retorno três vezes superior. No âmbito da saúde materna e do planeamento familiar, a rentabilidade ascende a oito vezes o investimento. As políticas de apoio às famílias – como cuidados infantis e apoio a idosos – fortalecem as comunidades e estimulam o crescimento. Em conjunto, todos estes esforços estão na base da redução das desigualdades de género – e encerram o potencial de aumentar o rendimento nacional em cerca de 20%.

    Assegurar um lugar à mesa de negociações de paz

    Os acordos de paz são mais duradouros quando as mulheres participam na sua negociação e aplicação. No entanto, em demasiados conflitos – incluindo Gaza, Ucrânia e Sudão – as mulheres têm sido praticamente afastadas, apesar de suportarem o maior fardo da guerra. Num tempo de crescente instabilidade, a inclusão não é uma mera exigência simbólica – mas a melhor via para estabilizar um mundo fraturado.

    Acabar com a discriminação legal

    À escala global, as mulheres detêm apenas 64% dos direitos legais usufruídos pelos homens. Em demasiados lugares, não podem deter propriedade, trabalhar livremente ou pedir o divórcio. Mesmo em muitos países onde vigoram algumas garantias jurídicas, enfrentam barreiras acrescidas no acesso à justiça. Todos os países devem assumir o compromisso de eliminar leis discriminatórias e garantir que os direitos são efetivamente aplicados na prática.

    Tolerância zero para com a violência de género – e zero desculpas

    A violência contra as mulheres é uma emergência global, enraizada na desigualdade e sustentada pelo silêncio. Todas as mulheres e meninas têm o direito de viver sem medo. Contudo, a violência baseada no género – incluindo exploração e abuso sexual – continua a ser uma realidade que viola a confiança e o respeito pela humanidade. Devemos enfrentá-la em todo o lado: com tolerância zero, total responsabilização dos perpetradores e apoio inabalável às sobreviventes.

    Eliminar distorções no setor tecnológico

    Dado que as mulheres representam apenas um quarto do total dos profissionais no setor tecnológico, o preconceito está cada vez mais integrado nos sistemas que moldam o nosso quotidiano. Entretanto, a misoginia online dispara. As empresas tecnológicas e os governos devem agir em conjunto para criar espaços digitais seguros e inclusivos e o mundo deve redobrar esforços para remover as barreiras que impedem as meninas de aceder à ciência e à tecnologia.

    Integrar a perspectiva de género na ação climática

    As alterações climáticas são “sexistas”. Quando geram crises alimentares, verifica-se que, muitas vezes, as mulheres são as últimas a ter acesso a alimentos; quando geram situações de emergência verifica-se que as mulheres enfrentam maior perigo. Acresce que as meninas deparam-se com uma maior probabilidade de casamento infantil quando os meios de subsistência colapsam. Mas as mulheres também lideram soluções climáticas – promovendo legislação verde, impulsionando movimentos globais e liderando mudanças no terreno. Um planeta habitável exige políticas climáticas sensíveis ao género: igual acesso a empregos verdes, melhor proteção em situações de emergência e participação plena na tomada de decisões ambientais.

    Por todo o mundo, vi que estas oito áreas de ação funcionam na prática – em zonas de guerra e em contextos de reconstrução, em parlamentos e em salas de aula, em organizações e em comunidades.

    Se os líderes levarem a sério a igualdade de género e se se comprometerem com estas ações agora, mudaremos o mundo – para as mulheres e meninas e para todos nós.

     

    (Transcrito do PÚBLICO)

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    Madrugada agitada no BBB 26! Mesmo com a presença cativante de Ivete Sangalo, que fez um show cheio de hits e com muita dança, os brothers não contiveram os nervos. Ao longo da Festa, tivemos alfinetadas entre adversários, discussões e muita articulação sobre voto. Novamente, Milena e Jonas Sulzbah se desentenderam, e desta vez na […]

  • MS: homem mata esposa asfixiada e tenta culpar remédio emagrecedor

    MS: homem mata esposa asfixiada e tenta culpar remédio emagrecedor

    Reprodução/Redes sociais
    Imagem colorida, MS: homem mata esposa asfixiada e tenta culpar Mounjaro - Metrópoles

    Conforme o registro policial, a vítima teria sido achada em casa pelo suspeito após ele chegar do trabalho. A mulher chegou a ser socorrida e levada para um hospital da cidade, mas não resistiu.

    Por causa das circunstâncias, Leise foi submetida a exames necroscópicos no IML (Instituto Médico Legal), onde os legistas encontraram indícios de morte por asfixia na vítima.

    Leia a reportagem completa em Topmídia News, parceiro do Metrópoles.

  • Flávio confirma ida à posse de Kast no Chile, que terá Lula presente

    Flávio confirma ida à posse de Kast no Chile, que terá Lula presente

    HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
    Flávio Bolsonaro visita o pai na PF, em Brasília - Metrópoles

    Pré-candidato ao Palácio do Planalto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou à coluna, neste domingo (8/3), que prestigiará a posse do novo presidente do Chile, o direitista José Antonio Kast. A cerimônia acontecerá na quarta-feira (11/3) e deverá ter a presença do presidente Lula.

    À coluna, Flávio afirmou que sua agenda principal será a posse de Kast, mas que pretende aproveitar a viagem para encontrar lideranças da direita que estarão no Chile. “A agenda oficial é só a cerimônia de posse do novo presidente. Mas devo encontrar com outras autoridades presentes lá.”, diz o senador.

    O filho “01” de Jair Bolsonaro comparecerá à posse acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro. Segundo aliados do senador, ele decidiu ir ao evento após ser convidado pela equipe de Kast. O evento acontecerá no Congresso chileno, na cidade de Valparaíso, a cerca de 150 km de Santiago.

    Lula também foi convidado e confirmou presença na posse do novo presidente do Chile. O convite, como noticiou a coluna, foi feito pessoalmente por Kast durante encontro entre ele e o petista no Panamá, em janeiro. Os dois devem ter uma nova reunião nesta semana, antes da posse.

  • Marcha reúne mulheres em Belém e leva às ruas pautas por direitos, justiça climática e combate à violência

    Marcha reúne mulheres em Belém e leva às ruas pautas por direitos, justiça climática e combate à violência

    O Dia Internacional da Mulher foi marcado neste domingo (8) por mobilização e manifestações em Belém, no Pará. Movimentos sociais, coletivos feministas, sindicatos e representantes de diferentes comunidades participam da marcha “Rumo a Belém: Vivas, Livres e Plurais”, que percorreu a Avenida Presidente Vargas com palavras de ordem, apresentações culturais e reivindicações por direitos. Entre […]