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  • Dólar salta a R$ 5,26 e Bolsa desaba com temores sobre guerra EUA-Irã

    Dólar salta a R$ 5,26 e Bolsa desaba com temores sobre guerra EUA-Irã

    Witthaya Prasongsin/Getty Images
    Imagem de notas de dólar dos EUA - Metrópoles

    Os mercados globais sofreram forte estresse nesta terça-feira (3/3) num dia de intensa aversão a investimentos de risco. O choque foi provocado pela elevação do preço do petróleo, em meio às incertezas sobre a duração e os principais impactos do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, no Oriente Médio.

    O dólar, nesse contexto, registrou alta de 1,91% em relação ao real, cotado a R$ 5,28. Ele chegou, contudo, a R$ 5,34 durante a sessão. Às 17h10, o Ibovespa operava em queda de 3,23%. No fundo do buraco do pregão, o principal índice da Bolsa brasileira (B3) chegou a recuar 4,50% (a maior baixa desde 22 de fevereiro de 2021, se considerado o fechamento do indicador nessa data).

    O petróleo disparou no mercado internacional. O tipo Brent, uma referência global, avançou cerca de 8%, para US$ 84,13 o barril. Já o WTI, que baliza o mercado americano, subiu 7%, a US$ 76,67, renovando máximas desde junho. Essa foi a terceira sessão consecutiva de elevação expressiva.

    Inflação e juros

    Com a desembestada dos preços da commodity, veio o temor de recrudescimento da inflação. De acordo com o economista André Braz, coordenador dos índices de preços do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), para cada aumento de 1% do preço da gasolina, o impacto no alta é de 0,05 ponto percentual no Índice Nacional de Preço ao Consumidor (IPCA), que indica a inflação oficial no Brasil.

    O choque energético provocou ainda a alta dos juros futuros. Assim, aumentaram as especulações entre agentes econômicos sobre mudanças na perspectiva de corte juros tanto nos Estados Unidos como no Brasil. As novas taxas serão decididas em reuniões de integrantes dos bancos centrais dos dois países em 18 de março (em duas semanas, portanto).

    Estreito

    O salto do preço está diretamente relacionado aos riscos de interrupções da circulação de navios no Estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico, entre o Irã e os Emirados Árabes, por onde passa 20% da produção mundial da commodity.

    Nesta terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o Irã quer retomar conversas para negociar um acordo nuclear. O republicano, porém, respondeu: “É tarde demais”, em publicação na rede Truth Social. Na véspera, outra manifestação de Trump já havia provocado rebuliço no mercado, quando ele disse que a guerra pode durar cinco semanas ou mais.

    O novo conflito no Oriente Médio começou no sábado (28/2), com ataques dos EUA e de Israel contra o Irã. O regime dos aiatolás respondeu com bombardeios contra países da região, que abrigam bases americanas.

    Estrago geral

    E o estrago nos mercados foi generalizado. Nesta terça-feira, os índices europeus de ações fecharam em forte queda. O Stoxx 600, que reúne empresas de 17 países, recuou 3,18%. O DAX, de Frankfurt, caiu 3,44%, e o CAC 40, de Paris, cedeu 3,46%. Na Ásia, o índice sul-coreano Kospi tomou um tombo de 7,24%, no pior pregão em 19 meses.

    Wall Street também não se safou. Longe disso. Às 15 horas, a baixa era generalizada entre os principais índices das bolsas americanas. Nesse horário, o recuo chegava a 1,33%, no S&P 500; 1,23%, no Dow Jones; e 1,44%, no Nasdaq, que concentra ações de empresas de tecnologia.

    Mais dólar

    Em relação a moedas fortes, o dólar apresentou alta menor do que frente ao real. O índice DXY, que mede a força da moeda americana frente a uma cesta de seis divisas fortes, como euro, iene e libra esterlina, subia 0,58%, às 16h30.

    “Houve um maior fluxo global para o dólar como ativo de segurança, com fortalecimento da moeda americana frente a várias divisas”, diz Enrico Cozzolino CEO da Zermatt Partners. No cenário doméstico, observa o analista, dados divulgados sobre o Produto Interno Bruto (PIB), nesta terça-feira, e sobre a inflação ainda pressionada entram na conta, pesando especialmente em setores sensíveis a juros.

    Mudança de humor

    Para Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. o dia foi marcado por uma “clara mudança de humor nos mercados”. “A escalada das tensões no Oriente Médio e o risco de interrupção no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz reacenderam temores inflacionários globais e colocaram os investidores em modo defensivo”, afirma.

    No Ibovespa, as ações com maior peso no índice recuaram em uníssono. Às 16h20, a Petrobras, por exemplo, caía 0,13%, embora a alta do petróleo, em tese, beneficiasse a companhia. O mesmo dava-se com a Vale (-4,65%) e os bancos como Itaú (-2,97%) e Bradesco (-4,43%).

  • Cardiologista alerta: infarto feminino pode ocorrer sem dor no peito

    Cardiologista alerta: infarto feminino pode ocorrer sem dor no peito

    MTStock Studio/Getty Images
    Close de um médico asiático maduro medindo a pressão arterial (alta ou baixa) de uma paciente em uma clínica de saúde. Conceito de assistência médica. Médico mede a pressão cardíaca de paciente coração diabetes infarto pressão alta

    Para muitas mulheres, o infarto não começa com a dor intensa no peito que a maioria imagina. Segundo o cardiologista Carlos Japhet, presidente do Departamento de Cardiologia da Mulher da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), os sinais mais frequentes nelas são fadiga intensa, falta de ar súbita, náuseas, dor nas costas, pescoço ou mandíbula e sensação de mal-estar geral.

    “A dor no peito, quando existe, geralmente é descrita como desconforto ou pressão leve, não aquela dor lancinante típica dos homens”, explica.

    Esse padrão é considerado “atípico” apenas porque os protocolos médicos históricos foram baseados em estudos predominantemente masculinos. Hoje, diretrizes internacionais reconhecem que o quadro feminino deve ser tratado com padrão próprio.

    Biologia feminina e diagnóstico tardio

    As diferenças não são apenas históricas. “As artérias coronárias das mulheres são mais finas e tortuosas. Muitas vezes, não há obstrução em uma artéria principal, mas sim nas menores, é o que chamamos de doença microvascular”, explica Ricardo Cals, cardiologista do Hospital Santa Lúcia Norte, em Brasília.

    Hormônios como o estrogênio influenciam a resposta inflamatória e oferecem algum efeito protetor pré-menopausa, mas fatores como obesidade, tabagismo, síndrome metabólica e estresse crônico vêm antecipando eventos cardíacos em mulheres cada vez mais jovens.

    Esse quadro contribui para o atraso no diagnóstico: mulheres costumam minimizar sintomas, priorizar a família ou temer parecer exageradas. Profissionais de saúde, por sua vez, podem demorar a suspeitar de infarto, especialmente em pacientes jovens e sem dor torácica típica, atrasando exames fundamentais como eletrocardiograma, dosagem de troponina e angioplastia.

    Estresse crônico, dupla jornada, sedentarismo e problemas de saúde como hipertensão, diabetes e obesidade aumentam a vulnerabilidade cardiovascular. Além disso, depressão e ansiedade estão diretamente associadas a maior risco de infarto por mecanismos que envolvem inflamação sistêmica, alteração autonômica e hábitos de vida menos saudáveis.

    A gestação também funciona como um “teste de estresse cardiovascular natural”. Mulheres com histórico de pré-eclâmpsia, hipertensão gestacional, diabetes gestacional ou parto prematuro apresentam risco maior de eventos cardíacos futuros. “É fundamental que esses fatores sejam considerados na avaliação clínica, mesmo anos após a gestação”, alerta Japhet.

    Alerta para sinais sutis

    O recado dos especialistas é claro: não ignore sintomas persistentes ou incomuns. Fadiga intensa, mal-estar sem causa aparente, desconforto torácico leve, falta de ar ou sudorese súbita podem indicar infarto. No caso feminino, a rapidez no atendimento salva músculo cardíaco e reduz complicações.

    Japhet reforça que a sub-representação feminina em estudos cardiovasculares ainda impacta o diagnóstico e tratamento: “Precisamos interpretar os sinais do corpo da mulher com atenção redobrada e considerar fatores de risco específicos para não subestimar um quadro potencialmente grave.”

    No infarto feminino, cada minuto conta, e a rapidez na procura por atendimento é decisiva para reduzir complicações e preservar o coração.

  • Neymar lamenta lesão de Rodrygo em post: "Um dos dias mais tristes"

    Neymar lamenta lesão de Rodrygo em post: "Um dos dias mais tristes"

    Em postagem, Neymar comentou que passou um filme em sua cabeça quando viu a notícia da lesão e que o jogador não merecia passar por isso

  • Homem é morto a tiros em área de invasão em Epitaciolândia

    Homem é morto a tiros em área de invasão em Epitaciolândia

    Rogério Silva Paixão, de 31 anos, foi morto a tiros na manhã desta terça-feira (3), por volta das 10h30, na comunidade conhecida como Favelinha, área de invasão situada ao lado do bairro Liberdade, na rua Ana de Souza Lira, em Epitaciolândia, interior do Acre. De acordo com informações apuradas no local, Rogério residia na própria […]

  • Mailza Assis é homenageada pelo Rotary Club em Rio Branco

    Mailza Assis é homenageada pelo Rotary Club em Rio Branco

    A vice-governadora do Acre, Mailza Assis, foi homenageada pelo Rotary Club de Rio Branco-Amazônia, pertencente ao Distrito 4720 do Rotary International, em reconhecimento à sua atuação pelo trabalho como Embaixadora do Programa Mundial de Erradicação da Poliomielite – PólioPlus no estado.

    Ao agradecer a homenagem, Mailza reafirmou o compromisso com a saúde pública e a proteção das crianças acreanas. “Recebo este certificado com muita responsabilidade. Erradicar a poliomielite é uma missão humanitária que exige união entre os poderes e a sociedade em geral, informação e compromisso. Como embaixadora do PólioPlus no Acre, seguirei apoiando todas as iniciativas que garantam a vacinação e a proteção das nossas crianças”, declarou.

    O governador do Distrito 4720, Leonardo Pinheiro, destacou a importância da parceria entre o poder público e a sociedade civil organizada no enfrentamento à doença. “A atuação da vice-governadora fortalece a nossa missão de manter o Acre vigilante e comprometido com a erradicação definitiva da poliomielite. O Rotary tem essa causa como uma prioridade mundial, e contar com lideranças públicas engajadas amplia o alcance da informação e da conscientização”, afirmou.

    O presidente do Rotary Club de Rio Branco-Amazônia, Isaías Ferreira Júnior, também ressaltou o simbolismo da homenagem. “Este reconhecimento representa a união de esforços em favor da vida. Ter a vice-governadora como embaixadora do PólioPlus no Acre é fundamental para mobilizar instituições e a população em torno da vacinação e da prevenção”, disse.

    O Programa PólioPlus, iniciativa global do Rotary International, atua há décadas no combate à poliomielite, contribuindo para a redução drástica dos casos da doença em todo o mundo. No Acre, a mobilização conjunta entre o Rotary, o governo do Estado e demais instituições reforça a importância da vacinação como principal estratégia para manter o estado livre da pólio.

    A homenagem simboliza o reconhecimento ao papel institucional exercido pela vice-governadora na articulação de políticas públicas e campanhas de conscientização, fortalecendo a rede de proteção à infância e reafirmando o compromisso do Acre com a saúde preventiva.

  • Presidente do Avante no Acre anuncia desfiliação após articulação de Bocalom

    Presidente do Avante no Acre anuncia desfiliação após articulação de Bocalom

    RUPTURA

    Presidente do Avante no Acre anuncia desfiliação após articulação de Bocalom

    Por Whidy Melo3 de março de 2026 – 15h24 4 min de leitura

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    A movimentação do prefeito de Rio Branco e pré-candidato ao governo do Estado, Tião Bocalom (PL), em busca de uma nova sigla para disputar as eleições de 2026 provocou um abalo interno no Avante no Acre.

    Após Bocalom se reunir em Brasília com o presidente nacional da legenda, Luís Tibé, e afirmar que há possibilidade de concorrer ao governo pelo partido, o presidente regional do Avante, Alex de Arruda Asfuri, declarou ao ac24horas, na tarde desta terça-feira (3), que irá entregar carta de desfiliação por “perda de confiança”. Segundo Asfuri, a executiva estadual não foi consultada nem comunicada sobre qualquer tratativa envolvendo o nome do prefeito.

    “Para te ser bem sincero, em nenhum momento eu, como presidente estadual do partido, fui consultado ou sequer comunicado sobre essa tratativa. Então eu já me sinto fora desse processo através do Avante”, afirmou.

    Foto: Alex Asfury/Instagram

    “Fiquei sabendo pela imprensa”

    O dirigente revelou que tomou conhecimento do convite feito a Bocalom por meio da imprensa, o que, segundo ele, comprometeu sua permanência na sigla. “Eu fiquei sabendo do convite dele para vir para o partido através da imprensa”, disse.

    Asfuri ressaltou que, diante da ausência de diálogo, não se sente seguro politicamente para continuar à frente do partido no estado. “Não tem segurança política dentro desse partido, infelizmente. Se eu não sou comunicado numa tratativa dessa como presidente regional, eu não me sinto confiante para tomar nenhuma iniciativa em prol do partido que a gente não tenha o domínio”, declarou.

    Desfiliação será formalizada

    Questionado se deixaria o Avante imediatamente, o presidente regional afirmou que irá protocolar carta de desfiliação junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), embora o ato formal ainda dependa de trâmites administrativos. “Eu vou ter que entrar com a carta de desfiliação junto ao TRE. Ainda não está decidido o dia, mas de fato já não estou lá. De direito, eu já vou tomar as providências”, afirmou.

    Ele acrescentou que integrantes da executiva estadual devem acompanhá-lo na saída da legenda. “As pessoas que eu formei a executiva vão caminhar todos comigo, eles não ficam”, disse, evitando citar nomes.

    Ruptura em meio a indefinições

    A crise no Avante ocorre no momento em que Bocalom busca viabilizar sua candidatura ao governo após ter sido comunicado pelo presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, de que não teria espaço para disputar o Palácio Rio Branco pela sigla.

    Nos bastidores, a resistência do senador Márcio Bittar (PL), presidente estadual do PL, foi apontada como fator determinante para a negativa, uma vez que o parlamentar trabalha pela manutenção da aliança com o governo estadual e por sua própria composição na chapa majoritária ao Senado.

    Diante desse cenário, o Avante surgiu como alternativa viável. No entanto, a articulação direta com a executiva nacional, sem envolvimento da direção estadual, abriu uma fissura interna que pode resultar na desestruturação do partido no Acre.

    “Desprestigiado”

    Asfuri afirmou ter se sentido “desprestigiado” com a condução do processo. “Por mais que você não tenha alinhamento para tomar a mesma decisão, é necessário fazer a conversa, expor a opinião da outra parte. O mínimo necessário é o respeito”, pontuou.

    Ele também deixou claro que, independentemente da eventual filiação de Bocalom, não pretende permanecer na legenda. “Se não tem segurança, aconteceu agora, pode acontecer amanhã com algum outro ente político e a gente perder a estabilidade mais uma vez”, concluiu.

    Whidy Melo

    Whidy Melo

    Whidy Melo é acreano de Rio Branco, repórter, documentarista, fotógrafo e videomaker.

    kennedywhidy@gmail.com

  • Por onde anda Claudia, namorada de Sérgio Reoli, do Mamonas Assassinas

    Por onde anda Claudia, namorada de Sérgio Reoli, do Mamonas Assassinas

    Reprodução/Facebook
    Montagem com fotos do casal Cladia Gaiga e Sérgio Reoli, do Mamonas Assassinas

    Claudia Gaiga foi namorada do baterista Sérgio Reoli e teve o relacionamento acompanhado de perto pelos fãs nos anos 1990. Três décadas após a morte do Mamonas Assassinas, o romance ainda é lembrado por admiradores da banda.

    Em 2 de março de 1996, o avião que levava o grupo de Brasília para São Paulo colidiu durante a aproximação para pouso em Guarulhos. Todos os ocupantes morreram. Na época, os músicos eram presença constante na televisão, assim como as companheiras.

    Atualmente, Claudia trabalha como representante comercial e construiu uma família. Moradora de Guarulhos, é casada desde 2005 e mãe de dois filhos: João Vitor, de 19 anos, e Beatriz, de 28 anos. Nas redes, compartilha registros ao lado da família.

    Segundo o livro biográfico Mamonas Assassinas, Blá, Blá, Blá, o namoro começou em 13 de agosto de 1991. O casal ficou junto por quatro anos e meio e planejava se casar em 2003. “Cláudia e Sérgio nunca se casaram, mas ficaram juntos quatro anos e meio. Foi uma transa legal”, registra a obra.

    Noivos, passaram o último Ano-Novo do músico juntos, em uma festa. O relacionamento se tornou parte da memória afetiva dos fãs, que seguem relembrando a história nas redes sociais.

    Mesmo mantendo perfil discreto, conta com um fã-clube criado por admiradores do grupo, onde costuma receber homenagens e mensagens de carinho.

    Memorial

    Mamonas Assassinas - Metrópoles
    Mamonas Assassinas

    Os corpos dos integrantes do grupo foram exumados em 23 de fevereiro, no Cemitério Primaveras, em Guarulhos (SP). Parte das cinzas será destinada à criação de um memorial em homenagem à banda.

    O material será utilizado no plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério, na cidade onde o grupo surgiu. O espaço receberá o nome de Jardim BioParque Memorial Mamonas e unirá preservação ambiental e tributo à trajetória dos músicos.

    Os Mamonas Assassinas estavam no auge da carreira quando morreram, em 2 de março de 1996. Após um show em Brasília, o avião que transportava o grupo colidiu com a Serra da Cantareira durante a aproximação para pouso em Guarulhos, provocando a morte de todos os ocupantes e grande comoção nacional.

  • Casal de Brasília que estava preso em Omã consegue sair do país

    Casal de Brasília que estava preso em Omã consegue sair do país

    Reprodução Instagram/@oh.happy.way
    casal preso em omã

    Bruna Souza Costa e Silva Moreira, 34 anos, e Marcos Moreira, 43, casal residente de Brasília que estava preso em Omã por causa dos bombardeios contra o Irã, conseguiram sair do Oriente Médio, na madrugada desta terça-feira (3/3). Os dois tiveram que ficar no país após o voo em que estava desviar a rota devido ao conflito.

    Em conversa com o Metrópoles, Bruna contou que ela e o marido conseguiram uma passagem de última hora para a Europa. “O voo foi tranquilo. Conseguimos a passagem de madrugada, antes do avião decolar”, disse.

    Os dois estão em Londres, onde aguardam um voo para Barcelona, de onde viajarão finalmente para o Brasil na quarta-feira (4/3).

    Metrópoles entrou em contato com o Itamaraty para obter informações sobre a situação de outros brasileiros que também não conseguem sair do Oriente Médio. O órgão respondeu, em nota, que monitora a situação e mantém contato com as comunidades brasileiras e com turistas brasileiros nos diversos países da região, por intermédio das Embaixadas do Brasil no Oriente Médio.

    “As Embaixadas permanecem à disposição para prestar assistência consular aos brasileiros, tendo em conta as determinações da legislação brasileira e internacional e a realidade de cada país”.

    O Ministério ainda divulgou um consular com informações e recomendações de procedimentos que devem ser feitos “no âmbito da presente escalada de tensões”.

    Casal “preso” no Oriente Médio

    Em vídeo (veja acima) publicado no Instagram do casal, em que compartilham a rotina de viagens, Bruna e Marcos contaram que estavam voltando do Vietnã em 28 de fevereiro e que a viagem precisou mudar de destino devido ao cenário atual de guerra, que, além de afetar diretamente o Irã, colocou em risco países vizinhos.

    Bruna contou que estava em Hanoi, capital do Vietnã, com o marido, no último sábado (28/2), e que tinham como destino final Doha, capital do Catar. Cerca de 30 minutos antes de a aeronave pousar, o comandante informou que teria de ser feito um desvio de rota e que pousariam no aeroporto de Mascate, capital de Omã.

    Além disso, ela contou que o motivo da mudança não foi esclarecido e que nem os próprios tripulantes sabiam o que estava acontecendo no momento. Ela disse que no momento do aviso todos ficaram apreensivos.

    “A gente imaginou que talvez estivesse acontecendo algum conflito ali na região como o cenário internacional sugeria”, disse.

    Ao pousarem em Mascate, por volta das 14h, o casal ainda precisou permanecer dentro do avião durante oito horas, pois o país poderia estar em risco de ataques. Sem acesso à internet, os parentes de Bruna e Marcos, no Brasil, foram avisados da situação via SMS. Já no aeroporto, o casal relatou que teve de enfrentar muitas filas até conseguir passar pela imigração.

    Enfrentando todos os trâmites e burocracias, os brasilienses só conseguiram descansar em um hotel pago pela companhia aérea, às 4h em 1º de março. Eles tranquilizaram os seguidores afirmando que estavam e se sentiam seguros dentro do hotel. “As pessoas locais daqui nos asseguraram que Omã é um lugar tranquilo e que não costuma ter conflitos”.

    O que diz a embaixada

    A embaixada, por meio de uma publicação no Instagram, disse que é importante estar atento às decisões militares e políticas de países vizinhos do Irã, “recomenda-se acompanhar de perto os pronunciamentos emanados das autoridades omanis a fim de precaver-se e adotar procedimentos de segurança eventualmente sugeridos”.

    Leia na íntegra

    Os desenvolvimentos decorrentes das ações militares deste fim de semana no Irã e, posteriormente, em diversos países da região, recomendam atenção e cautela. Recomenda-se acompanhar de perto os pronunciamentos emanados das autoridades omanis a fim de precaver-se e adotar procedimentos de segurança eventualmente sugeridos.

    Decisões sobre viagens e/ ou permanência no país devem ser tomadas individualmente. Dado o dinamismo da situação, recomenda-se buscar informações diretamente junto a companhias aéreas. No tocante às fronteiras, não é possível prever eventuais fechamentos, que podem ocorrer sem aviso prévio a qualquer momento.

  • Eliana terá "nova Narcisa" em programa dominical na TV Globo

    Eliana terá "nova Narcisa" em programa dominical na TV Globo

    eliana-narcisa

    A apresentadora Elianaestreia na TV Globo no dia 15 de março com o Em Família, programa de variedades que vai colocar a famosa de volta na “guerra” pela audiência aos domingos. Nessa missão complicada, ela terá um aliado: assim como fazia no SBT com Tiago Barnabé, a Narcisa, Eliana vai dividir o palco com um humorista.

    Colega de palco

    A novidade foi revelada nesta terça-feira (3/3) durante a coletiva de imprensa que apresentou a nova atração da loira. Assim como Tiago Barnabé, o comediante – que não teve seu nome revelado – vai ajudar a famosa no comando do programa, além de fazer piadas. Vale lembrar que, após a ida de Eliana para a Globo, o intérprete de Narcisa foi realocado para o Domingo Legal.

    “Nós teremos esse alívio cômico, mas vamos manter o segredo por enquanto”, afirmou Geninho Simonetti, diretor da atração. “Justamente por isso, a ideia é fazer um programa inesperado. E eu confio muito na minha curadoria de conteúdo. Tenho os meus concorrentes de TV aberta, mas tenho YouTube e streaming, que no domingo estão crescendo. Mas confio no que é feito aqui”, completou.

    Briga pela audiência

    Eliana também falou da sua expectativa de retornar aos domingos, desta vez, disputando a audiência com Celso Portiolli, seu ex-colega de emissora. “Domingo é um dia familiar, mas é um dia em que muitas mulheres estão ligadas na atração”, comentou.

    “Ou seja, sou uma mulher falando para mulheres. Há 20 anos estou no domingo, de forma ininterrupta. Eu gosto de exaltar outras mulheres. E eu pretendo fazer isso no programa”, disse a apresentadora.

    Nesta segunda (2/3), em entrevista ao jornal O Globo, Eliana falou que, mesmo após tantos anos, ainda está nervosa para o seu retorno à TV aberta. “Tenho frio na barriga há 35 anos e ele não muda nunca. Ele reflete o respeito ao ofício, e isso eu não quero perder. Uma coisa que me move é fazer sempre o melhor que posso, ser a minha melhor versão.”

  • Game of Thrones vai ganhar filme nos cinemas? Saiba detalhes

    Game of Thrones vai ganhar filme nos cinemas? Saiba detalhes

    Reprodução/HBO
    Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) na 5ª temporada de Game of Thrones

    A franquia Game of Thrones pode finalmente ganhar uma adaptação para os cinemas. Segundo o Page Six, uma proposta foi apresentada à Warner Bros. para produzir um filme baseado em uma história inédita do universo da série.

    O projeto é assinado por Beau Willimon, escritor da série Andor e showrunner de House of Cards. Membros do elenco e diretor ainda não foram escalados.

    Os planos para um possível filme do universo de Game of Thrones – que desde o fim da série principal, em 2019, conseguiu emplacar dois de cinco projetos de derivados – chegam em um momento crucial para o futuro da Warner Bros.

    Após a compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance, a produção poderia ser uma das grandes apostas para marcar a nova fase conjunta das empresas. Segundo o CEO da Paramount, David Ellison, a intenção é de que 30 lançamentos cheguem aos cinemas anualmente após efetuada a aquisição.

    Informações preliminares apontam que o filme adaptaria a história de Aegon I, responsável por unificar Westeros em um reinado sob o domínio da dinastia Targaryen – séculos antes dos acontecimentos de Game of Thrones, O Cavaleiro dos Sete Reinos e A Casa do Dragão, cuja 3ª temporada será lançada em junho de 2026.