“Estou querendo decidir (…) vou ouvir a advocacia do Senado”, disse ao entrar na presidência para uma reunião. O presidente do Senado participa nesta terça de uma reunião junto a setores produtivos e lideranças partidárias para falar da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da escala 6×1.
Alcolumbre foi acionado pela base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para anular a votação do requerimento. Líderes alegam que o presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), fraudou a votação.
O pleito realizado na última quinta-feira (26/02) votou uma série de requerimentos em bloco e de forma simbólica. Governo alega ter 14 votos contrários, enquanto a oposição fala em 7 votos.
Alcolumbre pediu apoio técnico, jurídico e policial para apurar a denúncia de “fraude” apresentada por governistas. Por causa da análise mais detalhada e que contará com apoio de técnicos, não existe previsão de quando o presidente do Congresso responda sobre o episódio.
A votação foi simbólica, ou seja, não houve registro nominal de votos. Nesses casos, os contrários precisam ficar em pé, ou se manifestar erguendo a mão. Foi no momento da proclamação do resultado pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), que a confusão começou. Ele contabilizou sete votos contra os requerimentos — afirmando ter considerado apenas os membros titulares e desconsiderado suplentes — e declarou que os pedidos estavam aprovados.
Os governistas afirmam que a contagem foi feita de forma incorreta e que eles tinham 14 votos contrários à quebra dos sigilos. Por isso, 14 deputados e senadores da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionaram o presidente do Congresso para reverter a decisão.
O grupo pede a nulidade da votação, enquanto Viana e membros da oposição afirmam que a votação foi legítima e seguiu o regimento interno do Legislativo.
A base de Lula na CPMI solicita também que Alcolumbre encaminhe ao Conselho de Ética do Senado uma denúncia contra Viana. Os parlamentares argumentam que Viana recorreu a uma manobra para confirmar os requerimentos. Viana nega qualquer irregularidade.
Oposição fala em acionar STF se Alcolumbre ceder
Como mostrou a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, a cúpula da CPMI, comandada pela oposição, já se prepara para uma possível batalha judicial envolvendo a votação que aprovou a quebra de sigilo fiscal de Lulinha.
Segundo membros da cúpula da comissão, a ideia é acionar o STF, caso o presidente do Congresso Nacional anule a votação, como pedido por parlamentares da base do governo Lula.
As imagens mostram apenas parte da estrutura de colunas ainda de pé após a explosão.
Segundo fontes do governo israelense ouvidas pela imprensa iraniana, os 88 aiatolás que compõem o colegiado estariam reunidos no momento do bombardeio. No entanto, veículos iranianos informaram que o prédio teria sido evacuado antes do ataque, o que teria evitado vítimas. Até o momento, não há confirmação oficial de mortos ou feridos.
A Assembleia dos Peritos é formada por 88 autoridades islâmicas eleitas por voto popular para mandatos de oito anos. A principal função do órgão é escolher o líder supremo do país — cargo ocupado pela última vez em 1989, quando então líder do regime teocrático islâmico, Ali Khamenei, assumiu o posto.
Os ataques indicam divisão de alvos entre os dois países aliados. Israel tem concentrado ofensivas contra lideranças políticas, militares e religiosas iranianas. Já os norte-americanos focam estruturas militares, principalmente bases de mísseis balísticos.
“A próxima fase será ainda mais punitiva para o Irã. O mundo será um lugar mais seguro quando terminarmos a Operação Fúria Épica”, declarou.
O presidente Donald Trump também disse que os Estados Unidos “ainda nem começaram a atacar com força”. “A grande onda ainda não chegou. A grande onda de ataques ainda está por vir”, afirmou.
A Sessão da Tarde desta terça-feira (3/3) exibe o filme Luta pela Fé: A História do Padre Stu, da diretora Rosalind Ross. O longa-metragem lançado em 2022 traz uma história real, inspirada em Stuart Long.
O filme, protagonizado por Mark Wahlberg, acompanha Stuart Long, um ex-boxeador cujas aspirações de carreira são interrompidas por uma lesão. Com o sonho de ser ator, ele se muda para Los Angeles e trabalha num supermercado, onde conhece Carmen, uma professora católica.
Para impressioná-la, o agnóstico começa a frequentar a igreja. Após sobreviver a um acidente de moto grave, ele percebe que sua “segunda chance” pode ter um propósito maior — e passa a considerar tornar-se padre católico. Ao longo da jornada, ele enfrenta desafios pessoais e de saúde, mas segue firme em sua vocação de fé e serviço aos outros.
O filme é protagonizado por Mark Wahlberg, Mel Gibson, Jacki Weaver e Teresa Ruiz.
Stuart Long foi de fato um boxeador amador, que depois se tornou padre católico nos Estados Unidos. Ele morreu em junho de 2014 em Montana.
O prefeito de Feijó, Railson Ferreira (Republicanos), afirmou na manhã desta terça-feira, 03, durante entrevista ao programa Boa Conversa – Edição Aleac, do ac24horas, que a mobilização popular em torno das obras do hospital do município não teve patrocínio da prefeitura e que a discussão precisa ser tratada com responsabilidade institucional, sem viés partidário.
A entrevista foi concedida após reunião da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que debateu os desdobramentos da paralisação e manutenção da unidade hospitalar.
Railson destacou que o tema deve ser conduzido com seriedade, por envolver diretamente a vida da população. “Marcos, é muito importante nós tratarmos esse tema, a problemática que leva as pessoas à morte de uma forma muito séria. Nós somos gestores, somos eleitos para representar e executar as ações que viabilizem uma melhor vida para a nossa população. Então, o primeiro ponto é que a gente trate isso com muita seriedade, sem lado partidário”, afirmou.
O prefeito negou que a gestão municipal tenha incentivado ou financiado o protesto que chegou a bloquear a BR-364 em Feijó. “A prefeitura de Feijó nunca patrocinou qualquer ato dos manifestantes. Os manifestantes, por si só, por uma revolta, insurgidos nesse sentimento de fazer com que as coisas aconteçam, se mobilizaram e é direito deles, assim como a Constituição Federal os garante”, declarou.
Segundo ele, a iniciativa da audiência pública partiu da própria prefeitura, em conjunto com representantes do Legislativo. “Enquanto Prefeitura, eu procurei o presidente desta casa, da Aleac, juntamente com um deputado que é o presidente da Comissão de Saúde, que é o meu querido Adailton Cruz (PSB), e solicitei uma audiência pública juntamente com o presidente da Câmara de Feijó, para que aqui nós possamos debater, sair com encaminhamentos e resolução para o caso”, explicou.
Railson criticou o que considera uma tentativa de politizar o debate sobre a situação do hospital. “O que não pode é nós ignorarmos, negligenciarmos algo que está sob a nossa responsabilidade, tanto a minha quanto gestor do Estado Municipal, quanto o governo do Estado do Acre, e colocarmos como uma culpa por uma divergência política”, disse.
Ele também afirmou que, ao longo de sua gestão, evitou ataques ao governo estadual. “Em momento algum, na minha vida, eu ataquei o governo do Estado do Acre, ataquei o governador Gladson Cameli, ataquei qualquer pessoa da cúpula da saúde, porque a Prefeitura sempre manteve as portas abertas para qualquer ato republicano”, pontuou.
Foto: Iago Nascimento
O prefeito citou despesas assumidas pelo município que, segundo ele, seriam de atribuição estadual. “Eu pago em média R$ 80 mil por mês de TFD, que é a obrigação do governo do Estado do Acre. Eu pago R$ 250 mil por mês para atender 150 crianças com neurodivergência, que também é atribuição do governo do Acre. Aliado a isso, nós temos outros investimentos que também são de atribuição do governo do Acre, que eu não vou listar, mas eu nunca, em momento algum, ataquei o governo”, afirmou.
Railson relatou que passou a sofrer críticas e insinuações após participar do evento partidário da filiação de Alan Rick ao Republicanos. “O que houve foi um ataque à minha pessoa, dizendo que eu era patrocinador. Nunca o fui. Eu sou gay assumido, não tenho medo de patrocinar qualquer evento popular que seja legítimo. Mas deixei muito claro, durante a audiência pública, que se não houver de fato uma solução, eu não poderei mais ficar alheio a esse problema que bate todo dia na minha porta”, declarou.
Ele disse que, caso não haja resolução, poderá se posicionar de forma mais incisiva. “Irei sim me manifestar, irei sim me posicionar, mas eu espero que isso não aconteça. As instituições são grandes, estão aqui para se unir, para que a gente possa solucionar o que aconteceu”, afirmou.
Sobre a relação com o governo estadual, o prefeito disse que mantém diálogo com o governador, mas apontou dificuldades com integrantes da equipe. “Com o governador Gladson Cameli, a minha relação ainda continua boa. Não com a equipe dele. A partir daquele momento, os convênios que existiam, onde a gente ajudava o Estado, onde o Estado nos ajudava, eles foram cortados”, relatou.
Entre os exemplos citados, ele mencionou ações conjuntas na área da saúde e cessão de equipamentos. “O ano passado eu realizei em torno de cinco itinerantes de saúde com especialistas, que também não é atribuição minha. Nós tínhamos um itinerante de saúde em conjunto com o governo do Estado do Acre, que foi cortado. Nós tínhamos agora a cessão da usina para fazer o asfalto, foi cortado”, disse.
“A prefeitura sempre se colocou de portas abertas e sempre vai se colocar, porque acima de um partido, eu tenho que cuidar do meu povo. Você não pode reprimir a minha sociedade apenas por eu ser de um partido que nessas eleições é adversário. A partir de outubro, acabam as eleições e o meu povo vai sofrer porque eu sou do Republicanos? Não é digno que o meu povo sofra”, acrescentou.
O prefeito também apresentou números da área da saúde para destacar avanços na gestão municipal. “O ano passado eu consegui R$ 11 milhões de emenda para a saúde, esse ano consegui mais de R$ 19 milhões. O meu PAB, que é um dinheiro que vem da saúde do Ministério, o ano passado era R$ 67 milhões aproximadamente, hoje acabei de receber a informação que vai ser 12 milhões e 300 e poucos mil, ou seja, praticamente dobramos. Por que se dobra? Pelas ações. Quanto mais ações você faz, mais recurso vem”, afirmou.
Railson reconheceu dificuldades estruturais no município, especialmente na infraestrutura urbana. “Eu tenho uma falha estrutural em Feijó que eu não nego, eu estou doente por ver tanto buraco na minha cidade. Mas se o governo não me ajuda, fica difícil, porque vem dinheiro para a saúde, vem dinheiro para a educação, mas para tapa-buraco não vem”, disse.
Questionado sobre o novo prazo dado pelo governo estadual para a conclusão da primeira etapa da obra do hospital até o fim de abril, o prefeito disse esperar que o compromisso seja cumprido. “Eu parto do princípio de que as instituições existem para beneficiar o povo. Dei duas mãos ao governo do Estado do Acre para que precisar da prefeitura a gente solucione esse problema. Se eu tenho equipamento e o Estado não tem, eu cedo. Eu quero que o Estado me ajude a resolver o problema da minha cidade”, afirmou.
“Eu não quero um governo inimigo por eu ser do Partido Republicanos, eu quero um governo amigo que ajude a minha cidade. Me colocaram como vilão apenas para mudar a narrativa. Solicito convênios, os convênios não são aceitos. Só porque sou de outro partido? Eu estou na política não para ser político de carteirinha, eu estou para mudar a vida das pessoas. O bem comum tem que prevalecer”, finalizou.
Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.
Em ações de fiscalização e policiamento ostensivo realizadas no final de fevereiro de 2026, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Acre efetuou a prisão de dois indivíduos que possuíam ordens judiciais em aberto. As ocorrências reforçam a presença constante da instituição nos principais eixos viários da região para garantir o cumprimento da lei.
As prisões ocorreram durante abordagens de rotina focadas na segurança viária e no combate ao crime em diferentes trechos do estado.
A primeira intervenção aconteceu no km 80 da BR-364 , no município de Senador Guiomard. Ao fiscalizar uma motocicleta, a equipe constatou, via sistemas integrados, que o passageiro possuía um mandado de prisão em aberto com validade até 2027. O homem foi detido e encaminhado à Polícia Civil para os procedimentos legais.
Em outra ação, realizada no posto policial do km 237 da BR-317 , em Xapuri, os policiais deram ordem de parada a um caminhão-baú. Durante a consulta aos dados dos ocupantes, foi identificada uma ordem de prisão em desfavor do passageiro, expedida pela Vara de Execuções Penais de Rio Branco. O envolvido foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil local, tendo seus direitos constitucionais garantidos durante todo o processo.
A PRF segue intensificando as fiscalizações para garantir a segurança dos usuários e o cumprimento da lei nas rodovias sob sua jurisdição.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma importante ofensiva contra o crime de contrabando na manhã desta terça-feira, 3 de março de 2026, resultando na apreensão de 12 mil maços de cigarros de origem estrangeira em diferentes pontos da BR-364, no estado do Acre. As ações ocorreram nos municípios de Senador Guiomard e Rio Branco […]
Belo Horizonte – A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) abriu investigação sobre o possível envenenamento de um menino de 9 anos que morreu no bairro Santo Agostinho, na cidade de Conselheiro Lafaiete (MG), região Central do estado, nesta terça-feira (3/3). A mãe dele recebeu voz de prisão, mas foi hospitalizada porque também passou mal.
No local a PCMG recolheu amostras de alimentos, cartas e outros elementos que poderão ajudar na elucidação do caso. A Polícia Civil aguarda conclusão dos laudos periciais e do exame necroscópio para embasar as circunstâncias e eventuais responsabilidades criminais.
Detalhes do caso
Durante patrulhamento no bairro Santo Agostinho, em Conselheiro Lafaiete, a Polícia Militar (PMMG) foi acionada por uma adolescente de 14 anos,
Chegando ao local a PMMG constatou a informação e acionou o Serviço Móvel de Urgência (SAMU), pois a criança se encontrava em parada cardiorrespiratória. Apesar das manobras para reanimação, a criança morreu no local.
Ainda de acordo com militares que atenderam a solicitação, a mãe da criança recebeu voz de prisão, em flagrante, por suposto crime de homicídio, mas teve que ser levada para o hospital pois estava passando mal, com quadro compatível com intoxicação.
Antes disso, Virginia já havia repostado o desabafo que Vini Jr. publicou após o episódio, acompanhado de um emoji de coração e uma palma em sinal de solidariedade. No texto, o atacante do Real Madrid disparou:
“Racistas são, acima de tudo, covardes. Precisam colocar a camisa na boca para demonstrar como são fracos. Mas, eles têm, ao lado, proteção de outros que, teoricamente, têm a obrigação de punir. Nada do que aconteceu hoje é novidade na minha vida e da minha família”, escreveu ele. Vini também lamentou ter recebido cartão amarelo ao comemorar um gol, enquanto, do outro lado, segundo ele, houve apenas “um protocolo mal executado e que de nada serviu”.
Políticos de esquerda repercutiram com críticas, nas redes sociais, o uso do jatinho do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O parlamentar confirmou, nesta terça-feira (3/3), que usou a aeronave para fazer campanha eleitoral para o então presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2022.
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), acusou Bolsonaro e o ex-presidente do Banco Central, Campos Neto, de “fechar os olhos para as falcatruas no Master”: “Quer dizer então que o deputado Nikolas fez campanha para Bolsonaro em 2022 no avião de Daniel Vorcaro, do banco Master? E a campanha nem declarou essa “contribuição” ao TSE […] E esse pessoal ainda tem o cinismo de querer jogar no colo dos outros esse escândalo financeiro”, afirmou.
Quer dizer então que o deputado Nikolas fez campanha para Bolsonaro em 2022 no avião de Daniel Vorcaro, do banco Master? E a campanha nem declarou essa “contribuição” ao TSE… Foram dez dias voando pelo país nas asas do Master, junto com pastores da Igreja Lagoinha, a mesma do…
Outro ministro do governo Lula, Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou: “E tem gente que cai na ladainha do rapaz…”, escreveu no X.
Já o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que já vinha falando das como relações de Nikolas com cunhado de Vorcaro.
“Eles realizaram uma fraude, inclusive, com a missão de Roberto Campos Neto à frente do BC”, disse o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).
O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) disse que protocolou requerimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS para convocar Nikolas a prestar depoimento sobre o uso da aeronave, além da quebra de sigilo fiscal e telefônico do parlamentar. “Vai ter que explicar seu envolvimento com o Bolsomaster!”
NIKOLAS FERREIRA PODE SER CASSADO!
Apresentei requerimento pedindo a convocação de Nikolas à #CPMIdoINSS e a sua quebra de sigilo fiscal e telefônico.
A deputada Erika Hilton (PSol-SP) também disse que vai acionar o TSE e pedir que o deputado [Nikolas], o pastor [Zettel], o banqueiro [Vorcaro] e o presidiário [Jair Bolsonaro] sejam devidamente investigados. “O povo precisa saber como esse jatinho foi fornecido”, afirmou.
🚨 BOMBA EM BRASÍLIA
Os jornais acabam de revelar que Nikolas Ferreira e o pastor Guilherme Batista, da Igreja da Lagoinha, utilizaram o jatinho de luxo de Daniel Vorcaro, líder do esquema do Banco Master, para fazer campanha eleitoral para o presidiário Jair Bolsonaro em 2022.… pic.twitter.com/Vl582DUVE2
Em nota, Nikolas Ferreira disse que, na época, não tinha conhecimento sobre quem era o proprietário do avião e que o nome de Vorcaro não era de conhecimento público, nem havia qualquer informação que levantasse qualquer tipo de alerta. Veja a integra:
“Esclareço que o voo em questão ocorreu há 4 anos atrás, durante o segundo turno da campanha eleitoral, quando fui convidado para participar de um evento político ‘Juventude pelo Brasil’ e foi disponibilizada uma aeronave para o deslocamento.
À época, não tinha conhecimento sobre quem era o proprietário do avião. Minha presença no voo se deu exclusivamente em razão do convite para a agenda de campanha, sem qualquer vínculo pessoal, comercial ou institucional com o dono da aeronave, que posteriormente se soube tratar-se de Daniel Vocaro.
Ressalto ainda que, em 2022, o nome citado não era de conhecimento público nem havia qualquer informação que levantasse qualquer tipo de alerta. Mesmo que houvesse a tentativa de identificar o proprietário da aeronave naquele momento, não existia qualquer elemento que indicasse situação irregular ou que justificasse questionamento.”
O presidente da Associação dos Servidores Municipais de Rio Branco (Assemurb), José Augusto, criticou nesta terça-feira (3) o Projeto de Lei Complementar que institui a nova Lei Orgânica da Administração Tributária do Município e disciplina a carreira de Auditor Fiscal da Receita Municipal. A proposta foi encaminhada pela Prefeitura de Rio Branco à Câmara Municipal […]