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  • Bittar nunca fechou espaços do PL para pré-candidatura ao governo, diz Bocalom

    Bittar nunca fechou espaços do PL para pré-candidatura ao governo, diz Bocalom

    O prefeito de Rio Branco e pré-candidato ao governo do Acre, Tião Bocalom (PL), afirmou nesta terça-feira (3) que o senador Márcio Bittar nunca demonstrou resistência à sua eventual candidatura ao Palácio Rio Branco pelo Partido Liberal em 2026. Segundo ele, em nenhum momento o parlamentar teria fechado as portas da legenda para sua pré-candidatura. Veja o vídeo no final da matéria.

    “A conversa com o senador Márcio Bittar é constante. Almocei com ele diversas vezes em Brasília, inclusive na casa dele. A gente sempre tratou desse assunto, mas nunca vi resistência ao ponto de dizer que eu não tenho espaço para ser candidato a governador dentro do partido”, declarou.

    Apesar disso, Bocalom disse que aguarda uma conversa entre o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, e o próprio Bittar para que haja uma definição oficial sobre o tema. De acordo com o prefeito, o diálogo entre as duas lideranças deve ocorrer ainda esta semana.

    “Estamos aguardando agora a conversa do nosso presidente Valdemar com o senador Márcio Bittar. Em seguida dessa conversa é que vamos ter a decisão final se haverá ou não a vaga para que eu possa disputar o Governo do Estado”, afirmou.

    O impasse ganhou força após Bocalom receber um documento da executiva regional do PL no Acre, assinado por Edson Bittar, informando que ele não teria espaço para disputar o governo pela sigla. O prefeito disse ter sido surpreendido pela comunicação e decidiu procurar diretamente a direção nacional, em Brasília.

    “Como eu recebi aquele documento da regional local dizendo que eu não teria vaga de candidatura para Governo do Estado, eu tive que falar com Brasília. Fui lá falar com o presidente Valdemar e ele ficou até meio preocupado porque não sabia daquela situação”, relatou.

    Segundo Bocalom, ele entregou uma cópia do documento ao dirigente nacional, que teria se comprometido a tratar do assunto com o senador acreano para esclarecer o episódio e buscar uma solução interna.

    Para o prefeito, a definição agora depende do entendimento entre a presidência nacional e a liderança estadual da legenda. “Eu acho que isso é uma coisa que ele tem que resolver com Brasília e acredito que vamos ter uma boa solução nisso”, concluiu.

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    Auditor defende aprovação da Lei Orgânica Tributária e critica impasse com outras categorias

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  • Virginia acorda com corpo "travado" e desabafa: "Agora Deus me leva"

    Virginia acorda com corpo "travado" e desabafa: "Agora Deus me leva"

    Reprodução/Redes sociais.
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    Virginia Fonseca, que passa dias de descanso em Madri, na Espanha, ao lado do namorado Vini Jr., mostrou aos seguidores nessa terça-feira 3/3 que o período de férias não tem sido tão tranquilo quanto parece.

    Nos stories publicados em seu perfil no Instagram, a influenciadora revelou que precisou fazer uma sessão de fisioterapia após acordar com parte do corpo “travado”.

    Na legenda da imagem, escreveu: “Bom dia para quem acordou fazendo fisio pois acordou travada do lado direito”.

    Acordou mal

    Em seguida, ela detalhou o quadro de saúde. “Bom dia, galera garganta inflamada, nariz entupido e travada do lado direito estava fazendo fisio até agora”, relatou, ao explicar como começou o dia.

    Virginia contou ainda que foi atendida pela mesma profissional responsável pelo tratamento do namorado.

    “A fisio do Vini me salvou eu acordei não querendo acordar pensando assim: ‘agora Deus me leva’ garganta explodindo na merda mesmo’”, disse. Depois, afirmou que já estava se sentindo melhor após o atendimento.

  • Suspeito de 63 anos é preso após pôr fogo em homem em situação de rua

    Suspeito de 63 anos é preso após pôr fogo em homem em situação de rua

    Divulgação/PCPR
    PCPR

    Imagens de monitoramento eletrônico auxiliaram na identificação do suspeito, que foi reconhecido pelas características físicas e pelas roupas que usava no momento da ação. Após a prisão, o homem permaneceu em silêncio. Com ele, os investigadores encontraram, no bolso, o isqueiro utilizado no crime.

    Em entrevista, outros moradores em situação de rua relataram desentendimentos frequentes e afirmaram que o suspeito, ao fazer uso de bebidas alcoólicas, ficava agressivo e causava problemas entre os demais.

    Segundo o delegado Ademair Braga, a vítima segue hospitalizada em estado grave. A PCPR aguarda a evolução do quadro clínico para que ela possa ser ouvida.

    “Durante audiência de custódia, também foi verificado que ele responde a processos na cidade de Cascavel”, informou o delegado. De acordo com ele, o homem não vinha sendo localizado pela polícia justamente por viver em situação de rua.

    Agora, além dos procedimentos anteriores, ele também responderá pelo inquérito instaurado após a tentativa de homicídio.

    O suspeito foi encaminhado ao sistema penitenciário e deverá passar por avaliação médica.

    O inquérito policial segue em andamento, com a realização de diligências complementares e perícias para esclarecer a motivação do crime e as circunstâncias da ação.

  • STJ mantém condenação de usinas e prevê indenização a pescadores

    STJ mantém condenação de usinas e prevê indenização a pescadores

    Reprodução
    Imagem colorida, Superior Tribunal de Justiça (STJ) - Metrópoles

    A 3ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso das hidrelétricas Jirau e Santo Antônio e manteve condenação ao pagamento de indenizações a pescadores do Rio Madeira (RO), atingidos pela redução da atividade pesqueira após a instalação das hidrelétricas.

    Os ministros do colegiado acompanharam o voto da relatora do caso, ministra Daniela Teixeira, e consideraram que “a ocorrência do dano ambiental e a identificação do responsável pela sua ocorrência, a ele compete a integral reparação de todos os prejuízos sofridos individualmente ou coletivamente”.

    A estimativa é que a indenização a todos os pescadores prejudicados em suas atividades alcance a cifra de R$ 2 bilhões. O julgamento foi concluído nesta terça-feira (3/3), quando o ministro Moura Ribeiro, no voto-vista, acompanhou integralmente Daniela Teixeira.

    “Há prova pericial de que foi atingido o objetivo do esclarecimento. As críticas foram afastadas, pois ficou demonstrada a redução do número de peixes na área atingida pela represa. Acompanho a relatora“, disse o ministro, que firmou placar de 3 a 2 contra recurso das hidrelétricas.

    Ambientalistas da região e pescadores alegam que as construções provocaram impactos profundos e duradouros na pesca artesanal e na vida das comunidades ribeirinhas. Estudos ambientais indicam uma redução de até 40% na captura anual de peixes.

    O caso chegou ao STJ com o recurso das hidrelétricas contra indenização pedida por pescadores afetados pela construção. Os trabalhadores alegaram, em primeira instância, que sofreram com redução de renda devido à escassez do pescado na região com a operação das hidrelétricas. O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ/RO) reconheceu o direito à indenização, mas as empresas recorreram e o caso chegou ao STJ.

    Voto vencedor pela indenização

    A ministra Daniela Teixeira, relatora da ação, votou para indeferir recurso das empresas e pelo reconhecimento da legitimidade dos pescadores para propor ações de indenização decorrentes de grandes empreendimentos.

    “A Constituição Federal de 1988 estabelece um sistema robusto de responsabilização por danos ambientais, principalmente em seu artigo 225, §3º, que prevê que as condutas e atividades lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores a: responsabilidade administrativa, penal e civil, sendo esta última independente de culpa e submetida à teoria do risco integral“, considerou a relatora no voto que deu a vitória aos pescadores.

    A ministra ainda ressaltou que “presente a ocorrência do dano ambiental e a identificação do responsável pela sua ocorrência, a ele compete a integral reparação de todos os prejuízos sofridos individualmente ou coletivamente, independentemente de ter agido com intenção de fazê-lo ou mesmo de maneira imprudente, negligente ou com imperícia. Aos afetados, nesta hipótese, basta, portanto, a comprovação de que sofreram danos de qualquer ordem em razão de evento que possa ser atribuído ao agente apontado como responsável”, afirmou.

    Daniela Teixeira foi acompanhada pela a ministra Nancy Andrighi e pelo ministro Moura Ribeiro. Os ministros Villas Bôas Cueva e Humberto Martins divergiram e foram votos vencidos.

  • Secretário de Obras reafirma entrega do 1º bloco do Hospital de Feijó até 30 de abril

    Secretário de Obras reafirma entrega do 1º bloco do Hospital de Feijó até 30 de abril

    PRAZO CONFIRMADO

    Secretário de Obras reafirma entrega do 1º bloco do Hospital de Feijó até 30 de abril

    Por Lucas Vitor3 de março de 2026 – 13h14 4 min de leitura

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    Foto: Iago Nascimento

    O secretário de Obras do Acre, Ítalo Lopes, afirmou na manhã desta terça-feira, 03, durante entrevista ao programa Boa Conversa, do ac24horas, direto da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que o Governo do Acre mantém o compromisso de entregar até 30 de abril o primeiro bloco do Hospital Geral de Feijó.

    Lopes participou de reunião da Comissão de Saúde que discutiu o andamento da reforma da unidade hospitalar. Segundo ele, a data já havia sido pactuada internamente no governo, apresentada ao Ministério Público e à comissão formada por manifestantes do município, e agora passa a ser um compromisso formalizado também no âmbito da Assembleia.

    “Hoje nós reafirmamos o prazo que já tinha sido estabelecido internamente no governo, já tinha sido estabelecido também com o Ministério Público, com a Comissão de Obras que foi formada pelos manifestantes do município e isso agora também virou um compromisso aqui na Assembleia. Nós temos o compromisso agora de até o dia 30 de abril entregar o primeiro bloco do Hospital Geral de Feijó”, declarou.

    De acordo com o secretário, a mudança da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) para o espaço reformado deve começar no fim de março. “Ao final de abril o hospital já funcionando o primeiro bloco, a gente vai avançar na reforma no segundo bloco”, completou.

    Ítalo Lopes explicou que o primeiro bloco está sendo executado com recursos de convênio federal firmado em 2013. Segundo ele, as mudanças nas normas técnicas ao longo dos anos impactaram diretamente a execução da obra. “De 2013 pra cá, mudou a norma de vigilância, mudou a norma de incêndio, tudo mudou em relação à execução deste objeto”, afirmou.

    O secretário destacou que a Secretaria de Obras tem como missão ampliar a execução de recursos federais e que, atualmente, investe mais verbas da União do que recursos próprios. No entanto, reconheceu limitações desse modelo para reformas hospitalares no interior.

    Foto: Iago Nascimento

    “Pra mim tá claro que reformas em unidades hospitalares no interior do Estado não podem ser feitas através desse instrumento de investimento. Ele não consegue comportar as nossas necessidades e essa burocracia acaba prejudicando inclusive a população”, disse.

    Ele detalhou que o recurso federal será utilizado exclusivamente para dar funcionalidade ao primeiro bloco. Já a segunda etapa será executada com recursos próprios do Estado, que já estavam previstos no orçamento inicial da obra, estimada em R$ 5 milhões, metade de origem federal e metade estadual.

    “O Governo Estadual vai avançar nessa segunda etapa de maneira muito mais célere, porque além de nós já termos a clareza de que temos recurso próprio para avançar nessa obra, a empresa contratada tem mostrado capacidade. Nós já conhecemos a capacidade dela de outros contratos da saúde”, afirmou.

    Durante a entrevista, o secretário também comentou os atrasos anteriores e confirmou que houve rescisão contratual com a empresa que inicialmente executava os serviços.

    “De fato, nós tínhamos uma empresa contratada, nós firmamos os prazos com a empresa, a empresa falou que conseguiria resolver e não conseguiu. E aí, como servidor público e como ordenador de despesas, o que é que me cabe? Recomendar a notificação, rescindir o contrato, chamar uma outra empresa”, explicou.

    Lopes ressaltou que a rescisão não ocorre de forma imediata, devido às exigências legais previstas na Lei de Licitações, o que prolonga prazos e impacta o cronograma. Ele citou como exemplo a obra da Orla do 15, em Rio Branco, também executada com recursos federais, onde a rescisão ocorreu no fim do ano passado e a nova licitação foi aberta após os trâmites legais.

    “No Hospital de Feijó eu fui até o último limite, porque a gente precisava entregar o raio-X funcionando. A gente entregou o raio-X funcionando ainda com o último contrato, e aí fizemos uma nova contratação”, disse.

    Segundo ele, a empresa atual já executou outras obras na área da saúde no estado, o que dá segurança ao governo quanto ao cumprimento do novo prazo. “Esse compromisso é firme, eu não estou conversando com uma empresa que não tem o conhecimento da dificuldade”, afirmou.

    Assista ao vídeo:

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    Lucas Vitor

    Lucas Vitor

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

    lucasvitorac77@gmail.com

  • Railson diz que prefeitura nunca financiou manifestação e critica politização

    Railson diz que prefeitura nunca financiou manifestação e critica politização

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    Railson diz que prefeitura nunca financiou manifestação e critica politização

    Por Da redação ac24horas3 de março de 2026 – 13h19 1 min de leitura

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    O prefeito de Feijó, Railson Ferreira (Republicanos), afirmou na manhã desta terça-feira, 03, durante entrevista ao programa Boa Conversa – Edição Aleac, do ac24horas, que a mobilização popular em torno das obras do hospital do município não teve patrocínio da prefeitura e que a discussão precisa ser tratada com responsabilidade institucional, sem viés partidário. A entrevista foi concedida após reunião da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que debateu os desdobramentos da paralisação e manutenção da unidade hospitalar.

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  • Secretário de Obras reafirma entrega do 1º bloco do Hospital de Feijó até 30 de abril na Aleac

    Secretário de Obras reafirma entrega do 1º bloco do Hospital de Feijó até 30 de abril na Aleac

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    Secretário de Obras reafirma entrega do 1º bloco do Hospital de Feijó até 30 de abril na Aleac

    Por Da redação ac24horas3 de março de 2026 – 13h21 1 min de leitura

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    O secretário de Obras do Acre, Ítalo Lopes, afirmou na manhã desta terça-feira, 03, durante entrevista ao programa Boa Conversa, do ac24horas, direto da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que o Governo do Acre mantém o compromisso de entregar até 30 de abril o primeiro bloco do Hospital Geral de Feijó.

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