Categoria: Teste

  • PF flagra garimpo ilegal com uso de mercúrio e prende suspeito no interior do Tocantins

    PF flagra garimpo ilegal com uso de mercúrio e prende suspeito no interior do Tocantins

    A Polícia Federal no Tocantins (PF/TO), por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (DMA), em ação conjunta com a Agência Nacional de Mineração (ANM), deflagrou nesta quarta-feira (4) uma operação contra o garimpo ilegal no povoado do Príncipe, em Natividade.

    A ação resultou na prisão em flagrante de um homem e na apreensão de equipamentos utilizados na extração clandestina de ouro.

    Durante a fiscalização, as equipes flagraram o suspeito em plena atividade de exploração mineral, operando diversos equipamentos. No local, foram identificados indícios da atividade irregular, como cavas abertas, áreas de beneficiamento e material já extraído. Segundo a PF, a extração envolvia o uso de mercúrio, substância altamente poluente e capaz de provocar graves impactos ambientais.

    O preso foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de usurpação de bem da União e execução de lavra ou extração de recursos minerais sem autorização legal ou em desacordo com a licença concedida.

    A Polícia Federal destacou que a atuação integrada entre os órgãos de fiscalização é fundamental para combater a mineração ilegal, atividade que causa danos ao meio ambiente, compromete a economia local e atinge o patrimônio público.

  • EUA: juiz ordena início de reembolsos sobre tarifas ilegais de Trump

    EUA: juiz ordena início de reembolsos sobre tarifas ilegais de Trump

    Joe Raedle/Getty Images
    Imagem colorida mostra Donald Trump - Metrópoles

    Após a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre ilegalidade das tarifas estabelecidas pelo presidente Donald Trump, um juiz do tribunal comercial do país determinou, nessa quarta-feira (4/3), que o governo comece a pagar bilhões de dólares em reembolsos a importadores obrigados a pagar as taxas.

    Richard Eaton, do Tribunal de Comércio Internacional dos EUA, em Manhattan, ordenou que o governo finalize o cálculo do custo de milhões de remessas que entraram no país sem a cobrança das tarifas, segundo documentos do processo. Ele também determinou que os valores devolvidos incluam juros.

    De acordo com o juiz, a Alfândega dos EUA tem capacidade de ajustar o sistema para emitir os reembolsos — algo que ocorre quando um importador paga impostos acima do valor devido. “Eles fazem isso todos os dias. Finalizam entradas e realizam reembolsos”, destacou Eaton.

    Nova audiência

    O juiz marcou uma nova audiência para esta sexta-feira (6/3), quando solicitou atualizações sobre o plano da Alfândega para efetuar os pagamentos. Na decisão, o magistrado afirmou ainda que o juiz-chefe do tribunal indicou que ele será o responsável por conduzir os casos relacionados aos reembolsos tarifários.

    Contudo, a Suprema Corte não estabeleceu orientações claras sobre como os reembolsos devem ser realizados, o que gerou incertezas sobre o processo.

    Em documentos apresentados à Justiça, a Alfândega e Proteção de Fronteiras informou que recalcular os custos das remessas sem aplicar as tarifas é uma tarefa “sem precedentes” pela escala e pode exigir a revisão manual de mais de 70 milhões de registros.

    Em manifestações anteriores, a agência havia solicitado até quatro meses para avaliar as alternativas para realizar os pagamentos.

    Tarifas bilionárias

    As tarifas consideradas ilegais proporcionaram mais de US$ 130 bilhões em arrecadação para os EUA. A medida foi central na política comercial do presidente Donald Trump.

    A decisão de Eaton foi tomada em um processo movido pela Atmus Filtration, que alegou em documentos judiciais ter pago cerca de US$ 11 milhões em tarifas consideradas ilegais.

  • Donald Trump é o mordomo da vez (por Felipe Sampaio)

    Donald Trump é o mordomo da vez (por Felipe Sampaio)

    Andrew Harnik/Getty Images
    Presidente dos EUA, Donald Trump - Metrópoles

    Pode crer. O Trump é só o mensageiro. Os mandachuvas continuam aqueles, desde quando a América relançou a democracia, no séc. XVIII: magnatas do petróleo e carvão, bancos, fábricas de armas e, dessa vez, as big techs. Quando proclamaram a independência, os EUA deram uma mão de pintura no mercantilismo colonial do séc. XVI, que havia embarcado nas caravelas da monarquia europeia. Instalada a república moderna, os norte-americanos notaram rapidamente que nem tudo no imperialismo europeu era uma má ideia para os lucros. Pelo contrário, ainda daria pra ganhar uma boa grana mantendo os negros na escravidão e entrando no mercado global da colonização. O ‘berço democrático’ tornou-se logo na largada candidato ao ranking de maior império da história.

    O cineasta Oliver Stone revela os bastidores desse roteiro em seu surpreendente livro “A história não contada dos Estados Unidos”. Ele percorre a construção geopolítica do país, confrontando o mito do “destino manifesto americano” com uma expansão imperialista obsessiva nesses 200 anos de existência.  Stone demonstra como a ‘América’ partiu a galope para a conquista do mundo, sob o mantra de que o Tio Sam era o mocinho que batizaria a humanidade com a água benta da liberdade (e do mercado, é claro).

    Nessa toada, a Casa Branca – habitada por republicanos ou democratas – ganhou alvará de balcão do ideário capitalista liberal. O que é bom para as grandes empresas é bom para o país. A depender do partido e das circunstâncias, a balança pende um pouquinho mais para os ricos ou para a plebe. O livro de Stone detona a lenda da Pax Americana com o desabafo do General Fuzileiro Smedley Butler, herói condecorado das principais investidas imperialistas dos EUA na América Latina, Pacífico e Ásia já no comecinho do séc. XX: “Passei 33 anos da minha carreira militar servindo como capanga de luxo das grandes empresas, Wall Street e banqueiros […] eu era um gângster a serviço do capitalismo”.

    Servindo sob a presidência de William McKinley (eleito em 1900) e do seu sucessor Theodore Roosevelt, o General Butler descreve como os EUA haviam tomado o controle das Filipinas, Porto Rico, Cuba, Guam, Pago Pago, Midway, Honduras, Nicarágua, Panamá, Guatemala, República Dominicana, Haiti, tendo ainda anexado o Havaí e metade do território do México, e atacado até mesmo a China e a Colômbia. O General relatava que “a guerra era um negócio ilícito”, em benefício de corporações conhecidas, como City Bank, Standard Oil, Ford, Winchester Arms, Brown Brothers, J P Morgan, Rockefeller, Du Pont, Remington, Rotchild, entre outras.

    Oliver Stone prossegue, acrescentando que a I Guerra Mundial foi a virada de chave para o protagonismo militar e econômico dos EUA, saindo do conflito como o maior credor de empréstimos do mundo e principal potência bélica. A II Guerra consolidou o País como império global e a Guerra Fria arrematou, ressignificando o mercado numa globalização alinhavada pelo multilateralismo obediente, pelas cadeias de comércio e finanças, a onipresença da US Navy e o arsenal nuclear. Continuou assim nas recentes Guerras do Golfo, Iraque, Líbia e Síria, apesar do susto no Vietnam e Afeganistão.

    É bem verdade que Trump é devoto de Pedro Malasartes, salpicando mundo afora suas mirabolâncias, enquanto, em casa, desmonta políticas sociais e legislações incômodas. Embolou o Tio Sam na Ucrânia, Gaza, Venezuela e Irã sem planejamento nem explicação. Sejamos justos, ele ouviu dizer que Wall Street e o Vale do Silício toleram quem peca por excesso, desde que o caixa feche no azul.

    Felipe Sampaio: Cofundador do think tank Centro Soberania e Clima; com atuação em grandes empresas, organismos internacionais e terceiro setor; dirigiu a área de estatísticas no Ministério da Justiça; chefiou a assessoria especial do Ministro da Defesa; foi subsecretário de Segurança Urbana do Recife, é diretor de programas no Ministério do Empreendedorismo e Pequena Empresa.

  • Presidente da CPMI pede reunião com Medonça sobre sigilo de Lulinha

    Presidente da CPMI pede reunião com Medonça sobre sigilo de Lulinha

    HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
    imagem colorida do Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana

    O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse à coluna que pediu uma audiência com o ministro do STF André Mendonça para tratar sobre a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

    Viana quer conversar com Mendonça mesmo após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manter a votação da comissão que quebrou os sigilos do filho do presidente Lula e de outros alvos do colegiado.

    O objetivo do presidente da CPMI será tentar entender por que Mendonça atendeu ao pedido da Polícia Federal (PF) e autorizou a quebra dos sigilos de Lulinha antes mesmo da comissão parlamentar de inquérito.

    “Ele [André Mendonça] precisa dizer para mim: ele mandou a Polícia Federal fazer isso ou não? Porque se a Polícia Federal fez isso de ofício, eu vou querer uma explicação do diretor”, afirmou Viana à coluna.

    Além do filho do presidente Lula, Mendonça também autorizou a quebra dos sigilos da empresária paulista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, conforme a coluna revelou na quarta-feira (4/3).

    O ministro Flávio Dino, contudo, concedeu um habeas corpus suspendendo a quebra de sigilo da empresa. Após o despacho, a defesa do filho do presidente acionou o magistrado e pediu que a decisão também beneficie Lulinha.

  • Curto-circuito provoca incêndio em escola de Assis Brasil

    Curto-circuito provoca incêndio em escola de Assis Brasil

    AULAS SUSPENSAS

    Curto-circuito provoca incêndio em escola de Assis Brasil

    Por Rebeca Martins5 de março de 2026 – 07h00 2 min de leitura

    Siga o ac24horas no WhatsApp e receba as principais notícias do Acre em primeira mão.

    Seguir canal

    Curto-circuito provoca incêndio em escola municipal de Assis Brasil e aulas são suspensas

    Um incêndio atingiu a área externa da Escola Municipal de Ensino Fundamental Edilsa Maria Batista, em Assis Brasil, na noite desta quarta-feira (4). O fogo começou após um curto-circuito no padrão de energia elétrica instalado na parte externa do prédio. As aulas foram suspensas temporariamente para avaliação da rede elétrica.

    Moradores registraram o início das chamas e divulgaram vídeos nas redes sociais. As imagens mostram o momento em que a caixa de energia apresenta falha e, em seguida, o fogo começa do lado de fora da estrutura da escola.

    Segundo a Prefeitura de Assis Brasil, a empresa responsável pelo fornecimento de energia foi acionada e realizou o desligamento da rede elétrica. A medida conteve as chamas antes que o fogo atingisse o interior da escola.

    Apesar do susto, não houve danos estruturais no prédio e ninguém ficou ferido. Uma equipe técnica realizará vistoria para identificar as causas do curto-circuito. As aulas permanecem suspensas até a conclusão da avaliação completa da rede elétrica.

    Com informações O Alto Acre

    Veja o vídeo:

    Vídeo: O Alto Acre

     

    Rebeca Martins

    Rebeca Martins

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

    rebecamsmartins@gmail.com

  • Alfândega dos EUA terá que reembolsar tarifas ilegais de Trump

    Alfândega dos EUA terá que reembolsar tarifas ilegais de Trump

    Um juiz do tribunal comercial dos Estados Unidos (EUA) determinou, nessa quarta-feira (4), que o governo comece a reembolsar bilhões de dólares aos importadores que pagaram tarifas cobradas ilegalmente de acordo com decisão do Supremo Tribunal no mês passado.

    O juiz Richard Eaton, do Tribunal de Comércio Internacional dos EUA em Manhattan, ordenou que o governo finalize o custo de levar milhões de remessas para os EUA sem cobrar tarifas. Ele determinou que os reembolsos sejam feitos com juros.

    Quando uma mercadoria é levada para os Estados Unidos, o importador paga um valor estimado na entrada, que é finalizado cerca de 314 dias depois, um processo conhecido como liquidação. Eaton instruiu a Alfândega e Proteção de Fronteiras a finalizar o custo de entrada das remessas sem a cobrança da tarifa, resultando em um reembolso.

    “A Alfândega sabe como fazer isso”, disse ele em audiência nessa quarta-feira, de acordo com uma gravação no site do tribunal.

    Segundo o juiz, a agência deve ser capaz de programar seu sistema para emitir reembolsos, que são emitidos regularmente quando o importador paga a mais sobre um imposto estimado.

    Eaton também marcou uma audiência para esta sexta-feira (6), na qual solicitou atualizações sobre os planos de reembolso da Alfândega. Ele disse, em sua determinação, que o juiz-chefe do tribunal indicou que Eaton é o único magistrado que julgará os casos de reembolso de tarifas.

    A Alfândega e Proteção de Fronteiras afirmou, em documentos judiciais, que a tarefa de finalizar os custos de entrada sem avaliar uma tarifa é “sem precedentes” em escala e pode exigir a revisão manual de mais de 70 milhões de entradas. A agência havia dito, em outros documentos judiciais, que queria até quatro meses para avaliar as opções para pagar reembolsos.

    “A linguagem dessa medida sugere fortemente uma abordagem geral de que os importadores têm direito a reembolsos da IEEPA, ponto final”, disse Ryan Majerus, ex-alto funcionário do Departamento de Comércio que agora é sócio da King & Spalding.

    “O governo pode contestar o escopo da determinação ou, no mínimo, pedir mais tempo para permitir que a Alfândega dos EUA realize o que, sem dúvida, será uma tarefa monumental”, acrescentou.

    O governo dos EUA arrecadou mais de US$ 130 bilhões em pagamentos de tarifas ilegais, que foram fundamentais para a política comercial de Trump. A Suprema Corte não forneceu orientações para a emissão de reembolsos, criando confusão sobre como os importadores seriam reembolsados.

    A determinação de Eaton foi tomada em um caso movido pela Atmus Filtration, que afirmou em documentos judiciais ter pago cerca de US$ 11 milhões em tarifas ilegais.

  • O que disse Vorcaro à noiva após encontro com Lula fora da agenda

    O que disse Vorcaro à noiva após encontro com Lula fora da agenda

    Reprodução/Redes sociais
    Daniel Vorcaro

    Mensagens em posse da Polícia Federal indicam que o banqueiro Daniel Vorcaro celebrou o desfecho de encontro com o presidente Lula (PT) no Palácio do Planalto, em 4 de dezembro de 2024. A reunião tinha sido omitida da agenda oficial de Lula.

    Os comentários sobre a reunião foram feitos em conversa de Vorcaro com sua então noiva Martha Graeff. Ela pergunta: “Como foi?!!”. O banqueiro responde: “Foi ótimo”.

    Em seguida, Martha diz estar “louca pra saber de tudo”. E Daniel Vorcaro conta mais detalhes: “Muito forte / Ele chamou presidente do banco central que vai entrar / 3 ministros”. A noiva acrescenta: “Wowwwwww / Amor do céu / Temos que falar hoje / Quando você tiver tempinho / Pra me contar”.

    Além de Vorcaro e Lula, participaram do encontro o economista e ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, então consultor do Banco Master; o ministro Daniel Silveira (Minas e Energia); e o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

    Em entrevista ao Uol, Lula relatou que Guido Mantega intermediou a reunião com Vorcaro. Na conversa, o banqueiro teria falado que estava sofrendo uma “perseguição”.

    “O que eu disse pra ele: não haverá posição política pró ou contra o Banco Master. O que haverá será uma investigação técnica, feita pelo Banco Central. Foi essa a conversa. ‘Você fique tranquilo, que a política não entrará na investigação do seu banco, o que entrará será a competência técnica do Banco Central pra saber se está errado, se você quebrou, se não quebrou, se tem dinheiro lavado ou não tem. E é isso que está sendo feito”, disse.

  • Médica revela 6 alimentos que podem prejudicar a saúde do intestino

    Médica revela 6 alimentos que podem prejudicar a saúde do intestino

    SEBASTIAN KAULITZKI/BIBLIOTECA DE FOTOS CIENTÍFICAS/Getty Images
    Ilustração colorida de intestino em esqueleto humano/alimentos - Metrópoles

    A saúde intestinal está diretamente ligada aos hábitos alimentares do dia a dia. Mais do que um alimento específico, o que pesa negativamente é a combinação de consumo frequente, grandes porções e uma dieta pobre em fibras. Esse padrão pode prejudicar o equilíbrio da microbiota — o conjunto de microrganismos que vivem no intestino — e favorecer inflamações.

    Segundo a coloproctologista Aline Amaro, quando a alimentação se baseia em produtos industrializados e pouco nutritivos, a barreira intestinal pode ficar enfraquecida. “Esse cenário costuma se manifestar com mais gases, distensão abdominal, dor, constipação ou diarreia”, explica.

    A longo prazo, dependendo do perfil da pessoa, esse desequilíbrio também pode aumentar o risco de algumas doenças intestinais.

    Entenda

    1. Ultraprocessados

    Produtos como fast food, salgadinhos, biscoitos recheados, bolos industrializados e refeições prontas costumam ter baixo teor de fibras e altas quantidades de açúcar, gorduras e aditivos.

    “Revisões científicas associam o consumo frequente desses alimentos a disbiose — desequilíbrio da microbiota intestinal — além de menor diversidade de microrganismos e maior potencial inflamatório no organismo”, afirma Aline.

    Foto colorida de alimentos ultraprocessados - Ultraprocessados na idade pré-escolar afeta comportamento, diz estudo - Metrópoles
    Ultraprocessados na infância podem deixar as crianças mais ansiosas, hiperativas e com medo

    2. Carnes processadas

    Salsicha, presunto, salame, bacon e mortadela estão entre os chamados embutidos. Além do alto teor de sal e aditivos químicos, esses produtos estão associados a riscos mais sérios.

    Há evidências científicas robustas ligando o consumo de carnes processadas ao câncer colorretal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica esse tipo de alimento como carcinogênico para humanos.

    Foto colorida de carnes processadas - Metrópoles
    Carnes processadas, os embutidos (salsicha, presunto, salame, bacon, mortadela): além de muito sal e aditivos, há evidência robusta ligando o consumo de carne processada ao câncer colorretal

    3. Bebidas açucaradas

    Refrigerantes, sucos industrializados adoçados, chás prontos e energéticos concentram grandes quantidades de açúcar adicionado.

    Estudos indicam que o consumo elevado dessas bebidas pode piorar sintomas intestinais em parte da população. Entre os mecanismos envolvidos estão o aumento da permeabilidade intestinal e alterações desfavoráveis na microbiota, especialmente quando há excesso de frutose.

    Foto colorida de mão branca colocando sachê do adoçante aspartame em xícara de café. Ao lado, há um celular e a outra mão segura uma colher pequena - Metrópoles
    A Organização Mundial de Saúde decidiu inserir o adoçante artificial adoçante aspartame na lista de substâncias cancerígenas

    4. Frituras

    Batata frita, salgados fritos e alimentos empanados preparados em óleo muito aquecido também entram na lista.

    De acordo com a médica, pesquisas recentes apontam que dietas ricas em frituras podem estar associadas a perfis de microbiota ligados a piores desfechos metabólicos, funcionando como um marcador de alimentação pró-inflamatória.

    Prato com batata frita e coxinha de frango - Metrópoles
    O consumo excessivo de alimentos fritos aumenta a inflamação corporal, acelera o envelhecimento precoce, diminui a produção de colágeno e aumenta a oleosidade, o que pode causar acne, flacidez e uma aparência cansada

    5. Excesso de gorduras saturadas

    Dietas com alto teor de gordura saturada — comuns em carnes muito gordurosas, lanches e alguns ultraprocessados — podem prejudicar a integridade da barreira intestinal.

    Quando esse padrão ocorre junto com baixo consumo de fibras, a microbiota pode sofrer alterações que favorecem maior permeabilidade intestinal e inflamação.

    6. Alimentos muito salgados

    Macarrão instantâneo, sopas prontas, snacks industrializados, temperos prontos e embutidos concentram grandes quantidades de sal.

    Além dos impactos cardiovasculares conhecidos, estudos indicam que o consumo elevado de sódio pode reduzir microrganismos benéficos e estimular respostas inflamatórias no intestino.

    Pequenas mudanças podem proteger o intestino

    Apesar dos riscos associados a esses alimentos, especialistas destacam que o impacto depende principalmente da frequência e da quantidade consumida.

    “A boa notícia é que pequenas trocas consistentes, ao longo das semanas, costumam melhorar sintomas e ajudar a regular o funcionamento intestinal”, afirma Aline Amaro.

    Priorizar alimentos in natura ou minimamente processados, ricos em fibras e com maior variedade nutricional, é uma das estratégias mais importantes para manter o intestino saudável.

  • Sessão da CPMI do INSS é cancelada nesta 5ª feira; saiba o motivo

    Sessão da CPMI do INSS é cancelada nesta 5ª feira; saiba o motivo

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
    O relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar - Metrópoles

    A sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) prevista para esta quinta-feira (5/3) está cancelada. O motivo: o relator do colegiado, Alfredo Gaspar (União-AL), não poderá comparecer por motivos de saúde.

    “Desde a última terça-feira, 3, (Gaspar) apresenta um quadro de sinusite e, durante a madrugada de hoje (quinta), teve febre, dores na garganta e ficou afônico, o que o impede de conduzir as oitivas previstas“, informou a CPMI em nota.

    O relator conversou com o presidente do colegiado, Carlos Viana (Podemos-MG), que decidiu cancelar a sessão. “Apesar do quadro de sinusite, a saúde do relator da CPMI está estável e ele segue em acompanhamento médico”, detalha a nota.

    Para esta quinta-feira, estavam previstas votações de requerimentos e dois depoimentos, do presidente da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev), Rodrigo Ortiz D´Avila Assumpção, e do advogado Cecílio Galvão.

  • PF investiga venda de dados pessoais de ministros do STF

    PF investiga venda de dados pessoais de ministros do STF

    PF/Divulgação
    Polícia Federal

    A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (5/3), a Operação Dataleaks para desarticular uma organização criminosa suspeita de obter, adulterar e comercializar dados pessoais e sensíveis extraídos de bases governamentais e privadas.

    As investigações começaram após a identificação de uma base de dados clandestina que reunia informações pessoais de ministros do Supremo Tribunal Federal. Segundo a apuração, o material era alimentado por acessos indevidos a sistemas e bancos de dados oficiais.

    Por determinação do STF, estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão temporária nos estados de São Paulo, Tocantins e Alagoas.

    De acordo com a Polícia Federal, o grupo investigado seria responsável por obter dados sensíveis de forma ilegal, alterar registros e comercializar essas informações no mercado clandestino.

    Os suspeitos poderão responder por crimes como organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro.

    A investigação busca identificar a extensão do vazamento e possíveis conexões com outros esquemas de obtenção e venda ilegal de informações sensíveis.